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Olimpíadas de Tóquio terão até 10.000 espectadores nos eventos

Redação Gazeta Regional

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Presença de público contraria especialistas; país tem menos de 20% da população vacinada contra Covid

Os organizadores das Olimpíadas de Tóquio anunciaram que o limite de espectadores será de “50% da capacidade de cada local, até o máximo de 10.000 pessoas”. Apenas quem mora no Japão poderá assistir aos eventos presencialmente. O comunicado foi divulgado nesta segunda-feira, 21.

Os responsáveis acrescentaram que, se medidas preventivas contra a Covid-19 forem implantadas depois de 12 de julho, as restrições serão adaptadas de acordo. Também afirmaram que um comitê discutirá outras medidas caso haja “uma mudança rápida no status da pandemia e na capacidade do sistema de saúde local”.

A data dos Jogos Olímpicos permanece a mesma: de 23 de julho a 8 de agosto. A presença de público na platéia contraria recomendações de autoridades médicas japonesas.

As Olimpíadas de Tóquio terão um programa especial que levará alunos das escolas locais para assistirem aos eventos. Eles e seus supervisores não serão considerados no limite de 10.000 espectadores.

Esse limite também não se aplica aos Jogos Paralímpicos. A organização do evento divulgará as restrições para a categoria em 16 de julho.

Eis algumas das diretrizes de segurança estabelecidas para as Olimpíadas de Tóquio:
Uso de máscara em todos os locais, o tempo todo;
Falar alto e gritar não será permitido;
Anúncios serão feitos durante os eventos para evitar aglomerações;
Os espectadores devem sair dos jogos e voltar diretamente para suas casas;
A saída dos eventos será feita de forma escalonada.

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Facebook deve mudar de nome após polêmicas e focar no metaverso

Redação Gazeta Regional

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Uma das marcas mais conhecidas mundialmente, o Facebook está passando por um impensável rebranding e deve mudar seu nome já na semana que vem. A nova representação simbólica da empresa deve ser anunciada no dia 28 de outubro, durante a conferência anual Connect, pelo CEO Mark Zuckerberg. O foco, segundo o site The Verge, é a implementação do metaverso, novo paradigma da rede social.

Aliás, esse último termo é um dos motivos pelos quais o Facebook quer mudar de nome. A nova marca, que pode ser anunciada mesmo antes do evento da semana que vem, pretende desvencilhar o Facebook do rótulo de apenas uma “mídia social” (com todo o estigma que a expressão carrega hoje) e se tornar um dos muitos produtos de uma holding, ao lado do Instagram, WhatsApp, Oculus, entre outros produtos.

A estratégia, não confirmada pela empresa, não é nova: em 2015, cansado de ser apenas o motor de buscas, o Google se reorganizou sob o guarda-chuva da Alphabet, um conglomerado que hoje abriga, além do conhecido buscador, também o Android, YouTube, Calico, Waymo, Google X, Deep Mind e outros. Assim, o Facebook, com um quadro de mais de 10 mil funcionários, pretende evoluir “para uma empresa metaversa”, segundo Zuckerberg.

Qual pode ser o novo nome do Facebook?
O novo nome do Facebook é ainda um segredo guardado, e nem todos os executivos o conhecem. Para o The Verge, o rebranding deverá marcar a transição para o trabalho futurista hoje desenvolvido por Zuckerberg para tirar o foco do intenso julgamento ao qual o Facebook se vê submetido diuturnamente por órgãos reguladores do mundo inteiro.

Uma boa aposta de marca seria Horizon, o nome da futura plataforma online, anunciada pelo Facebook em agosto como um ponto de partida para o metaverso. Nas Horizon Workrooms, profissionais usando o Oculus Rift 1 entrarão em reuniões virtuais com seus avatares pessoais.

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Itamaraty divulga países que flexibilizaram a entrada de brasileiros

Redação Gazeta Regional

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Levantamento é divulgado no site do ministério

Com a proliferação de casos de Covid-19 no Brasil, muitos países fecharam fronteiras ou impuseram restrições à entrada de passageiros brasileiros. Nos últimos meses, o avanço da vacinação também gerou um movimento de flexibilização em algumas nações para os turistas brasileiros.

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) disponibiliza informações sobre as limitações definidas por governo para viajantes do Brasil em seu site. O levantamento é feito a partir das atualizações repassadas pelas embaixadas.

Confira a seguir situações de alguns países, separados por continente, em relação à entrada de brasileiros:

África
Na África do Sul, os viajantes devem apresentar teste laboratorial para Covid-19 RT-PCR até 72 horas antes, além de uma declaração eletrônica assinada.

Europa
A Alemanha classifica o Brasil como “zona de variante”. Quem esteve nos últimos dez dias em países nesse grupo devem apresentar teste negativo, independentemente se a pessoa já tenha se vacinado. Em geral é exigida uma quarentena de 14 dias, que pode ser flexibilizada no caso de vacinação de marcas reconhecidas pelo país.

A França demanda comprovação da conclusão do ciclo vacinal com imunizante autorizado pela autoridade europeia (Pfizer/Comirnaty, Moderna, AstraZeneca/Vaxzevria/Covishield, Janssen), além de uma declaração de que não tem sintomas da covid-19.

Américas
Na região, parte dos países fechou a fronteira com o Brasil, como a Bolívia e o Uruguai. O Equador exige exame PCR realizado pelo menos 72 horas antes da viagem.

No caso do Chile, é preciso fazer solicitação à embaixada. O turista que receber a autorização precisará cumprir quarentena de 10 dias em hotel de trânsito, ou em casa na hipótese de residente no país. A Colômbia não tem mais vedações à entrada de turistas nem exige exame negativo.

Para entrar nos Estados Unidos é necessário mostrar exame negativo para Covid-19. No Canadá, está proibida em geral a entrada de passageiros para fins opcionais ou discricionários, com algumas exceções.

Ásia e Oceania
A China estabeleceu restrições e números de viagens internacionais e de locais onde os voos podem pousar, em cidades com capacidade de verificação sanitária dos passageiros. Só podem ingressar no país chineses e pessoas com visto válido após março de 2020. Quem estiver nessas situações ainda precisa obter um código de saúde a partir de determinadas exigências, como teste PCR 48 horas antes da viagem em laboratórios credenciados.

Para entrar na Coreia do Sul é preciso apresentar resultado negativo de teste PCR negativo até 72 horas antes do embarque. A Índia não está autorizando vistos. Para passageiros brasileiros, é preciso preencher um formulário com resultado negativo de exame PCR nas 72 horas antes do voo, além de realizar um novo exame na chegada.

Na Austrália, só podem entrar cidadãos do país, residentes permanentes, familiares de australianos ou residentes permanentes ou quem saiu da Nova Zelândia e ficou no país por pelo menos 14 dias.

Fonte: Agência Brasil

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Polícia anuncia prisão de ‘supostos assassinos’ do presidente do Haiti e morte de quatro deles

Redação Gazeta Regional

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PORTO PRÍNCIPE — Autoridades do Haiti anunciaram a prisão dos “supostos assassinos” do presidente do Haiti, Jovenel Moïse, morto a tiros na madrugada desta quarta-feira na residência oficial, no bairro de Pelerin 5, em Porto Príncipe.

“Os supostos assassinos (de Moïse) foram interceptados pela Polícia Nacional em Pelerin pouco depois das 18h”  locais (19h de Brasília), tuitou o vice-ministro das Comunicações, Frantz Exantus, acrescentando que mais detalhes serão fornecidos em breve.

Cerca de uma hora depois do anúncio, um porta-voz da Polícia Nacional haitiana disse que as forças de segurança mataram”quatro mercenários” e capturaram dois, acrescentando, no entanto, que os criminosos teriam tomado três policiais como reféns. Também hoje à noite, o chefe da Polícia Nacional do país, Leon Charles, informou que agentes ainda estavam em confronto com os responsáveis pelo assassinato de Moïse.

— A polícia ainda está em combate com os assassinos — disse Leon em uma entrevista transmitida na televisão. — Eles serão mortos ou capturados.

Na madrugada de quarta-feira, um grupo de homens armados invadiu a residência oficial, atirando no presidente e agravando uma crise política que se prolonga há meses no país caribenho.

A primeira-dama, Martine Moïse, também foi baleada e levada para receber os primeiros socorros em um hospital da região. Ela foi em seguida transferida para tratamento em Miami, onde chegou na tarde desta quarta. Segundo o embaixador haitiano nos Estados Unidos, Bocchit Edmond, seu estado é crítico, mas estável.

Os assassinos, segundo o jornal Miami Herald, que teve acesso a vídeos filmados na vizinhança da residência oficial, se passaram por agentes da agência antidrogas dos Estados Unidos, a DEA. Na gravação, é possível ouvir um homem com sotaque americano gritando em um megafone: “Operação da DEA. Todos se afastem”. Fontes no governo haitiano disseram ao veículo que se tratavam de mercenários sem vínculos com o órgão americano.

Mais cedo, o jornal Diário Libre, da República Dominicana, noticiou que autoridades do país — que divide a mesma ilha com o Haiti — investigavam se os assasssinos tinham fugido para o seu território. Segundo a tese das autoridades dominicanas, os asssassinos podem ter agido em cumplicidade com um importante delegado que trabalhava na segurança presidencial, informou o Diário Libre.

Também há relatos de que drones teriam sido usados, ao menos uma granada teria sido disparada, e homens vestidos de preto teriam sido vistos correndo pela região. Segundo uma fonte ouvida pelo GLOBO, as ruas de Porto Príncipe ficaram praticamente vazias ao longo da quarta-feira, contrastando com sua vivacidade habitual, e a estrada que leva para o bairro de Pelerin foi bloqueada. O aeroporto da cidade foi fechado, funcionando apenas para voos diplomáticos.

A morte de Moïse, de 53 anos, cria um vácuo de poder no país mais pobre das Américas: Claude Joseph, nomeado como premier interino em abril, nunca foi ratificado e, no início da semana, o presidente havia nomeado Ariel Henry para sucedê-lo — seu sétimo primeiro-ministro em quatro anos. O médico, no entanto, seria empossado apenas no fim desta semana. 

Pela Constituição haitiana de 1987, caso o presidente fique impossibilitado de exercer suas funções, cabe ao presidente da Suprema Corte governar o país. O cargo, contudo, está vazio desde que seu antigo ocupante, René Sylvestre, morreu de Covid-19 no fim de junho.

Crise política

Desde o fim do ano passado, a oposição vinha exigindo a renúncia de Moïse, um empresário exportador de bananas que entrou na política. Segundo os críticos, seu mandato deveria ter terminado em 7 de fevereiro, exatos cinco anos após seu antecessor, Michel Martelly, deixar o cargo.

As eleições de 2015 deram a vitória a Moïse no primeiro turno, mas o voto foi anulado por denúncias de fraude. Após vencer um segundo pleito organizado no ano seguinte, Moïse tomou finalmente posse em 7 de fevereiro de 2017 — a seu ver, portanto, seu mandato só terminaria em fevereiro de 2022. Ele se recusou a deixar o poder, convocando novas eleições para 26 de setembro deste ano.

Em fevereiro, as autoridades anunciaram ter frustrado uma “tentativa de golpe”. Na época, 23 pessoas foram presas, entre eles um juiz da Suprema Corte e a inspetora geral da Polícia Nacional. A oposição negou qualquer intenção golpista, afirmando que pleiteava apenas um governo de transição.

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