Campinas
Furtos registrados em Viracopos sobem 65%
Delegacia somou 53 crimes de janeiro a junho deste ano, ante 32 no mesmo período de 2021; veja evolução desde 2017. Concessionária destaca alta de viajantes e ‘melhorias constantes’.
Furtos registrados em Viracopos – Os furtos registrados pela Delegacia da Polícia Civil no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), aumentaram 65% no primeiro semestre deste ano, no comparativo com o mesmo período de 2021, segundo a Secretaria de Segurança Pública em São Paulo (SSP-SP).
Além disso, as estatísticas também mostram que subiu a quantidade de veículos subtraídos por criminosos.
A alta ocorre no contexto em que a concessionária responsável por administrar o terminal somou o maior fluxo de passageiros desde início da gestão. Em seis meses, foram 5,5 milhões de viajantes, ante 4,3 milhões em intervalo igual do ano passado, variação de público correspondente a 26%.
Furtos registrados em Viracopos
Confira abaixo o que diz a Aeroportos Brasil Viracopos e a SSP sobre os indicadores criminais.
O levantamento da SSP mostra que 53 furtos foram registrados em seis meses pela delegacia em Viracopos, contra 32 no primeiro semestre de 2021. Os casos distribuídos mensalmente são:
Furtos registrados pela delegacia em Viracopos
- Janeiro: 6
- Fevereiro: 4
- Março: 18
- Abril: 4
- Maio: 10
- Junho: 11
O número é superior não somente aos contabilizados nos dois anos em que ocorreram os mais períodos mais graves da pandemia de Covid-19, o que resultou em diminuição do público, mas também de períodos anteriores à crise sanitária, em que Viracopos já trabalhava com a tendência e registros de aumento na quantidade de usuários do terminal. Veja abaixo evolução desde 2017.
Os dados da SSP apontam também que, nos primeiros seis meses deste ano, foram contabilizados nove furtos de automóveis, o mesmo número do primeiro semestre em 2020.
No mesmo intervalo do ano anterior, contudo, este crime não foi registrado pela delegacia do aeroporto.

O que diz a Aeroportos Brasil?
Em nota, a concessionária administradora de Viracopos alegou que colabora com órgãos de segurança para realizar “melhorias constantes”, e frisou que pelo complexo transitam média de 35 mil pessoas por dia. A estrutura tem uma base da Polícia Militar, e delegacias das polícias Civil e Federal.
“Neste ano de 2022, a concessionária apoiou a realização de três operações Iter Criminis [Caminhos do Crime] realizadas nas principais vias de acesso do aeroporto pelos órgãos de segurança pública”, diz trecho da nota ao mencionar que o total de passageiros contabilizado no primeiro semestre equivale a “quase cinco vezes a população de Campinas”.

O que diz a Aeroportos Brasil?
Furtos registrados em Viracopos – Em nota, a concessionária administradora de Viracopos alegou que colabora com órgãos de segurança para realizar “melhorias constantes”, e frisou que pelo complexo transitam média de 35 mil pessoas por dia. A estrutura tem uma base da Polícia Militar, e delegacias das polícias Civil e Federal.
“Neste ano de 2022, a concessionária apoiou a realização de três operações Iter Criminis [Caminhos do Crime] realizadas nas principais vias de acesso do aeroporto pelos órgãos de segurança pública”, diz trecho da nota ao mencionar que o total de passageiros contabilizado no primeiro semestre equivale a “quase cinco vezes a população de Campinas”.
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Sobre o número de furtos no de janeiro a junho, maior do que o verificado nos anos impactados pela pandemia e também em anos anteriores à crise, como 2019, a concessionária considerou que 2020 e 2021 foram impactados “bruscamente pela queda de movimento gerado pela pandemia, não fazendo sentido a comparação”.
Já sobre 2019, a assessoria também justificou apenas que houve diferença de meio milhão de passageiros com 2022, “podendo, desta forma, impactar nos casos de segurança.”
O que diz a SSP? – Furtos registrados em Viracopos
Solicitamos posicionamento da Secretaria de Segurança de São Paulo e aguarda resposta.
Processo de relicitação
O recorde no fluxo e passageiros em Viracopos ocorre em meio ao processo de relicitação do terminal pelo governo federal – o terminal foi o primeiro do Brasil a solicitar devolução da concessão.
Durante o mês de junho, o Tribunal de Contas da União (TCU) solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) um cálculo de indenização para que a relicitação do aeroporto possa avançar na corte e o edital do leilão seja publicado.
A decisão foi do ministro relator do processo no órgão, Vital do Rêgo, que retirou o objeto da pauta da sessão para votar o processo por conta desta pendência.
Sobre o número de furtos registrados em Viracopos no de janeiro a junho, maior do que o verificado nos anos impactados pela pandemia e também em anos anteriores à crise, como 2019, a concessionária considerou que 2020 e 2021 foram impactados “bruscamente pela queda de movimento gerado pela pandemia, não fazendo sentido a comparação”.
Já sobre 2019, a assessoria também justificou apenas que houve diferença de meio milhão de passageiros com 2022, “podendo, desta forma, impactar nos casos de segurança.”
A informação foi confirmada pelo Ministério da Infraestutura e pela própria Anac. Ao G1, a agência informou que, após recebimento do ofício, começou a trabalhar no pedido, “de modo que as informações serão encaminhadas ao tribunal de contas dentro do prazo previsto”.
No dia 14 de junho, o governo federal publicou uma resolução que prorroga em dois anos o processo de relicitação de Viracopos.
Anteriormente, a União tinha a expectativa de realizar o novo leilão do aeroporto entre julho e setembro. Apesar da prorrogação do prazo, que está prevista na lei de relicitações, regulamentada em 2019, e o pedido do TCU à Anac, o Ministério da Infraestrutura informou que espera a concorrência “ainda para este ano”, mas não garantiu a realização no terceiro trimestre, como era a previsão.
O cálculo da indenização solicitado pelo TCU à Anac define o valor que será pago ao atual concessionário e quem vai fazer esse acerto. Ele é o grande impasse colocado pela Aeroportos Brasil Viracopos, que administra a estrutura, durante o processo de relicitação.
Por isso, a empresa se apega a um decreto de arbitragem, ou seja, uma medida extrajudicial independente para definir regras sobre as indenizações pelos investimentos realizados, além de descumprimentos de contrato pelo governo federal, segundo a concessionária. A concessão da Aeroportos Brasil, assinada em 2012, tinha duração de 30 anos.
Furtos registrados em Viracopos – Em nota, a Aeroportos Brasil afirmou que a prorrogação do prazo do processo de relicitação é importante para que o processo de arbitragem possa chegar aos termos e valores justos e seja cumprido o direito da concessionária em “receber toda a indenização antes de deixar o ativo”.
Entre as sugestões protocoladas durante a consulta pública colocada pela Anac antes do edital do novo leilão ir ao TCU, está justamente o pagamento da indenização.
De acordo com a agência, o início do novo contrato é condicionado a esse acerto e, havendo diferença entre o lance apresentado pelo proponente vencedor e o valor dos bens reversíveis devido à atual concessionária, o aporte do novo administrador só poderá ser concretizado após o pagamento da indenização pelo poder público.
A relicitação (novo leilão) é a esperança da atual concessionária, que administra a estrutura desde 2012, para solucionar a crise econômica que gerou uma dívida de R$ 2,88 bilhões. O terminal foi o primeiro do Brasil a solicitar a devolução da concessão.
Estudos de viabilidade
De acordo com os estudos de viabilidade, o novo contrato para administração de Viracopos terá duração de 30 anos, investimentos de R$ 4,2 bilhões, valor total de R$ 13,4 bilhões, construção de segunda pista e o fim das necessidades de desapropriações de áreas para que o complexo aeroportuário seja expandido.
A relicitação
O último plano de recuperação judicial do aeroporto foi protocolado à Justiça no dia 12 de dezembro de 2019.
Desta data até o dia da aprovação, em fevereiro de 2020, Viracopos e os principais credores, entre eles a Anac e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), se reuniram para tentar chegar a um acordo e definiram que a proposta seria votada na assembleia desde que Viracopos aceitasse a relicitação.
Depois de aceita em assembleia, a recuperação judicial de Viracopos foi encerrada pela Justiça no dia 10 de dezembro de 2020. A partir disso, começou o processo de relicitação.
A concessionária já havia sinalizado a intenção de devolver a concessão em julho de 2017, mas emperrou na lei 13.448/2017, que regulamenta as relicitações de concessões aeroportuárias, ferroviárias e rodoviários do Brasil e só teve o decreto publicado em agosto de 2019.
A crise de Viracopos
A crise de Viracopos se agravou na metade de 2017, quando manifestou o interesse da relicitação, mas, por conta da não regulamentação da lei, apostou na recuperação judicial para solucionar a crise. A Aeroportos Brasil protocolou o pedido em 7 de maio de 2018 na 8ª Vara Cível de Campinas. Viracopos também foi o primeiro aeroporto do Brasil a pedir recuperação.
O aeroporto sempre brigou por reequilíbrios no contrato de concessão por parte da Anac. De acordo com a concessionária, a agência descumpriu itens que contribuíram para a perda de receita da estrutura.
Entre os pedidos de Viracopos, estão o valor de reposição das cargas em perdimento – que entram no terminal e ficam paradas por algum motivo -, além da desapropriação de áreas para construção de empreendimentos imobiliários, um dos principais motivos apontados pela concessionária para a crise financeira, e um desacordo no preço da tarifa teca-teca, que é a valorização de cargas internacionais que chegam no aeroporto e vão para outros terminais.
A Infraero detém 49% das ações de Viracopos. Os outros 51% são divididos entre a UTC Participações (48,12%), Triunfo Participações (48,12%) e Egis (3,76%), que formam a concessionária. Os investimentos realizados pela Infraero correspondem a R$ 777,3 milhões.
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Fonte: G1
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Campinas
Renovias celebra o Dia do Motociclista com instalação e distribuição de 300 antenas corta-pipa
Ação reuniu forças de segurança para orientar os motociclistas e prevenir acidentes; houve também a entrega de mangas de proteção para os braços
Em alusão ao Dia do Motociclista, celebrado em 27 de julho, a Renovias promoveu nesta terça-feira, 28, uma ação de conscientização voltada à segurança dos motociclistas na Avenida Padre Jaime, em Mogi Guaçu. A iniciativa contou com a instalação e distribuição gratuita de 300 antenas corta-pipa, equipamento que ajuda a prevenir acidentes provocados por linhas com cerol e linha chilena.
A ação foi realizada em parceria com o Corpo de Bombeiros, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), alunos do Curso de Formação da Guarda Civil Municipal e agentes da corporação, e a Polícia Militar, reforçando o compromisso conjunto com a preservação da vida e a promoção de um trânsito mais seguro.
Além das antenas corta-pipa, também foram distribuídas mangas de proteção para os braços feitas de tecidos tecnológicos e folhetos educativos com orientações sobre segurança no trânsito. O uso de linhas cortantes pode causar acidentes graves e até fatais envolvendo motociclistas.
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Dispositivos simples e de baixo custo, as antenas corta-pipa são instaladas na parte frontal da motocicleta e capazes de romper linhas antes que elas atinjam o pescoço ou o corpo do condutor. Embora a utilização seja obrigatória apenas para motociclistas profissionais em alguns casos, o equipamento é recomendado para todos que utilizam motocicletas, especialmente durante o período de férias escolares, quando aumenta a prática de empinar pipas.
” A instalação da antena corta-pipa é uma medida simples, mas que pode evitar acidentes graves e preservar vidas. Com essa ação, reforçamos nosso compromisso com a segurança dos motociclistas e com a conscientização de todos os clientes das rodovias e das vias urbanas”, afirmou Alexandre Bueno da Silva, coordenador de Operações da Renovias.
Regularmente a concessionária desenvolve ações educativas voltadas aos diferentes públicos que utilizam o sistema viário, promovendo iniciativas de conscientização, prevenção de acidentes e incentivo a comportamentos seguros no trânsito.
Em 2025, a Renovias distribuiu e instalou gratuitamente mais 600 antenas a motociclistas em diversas cidades que compõem sua malha viária.
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Campinas
SP investe R$426,8 milhões para intervenções em 526 prédios escolares da região de Campinas
Em 42 meses, 100 creches foram construídas e mais de mil escolas estaduais climatizadas em todo o estado; três unidades da PPP Novas escolas foram entregues
De janeiro de 2023 a junho de 2026, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) já realizou 7.423 obras com investimento de R$3,5 bilhões. As intervenções foram realizadas em 3.671 escolas e creches, beneficiando alunos de 582 municípios paulistas. Na região de Campinas, foram 982 obras em 526 escolas e creches, com investimento de R$ 426,8 milhões.
Os serviços foram executados pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) e incluem a entrega de novas escolas e creches, reformas de quadras esportivas, cozinhas, refeitórios, adequação e ampliação de salas de aula, recuperação de fachadas e telhados, acessibilidade e construção de unidades educacionais.
A climatização de escolas estaduais também faz parte do pacote de obras. Atualmente, 1.079 unidades estão climatizadas. A execução do projeto ocorre em três etapas: a adaptação da infraestrutura elétrica das escolas, a instalação dos aparelhos de climatização e a ligação da energia por parte das concessionárias de energia elétrica. O programa prevê o aporte de R$570 milhões para contemplar 1.500 escolas da rede estadual com conforto térmico. Na região de Campinas, 93 escolas já foram climatizadas desde o início do programa.
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No período, a educação infantil já recebeu 100 unidades do Programa Creche Escola em 97 cidades paulistas. Em 42 meses de gestão, foram geradas 13,4 mil vagas para crianças de zero a cinco anos de idade, totalizando investimento de R$ 283 milhões em obras. Na região de Campinas, foram 1.180 vagas em dez creches entregues na gestão, com investimento de R$ 24,6 milhões. As novas creches da região estão nas cidades de Americana, Campinas, Cordeirópolis, Itatiba, Jaguariúna, Nazaré Paulista, Pedreira, Serra Negra, Tuiuti e Vargem Grande do Sul.
PPP Novas Escolas
O Estado já entregou, neste ano, três das 33 escolas estaduais da Parceria Público-Privada Novas Escolas. As novas unidades de ensino ficam em Aguaí, Atibaia e São José dos Campos e atenderão estudantes em período integral. Ao todo, 29 cidades paulistas serão contempladas com o novo modelo de prédios escolares.
Por meio da PPP, que receberá investimentos de R$ 2,1 bilhões ao longo de 25 anos de concessão, as empresas privadas constroem e gerenciam as escolas em questões estruturais. Nessas escolas, a Seduc-SP segue responsável pela área pedagógica, contratação e formação de professores e currículo educacional.
As novas escolas da parceria contam com estrutura moderna e acessível, incluindo, por exemplos: salas de aula, sala de recursos, quatro espaços de inovação, sala de leitura, espaços de estudos individuais, auditório, refeitório, cozinha completa, pátio coberto, espaços de convivência, ginásio poliesportivo, arquibancada, sanitários e vestiários adaptados para pessoas com deficiência, espaços para as equipes pedagógicas, sala de vigilância e centro de mídias.
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Campinas
Mercado imobiliário entra no segundo semestre com foco em imóveis de entrega próxima
Cenário econômico estimula decisões mais criteriosas e favorece ativos com potencial de valorização e liquidez; em Campinas, referência em tendências e um dos principais motores econômicos do interior, empreendimentos em fase final de obras ganham destaque
Mesmo em um cenário de juros ainda elevados e maior seletividade no acesso ao crédito, o mercado imobiliário mantém perspectivas positivas para o segundo semestre de 2026. A diferença em relação a outros ciclos está no comportamento do comprador, que passou a avaliar a aquisição de um imóvel sob critérios mais amplos, envolvendo liquidez patrimonial, potencial de valorização, localização e qualidade de vida.
Campinas acompanha esse movimento e segue entre os principais mercados imobiliários do interior paulista. Com economia diversificada, forte geração de empregos e atração constante de investimentos, a cidade mantém a atratividade para quem busca segurança patrimonial e oportunidades de valorização no longo prazo. Nesse contexto, bairros consolidados ganham destaque por concentrarem parte significativa da demanda por imóveis novos.
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É o caso da Nova Campinas, uma das regiões mais valorizadas da cidade e que segue entre as mais procuradas pelos compradores. Dados do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), por meio da Regional Campinas, apontam crescimento de cerca de 40% na procura por imóveis no bairro, reforçando uma tendência observada pelo mercado: em momentos de maior seletividade econômica, consumidores tendem a concentrar investimentos em regiões consolidadas, com maior liquidez e histórico consistente de valorização patrimonial.
Nesse cenário, um dos movimentos mais observados pelo setor é a valorização de empreendimentos em fase final de construção ou próximos da entrega. A possibilidade de reduzir o tempo entre a compra e a mudança tem influenciado diretamente a decisão dos consumidores, especialmente daqueles que desejam unir planejamento financeiro, patrimônio e qualidade de vida.
“O comprador está mais racional e criterioso. A decisão de aquisição hoje envolve uma análise sobre preservação patrimonial, liquidez do ativo e potencial de valorização. O mercado percebe uma busca crescente por empreendimentos que ofereçam diferenciais concretos, como localização consolidada, qualidade construtiva e prazo reduzido para ocupação”, afirma Marcos Túlio, diretor de Operações da EBM Desenvolvimento Imobiliário.
Segundo ele, a localização se tornou um dos principais fatores de decisão. “Não é apenas uma questão de preço ou de juros. O comprador busca bairros com infraestrutura, mobilidade, serviços e potencial de valorização. Localização continua sendo um dos principais fatores de proteção patrimonial e geração de valor ao longo do tempo, especialmente em regiões consolidadas que mantêm demanda consistente mesmo em cenários econômicos mais desafiadores”, destaca.
Esse contexto ajuda a explicar o interesse por empreendimentos que se aproximam da entrega. É o caso do Wide Nova Campinas, empreendimento da EBM Desenvolvimento Imobiliário localizado no bairro Nova Campinas e que avança para sua reta final de execução, com entrega prevista para o início de 2027. O residencial está inserido justamente em uma região que reúne características valorizadas pelo mercado, como localização estratégica, ampla oferta de serviços, mobilidade e histórico consistente de valorização imobiliária.
A força da localização acompanha uma mudança importante no perfil dos empreendimentos procurados pelos consumidores. O comprador passou a buscar imóveis que conciliem metragem adequada, funcionalidade, conforto e proximidade dos principais serviços urbanos.
Com apartamentos de 104 metros quadrados, três suítes, varanda gourmet e ambientes integrados, o empreendimento acompanha uma tendência cada vez mais presente entre famílias que buscam unir conforto, funcionalidade e conveniência urbana. A configuração atende um perfil de comprador que procura espaços bem distribuídos, capazes de acomodar diferentes momentos da vida familiar sem abrir mão da localização estratégica.
O residencial reúne ainda estrutura completa de lazer, com piscinas, espaço gourmet, salão de festas, brinquedoteca, playground, academia e coworking, atributos que reforçam a valorização crescente de produtos imobiliários associados ao bem-estar e à otimização do tempo.
“Percebemos uma demanda crescente por ativos imobiliários que conciliem localização estratégica, plantas eficientes e potencial de valorização. O comprador quer estar próximo de escolas, centros médicos, opções gastronômicas, serviços e corredores de mobilidade. Esse conceito de morar perto de tudo ganhou relevância porque reduz deslocamentos, melhora a qualidade de vida e preserva atributos que historicamente sustentam a valorização dos imóveis ao longo do tempo”, afirma Marcos Túlio.
Segundo o executivo, os empreendimentos próximos da entrega também oferecem maior previsibilidade para compradores e investidores. “Eles reduzem o intervalo entre a compra e a utilização do imóvel, permitindo que o comprador visualize melhor o produto final e tome decisões com mais segurança. Isso representa uma vantagem importante tanto para quem pretende morar quanto para quem busca acelerar o retorno sobre o patrimônio adquirido”, explica.
O aquecimento do mercado também gera reflexos na construção civil, um dos setores que mais movimentam empregos e renda na região. Nas etapas finais das obras, cresce a demanda por profissionais especializados em áreas como pintura, revestimentos, instalações e acabamentos, atividades fundamentais para garantir a qualidade final dos empreendimentos.
No caso do Wide Nova Campinas, a reta final das obras continua demandando mão de obra qualificada para diferentes frentes de acabamento e finalização. A construtora mantém oportunidades para profissionais especializados, reforçando o papel da construção civil como uma das atividades que mais movimentam emprego, renda e desenvolvimento econômico na região.
“O setor continua gerando oportunidades, mas enfrenta um desafio importante relacionado à disponibilidade de mão de obra qualificada. As fases finais das obras exigem profissionais especializados e atenção aos detalhes, principalmente em empreendimentos de médio e alto padrão. A formação e retenção desses talentos têm sido uma preocupação constante de toda a cadeia da construção civil”, afirma.
A combinação entre um comprador mais seletivo, a busca por ativos com maior liquidez e a valorização de bairros consolidados ajuda a explicar as perspectivas positivas para o segundo semestre. Em Campinas, um dos mercados mais dinâmicos do interior brasileiro, os empreendimentos próximos da entrega reforçam uma tendência clara: a decisão de compra está cada vez mais associada à preservação patrimonial, qualidade de vida e potencial de valorização de longo prazo.
Sobre a EBM
A EBM é uma empresa de desenvolvimento imobiliário com 44 anos de atuação no mercado brasileiro. Com mais de 190 empreendimentos entregues em seis estados e no Distrito Federal, reúne em seu portfólio projetos residenciais, comerciais, hoteleiros, condomínios horizontais, loteamentos, centros comerciais e shopping centers. Como holding, atua nas áreas de incorporação, propriedades e urbanismo. Sediada em Goiânia (GO), é a maior construtora do Centro-Oeste, segundo o Ranking Intec, e ocupa posição de destaque entre as principais empresas do setor no país, com mais de 3 milhões de metros quadrados construídos.
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