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Alunos de Teologia do Unasp conhecem “A Galáxia de Gutenberg”

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Pastor, Professor e Diretor do Centro de Pesquisas Ellen White no Brasil, Renato Stencel organiza excursão

Teologia do Unasp – Na manhã desta terça-feira (05), alunos do segundo ano do curso de Teologia do Centro Universitário Adventista de São Paulo – Unasp, tiveram um dia atípico no tocante do que se diz ao conceito de liturgia educacional.

Por meio da supervisão do renomado Pastor e Professor Renato Stencel, que também é Diretor do Centro Pesquisas White no Brasil, o grupo teve a oportunidade de conhecer as instalações de uma das maiores editoras de livros do País, a Casa Publicadora Brasileira – CPB.

palestrante | Terceiro Anjo Teologia do Unasp
Pastor e Professor ,Diretor do Centro Pesquisas White no Brasil – Renato Stencel,

A viagem organizada por Stencel, teve início por volta das 06h45 da manhã, quando o corpo discente se reuniu com o mestre no pátio do Unasp. Nesse breve encontro o professor orientou os teologandos sobre as diretrizes a serem seguidas no decorrer da viagem e ainda, fez menção para que a turma aproveitasse ao máximo o passeio e após uma oração, a turma embarcou no ônibus que seguiu de Engenheiro Coelho rumo a Tatuí, também no interior do estado paulista.

Ainda no ônibus, o professor Stencel exibiu um livro ilustrado que continha a história da CPB. O Pastor argumentou que o livro menciona anos de pesquisa e relatos marcantes da editora e que o mesmo merecia ser visto futuramente com um pouco mais de atenção.

Ao chegar na CPB

Ao desembarcar na editora, os alunos de teologia do Unasp foram conduzidos ao auditório onde receberam informações sobre a fundação da CPB, aprenderam sobre a história e ainda tomaram conhecimento do heroísmo daqueles que iniciaram os trabalhos nos primórdios dos anos 1900.

Os alunos de teologia do Unasp foram informados sobre o trabalho dos pioneiros, ficaram ciente quanto ao heroísmo daqueles que iniciaram os trabalhos nos primórdio dos anos 1900.

Após as palestras a equipe foi conduzida por uma viagem por dentro da estrutura organizacional, física e funcional da entidade. Os alunos puderam contemplar todos os setores da Casa, acompanhar todo o processo de uma produção gráfica, desde a criação e finalização de uma obra literária.

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Mas para os mais ávidos e interessados na lacuna da história, o melhor ainda estava por vir. Depois de conhecerem a modernidade da produção gráfica, o grupo foi submetido ao contexto da história alocado em “algum lugar do passado”. No museu da instituição, os discentes puderam ver como tudo começou. Porém, mais do que isso, puderam conhecer como funcionava a primeira prensa do mundo.

“A Galáxia de Gutenberg e a Teologia do Unasp”

No museu da CPB há uma réplica da prensa de Gutenberg. Por meio de uma demonstração, os estudantes puderam ver como eram realizadas as primeiras impressões no contexto da idade média. Da máquina inovadora do Alemão, cerca de 200 Bíblias foram impressas. Em latim e com letras góticas – imitando a escrita –, as páginas do livro sagrado tinham 42 linhas, divididas em duas colunas. Algumas delas contava com traços decorativos feitos a mão. Devido à grossura dos exemplares – até 1.300 páginas –, cada Bíblia tinha dois volumes. De todas elas, 48 sobrevivem até hoje em museus de diversos países.

Réplica exata da prensa criada por Gutenberg – A Galáxia de Guntenberg

Com letras e símbolos em relevo esculpidos em metal. A invenção de Johannes Gensfleish, conhecido como Gutenberg, permitiu a impressão em massa de livros – que antes eram escritos a mão – começando assim, uma revolução na Europa, em meados de 1455.

Após essa visita aos primórdios do impresso, o grupo – sob o comando de Stencel – seguiu viagem para Piracicaba, onde as margens do rio que recebe o nome da cidade, recebeu uma aula especial do professor, no qual relatou o início da fé adventista no Brasil.

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O Primeiro Batismo da Igreja

Nas águas do Rio Piracicaba, de acordo com Renato Stencel, em meados de abril de 1895, o primeiro brasileiro se batizava, tornando-se o primeiro membro oficialmente batizado pela Igreja Adventista do Sétimo Dia – IASD.

No Rio Piracicaba, de acordo com Renato Stencel, em meados de abril de 1895, o primeiro brasileiro se batizava, tornando-se o primeiro membro oficialmente batizado pela Igreja Adventista do Sétimo Dia – IASD.

“A cidade de Piracicaba é de fato o marco na qual se realizou o primeiro batismo da história da Igreja no Brasil, havia aqui um rapaz estudioso que, após estudar as escrituras, solicitou o batismo. Guilherme Stein Jr, de 25 anos, em meados de abril de 1895, foi batizado pelo pastor Frank Westphal. Então, Piracicaba tem esse valor histórico por ter sido o local onde se realizou o primeiro batismo da Igreja no Brasil”, disse o Stencel.

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Para os estudantes, o professor classificou o dia como sendo um marco histórico, “Reputo esse dia como sendo um marco, um dia histórico na vida desses estudantes, pois estão tendo contato com esses locais históricos e evidentemente isso traz uma grau de importância na formação dessa classe muito grande, pois ao deslumbrar esses locais nós também somos capazes de visualizar e relembrar como os pioneiros trabalharam se dedicaram e qual o espírito que eles realizaram a obra, a minha intenção como professor é tentar passar esse espirito pioneirismo a todos os alunos”, afirma.

Uma igreja sob tintas

Numa análise minuciosa, ao relembrar a história da Igreja mundial, o mestre Stencel não titubeou ao responder a pergunta relacionada, “se as origens da IASD, estaria firmada e fundada sob a prensa”.

“A Igreja Adventista, nasceu em um berço de papel e tinta e isso é um fato”

“Nós temos essa forma de caracterizar a igreja no Brasil e fora, a Igreja Adventista, nasceu em um berço de papel e tinta e isso é um fato. Nós não podemos apagar , ou, mesmo, sob hipótese alguma, ignorar o papel e importância da obra de publicações quanto ao surgimento da igreja, as origens, desenvolvimento e a consolidação. A obra de publicações, ela sempre foi a principal ferramenta que Deus usou para alcançar corações. E nós vemos essa comprovação aqui hoje, o individuo que leu a Bíblia, o Grande Conflito, Caminho a Cristo e pediu o batismo. A obra de publicações é uma cunha que quando o Espirito Santo atua por meio dela, ela convence as pessoas do pecado, do juízo, da justiça e atraí essas pessoas para o reino de Deus”, explica o Diretor do Centro de Pesquisas Ellen G, White no Brasil, mestre, e pastor professor Renato Stencel.

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“Infinda Gratidão”

O teologando Victor Pietro, de 24 anos, membro da turma, disse que a viagem foi marcante e cheia de ricas informações que serão levadas pelo resto da vida, acrescenta que o presente ofertado por Renato, ele levará para sempre. “Foi uma viagem incrível, inesquecível. O que o pastor nos proporcionou hoje, ficará para sempre em nossa memória. Só tenho a agradecer por essa oportunidade, o professor é fantástico”, disse.

Victor Pietro, de 24 anos, estudante do 2º ano de Teologia do Unasp

Já o nogueirense Hemerson Lima, de 25, classificou o passeio como: “extraordinário”. “Foi um passeio sensacional, extraordinário, tudo muito bom, maravilhoso, sem palavras para classificar. Só temos que ser gratos, muitíssimos gratos ao professor por nos abençoar com essa viagem, Deus abençoe o professor”.

Para todos os alunos que puderam integrar a excursão, o sentimento que ficou foi de muita gratidão e uma admiração ainda mais que profunda pelo professor Renato Stencel, entre o corpo discente pôde-se ouvir alguém dizer: “ele é um paizão”.

E sim, de fato, durante todo o percurso, o professor avidamente se atentava para o bem estar dos seus discípulos, fosse contando história referente a editora, pioneiros, ou só mesmo para saber se estava tudo bem.

A emoção do professor

Ainda as margens do Rio, o pastor fez uma oração, relatou os fatos ocorridos no local em 1895 e se emocionou…

Só Deus é quem pode traduzir com clareza o que se passou na mente e coração do professor ao estar diante do local de onde praticamente tudo começou em terras brasileiras. Não há adjetivos para elucidar a “erupção” de sentimento que toma o coração humano quando estamos envolvidos em acontecimentos e causas que amamos.

Marco do início da IASD no Brasil

E quanto ao professor? Sobre o professor Renato, o que pode-se tentar transcrever sobre sua conduta e espírito ao proporcionar a um grupo de estudante tão inesquecível passeio?

Pode-se afirmar que, Stencel demonstra ser um homem extremamente compromissado, abrasado e abraçado no que se propôs a crer e a ensinar. Além disso, o professor exprime amor, respeito e carinho com os alunos que cruzam o seu caminho, ele incentiva a todos a crescer em conhecimento e graça, motiva para que ponham para fora a criatividade e deixem fluir no mundo o melhor de si.

“Vocês são a primeira turma de muitas que espero poder levar nesse passeio. Portanto, aproveitem e comportem-se e vamos todos fazer uma boa viagem em nome de Jesus”, declarou o pastor e professor ao saírem do Unasp.

Engenheiro Coelho

Historiador destaca a importância do Unasp para Engenheiro Coelho

O professor relata que o Unasp é responsável por levar o nome do município para além de São Paulo

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Engenheiro Coelho Completa 31 anos de emancipação

O professor relata que o Unasp é responsável por levar o nome do município para além de São Paulo

Engenheiro Coelho Completa 31 anos de emancipação, e quem está na Cidade – desde o seu surgimento como município – percebe que muita coisa mudou ao longo desses 31 ano de “nascimento”.

Porém, o que acontece é que, muitas das vezes, nós não percebemos a evolução porque estamos implicitamente inseridos e demasiadamente ocupados para perceber o quão rápido as coisas se transformam a nossa volta. Aí, acabamos por não notar quão grande crescimento.

Veja um simples exemplo: Pense numa criança que, ao tempo em que você permaneceu convivendo com ela, você nunca se atentou que – a cada nascer do dia – ela crescia um pouco mais. Só que por estar tão acostumado com ela, teoricamente, você não teve a percepção deste crescimento.

Então, um dia você se afasta desta criança, passa alguns anos sem vê-la. Mas ao reencontrá-la em um belo dia, naturalmente, ecoa de seus lábios a seguinte expressão: Ual! Como você cresceu…

Semelhantemente, é assim que normalmente acontece com os lugares, cidades e municípios. Nós não notamos, mas crescem gradualmente um dia por vez.

O professor e historiador do Centro Universitário Adventista de São Paulo, Unasp – Engenheiro Coelho, Elder Hosokawa, afirma que há muitas curiosidades interessantes sobre o jovem município de Engenheiro Coelho que merecem ser contadas.

Engenheiro Coelho Completa 31 anos – Há muitas informações sobre o surgimento do município que merecem mais notoriedade. – Elder Hosokawa , professor e historiador – Foto: Márcio Nato Rodrigues

De acordo com o historiador – que atualmente leciona no Campus Engenheiro Coelho, para os cursos presenciais e EAD – há muitas informações sobre o surgimento do município que merecem mais notoriedade.

Mexendo em seus arquivos de pesquisas, Hosokawa, mencionou uma importante curiosidade sobre a origem do nome da Cidade.

O nome Engenheiro Coelho

Engenheiro Coelho Completa 31 anos – Estação de trem de Engenheiro Coelho – Fonte: Retratos de Engenheiro Coelho

Segundo Elder, o engenheiro civil, Constante Affonso Coelho, devido aos serviços prestados ao Estado de São Paulo e ao sistema ferroviário da Mogiana e Sorocabana, é o grande homenageado com o nome do Município.

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 Após falecer, aos 62 anos, na Capital Paulista (07 de fevereiro de 1912), a estação de trem da atual cidade de Conchal, aberta ao tráfego em 02 de julho de 1912, recebeu seu nome: Engenheiro Coelho.

Engenheiro Coelho Completa 31 anos – Fonte: Retratos de Engenheiro Coelho

No entanto, 11 Anos depois, ou seja, em 1º de setembro de 1923 a designação Engenheiro Coelho foi transferida de Conchal para a estação Guaiquica e, 69 anos depois, no dia 19 de maio de 1992, a homenagem se tornaria oficialmente o nome do município de Engenheiro que, em plebiscito no ano anterior, emancipou-se de Artur Nogueira.

Um distrito de Artur Nogueira

O professor lembra que, em 1983, Engenheiro Coelho era só mais um distrito de Artur Nogueira. Na ocasião, o distrito contava com um pouco mais de cinco mil habitantes.

Hosokawa aponta que um dos grandes fatores que alavancaram o crescimento da Região, atribui-se muito a chegada do Unasp, “em 1983 a população de Engenheiro Coelho era estimada em quatro, cinco mil habitantes, aproximadamente. Hoje, ultrapassa os 20 mil, então, é coerente afirmar que, esse crescimento se atribui a chegada da instituição no local”.

A Importância do Unasp para Engenheiro Coelho

Engenheiro Coelho Completa 31 anos – Os primeiro funcionário do Unasp,1983

O historiador relata que a questão cultural trazida pelo Centro Universitário também é um dos responsáveis não só pelo crescimento, mas também um grande propagador do nome de Engenheiro Coelho para todo Brasil, “a área cultural sempre foi muito forte, há no Unasp mais de dez conjuntos musicais, corais etc., e esses grupos viajam para todo o Brasil, mas sempre se reportam as suas origens a matriz, nesse caso, Unasp Engenheiro Coelho”, explica o professor.

“Unasp, já era uma importante fazenda antes de 1983, era uma grande fazenda produtora de laranja do estado de São Paulo”, Foto Fonte: Retratos de Engenheiro Coelho

Engenheiro Coelho Completa 31 anos – Além disso, uma outra importante contribuição do Unasp para o município, segundo Hosokawa, refere-se ao setor econômico. Além de trazer um corpo de profissionais altamente capacitados para região, famílias e estudantes, muitos outros migrantes vieram morar na localidade para desfrutar de um pouco mais de qualidade de vida.

“Temos que pensar que praticamente um quinto da população de Engenheiro Coelho, está relacionada ao internato e os alunos externo da Universidade, ou seja, temos aproximadamente de quatro à cinco mil alunos que vem de todas regiões e se instalam aqui, além de famílias e profissionais aposentados que buscam Engenheiro Coelho como forma de qualidade de vida, e isso se remete a questões de arrecadação tributária, que beneficia o município, a presença adventista é muito significante”.

Engenheiro Coelho Completa 31 anos – “Instituição tem uma significativa importância para a economia de Engenheiro Coelho” – Foto Fonte: Retratos de Engenheiro Coelho

A importância do Unasp para Engenheiro Coelho se torna ainda mais evidente, principalmente, quando se fala na extensão territorial, segundo o professor, a propriedade corresponde a quase um décimo do município, “Unasp, já era uma importante fazenda antes de 1983, era uma grande fazenda produtora de laranja do estado de São Paulo. Vale a pena mencionar que nos anos de 1983 e 1984, logo após a compra do território pela igreja, houve uma grande geada nos Estados Unidos, e isso fez com que a laranja produzida aqui no Brasil tivesse um aumento substancial, o que fez que a própria produção da fazenda pagasse pelo investimento. Resumindo, num quadro geral, a Instituição tem uma significativa importância para a economia de Engenheiro Coelho”, esclarece.

O que o Futuro Reserva para Engenheiro Coelho?

 Engenheiro Coelho Completa 31 anos de emancipação
Engenheiro Coelho Completa 31 anos – Engenheiro Coelho vista do alto – Fonte: Retratos de Engenheiro Coelho

Engenheiro Coelho Completa 31 anos – Falando sobre o futuro do município, o professor é otimista. Mediante ao longo dos anos e das mudanças que já presenciou por  municípios do território nacional  que já passou, pesquisou e viu progresso surgir, com experiência e cautela, considera que Engenheiro Coelho está no caminho do crescimento.

Prevê, que se houver consenso entre poder público, instituições educacionais e comunidade, o município poderá atingir um grau de crescimento muito elevado, no entanto, ressalta que, deve-se manter a coerência – principalmente na preservação do verde.

Engenheiro Coelho Completa 31 anos de emancipação

 Engenheiro Coelho Completa 31 anos de emancipação
“Em 1983 a população de Engenheiro Coelho era estimada em quatro, cinco mil habitantes, aproximadamente. Hoje, ultrapassa os 20 mil” – Fonte: Retratos de Engenheiro Coelho

“Acredito que deva já existir uma discussão no plano diretor para implementação de crescimento, se houver um empenho regulamentação para a instalação de empresas que sejam parceiras e tenham projeto de qualidade de vida, que preservem o verde, o município tem tudo para ganhar. Mas se a gente não tiver um plano e parcerias com as instituições educacionais, comunidade e poder público, podemos ter dificuldades para controlar as questões de aspectos relacionados a saúde e meio ambiente”, explica.

“O Crescimento é Veloz”

 Engenheiro Coelho Completa 31 anos – Atualmente o Centro Universitário Adventista de São Paulo – Campus Engenheiro Coelho – Unaspec, está sob sua dinâmica e visionária liderança do Drº Martin Kuhn. Kuhn é agora a grande mente pensante, instruída por Deus, para continuar mantendo esse importante legado rumo a estrada do crescimento.

Já que, para o historiador Elder Hosokawa, “o crescimento é veloz”. “Quando eu cheguei em Engenheiro Coelho tínhamos entorno de 10, 12 mil habitantes. Hoje, o município tem um pouco mais 20 mil, o Unasp ano que vem completará 40 anos, o município está fazendo 31, essa é uma parceria importante.

Engenheiro Coelho Completa 31 anos – Elder Hosokawa , professor e historiador – Foto: Márcio Nato Rodrigues

E é importante ressaltar também que, logo teremos em nosso Campus o nosso museu de arqueologia, será uma referência internacional, esse um trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Drº Rodrigo Silva.  Breve teremos mais uma atração para o município que solidificará ainda mais a presença do Unasp na Região”, finaliza.

Reportagem: Márcio Nato Rodrigues

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400 pessoas participaram da 1ª Meia Maratona em Engenheiro Coelho

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400 pessoas participaram da 1ª Meia Maratona em Engenheiro Coelho – Neste último domingo (22), foi realizada a 1ª Meia Maratona Guaiquica em Engenheiro Coelho.

Segundo informações repassadas pelos os organizadores do evento, 400 pessoas se inscreveram e participaram da corrida.

A Meia Maratona foi preparada e realizada em comemoração aos 31 anos de emancipação do município de Engenheiro Coelho.

A largada foi dada às 8h da manhã, em frente ao lago Municipal.

400 pessoas participaram da 1ª Meia Maratona em Engenheiro Coelho

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400 pessoas participaram da 1ª Meia Maratona em Engenheiro Coelho

A Secretaria de Esporte e Lazer, em conjunto com o grupo Winners, foram os responsáveis por todo o evento.

400 pessoas participaram da 1ª Meia Maratona em Engenheiro Coelho
400 pessoas participaram da 1ª Meia Maratona em Engenheiro Coelho

Ao fim, medalhas foram distribuídas aos participantes da corrida

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400 pessoas participaram da 1ª Meia Maratona em Engenheiro Coelho
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400 pessoas participaram da 1ª Meia Maratona em Engenheiro Coelho
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400 pessoas participaram da 1ª Meia Maratona em Engenheiro Coelho

400 pessoas participaram da 1ª Meia Maratona em Engenheiro Coelho

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400 pessoas participaram da 1ª Meia Maratona Guaiquica em Engenheiro Coelho
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400 pessoas participaram da 1ª Meia Maratona Guaiquica em Engenheiro Coelho
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400 pessoas participaram da 1ª Meia Maratona Guaiquica em Engenheiro Coelho

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Engenheiro Coelho, 31 anos, um pouco de história

Engenheiro Coelho, 31 anos, um pouco de história

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Engenheiro Coelho, 31 anos, um pouco de história – Mesmo que nesta quinta-feira (19) a cidade comemore 31 anos de emancipação político-administrativa, a história de Engenheiro Coelho remete a um passado ainda muito mais distante. A vinda de imigrantes de várias partes do mundo, com maior quantidade de europeus, o desenvolvimento da cidade começa a se destacar ainda mais com a instalação da ferrovia Funilense.

Com um grande ramal, que ligava Campinas à Pádua Sales, a Funilense teve uma importante participação no desenvolvimento da produção agrícola da ainda vila. Fundada em 1899, a Companhia Funilense foi uma aposta dos proprietários da jovem Usina Ester para o escoamento de cana-de-açúcar para as moendas da usina na ainda vila de Cosmópolis, na região do Funil. Nesta época ainda não havia ramal para as recentes vilas de Artur Nogueira, fazenda Guaiquica e Conchal.

Engenheiro Coelho, 31 anos, um pouco de história



Em 1904, o Governo do Estado de São Paulo tomou conta da estrada de ferro, após um empréstimo não honrado feito pelos proprietários da usina. Somente em 1913 a estrada, agora incorporada pela Sorocabana, passou a atingir seu ponto máximo, chegando à Pádua Sales, ás margens do Rio Mogi-Guaçu, completando assim os 93 quilômetros de ferrovia, tendo como origem o bairro Guanabara em Campinas.

Engenheiro Coelho 31 anos um pouco de história
Engenheiro Coelho 31 anos um pouco de história

A estação de Engenheiro Coelho, que hoje é um posto de saúde no centro da cidade, foi inaugurada em 1913. Por isso, a cidade leva o nome de um inspetor da Companhia Sorocabana de Estrada de Ferro, o engenheiro José Luiz Coelho. Que também é o responsável pela construção de um dos maiores complexos de ferrovias do Estado.



Recortes do jornal O Estado de São Paulo (1916 e 1923)

História de Engenheiro Coelho

Após 31 anos de emancipação e da primeira eleição própria, a cidade de Engenheiro Coelho não para de crescer. Antes de receber esse nome, o município localizado no interior do Estado de São Paulo era conhecido como “Guaiquica”. Por volta de 1910, as terras coelhenses pertenciam a Joaquim Cardoso de Moraes. Mas, devido a intensificação da imigração no início do século, o imigrante belga Pedro Hereman adquiriu as áreas, que passaram a fazer parte da ‘Fazenda São Pedro’.

Dinâmico, Hereman – a cada ano que passava – construía e produzia mais na fazenda, aumentando as colônias existentes e dando equipamentos necessários à sua manutenção. Dessa forma, os investimentos conduziram, em 2 de junho de 1912, à inaugurada da ‘Estação da Estrada de Ferro na Colônia da Guaiquica’, que passou a ser conhecida por ‘Estação de Engenheiro Coelho do Bairro da Guaiquica’.



Assim, o nome Engenheiro Coelho foi uma homenagem ao Engenheiro José Luiz Coelho que, na época, era inspetor de estrada de ferro e representante da Fazenda Estadual.

A colônia passou a se desenvolver ainda mais após a construção da estrada que liga Limeira (SP) a Mogi Mirim (SP) em meados de 1939. Todo o cenário estava sendo montado para que, enfim, Engenheiro Coelho atingisse a categoria de distrito pela Lei Estadual nº 2343. A data da conquista foi marcada em 14 de maio de 1980.

A eleição dos primeiros vereadores e do prefeito aconteceu em 3 de outubro de 1991.

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Com apenas 31 anos de emancipação política, além do grande avanço nas áreas agrícola, industrial, serviços públicos e de infraestrutura, a cidade apresenta uma das maiores taxas de crescimento populacional da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Comparando os dados dos últimos dois censos, Engenheiro Coelho foi a segunda cidade que mais cresceu na RMC e a oitava no Estado de São Paulo, com um aumento de 56,7%, passando de 10.033 pessoas para 15.719.

Com uma área de 109,94 km², a economia do município está baseada na agricultura, destacando-se a produção de laranja, de cana-de-açúcar, mandioca, hortaliças, entre outros produtos. Além disso, a composição do setor de serviços é diversificada, com a maior participação a cargo das atividades imobiliárias e serviços prestados às empresas. Na área educacional, creches e escolas compõem o quadro, junto com o campus do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp).

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