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Campinas

Prefeitos da região de Campinas decidem implantar barreiras sanitárias para evitar circulação no feriado de Corpus Christ

Redação Gazeta Regional

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Medida foi definida durante reunião da Agemcamp nesta terça-feira e visa diminuir os impactos da Covid-19 por conta do aumento de casos, óbitos e internações

As 20 cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC) decidiram, na manhã desta terça-feira, dia 1º, implantar barreiras sanitárias para tentar evitar a circulação de pessoas durante o feriado de Corpus Christ. A medida foi tomada durante uma reunião virtual com a presença dos prefeitos e visa diminuir os impactos do agravamento da pandemia, após o aumento de casos, óbitos e internações nos municípios.

Durante o encontro, ficou definido que, a partir da tarde de quarta-feira, 02 até domingo, 06, serão implantados pontos de bloqueio com a presença da Polícia Militar e da Guarda Municipal para evitar a entrada de turistas nos municípios. A mesma medida já havia sido tomada em março.

Segundo a Agência da Região Metropolitana de Campinas (Agemcamp), haverá uma nova reunião nesta quarta-feira com os secretários de Segurança Pública das cidades, além da Polícia Militar, para definir os detalhes da implantação da barreira sanitária. Além disso, também será discutido um reforço na fiscalização de festas clandestinas.

Ainda de acordo com a agência, caso os indicadores do coronavírus não tenham redução, os prefeitos vão se reunir novamente na próxima semana para definir “medidas mais restritivas”. Em Amparo, que não faz parte da RMC, a administração decretou o retorno à fase emergencial e um lockdown aos finais de semana.

As cidades que compõem a RMC são: Americana, Artur Nogueira, Campinas, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Itatiba, Jaguariúna, Monte Mor, Morungaba, Nova Odessa, Paulínia, Pedreira, Santa Bárbara d’Oeste, Santo Antônio de Posse, Sumaré, Valinhos e Vinhedo.

Campinas

Crea-SP faz força-tarefa em seis municípios da região de Campinas

Redação Gazeta Regional

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Foco da ação é fiscalizar exercício da atividade profissional

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP) mobiliza agentes fiscais para força-tarefa nos municípios de Campinas, Indaiatuba, Jaguariúna, Paulínia, Valinhos e Vinhedo. Com foco na fiscalização do exercício das atividades profissionais, a operação começou em no dia 09 de junho e teve fim nesta sexta-feira, 18. Ao todo, foram realizadas 201 ações de fiscalização.

As principais infrações encontradas correspondem à ausência de profissional habilitado em obras, empresas sem responsável técnico e sem registro no Crea-SP.

Na atual etapa, os agentes fiscais realizam diligências “in loco” para apurar informações e caracterização da infração. Em seguida, o fiscal responsável pelo município encaminhará os autos de infração às empresas sem registro e notificações às empresas sem responsável técnico.

O presidente do Conselho, Eng. Vinicius Marchese, destaca os esforços para superar as metas de fiscalização. “Nossa expectativa é alcançar 200 mil ações de fiscalização em 2021. Somente no primeiro trimestre deste ano, chegamos a quase 55 mil”.

O gerente regional Eng. Valdir Zarpelon explica que os procedimentos e métodos utilizados em forças-tarefas regionais permitem a melhor utilização do trabalho dos agentes fiscais e dos recursos do Crea-SP. “Além disso, executar pontualmente todas as atividades em uma mesma localidade, ao mesmo tempo, impacta e gera visibilidade no município sobre a fiscalização, evidenciando a segurança proporcionada à sociedade local”, avalia.

Sobre o Crea-SP
Instalada há 87 anos, a autarquia federal é responsável pela fiscalização, controle, orientação e aprimoramento do exercício e das atividades profissionais nas áreas da Engenharia, Agronomia e Geociências. O Crea-SP está presente nos 645 municípios do Estado, conta com cerca de 350 mil profissionais registrados e 75 mil empresas registradas.

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Campinas

Campinas anuncia toque de recolher das 19h às 5h a partir de segunda-feira

Redação Gazeta Regional

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O consumo de bebidas alcoólicas em vias públicas está proibido a partir deste sábado, 19

Em live realizada nesta sexta-feira, 18, a prefeitura anunciou o fechamento de serviços, comércios e atividades das 19h às 5h, a partir da próxima segunda-feira, 21, e com validade até 30 de junho. A fiscalização será intensificada para evitar aglomerações e festas clandestinas.

A prefeitura proibiu também o consumo de bebidas alcoólicas em vias e espaços públicos, e também em dependências de postos de combustíveis, entre 19h e 5h, com multa de R$1.515,44 (400 UFICs) para quem for flagrado em desacordo com as regras. A regra começa a valer a partir deste sábado, 19.

No caso dos postos de combustíveis, o estabelecimento flagrado com pessoas consumindo bebidas em suas dependências no período do toque de recolher será multado em R$3.030,88 (800 UFICs). Em caso de reincidência, a multa dobra para R$6.061,76 (1,6 mil UFICs) e o local será lacrado por 30 dias.

Fecham às 19h a partir de segunda, 21:
Atividades comerciais (comércio de rua, shoppings, galerias);
Mercados, supermercados, padarias;
Atividades religiosas (atividades presenciais individuais e coletivas);
Restaurantes (bares permanecem proibidos);
Salões de beleza, barbearias, clínicas de estética;
Clubes, academias, áreas comuns de condomínios e hotéis;
Eventos culturais, museus, cinemas;
Parques e bosques públicos (funcionam até 18h);
Toque de recolher de 19h às 5h.
Não há alterações nas regras de funcionamento no período diurno, como capacidade de atendimento de 40% e regras sanitárias.

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Campinas

Atendimentos do SOS Rua em Campinas aumentam 50% no inverno

Redação Gazeta Regional

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Os atendimentos mensais das equipes do SOS RUA aumentaram em 50%, de 600 para 900, desde o início da Operação Inverno, iniciada em 1º de maio. A ação segue até o fim de setembro. Neste período de frio, o horário noturno de abordagem das pessoas em situação de rua foi ampliado em duas horas, passou a ser das 18h à meia-noite.

“A meta da Prefeitura de Campinas é acolher todos os que precisem e queiram ajuda. Nossas equipes estão se desdobrando para oferecer o acolhimento necessário à população em situação de rua”, afirma Vandecleya Moro, secretária municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos de Campinas.

O objetivo da Operação Inverno é acolher essas pessoas e, se elas aceitarem, encaminhar aos serviços da rede de proteção, de assistência social (albergue) e de saúde do município. As equipes entregam cobertores aos que recusam acolhimento no albergue. Desde o início da Operação Inverno até o momento foram distribuídos 3.764 cobertores.

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