Brasil
IBGE abre concursos para mais de 204 mil vagas para o Censo 2021
São 181.898 vagas para recenseador, que exige nível fundamental, e 22.409 para agente censitário, de nível médio; remuneração vai até R$2,1 mil
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reabriu o concurso para 204.307 vagas temporárias para a realização do Censo Demográfico 2021, com salários de até R$2.100. São dois processos seletivos e há vagas distribuídas para praticamente todos os municípios do País. Os editais foram publicados nesta quinta-feira, 18, no Diário Oficial da União.
Veja a distribuição de vagas e salários:
181.898 vagas para a função de Recenseador: remuneração por produção, de acordo com o número de domicílios visitados e questionários respondidos.
5.450 vagas para a função de Agente Censitário Municipal: salário de R$2.100.
16.959 vagas para a função de Agente Censitário Supervisor: salário de R$1.700
Recenseador
Para a função de recenseador, é exigido ensino fundamental completo. Ele é o responsável por fazer o trabalho da coleta de dados por meio de entrevistas com os moradores.
A previsão de duração do contrato é de até três meses, podendo ser prorrogado, com base nas necessidades de conclusão das atividades do Censo Demográfico 2021 e na disponibilidade de recursos orçamentários.
A remuneração é calculada por produção, com base:
no número de unidades visitadas;
taxa de remuneração dos setores censitários;
número de questionários respondidos;
número de pessoas recenseadas
O coordenador de Recursos Humanos do IBGE, Bruno Malheiros, explica que a remuneração do recenseador é variável e não há um piso nem um teto de quanto ele poderá receber. “Quanto mais entrevistas ele realiza, quanto mais coletas ele faz, mais ele recebe”, explica.
No hotsite do Censo 2021 haverá um simulador em que os candidatos poderão estimar a remuneração a ser obtida, com base nos valores pagos por setor censitário nas diferentes localidades do País.
O recenseador não tem horário fixo. Espera-se que dedique ao menos 25 horas por semana, inclusive nos feriados e finais de semana.
Em média, há 300 domicílios por setor censitário. O tempo de coleta de um setor varia segundo suas características e o tempo diário que o recenseador dedica ao trabalho. É possível que um recenseador consiga completar mais de um setor ao longo do período da coleta.
O recenseador também tem direito a 13º salário e às férias proporcionais aos dias trabalhados e à produção. Os recenseadores aprovados no processo seletivo terão treinamento com duração total de cinco dias e carga horária de 8 horas diárias, composto por duas etapas: autoinstrução (leitura prévia do Manual do Recenseador) e curso presencial.
Ao final da etapa presencial, o candidato realizará o teste final do treinamento e precisa ter 50% de acertos e, pelo menos, 80% de frequência. O IBGE destacou que será oferecida uma ajuda de custo para os candidatos que tiverem pelo menos 80% de frequência no treinamento presencial.
Caso haja necessidade de reposição de pessoal, depois de esgotada a reserva de candidatos treinados, poderão ser convocados novos candidatos, obedecendo-se à classificação nas provas objetivas, sem exceder o número de vagas previsto.
Agente censitário
Para as funções de agente censitário, é exigido ensino médio completo. Ele gerencia o posto de coleta e, durante todo o trabalho do Censo Demográfico 2021, estará à frente de dois tipos de ações:
Administrativas – controle e gestão dos recursos humanos e materiais do Posto de Coleta;
Técnico-operacionais – gestor de uma equipe de Agentes Censitários Supervisores e recenseadores em que acompanhará e orientará a Coleta de Dados.
O agente censitário supervisor exerce as tarefas de supervisão da operação censitária, com foco nas questões técnicas e de informática e administrativas. Está subordinado ao agente censitário municipal. Sua principal função é acompanhar, avaliar e, sobretudo, orientar os recenseadores durante a execução dos trabalhos de campo.
A duração dos contratos é de cinco meses, podendo ser prorrogado, com base nas necessidades de conclusão das atividades do Censo Demográfico 2021 e na disponibilidade de recursos orçamentários.
Ao candidato que obtiver melhor classificação será oferecida a vaga de agente censitário municipal. Aos demais candidatos classificados serão asseguradas as vagas de agente censitário supervisor, obedecida a ordem de classificação.
A jornada de trabalho é de 40 horas semanais, sendo 8 horas diárias. Além do salário, os agentes censitários terão direito a auxílio-alimentação, auxílio-transporte, auxílio pré-escola, férias e 13º salário proporcionais.
Inscrições
Para as vagas de recenseador, as inscrições começam no dia 23 de fevereiro e vão até 19 de março, neste link. A taxa de inscrição é de R$25,77.
Para as vagas de agente censitário municipal e agente censitário supervisor, as inscrições começam nesta sexta-feira, 19, e vão até 15 de março neste link. A taxa de inscrição é de R$39,49.
Distribuição de vagas
As vagas são distribuídas em 3.929 municípios do País para agente censitário e em 5.297 cidades para recenseador. Nos municípios maiores e em áreas remotas, as vagas são oferecidas por áreas de trabalho específicas, que podem abranger bairros, favelas, localidades de difícil acesso, aldeias indígenas ou comunidades quilombolas, por exemplo.
Por isso, o ideal é que os recenseadores aprovados no processo seletivo sejam moradores das próprias localidades onde vão trabalhar, para economia de custos com deslocamentos e maior produtividade nas visitas domiciliares.
Veja a distribuição para agente censitário municipal e agente censitário supervisor:

Veja a distribuição para recenseador:

Provas e resultados
De acordo com o IBGE, as provas objetivas serão aplicadas presencialmente em 18 de abril para agente censitário municipal e agente censitário supervisor. Para recenseadores, as provas serão também presenciais, em 25 de abril, “seguindo os protocolos sanitários de prevenção da Covid-19”.
Essa diferença de datas permite ao candidato participar dos dois processos seletivos. As provas serão realizadas em todos os municípios onde houver vagas.
Provas para agente censitário municipal e agente censitário supervisor:
prova objetiva de caráter eliminatório e classificatório
4 horas de duração, aplicada no turno da tarde
10 questões de Língua Portuguesa
10 questões de Raciocínio Lógico Quantitativo
5 questões de Ética no Serviço Público
15 questões de Noções de Administração/Situações Gerenciais
20 questões de Conhecimentos Técnicos.
Prova para recenseador:
prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório
4 horas de duração, aplicada no turno da tarde
10 questões de Língua Portuguesa
10 questões de Matemática
5 questões sobre Ética no Serviço Público
25 questões de Conhecimentos Técnicos
O conteúdo programático está disponível nos editais.
Para os dias de aplicação das provas, foram estabelecidos os seguintes protocolos sanitários:
Uso obrigatório de máscaras
Uso de outros EPIs necessários pelos aplicadores das provas
Distanciamento seguro entre candidatos e aplicadores de prova
Disponibilização de álcool em gel em todos os locais de prova
Higienização de locais de prova e equipamentos
Redução máxima do contato entre as pessoas
Medidas para evitar aglomerações
Respeito às legislações locais.
O candidato que descumprir as medidas de proteção será eliminado do processo seletivo e terá sua prova anulada.
Os gabaritos preliminares serão divulgados no dia seguinte à aplicação das provas, a partir das 19h, no site do Cebraspe. O resultado final dos aprovados será divulgado em 27 de maio.
A previsão para contratação é dia 31 de maio no caso dos agentes censitários, e em julho, para os recenseadores. O trabalho de campo do Censo 2021 começa em agosto.
De agosto até outubro, cerca de 213 milhões de habitantes, em aproximadamente 71 milhões de endereços, serão visitados pelos recenseadores nos 5.570 municípios do País.
Brasil
Avanço da IA muda perfil profissional e aumenta pressão por regras nas empresas
Estudo do Top Employers mostra que 32% das empresas certificadas Top Employers no Brasil já testam práticas de IA responsável e aponta governança e supervisão humana como desafios da nova fase
A corrida pela inteligência artificial entrou em uma nova etapa. Depois de conquistar espaço como ferramenta para produzir textos, analisar dados e automatizar tarefas, a tecnologia avança para sistemas capazes de coordenar processos, tomar decisões e executar etapas inteiras do trabalho com menor intervenção humana. A mudança, que reacendeu entre as próprias empresas de tecnologia o debate sobre segurança, controle e supervisão, começa a produzir uma segunda discussão dentro das companhias: quais decisões podem ser delegadas à IA e quais precisam continuar necessariamente sob responsabilidade de pessoas?
No Brasil, esse movimento encontra um mercado que experimenta a tecnologia em ritmo acelerado. Dados do Top Employers Institute, em recorte brasileiro da HR Best Practices Survey 2026, mostram que 32% das empresas certificadas analisadas no país estão em fase piloto de práticas de inteligência artificial responsável, ante 23% globalmente. O recorte brasileiro também revela uma atenção particularmente ligada à produtividade: 39% das organizações destacam o potencial da IA para ampliar a capacidade da força de trabalho, frente a 27% no cenário global.
Os números complementam o estudo Designing work for the age of agentic AI, divulgado neste ano pelo instituto. O levantamento reúne dados e insights de 2.358 organizações participantes da HR Best Practices Survey 2026, pesquisa que embasa a certificação Top Employers em diferentes países, e analisa uma mudança que vai além da adoção de novas ferramentas: a passagem para a chamada IA agêntica, formada por sistemas capazes de executar objetivos com supervisão humana limitada e, em alguns casos, coordenar diferentes agentes para cumprir tarefas complexas.
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Para Raphael Henrique, gerente regional para a América Latina do Top Employers Institute, o momento brasileiro combina disposição para experimentar com a necessidade de transformar essa experiência em processos mais maduros. “O Brasil mostra uma abertura importante para experimentar a inteligência artificial e enxergá-la como instrumento de produtividade. O próximo passo é garantir que esse avanço seja acompanhado por critérios claros sobre onde a tecnologia pode atuar, onde a decisão humana precisa prevalecer e quem responde pelos resultados. Quanto mais capacidade damos à IA, mais importante se torna definir a responsabilidade das pessoas que estão por trás dela”, afirma.
Essa mudança também começa a alterar as competências procuradas pelas empresas. Segundo o estudo, à medida que sistemas inteligentes assumem parte da execução, o trabalho humano tende a migrar da realização direta de determinadas tarefas para atividades como definir objetivos, supervisionar resultados, identificar exceções, validar decisões e coordenar sistemas. O relatório aponta que o valor profissional passa a estar menos associado apenas ao volume de tarefas realizadas e mais à capacidade de julgamento e de articulação entre diferentes processos.
O movimento deu origem ao conceito de “orquestrador de IA”, utilizado pelo estudo para descrever o profissional generalista capaz de usar inteligência artificial para produzir resultados que anteriormente poderiam depender da participação de uma pequena equipe. Nesse cenário, saber utilizar a tecnologia é apenas uma parte da competência. A capacidade de direcioná-la, questionar seus resultados e assumir decisões torna-se igualmente relevante. “A competência que ganha valor não é simplesmente saber pedir algo para uma inteligência artificial. As empresas começam a precisar de profissionais capazes de entender o contexto, formular problemas, avaliar respostas e saber quando a decisão não deve ser delegada à tecnologia. Isso também muda recrutamento, desenvolvimento de pessoas e formação das lideranças”, diz Henrique.
A pressão sobre o RH aparece também no planejamento das competências necessárias para os próximos anos. Entre as organizações certificadas analisadas pelo Top Employers Institute em 2026, 61% possuem processo formal de planejamento estratégico da força de trabalho para identificar necessidades futuras de pessoas e competências, mas somente 41% trabalham com múltiplos cenários futuros.
Para o Top Employers Institute, essa diferença ganha relevância porque a IA torna menos previsível a configuração futura das funções. Sistemas agênticos podem coordenar atividades relacionadas a contratação, integração e treinamento, atendimento a clientes e gestão de cadeias de suprimentos. Ao mesmo tempo, a tecnologia desloca parte da contribuição humana para funções de orientação, validação e configuração desses sistemas.
Empresas aceleram regras para uso da IA
A maior autonomia tecnológica ajuda também a explicar por que a governança avançou rapidamente dentro das organizações. Entre os Top Employers, a proporção de empresas com estruturas formais de IA ética passou de 42% em 2025 para 62% em 2026. No mesmo intervalo, a adoção de práticas responsáveis de implementação da tecnologia avançou de 48% para 68%.
Os resultados associados a essas estruturas ajudam a ampliar a discussão para além de compliance. Entre as organizações que possuem um framework ético formal, 51% avaliam os impactos da colaboração entre pessoas e IA, contra 23% entre aquelas sem essa estrutura. O envolvimento dos funcionários em discussões sobre ética da IA aplicada ao RH chega a 46% contra 25%, enquanto iniciativas relacionadas à preparação e à resiliência diante das mudanças aparecem em 76% contra 59%.
“Governança não deve entrar depois que a tecnologia já está disseminada pela empresa. Ela precisa acompanhar a adoção desde o início. Uma política consistente estabelece limites, responsabilidades e mecanismos de supervisão, mas também dá segurança para que as pessoas experimentem e inovem. É justamente essa combinação entre liberdade para avançar e clareza sobre os limites que tende a diferenciar as organizações mais maduras”, afirma Henrique.
Na prática, o estudo recomenda que as empresas definam onde a participação humana deve permanecer obrigatória, estabeleçam mecanismos de avaliação dos impactos da IA tanto sobre os resultados do negócio quanto sobre a experiência dos funcionários e mantenham diálogo permanente com as equipes. O relatório também destaca a necessidade de atualizar funções, estruturas de remuneração e recompensa, critérios de desempenho, treinamento e planejamento da força de trabalho conforme pessoas e sistemas inteligentes passam a dividir a execução das atividades.
Para Henrique, essa transformação coloca uma nova responsabilidade sobre as lideranças. “O profissional não precisa competir com a inteligência artificial em velocidade de processamento. O diferencial humano estará cada vez mais no julgamento, no contexto, na responsabilidade e na capacidade de decidir como a tecnologia deve ser utilizada. Para as empresas, o desafio deixa de ser apenas oferecer acesso à IA e passa a ser preparar pessoas para trabalhar com ela de forma produtiva, crítica e responsável.”
A discussão ganha força justamente quando as próprias big techs ampliam o debate sobre os limites da autonomia dos sistemas de inteligência artificial, com atenção crescente a mecanismos de controle, avaliação e supervisão humana. O movimento reforça uma das conclusões centrais do estudo do Top Employers Institute, que aponta que na próxima etapa da IA, o diferencial das organizações pode estar menos em simplesmente adotar a tecnologia e mais em definir como pessoas e sistemas inteligentes deverão trabalhar juntos, quais decisões podem ser automatizadas e onde a responsabilidade humana precisa permanecer.
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Brasil
Blue Tree Hotels é a única empresa do setor hoteleiro entre as 100 melhores empresas para trabalhar no Brasil
Rede ocupa a 79ª posição no ranking da TIME e da Statista, que analisou empresas de diferentes setores da economia brasileira
A Blue Tree Hotels é a única empresa do setor hoteleiro entre as 100 melhores empresas para trabalhar no Brasil em 2026, segundo ranking elaborado pela TIME em parceria com a Statista. A rede ocupa a 79ª posição, com pontuação de 87,56, em uma lista que reúne empresas de diferentes setores da economia brasileira.
Ao todo, 500 empresas foram reconhecidas na edição brasileira de 2026. O levantamento considera a percepção dos profissionais em relação aos empregadores, permitindo identificar empresas que se destacam entre trabalhadores e no contexto de seus respectivos setores.
Para a Blue Tree Hotels, o reconhecimento reforça uma convicção que faz parte da história e da cultura da empresa: uma organização é construída por pessoas e, na hotelaria, cuidar de quem cuida dos hóspedes é essencial para oferecer uma experiência de excelência.
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Com 1.166 colaboradores, a rede mantém o desenvolvimento, a valorização e o cuidado com as pessoas como pilares de sua cultura. Essa visão está presente na Alma Blue Tree, conceito que traduz os princípios que orientam a forma de trabalhar e de se relacionar dentro e fora dos hotéis: bem-receber, bem-servir e bem-cuidar.
Mais do que um conjunto de processos, a Alma Blue Tree busca estar presente nas relações cotidianas — entre colaboradores, hóspedes, parceiros e comunidades — com profissionalismo, respeito, atenção e humanidade. O desenvolvimento das pessoas é entendido como um processo permanente, que envolve capacitação, oportunidades, aprendizado contínuo, autonomia e responsabilidade.
“Uma empresa é feita de pessoas. Quando cuidamos delas, construímos uma cultura que valoriza o bem-estar e o desenvolvimento, não apenas no ambiente de trabalho, mas também nas relações com as famílias, nas escolas e em todos os lugares onde convivemos. Esse cuidado chega ao hóspede e é percebido por ele, indo muito além dos processos e procedimentos da hotelaria. É uma alegria muito grande receber esse reconhecimento da TIME. Para mim, é um presente maravilhoso que nossa equipe me proporciona. Ao mesmo tempo, essa conquista aumenta a nossa responsabilidade de continuar evoluindo e cuidando de todas as pessoas com a Alma Blue Tree, com ainda mais apreço, afeto e responsabilidade”, afirma Chieko Aoki, presidente e CEO da Blue Tree Hotels.
O reconhecimento também reforça a importância de uma cultura empresarial vivida no dia a dia. Na Blue Tree, a busca pela excelência está associada à formação e ao desenvolvimento das equipes, à disseminação das melhores práticas e à construção de relações pautadas pela confiança, autonomia e responsabilidade.
Na hotelaria, onde a experiência do cliente é diretamente influenciada pelas pessoas, a empresa considera que a excelência no serviço começa pelo cuidado com quem está à frente dele.
Sobre a Blue Tree Hotels
A Blue Tree Hotels, do grupo Chieko Aoki Management Company, opera mais de 4 mil apartamentos em 17 cidades brasileiras, de norte a sul do país. A rede está presente em Bauru (SP), Barueri (SP), Caxias do Sul (RS), Fortaleza (CE), Florianópolis (SC), Jaguariúna (SP), Joinville (SC), Lins (SP), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Ribeirão Claro (PR), Santo André (SP), São Luís (MA), São Paulo (SP), Sorriso (MT), Teresina (PI) e Valinhos (SP).
Com uma trajetória marcada pela valorização das pessoas e pela busca de uma hospitalidade que combina profissionalismo e humanidade, a Blue Tree Hotels tem como essência oferecer uma experiência de acolhimento que vá além da hospedagem, criando vínculos e fazendo com que cada hóspede se sinta verdadeiramente cuidado.
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Brasil
Aplicativo e-Título nas Eleições 2026: saiba como baixar e usar no dia da votação
Download estará liberado no dia do pleito, mas Justiça Eleitoral orienta eleitor a instalar app com antecedência; conheça outros aplicativos para ajudar antes, durante e após a votação
O e-Título, aplicativo da Justiça Eleitoral disponível para celulares ou tablets com sistemas Android ou iOS, poderá ser baixado no dia da votação nas Eleições 2026. A regra vale tanto para o domingo, 4 de outubro, data do 1º turno, quanto para um eventual 2º turno, previsto para o dia 25. Em eleições anteriores, o download e o primeiro acesso eram interrompidos no dia do pleito para reduzir a sobrecarga do sistema. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que atuará para manter a ferramenta disponível durante a votação, no entanto, orienta o eleitor a instalar e ativar o e-Título com antecedência para verificar os dados disponíveis e conhecer as funcionalidades.
Mais de 19,5 milhões de pessoas já baixaram o e-Título em São Paulo, o equivalente a 57,3% dos mais de 34,1 milhões de votantes do estado. Somente este ano, foram registrados mais de 3,6 milhões de downloads, sendo cerca de 935 mil nesse último mês.
Quem tem biometria cadastrada na Justiça Eleitoral pode utilizar o e-Título como documento de identificação no momento da votação, já que a versão digital do título exibe a fotografia do eleitor. Quem não conta com a biometria deve apresentar um documento oficial com foto. Para orientar o eleitorado, a plataforma passou a enviar notificações oficiais sobre locais de votação, atualizações do sistema e serviços digitais, contribuindo para o combate à desinformação.
No dia da eleição, das 8h às 17h, os eleitores que estiverem fora de seu domicílio eleitoral poderão utilizar a funcionalidade de geolocalização do app para justificar a ausência às urnas. Após o pleito, a justificativa permanece disponível no e-Título, mediante envio da documentação comprobatória.
- Atualização do e-Título: conheça as novas funções do aplicativo
- Aplicativo e-Título está entre os 20 destaques do Brasil no Prêmio iBest 2026
Além do e-Título, a Justiça Eleitoral disponibiliza outros aplicativos que auxiliam cidadãos e colaboradores do pleito. Confira a seguir.
Pardal (Denuncie irregularidades de campanha)
Durante a campanha eleitoral, o cidadão pode usar o celular como aliado na fiscalização da propaganda. O aplicativo Pardal permite comunicar à Justiça Eleitoral possíveis irregularidades relacionadas à publicidade, suspeita de compra de votos, uso indevido da estrutura pública, entre outros. Ao identificar uma situação que possa estar em desacordo com a legislação vigente, o eleitor deverá se identificar por meio de autenticação pelo e-Título ou pelo Gov.br, e encaminhar as denúncias com descrição dos fatos, localização e inclusão de fotos e vídeos.
Mesário (Apoio e treinamento para colaboradores)
Voltado aos que atuarão nas mesas receptoras de voto, o aplicativo Mesário permite realizar o treinamento on-line e consultar materiais de apoio para o dia da votação. Disponível para Android e iOS, a ferramenta possibilita acompanhar o progresso no curso, tirar dúvidas, receber comunicados oficiais e conferir o passo a passo dos trabalhos da seção. O app também dá acesso à Declaração de Trabalhos Eleitorais (DTE), que comprova os dias trabalhados e a conclusão do treinamento.
Boletim da Mão (Confira os boletins de urna pelo QR Code)
Já o Boletim na Mão (Android e iOS) permite consultar os Boletins de Urna (BUs) emitidos ao fim da votação pela urna de cada seção eleitoral. Os boletins registram a quantidade de votos atribuída a cada candidata ou candidato naquele equipamento. Para utilizar o aplicativo, basta apontar a câmera do celular para o QR Code impresso no Boletim de Urna (BU) afixado na seção. O app faz a leitura das informações e permite consultar os dados registrados no documento. Dessa forma, o eleitor consegue acessar e gravar uma versão digital dos dados registrados naquela seção.
Resultados (Acompanhe a apuração em tempo real)
Depois do fechamento das urnas, os aplicativos continuam sendo aliados do eleitor. O Resultados permite acompanhar a apuração oficial em tempo real e consultar os resultados das eleições em todo o país. A ferramenta, disponível tanto por meio deste site, quanto para Android e iOS, também possibilita favoritar candidatas e candidatos para facilitar o acompanhamento.
Canais de denúncia
Informações falsas, enganosas ou fora de contexto sobre as Eleições 2026 podem ser comunicadas, de forma gratuita e anônima, pelo Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade). Para denunciar, basta abrir o site do TRE-SP, clicar em “Eleições 2026” e depois em “Denúncias e combate à desinformação”. É necessário informar a situação e o link da publicação, com possibilidade de incluir justificativa e captura de tela. Os relatos são analisados pela Justiça Eleitoral e, quando necessário, encaminhados às plataformas ou aos órgãos competentes.
Irregularidades relacionadas a candidatas, candidatos, partidos ou à propaganda eleitoral podem ser comunicadas à Justiça Eleitoral pelo aplicativo Pardal, disponível gratuitamente para aparelhos Android e iOS. As estatísticas das ocorrências também podem ser acompanhadas pelo Pardal Web.
Atendimento ao eleitor
Dúvidas sobre os serviços da Justiça Eleitoral podem ser esclarecidas pela chatbot Lina, assistente virtual disponível no site do TRE-SP e pelo WhatsApp (11) 3130-2200. Outra opção é a Central de Atendimento, pelo telefone 148. A URA oferece informações 24 horas, todos os dias, enquanto o atendimento com atendentes funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, exceto feriados.
Celular proibido na cabina de votação
Para garantir o sigilo do voto, é proibido entrar com celulares, óculos inteligentes, câmeras fotográficas, filmadoras ou qualquer equipamento eletrônico na cabina de votação, conforme o artigo 23 da Resolução TSE nº 23.759/2026. Como alternativa para lembrar os números, o eleitor pode levar a cola eleitoral anotada em papel, único recurso permitido no momento de votar.
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