Brasil
Dicas para o uso do gás encanado no dia a dia
Versátil e seguro, energético têm inúmeras aplicações
O gás natural encanado já está presente no cotidiano de muitas pessoas, seja em casas, condomínios, comércios ou indústrias. Versátil e seguro, o energético têm inúmeras aplicações: do preparo dos alimentos no fogão, ao aquecimento de água, passando pela climatização de ambientes, geração de energia elétrica e até como combustível automotivo.
De acordo com dados recentes da Abegás – Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado – o consumo total de gás natural no Brasil registrou um crescimento de 28% em 2021 na comparação com a média acumulada do ano anterior. Apenas no segmento residencial, a alta foi de 5,7%.
“É por estarmos vendo uma crescente procura de clientes em busca de gás natural encanado que é preciso falar também sobre boas práticas quanto à sua utilização. Embora seja um energético seguro, já que se dissipa facilmente por ser mais leve que o ar e o que reduz o risco de acidentes em caso de vazamento, é preciso atenção aos pequenos detalhes no dia a dia”, destaca Carla Sautchuk, diretora de Operações e Serviços da Comgás.
Abaixo, você confere algumas dicas de segurança elencadas pela Carla e que devem ser adotadas na hora de instalar ou consumir o gás encanado:
Atenção à coloração da chama
No fogão, observe se a coloração da chama está azul e se a altura dela é a mesma em todos os bocais. A diferença pode ser indicativa de irregularidade. Nesse caso, é importante acionar um profissional habilitado para fazer as verificações necessárias.
Sentiu cheiro de gás?
Em casa ou em ambientes fechados, antes de qualquer ação, não acenda ou apague luzes, não ligue aparelhos na tomada, nem risque fósforos. Verifique se o cheiro está realmente no local ou se vem de fora do imóvel. Abra as janelas para manter o ambiente ventilado. Acione a concessionária de gás natural da sua cidade para alertar sobre o ocorrido e para que uma equipe seja enviada até o local. Se o cheiro vier da rua, siga o procedimento de contatar a empresa fornecedora.
Atenção aos aquecedores a gás
Para esses equipamentos, um bom caminho é certificar-se de que o local onde ele está instalado esteja sempre ventilado, especialmente no inverno.
Além disso, é importante sempre estar atento ao duto de exaustão. Verifique se o duto está bem encaixado em ambas as extremidades, se está rasgado ou apresenta manchinhas pretas (furos por corrosão). Caso identifique algum destes sinais, é imprescindível solicitar a visita de um profissional qualificado para realizar a troca ou encaixe adequado e evitar o risco de vazamentos.
Cuidados durante obras e reformas
Antes do início de qualquer reforma interna em apartamentos, residências ou em áreas comuns de condomínios é muito importante que as tubulações de gás sejam localizadas. Para isso, tenha em mãos as plantas das tubulações de gás, que podem ser obtidas com o síndico ou diretamente com a empresa construtora responsável pela execução das redes de gás do imóvel. Caso nenhum deles consiga ajudá-lo, procure um técnico especializado – nunca realize reparos ou consertos por conta própria. Essas atividades somente devem ser realizadas por profissionais qualificados.
Caso a reforma seja na calçada ou na rua, é imprescindível que as tubulações de gás sejam localizadas antes do início de qualquer obra, com o uso de informações dos cadastros das redes e ramais em campo, bem como a realização das sondagens. Para isso, é necessário consultar a concessionária antes de iniciar os serviços. E se caso durante a realização da obra alguma tubulação for danificada, feche o registro de gás e acione imediatamente a empresa.
Segurança do medidor e registros
Vazamentos de gás podem interferir no fornecimento e até mesmo aumentar as contas individuais do consumidor no final do mês. Logo, a visita de um leiturista de forma recorrente pode evitar esses impasses, além dele também verificar a integridade do aparelho.
Os medidores e registros também precisam de atenção especial antes da realização de obras e reformas. Caso o consumidor se ausente por um longo período, importante mantê-los fechados.
Troca periódica dos flexíveis de gás
A conservação e constante checagem da integridade dos flexíveis – componente que interliga o equipamento a gás (como fogão, churrasqueira, aquecedor, entre outros) com a rede interna de gás dos imóveis – é um caminho para garantir a segurança e evitar riscos.
É importante a visita de um especialista para avaliar o estado de conservação dos flexíveis e, se for o caso, recomendar a troca, evitando qualquer risco de vazamento.
Detector de vazamento
Você sabia que é possível instalar um detector de vazamento de gás? O aparelho é muito utilizado em diversos países do mundo e é um equipamento que garante ainda mais a segurança. Para pessoas com problemas olfativos, torna-se um elemento imprescindível.
Outras dicas importantes
Nunca deixe que crianças mexam em aparelhos a gás.
Não utilize o aquecedor a gás ou sua chaminé para secar roupas ou armazenar produtos. Isso obstrui a entrada e saída de ar e pode superaquecer o equipamento.
Mantenha produtos e objetos inflamáveis longe dos aquecedores. Eles podem entrar em combustão e provocar incêndios.
E sempre, em caso de dúvida ou qualquer suspeita de vazamento na área de concessão da Comgás no Estado de São Paulo, acione a Comgás pelo 08000 110 197 (em caso de vazamentos escolha a opção 1; durante obras e reformas, para pedidos de cadastros das redes e ramais, escolha a opção 2 do menu de voz que surgirá durante o atendimento). Equipes estão disponíveis todos os dias da semana, 24 horas por dia.
Sobre a Comgás
A Comgás possui mais de 20 mil quilômetros de rede de distribuição de gás natural encanado em 94 municípios, abastecendo os segmentos industrial, comercial, residencial e automotivo, além de viabilizar projetos de cogeração e disponibilizar gás para usinas de termogeração.
Com fornecimento ininterrupto e atendimento 24h, a companhia atende mais de 2,2 milhões de clientes em sua área de concessão no Estado de São Paulo: a Região Metropolitana de São Paulo, a Região Administrativa de Campinas, a Baixada Santista e o Vale do Paraíba.
Brasil
Eleições 2026: outubro tem datas do 1º e do 2º turnos definidas pela Constituição
Confira como o texto constitucional escolheu o primeiro domingo do mês para as eleições; data da posse do presidente e dos governadores será alterada a partir deste pleito
As Eleições 2026 acontecerão no dia 4 de outubro, primeiro domingo do mês. Já se houver segundo turno, ele ocorrerá no último domingo do mesmo mês, 25 de outubro. Quem dita as regras dessa escolha é a Constituição de 1988, em seus artigos 28, 29, inciso II, e 77, que tratam das eleições para cargos municipais, estaduais e federais.
Em 2021, a redação do artigo 28 mudou com a Emenda Constitucional nº 111, causando a alteração da data de posse de governadores e vice-governadores do dia 1º de janeiro para o dia 6 do mesmo mês. A posse do presidente também foi modificada, passando do dia 1º para o 5 de janeiro. A mudança, que começa a ser aplicada nas próximas eleições, decorreu das dificuldades que os governadores tinham em prestigiar a posse do presidente, devido às datas coincidentes.
A redação antiga determinava que a eleição deveria ocorrer “noventa dias antes do término do mandato de seus antecessores”. Sendo o término do mandato no dia 1° de janeiro, a data para a realização das eleições corresponderia a 3 de outubro, data que já foi muito utilizada para as eleições presidenciais após a deposição de Vargas e antes do regime militar.
Segundo turno
Já o segundo turno acontece em casos específicos. Primeiramente, o segundo turno só é uma opção em eleições para os cargos do Poder Executivo (Presidência, governo estadual e distrital e prefeituras), que ocorrem pelo sistema majoritário. No caso de eleições para presidente e governadores, as quais teremos neste ano, se for necessário um segundo turno, ele é realizado em todas as cidades do país, diferentemente das eleições municipais, em que o segundo turno só é possível em prefeituras com população de mais de 200 mil habitantes.
Nesses casos, no primeiro turno, vence o candidato que receber a maioria absoluta dos votos válidos, sem contar votos brancos e nulos. Por maioria absoluta, entende-se que o candidato recebeu mais da metade dos votos válidos mais um.
Caso isso não aconteça, a Justiça Eleitoral organiza um segundo turno, contando apenas com os dois candidatos mais votados. Com isso, aquele que obtiver a maioria dos votos válidos atingirá obrigatoriamente a maioria absoluta. Esse processo é determinado nos parágrafos 2º e 3º do artigo 77 da Carta Magna.
Cronologia das eleições
As eleições brasileiras nem sempre aconteceram no mês de outubro. Mesmo no primeiro pleito pós-redemocratização, o texto constitucional estabeleceu como data das eleições para presidente o dia 15 de novembro de 1989, coincidindo com a Proclamação da República. Para outros cargos, essa data já foi muito utilizada para a realização de eleições em anos anteriores à Constituição de 1988. Em 2020, em decorrência da pandemia da Covid-19, as eleições foram mais uma vez realizadas em 15 de novembro.
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Durante a República Velha, entre os anos de 1891 e 1930, quase todas as eleições diretas para presidente e vice-presidente ocorreram no dia 1º de março, conforme estabelecia a Constituição de 1891. A exceção foi o pleito de 1919, no dia 13 de abril, que ocorreu devido ao falecimento do presidente eleito em 1918, Rodrigues Alves, que nem chegou a assumir o posto. Nesse período, as eleições para presidente e vice normalmente aconteciam no mesmo dia, mas de forma separada, e havia a possibilidade de a mesma pessoa se candidatar para ambos os cargos.
Após a Revolução de 1930, que depôs o presidente Washington Luís e impediu a posse do candidato eleito Júlio Prestes, Getúlio Vargas se tornou chefe do chamado Governo Provisório em 3 de outubro de 1930. Com a promulgação da Constituição de 1934, que previa que a primeira eleição para presidente sob o novo regime seria indireta, Vargas foi eleito pela Assembleia Constituinte e continuou no poder. Em 1938, as eleições deveriam ter ocorrido no dia 3 de janeiro, o que não aconteceu devido ao golpe de 10 de novembro de 1937, implantando o Estado Novo e dando início ao regime autoritário de Vargas.
Com a deposição de Getúlio Vargas em 1945, promulga-se a Constituição de 1946, que estabelecia eleições diretas e secretas. A Justiça Eleitoral, instituída em 1932 e extinta pelo Estado Novo, é restabelecida. Com isso, a eleição de 2 de dezembro de 1945 tornou-se um marco por simbolizar a retomada da democracia.
Todas as eleições presidenciais entre 1950 e 1960 ocorreram em 3 de outubro. O pleito de 1965 estava previsto para a mesma data, mas não aconteceu devido ao golpe militar de 1964. Durante a ditadura militar, as eleições indiretas aconteceram em dias e meses diversos.
Com a redemocratização, ficou firmado o primeiro domingo de outubro como data das eleições gerais e municipais. O site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) possui uma página com a cronologia das eleições brasileiras desde sua instituição, discriminando os cargos em disputa para cada pleito.
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Brasil
Reconstrução mamária é pauta prioritária para a sociedade brasileira
Em reuniões com o Ministério da Saúde, em Brasília, Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) defende a ampliação do procedimento no SUS como parte importante do tratamento de câncer de mama
A reconstrução mamária, etapa fundamental não apenas como procedimento estético, mas também no tratamento integral do câncer de mama, tem pautado de forma prioritária as reuniões entre a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e o Ministério da Saúde. Como procedimento, a reconstrução mamária demonstra resultados expressivos na reabilitação física e psicológica das pacientes. “No entanto, em detrimento de tantos benefícios, estamos diante de uma realidade preocupante”, observa o mastologista Guilherme Novita, presidente da SBM. Levantamento recente revela que entre as pacientes submetidas à mastectomia no Sistema Único de Saúde (SUS) apenas 20,5% passam por cirurgia reconstrutiva com implante de prótese.
Recentemente, a SBM, representada pelo presidente Guilherme Novita, o secretário-adjunto Darley de Lima Ferreira Filho, o coordenador do Departamento de Residência Médica José Pereira Guará, e o mastologista titular Guilherme Figueira, reuniu-se em Brasília com dra. Guacyra Bezerra (DECAN) e dr. Fernando Figueira (DAHUD), da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde, do Ministério da Saúde, para tratar da pauta da reconstrução mamária como tema prioritário para a sociedade brasileira.
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“Quando consideramos o grande número de mulheres que não passam pela reconstrução mamária no SUS, ou seja 80%, estamos falando de um terço de uma população com menos de 50 anos de idade. Estamos falando de mulheres com vida social, conjugal e mesmo profissional comprometida pela não realização de um procedimento que é um direito assegurado por lei”, ressalta Novita.
Em vigor desde novembro do ano passado, a Lei nº 15.171/2025 ampliou o direito das mulheres de recorrerem ao SUS para a realização da cirurgia de reconstrução em casos oncológicos e também em situações de malformações, mamas tuberosas, grandes assimetrias, gigantismo, entre outras ocorrências. A legislação também ganhou importância por permitir a simetrização da mama contralateral.
A Lei nº 15.171/2025 alterou uma norma anterior (Lei nº 9.797/1999) que garantia a reconstrução mamária em casos de mutilações decorrentes de câncer de mama. Em 2013, uma emenda a esta mesma legislação acrescentou que o procedimento deveria ser realizado imediatamente, em condições clínicas favoráveis, após a retirada parcial ou total da mama devido ao tratamento de câncer ou tardiamente, quando a paciente apresentasse os requisitos necessários para a cirurgia.
Os dados do SUS, que indicam apenas 20,5% das pacientes submetidas à reconstrução mamária, tornam-se ainda mais alarmantes quando comparados com a rede suplementar. No sistema que contempla planos de saúde e seguro privado, aproximadamente 25% das pacientes submetidas à mastectomia, mesmo sem contraindicações clínicas, não realizam o procedimento. “Isso demonstra uma realidade invertida sobre reconstrução mamária no Brasil”, reforça.
Para que o vigor da lei e sua aplicação sejam realidade no Brasil, o presidente da SBM observa que o procedimento não depende exclusivamente da decisão da paciente. Também ressalta que o País dispõe de um grande número de especialistas com aprimorado conhecimento médico para realizá-la e destaca pontos que merecem reflexão e ações efetivas.
O Sistema Único de Saúde, segundo o mastologista, paga em média R$ 500 por uma reconstrução em hospital público. “Este valor não cobre o pagamento de uma prótese, que em acordos pontuais e excepcionais é negociada entre R$ 800 e R$ 1.000. Mas de forma geral, o preço de uma prótese supera R$ 1.000”, diz. Como consequência, a SBM destaca que alguns poucos hospitais públicos absorvem o prejuízo e autorizam a cirurgia. “A maioria, no entanto, não realiza o procedimento.”
Outra situação decorrente desta realidade no sistema público, e que merece atenção, é a formação de “filas de reconstrução mamária tardia”, que leva muitas mulheres a desistirem do procedimento. “É preocupante, pois essas filas não são prioridade por não configurarem procedimento oncológico. Também acabam representando custos maiores, porque requerem uma segunda internação com todas as demandas que ela representa”, pontua.
Para Guilherme Novita, a reconstrução mamária não deve ser vista como mera intervenção cirúrgica, mas parte fundamental no tratamento do câncer de mama. “Por esta razão, a SBM conclama o apoio de mastologistas de todo o País para definir um modelo adequado a cada região brasileira e defende ajustes e aprimoramento nas políticas públicas. “De forma mais abrangente, considerando a realização efetiva da reconstrução mamária no SUS, nossa perspectiva é curar não só o câncer, mas a pessoa que passa pela doença”, conclui.
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Brasil
Exame de sangue para diagnóstico de câncer de mama preocupa sociedades médicas
Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) destaca a falta de validação científica para uma tecnologia que se propõe a detectar a doença de forma precoce
Testes chamados de “biópsias líquidas” ou “testes genéticos” têm alcançado ampla visibilidade a partir de órgãos de imprensa e redes sociais. Por meio de exame de sangue, a tecnologia se propõe a auxiliar no rastreamento precoce do câncer de mama. Ao mesmo tempo, divulgações sobre o método vêm mobilizando as mais importantes entidades médicas do País, entre elas a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM). “Na realidade, não existem exames de sangue validados pela prática médica e por verificação científica como métodos de detecção precoce da doença”, afirma Guilherme Novita, presidente da SBM. A mamografia, ressalta o mastologista, é o único exame de rastreamento com eficácia comprovada na redução da mortalidade por câncer de mama em mulheres.
De acordo com o levantamento divulgado pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer), o Brasil deve registrar 78.610 novos casos por ano no triênio 2026-2028. Diante de uma perspectiva desafiadora não apenas na rede pública, mas também para a saúde suplementar que contempla planos e seguros particulares, a SBM vê com preocupação a veiculação de informações sobre testes conhecidos como “biópsia líquida” ou “testes genéticos”.
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Por meio de exame de sangue, e sem a necessidade de solicitação médica para a realização, a tecnologia que não tem validação se propõe a detectar alterações ligadas ao crescimento de células tumorais que possam indicar precocemente o câncer de mama.
De acordo com o mastologista Guilherme Novita, testes não validados podem causar uma falsa sensação de segurança nas mulheres. “Outro aspecto igualmente preocupante é a diminuição da adesão das pacientes às formas consagradas pela ciência e prática médica para diagnóstico precoce da doença.”
Como método, a mamografia de rastreamento permanece como estratégia de saúde mais eficaz para a detecção do câncer de mama em estágio inicial. Desde o ano passado, a recomendação do Ministério da Saúde para a realização regular do exame foi ampliada com a inclusão de mulheres a partir dos 40 anos de idade.
O diagnóstico precoce proporcionado pela mamografia, segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, está associado a tratamentos cirúrgicos menos extensos, muitas vezes sem necessidade de quimioterapia, maiores taxas de cirurgias conservadoras da mama e melhores resultados estéticos, aspecto de extrema relevância, considerando que a mama é um símbolo importante da feminilidade e da identidade corporal da mulher. “Diante de tantos benefícios, ao invés de recorrer a testes sem validação, é fundamental que as mulheres consultem um mastologista e sigam realizando a mamografia de forma frequente e regular”, conclui Guilherme Novita.
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