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Jaguariúna

Moda plus size cresce com a influência de personalidades

Paula Partyka

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A moda é para todos e o mundo plus size é tão importante quanto os outros

A moda é, ou deveria ser, inclusiva. Muitas pessoas se identificam por meio dela. É um universo poderoso. Mas, por muito tempo ela foi restrita aos corpos intitulados “padrão” – aqueles magros, sem muitas curvas.

Com isso e, talvez, por isso, tamanhos grandes sempre foram pauta para discussão e restrição na moda. No entanto, cada vez mais vemos pessoas “fora do padrão”, reais, que se parecem conosco tanto nas redes sociais como televisão, campanhas e desfiles.

É claro que há muito o que avançar nesse sentido, principalmente quando falamos sobre o preconceito, a gordofobia e discriminação sofrida por pessoas gordas. Porém, mesmo que muito lentamente, com a chegada, criação e democratização do “plus size” (tamanhos destinados às pessoas gordas), tendências e roupas de praia, por exemplo, vêm incluindo esse público que antes era completamente deixado de fora.

A moda plus size permite que pessoas que vestem manequins acima do 46 encontrem mais opções de peças e estilos, feitas para valorizar seus corpos. A proprietária da Bibiana Moda Maior, em Jaguariúna, Denise Bibiano, relembra que há algum tempo as opções disponíveis para os tamanhos maiores que GG eram restritas a legging preta e camiseta básica. Mas, ela acredita que a inclusão da pessoa gorda na moda aumentou muito quando ‘personalidades GG’ tornam-se conhecidas e deram representatividade para esse grupo, como por exemplo a dançarina da cantora Anitta, Thais Carla, e cantoras sertanejas. “Foi uma quebra de tabu que também aumentou a aceitação das pessoas”, diz Denise.

Auto preconceito
Mesmo Denise trabalhando com peças que acompanham a moda e tendências, ela acredita que ainda existe muito auto preconceito. “As pessoas não aceitam comprar em uma loja plus size”, lamenta. “No final somos todos seres humanos e não tem que haver esse preconceito nem da própria pessoa consigo mesmo, nem de terceiros”, acrescenta.

“A gente sabe que existe esse auto preconceito. Não gostamos da nossa barriga, da perna ou outra coisa. Mas a gente tem que se aceitar e ser feliz, porque a vida está passando”, frisa.

A Bibiana Moda Maior trabalha com peças a partir do G e GG, que é uma numeração equivalente ao 44, por exemplo, que serve em um corpo com mais busto ou quadril, biotipo físico brasileiro, mas por ser intitulada ‘moda maior’ as pessoas tem um pré-conceito. “Principalmente das mais jovens. Elas preferem comprar em loja de departamento mesmo não cabendo porque ‘não é legal comprar na Bibiana Moda Maior”.

Ela relata que é muito mais fácil encontrar uma calça 44 confortável e que veste bem em uma loja plus size, do que em uma loja de departamento. “E o meu trabalho diário é focado nessas pessoas acima do tamanho 44. Meu foco é deixá-las confortáveis, na moda e com preço justo”, afirma Denise.

O preço das peças, inclusive, é outra questão que Denise levanta. Ela lamenta o discurso usado por muitas lojas para justificar o valor das peças plus size: é caro porque usamos mais pano. “É uma justificativa extremamente preconceituosa. Eu jamais falei isso. E outra, a cliente não tem nada a ver com isso. Quem tem que cuidar do preço é o lojista”, diz.

Os preços na Bibiana Moda Maior variam muito. Tem desde aquela peça baratinha até aquela um pouco mais cara, mas o preço nada tem a ver com a quantidade de tecido utilizada na confecção. Ela varia de acordo com a marca, com o tecido e motivos realmente plausíveis para se justificar.

Falando em marca, a Bibiana é super completa. Com seis anos de loja ela conta com moda masculina e feminina, incluindo langerie, moda praia, acessórios.

Crescimento
Dados da Associação Brasileira do Vestuário (Abravest), apontam que o segmento plus size cresceu 21% nos últimos três anos, enquanto a indústria como um todo caiu cerca de 5%. Apenas em 2019, os negócios ligados ao setor cresceram 8%, chegando a uma movimentação financeira superior a R$7 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira Plus Size (ABPS), entidade criada em 2016 para representar empresas de varejo e consumos que compõem a cadeia de produção destinada a esse público.

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Jaguariúna

Alea inaugura uma das mais produtivas fábricas de woodframe do mundo

Redação Gazeta Regional

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Com 18 mil metros quadrados e capacidade produtiva de 10 mil unidades por ano, a fábrica em Jaguariúna é dedicada ao modelo de construção off-site e utiliza tecnologia adotada em larga escala na Europa e Estados Unidos

Alea, startup da construtora Tenda dedicada à construção de casas em condomínio fechado, inaugura em Jaguariúna, no interior paulista, uma das mais produtivas fábricas de woodframe do mundo, com capacidade de fabricar uma casa a cada 36 minutos. Com esse modelo de construção off-site, os imóveis são produzidos em ambiente fabril para, em seguida, serem transportados para os canteiros de obra apenas para montagem e acabamento. 

Amplamente adotada em países como Estados Unidos, Alemanha e Japão, a tecnologia woodframe, que foi a escolhida por Alea, consiste na fabricação de painéis formados por multicamadas. O método garante casas com maior conforto térmico e acústico, o que proporciona um menor consumo de energia e mais qualidade de vida para os clientes.

O Brasil tem características únicas que permitem uma fábrica com essa tecnologia superior, com tamanha produtividade, destinada para o público de segmento econômico. “A demografia do Brasil é continental e possibilita a existência de incorporadoras com produção acima de 10 mil unidades por ano. Além disso, tem farta disponibilidade de madeira de reflorestamento, que é a principal matéria-prima do woodframe. A baixa densidade demográfica do país torna “casas” o produto natural para 70% das famílias formadas anualmente,” diz Rodrigo Osmo, CEO da Tenda.

A tecnologia woodframe é inigualável do ponto de vista ambiental, invertendo a alta pegada de carbono da construção civil. Numa casa de parede de concreto os principais componentes são aço e concreto, os dois materiais industriais de maior pegada de carbono. A madeira, por outro lado, é o único material estrutural com pegada de carbono negativa, pois sequestra CO2 do ar para crescer, estocando-o dentro das paredes da casa. “Estimamos que uma casa de woodframe da Alea reduza em 15 toneladas a pegada de carbono de uma casa de parede de concreto” informa Osmo. 

A fábrica tem 18 mil metros quadrados e a previsão é continuar produzindo em escala piloto em 2022, acelerando a produção em 2023 até chegar à capacidade máxima de 10 mil unidades/ano em 2026.

Para atingir esse volume de produção em 2026, a Alea tem o desafio de desenvolver a cadeia de suprimentos de woodframe no Brasil. “Estamos realizando diversos estudos para tropicalizar insumos importados, internalizar a fabricação de alguns materiais e estabelecer parcerias com fornecedores estratégicos”, sinaliza Osmo.

Segundo Osmo, a empresa já realizou 4 projetos piloto usando a tecnologia de woodframe, sendo que 2 deles já foram lançados com a marca oficial da startup Alea. Nos próximos meses está previsto o lançamento de mais um projeto no interior de São Paulo. “Estamos testando o modelo em cidades de tamanhos e rendas diferentes para entender o comportamento do consumidor em relação ao produto. Acreditamos que a proposta dos empreendimentos Alea é única no País e deve revolucionar o mercado de habitação”. 

Um dos maiores desafios da empresa para os próximos anos está no crescimento da operação. Alea está iniciando a construção de seu banco de terrenos e seus projetos precisam passar por um demorado período de aprovação de loteamentos e incorporações. A empresa está, no momento, empenhada na busca de áreas acima de 100 mil m2 próximas às cidades do interior de São Paulo.

A oportunidade que Alea está indo atrás é um mar azul. A maior demanda por moradias no Brasil é por casas. Paradoxalmente, praticamente todas as grandes incorporadoras focam em prédios. A dificuldade em atender esse mercado está na incompatibilidade entre o tamanho dos mercados e o tamanho das obras. As oportunidades estão em cidades médias e pequenas, enquanto as obras precisam ser grandes para que o projeto seja rentável. 

Alea busca solucionar esse paradoxo por meio da industrialização da construção civil, utilizando o modelo de fabricar as casas e somente montá-las no canteiro, conseguindo assim rentabilizar projetos menores. 

“A Tenda acredita que a industrialização seja a força de maior potencial transformador da construção civil e somos os líderes indiscutíveis desse movimento. Apostar em um modelo de negócio tão transformacional quanto Alea, requer uma empresa com um DNA na abordagem industrial como a nossa”, conclui Osmo.

Sobre Alea 
Alea é a marca da construtora Tenda dedicada à construção de casas em condomínio fechado. Com tecnologia e cuidado urbanístico únicos, os condomínios Alea têm uma proposta diferenciada de habitação, buscando a integração com a natureza, por meio de alamedas arborizadas e espaços de convivência para toda a família.  

Sobre a Tenda
A Tenda (B3: TEND3) é uma das principais construtoras do Brasil e está listada no Novo Mercado, o mais alto nível de governança corporativa da B3. Com foco em habitação econômica, atua em dez regiões metropolitanas do Brasil, com empreendimentos voltados para o grupo 2 do Programa Casa Verde e Amarela. Ao longo de sua bem-sucedida trajetória, a companhia já propiciou a mais de 120 mil famílias a conquista da casa própria. 

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Jaguariúna

Ação da Prefeitura de Jaguariúna e do Governo Estadual aumenta o número de vacinados contra Covid-19

Redação Gazeta Regional

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O novo posto de vacinação contra a covid-19 que funcionou no Centro Cultural graças a uma parceria da Prefeitura de Jaguariúna com o Governo do Estado de São Paulo e o Jaguariúna Rodeio Festival teve resultado bastante positivo para a cidade. Durante os cinco primeiros dias deste mês foi possível reduzir o número de faltosos que ainda não tinham se vacinado.

De acordo coma Secretaria Municipal de Saúde de Jaguariúna, no dia 30 de novembro, a cidade somava 3.237 pessoas com atraso no esquema vacinal o que representava 7% do total de vacinados. Destes, 40% eram adolescentes menores de 18 anos.

Com o novo posto de vacinação que aplicou 1.270 doses do dia 01 ao dia 05 de dezembro e atendeu a população em horário de atendimento ampliado, esse número caiu consideravelmente. Hoje os faltosos são 5,6% e destes 27,7% são adolescentes.

Para a secretária de Saúde, Maria do Carmo Pelisão, o resultado foi bastante positivo pois foi possível vacinar muitas pessoas que não conseguiam ir até o Parque Santa Maria. “É muito importante que a população fique atenta à data de tomar a segunda e a terceira doses da vacina. Só assim conseguiremos controlar a pandemia do coronavírus”, explica a secretária.

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Jaguariúna

Ex-atleta do “Projeto Campeões’ de Jaguariúna é destaque no skate mundial

Redação Gazeta Regional

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A skatista Marina Gabriela, de Jaguariúna, ficou entre as melhores no STU Open Rio de street skate, realizado neste domingo, 05, no Rio de Janeiro. Marina ficou com a sétima colocação na modalidade que foi vencida por Rayssa Leal, vice-campeã olímpica e que também contou com a participação de outras estrelas do esporte, como Pâmela Rosa.

Marina é ex-aluna do Projeto Campeões, da Secretaria de Juventude, Esportes e Lazer da Prefeitura de Jaguariúna. Segundo o secretário de Esportes, Rafael Blanco, ela fez parte por muitos anos da equipe de basquete de Jaguariúna, mas também treinava skate, modalidade que agora se destaca competindo entre as melhores atletas do mundo.

“Hoje, com o crescimento da modalidade skate, Marina é símbolo para uma geração de skatistas que buscam se desenvolver por meio do novo projeto de escolinha de skate oferecido pela secretaria, com o professor Alex Aguiar, um dos precursores da modalidade na cidade”, diz Blanco.

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