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Após dois anos afastada, Dulce María volta aos palcos para se apresentar com espanhol Beret

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Cantora já esteve ao lado de Joe Jonás, Akon e Abraham Mateo

Após dois anos afastada, por conta da pandemia, Dulce María volta aos palcos a convite do espanhol Beret. “Prisma Tour” chega a Cidade do México nesta quinta-feira, 07, e a mexicana faz uma aparição especial como anfitriã da turnê no país, prometendo um dueto surpreendente com o cantor. A faixa que será cantada pelas estrelas internacionais ainda é uma surpresa para o público.

Consagrada como uma das maiores personalidades do país, que ocupa atualmente o top 10 das mais escutadas no Spotify México, Dulce María já foi convidada para estar no palco ao lado de Joe Jonas, Akon e Abraham Mateo, durante a turnê dos artistas em solo mexicano.

Recentemente, Dulce María foi anunciada como nova integrante e headline da turnê musical “2000’s Pop Tour”, que começa em junho e conta com a participação de outros diversos cantores de renome do México. O projeto é um sucesso no país, que une grandes nomes da música em uma mesma apresentação desde 2017 e, para esse ano, conta com um novo formato e formação. 

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Como Austin Butler conseguiu o papel de Elvis?

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Vanderlei Tenório

Elvis Presley é o Rei do Rock and Roll, igualmente conhecido por sua era galã e seus últimos anos cheios de brilho, glamour, shows em Las Vegas e grandes apetites.

Baz Luhrmann é um diretor conhecido por grandes filmes visuais repletos de música como: “Romeu + Julieta” e “Moulin Rouge”. Nisso, “Elvis” pode ser apenas uma das cinebiografias musicais mais fascinantes a caminho da tela grande, com o ator Austin Butler pisando no lugar do rei.

Embora ele tenha aparecido em projetos como “As Crônicas de Shannara” e “Era uma vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino, Butler é um ator relativamente desconhecido. Sabendo disso, assumir um papel único na vida como Elvis Presley parece uma tarefa bastante assustadora – especialmente quando sua co-estrela é a lenda viva do cinema Tom Hanks – ator 6 vezes indicado ao Oscar, e ganhador duas vezes consecutivas do Oscar de Melhor Ator, que interpreta o empresário de Elvis, o polêmico e sinistro Coronel Parker.

Então, como o ator conseguiu o papel de Elvis? Vem que a Gazeta te conta.

Interpretar Elvis em um filme de Baz Luhrmann é o tipo de papel que atrai a atenção de praticamente todos os atores, mas como a GQ nos conta, Austin Butler conseguiu se destacar no mar de esperançosos com seu peculiar vídeo de audição, que contou com um clipe de Butler vestindo um roupão de banho e entregando uma versão da música “Unchained Melody”.

Bom, Luhrmann não tinha certeza do que fazer com essa abordagem curiosa, mas ficou intrigado o suficiente para permitir que Butler prosseguisse para as próximas etapas do grande torneio de elenco de Elvis. Butler, é claro, acabou conseguindo o papel – além de uma assistência surpresa de um certo ator lendário. 

“Recebo uma ligação inesperada de Denzel Washington, que eu não conhecia”, revelou Luhrmann. “Denzel Washington acabou de dizer, da maneira mais incrivelmente emocional e direta: ‘Olha, acabei de subir ao palco com esse jovem ator. Estou lhe dizendo, sua ética de trabalho é diferente de tudo que eu já vi, nunca vi ninguém que dedique cada segundo de suas vidas para aperfeiçoar um papel.'”

O ator que Washington elogiou foi naturalmente Butler, que passou a cumprir o que Washington havia prometido em seu nome. Aparentemente, ele era tão bom que Luhrmann às vezes achava difícil dizer se o ator estava interpretando ativamente o papel ou simplesmente era um cara incrivelmente parecido com Elvis.

Além do mais, parece que Butler já sobreviveu ao escrutínio da família Presley, visto que a filha de Elvis, Lisa Marie Presley, expressou sua aprovação.

“Austin Butler canalizou e incorporou lindamente o coração e a alma do meu pai”, ela twittou depois de assistir ao filme duas vezes. 

“Elvis” chega aos cinemas brasileiros em 14 de julho

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Gandalf errou ao deixar o “um anel” no condado

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Vanderlei Tenório

Gandalf é um cara muito inteligente. Mas isso significa que quando ele comete erros, eles tendem a ser realmente óbvios. Por exemplo, ele vai visitar Saruman, e isso é claramente uma má ideia, mesmo que ele não saiba disso na época.

O outro grande erro que quase explode em seu rosto é o fato de ele deixar o ‘Um Anel’ para trás no Condado. Lembre-se, este não é o ponto antes de ele visitar Frodo para confirmar suas suspeitas. Neste ponto, ele sabe que está lidando com o ‘Um Anel’. Ele tem muitos outros cuidados e preocupações pesando sobre ele? Certo.

Mas vamos lá. É o ‘Um Anel’ pelo amor de Deus. Você não acha que deveria, tipo, levar Frodo para Valfenda com você naquele momento? Ou pelo menos designar um Ranger para vigiar secretamente Bolsão ou algo assim?

Claro, Gandalf não sabe sobre os Cavaleiros Negros quando ele sai. Quando ele descobre sobre eles na torre de Orthanc, é tarde demais. Ele está preso, como o rosto presunçoso de Saruman o informa.

Os erros de Gandalf são poucos e distantes entre si. E vamos ser sinceros, o cara assume muitas responsabilidades de alto nível. Mas isso significa que sempre que ele faz uma má escolha, as coisas podem dar muito, muito errado.

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Suplementação de vitamina D

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A deficiência de vitamina D é um problema de saúde pública em nível mundial e muitas pesquisas vem sendo desenvolvidas, contudo, existe uma grande dificuldade de padronização das diretrizes nutricionais e clínicas. Ocorre que não há heterogeneidade entre os protocolos de pesquisa e amostras, são utilizadas dosagens e diferentes tipos de vitamina D, isso dificulta, e se cada um faz de um jeito fica difícil comparar.

A vitamina D é essencial à vida, funcionamento normal do nosso organismo e um nutriente que participa de várias funções no corpo. Sua deficiência está associada a maior mortalidade e agravamento da saúde em pessoas com hipertensão, SIDA, idosos, em doenças cardiovasculares, Covid-19 e outras situações.

Onde encontramos? Pode ser ingerida pela dieta, em alimentos de origem animal, mas suas concentrações são muito pequenas então precisamos de sol, luz solar UV que induz sua formação na pele e depois ela vai para o fígado e rins onde é metabolizada.

E quais alimentos devemos consumir?

•             Óleos de fígado de peixes (bacalhau e atum);

•             Peixes gordos (bacalhau, atum, arenque, cavala, outros);

•             Fígado de mamíferos;

•             Ovos;

•             Produtos lácteos;

•             Cogumelos.

A quantidade naturalmente produzida na pele é maior e de grande importância para nosso corpo, mas deveríamos tomar banho de sol diariamente e sem protetor solar. Agora me conta, quem toma sol diariamente? Mesmo sendo o Brasil um país tropical, não temos este hábito diário, salvo algumas pessoas que moram em cidades praianas.

Conforme envelhecemos sofremos menor aproveitamento da exposição solar, outros fatores que interferem na absorção e aproveitamento da vitamina d é o uso frequente de alguns medicamentos, saúde intestinal precária com presença de disbiose e disfunção microbiana. Também a obesidade e estado inflamatório são fatores associados a deficiência.

É um micronutriente, uma vitamina lipossolúvel, e considerada um hormônio esteroide e com várias funções:

•             Infecções respiratórias agudas;

•             Saúde óssea;

•             Força e funcionalidade muscular;

•             Influência no controle das contrações do músculo cardíaco e bombeamento de sangue;

•             Melhora do sistema imunológico, os linfócitos d tem receptores para este hormônio;

•             Controle da diabetes;

•             Diminui o auto ataque em pessoas com doenças autoimunes;

•             Previne contra o câncer;

•             Distúrbios e qualidade do sono;

•             Saúde mental (doenças neurológicas, comprometimento cognitivo; performance, depressão, ansiedade e outros);

•             Doenças cardiovasculares;

•             Lúpus;

•             Encefalite autoimune;

•             Artrite e artrose;

•             Lúpus e outras doenças autoimunes;

•             Proteção contra o agravamento da infecção viral, inclusive por Covid-19;

•             Outros

Quanto é considerado um nível nos exames sendo normal ou seguro? Cerca de > 50 nmol/l ou 20ng/ml é o alvo mais aceito atualmente. Os grupos de risco mais suscetíveis à hipovitaminose D, devem considerar as condições clínicas para a manutenção de níveis mais altos (entre 30 e 60 ng/ml), inclusive gestantes.

Segundo diretrizes internacionais, a deficiência grave desta vitamina aparece com uma concentração abaixo de 20 (OH) D <30 nmol/l (ou 12 ng/ml) e isso acarreta dramaticamente em maior risco de mortalidade, infecções e agravamento de muitas outras doenças, e deve ser evitada sempre que possível.

Agora é importante dizer que a deficiência mundial generalizada é contestada por muitos centros internacionais de pesquisa e órgãos governamentais como o europeu.

Aumentar a ingestão oral para quantidades maiores que a necessidade fisiológica podem causar hipercalcêmia (quantidade excessiva de cálcio). Existem muitos relatos de toxicidade, não quando produzida por luz solar UV, mas ingerida em grandes quantidades, provocando fadiga, fraqueza muscular, náuseas, micção frequente, vômitos, e entre outros problemas causar problemas e até lesões renais, ateroesclerose e enrijecimento das paredes arteriais do coração.

A suplementação é eficiente apenas em casos de deficiência grave comprovada! A fim de evitar estes riscos deve ser monitorado o nível de vitamina D no sangue, a concentração de cálcio, magnésio, zinco, vitamina A e o PTH, assim como a saúde intestinal, óssea e renal e o estado de saúde como um todo.

A diferença entre o veneno e o remédio está na dose, já dizia Paracelso.

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