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“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” divide críticos no Rotten Tomatoes

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Vanderlei Tenório

Apesar de “Os Segredos de Dumbledore” conseguir uma pontuação no Tomatometer melhor do que seu antecessor “Os Crimes de Grindelwald” (2018), muitos críticos ainda não ficaram impressionados com a obra de David Yates. Falando por muitos dos críticos que não amaram o filme, a Entertainment Weekly declarou que “a terceira vez não é exatamente o charme”.

Em números, a série “Harry Potter” é inegavelmente uma das franquias cinematográficas mais queridas de todos os tempos. Assim, qualquer filme relacionado à série enfrentará intenso escrutínio por críticos e fãs. 

A franquia “Harry Potter” reúne nove filmes e supera as cifras de outras sagas, como Star WarsJames Bond e O Senhor dos Anéis. Com bilheteria de US$ 8,5 bilhões, só perde para o Universo Cinematográfico da Marvel, que, por ora, agrega 27 longas. Ao todo, a saga atraiu 14 indicações ao Oscar, sempre em categorias técnicas, como trilha sonora, direção de arte e efeitos visuais. O primeiro prêmio só veio em 2017 com o troféu de melhor figurino para “Animais Fantásticos e Onde Habitam”.

Nesse aspecto, o primeiro filme da prequela, “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, de 2016, se saiu muito bem com os críticos, ganhando uma pontuação de 74% no Tomatometer no Rotten Tomatoes. No entanto, o filme seguinte, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” não chegou nem perto de alcançar o mesmo tipo de sucesso com os espectadores – ele detém apenas 36% de pontuação no Tomatometer.

Mas Tenório, então, como o próximo “Os Segredos de Dumbledore” se compara aos seus antecessores quando se trata de consenso crítico? Bem, em números, o terceiro filme da quintologia cai bem no meio com uma pontuação de 62% no Tomatometer. Porém, convém comentar que é muito cedo para um veredicto final, pois parece que os críticos estão seriamente divididos sobre os méritos do novo filme da prequela.

Em meio a tudo isso, a Gazeta reuniu as principais críticas até o momento:

Kate Erbland, do IndieWire, escreveu que o filme oferece “uma mistura pesada e inquietante de temas adultos e caprichos infantis, ainda mais inescrutável por muitas subtramas, muitos personagens e um tom que muda descontroladamente. fora de curso em todas as curvas possíveis.” Erbland acrescenta que a série ainda não conseguiu “casar efetivamente seus fios díspares”.

Enquanto isso, Charles Bramesco da Polygon primeiro sugere que a série deveria ter terminado após o último filme antes de apontar que Newt – que começou a série como protagonista – dificilmente parece entrelaçado no enredo aqui. Observando que seu extravio prejudica o filme como um todo, Bramesco escreveu: “A busca complicada e anticlimática de Newt para garantir e entregar sua preciosa carga carece da curiosidade encantada que deu ao primeiro ‘Animais Fantásticos’ um impulso muito necessário no charme”.

Finalmente, em uma crítica contundente, Siddhant Adlakha do IGN escreveu: “Há mais duas entradas planejadas, mas terminar o spinoff de ‘Harry Potter’ aqui seria uma misericórdia. Não há nada fantástico no novo filme. A história é monótona. Os personagens são mais maçantes.”

Críticas positivas:

Mesmo que a Entertainment Weekly tenha sugerido que o filme falhou, a escritora Leah Greenblatt ainda foi uma das críticas a encontrar alguns méritos – ela concluiu na nota que “Os Segredos de Dumbledore” é um grande passo em relação ao seu antecessor, considerando-o “mais ágil”. e mais doce e coeso em seu enredo.” Greenblatt também observou que o elenco, porque eles estão “menos presos em uma névoa de simbolismo e subtramas semiformados”, recebem mais espaço para explorar realisticamente as apostas que seus personagens enfrentam.

Além disso, sobre o assunto da atuação, Peter Debruge da Variety observou que Mads Mikkelson é mais adequado para o personagem de Gellert Grindelwald do que Johnny Depp, que interpretou o personagem no filme anterior. (Depp saiu da franquia depois de perder um caso de difamação sobre comportamento abusivo contra sua ex-esposa Amber Heard, conforme relatado pela EW).

Debruge escreveu que Mikkelson oferece uma “veia mais fundamentada, menos caricaturalmente ameaçadora”. Debruge também se juntou a Greenblatt ao abordar as maneiras pelas quais o novo filme é superior ao que veio antes dele, escrevendo que o roteiro é “muito mais focado” e “mais fácil de seguir” do que o último.

Em uma das críticas mais positivas – 4 de 5 estrelas – Linda Marric do The Jewish Chronicle chamou de “bem-vindo retorno à forma” e elogiou especialmente as performances de Law e Mikkelson. Marric continuou: “Yates, Rowling e Kloves nos deram uma história envolvente repleta de algumas sequências de ação engraçadas, sinceras e emocionantes”.

No Brasil, “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” estreia nesta quinta, 14.

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Como Austin Butler conseguiu o papel de Elvis?

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Vanderlei Tenório

Elvis Presley é o Rei do Rock and Roll, igualmente conhecido por sua era galã e seus últimos anos cheios de brilho, glamour, shows em Las Vegas e grandes apetites.

Baz Luhrmann é um diretor conhecido por grandes filmes visuais repletos de música como: “Romeu + Julieta” e “Moulin Rouge”. Nisso, “Elvis” pode ser apenas uma das cinebiografias musicais mais fascinantes a caminho da tela grande, com o ator Austin Butler pisando no lugar do rei.

Embora ele tenha aparecido em projetos como “As Crônicas de Shannara” e “Era uma vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino, Butler é um ator relativamente desconhecido. Sabendo disso, assumir um papel único na vida como Elvis Presley parece uma tarefa bastante assustadora – especialmente quando sua co-estrela é a lenda viva do cinema Tom Hanks – ator 6 vezes indicado ao Oscar, e ganhador duas vezes consecutivas do Oscar de Melhor Ator, que interpreta o empresário de Elvis, o polêmico e sinistro Coronel Parker.

Então, como o ator conseguiu o papel de Elvis? Vem que a Gazeta te conta.

Interpretar Elvis em um filme de Baz Luhrmann é o tipo de papel que atrai a atenção de praticamente todos os atores, mas como a GQ nos conta, Austin Butler conseguiu se destacar no mar de esperançosos com seu peculiar vídeo de audição, que contou com um clipe de Butler vestindo um roupão de banho e entregando uma versão da música “Unchained Melody”.

Bom, Luhrmann não tinha certeza do que fazer com essa abordagem curiosa, mas ficou intrigado o suficiente para permitir que Butler prosseguisse para as próximas etapas do grande torneio de elenco de Elvis. Butler, é claro, acabou conseguindo o papel – além de uma assistência surpresa de um certo ator lendário. 

“Recebo uma ligação inesperada de Denzel Washington, que eu não conhecia”, revelou Luhrmann. “Denzel Washington acabou de dizer, da maneira mais incrivelmente emocional e direta: ‘Olha, acabei de subir ao palco com esse jovem ator. Estou lhe dizendo, sua ética de trabalho é diferente de tudo que eu já vi, nunca vi ninguém que dedique cada segundo de suas vidas para aperfeiçoar um papel.'”

O ator que Washington elogiou foi naturalmente Butler, que passou a cumprir o que Washington havia prometido em seu nome. Aparentemente, ele era tão bom que Luhrmann às vezes achava difícil dizer se o ator estava interpretando ativamente o papel ou simplesmente era um cara incrivelmente parecido com Elvis.

Além do mais, parece que Butler já sobreviveu ao escrutínio da família Presley, visto que a filha de Elvis, Lisa Marie Presley, expressou sua aprovação.

“Austin Butler canalizou e incorporou lindamente o coração e a alma do meu pai”, ela twittou depois de assistir ao filme duas vezes. 

“Elvis” chega aos cinemas brasileiros em 14 de julho

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Gandalf errou ao deixar o “um anel” no condado

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Vanderlei Tenório

Gandalf é um cara muito inteligente. Mas isso significa que quando ele comete erros, eles tendem a ser realmente óbvios. Por exemplo, ele vai visitar Saruman, e isso é claramente uma má ideia, mesmo que ele não saiba disso na época.

O outro grande erro que quase explode em seu rosto é o fato de ele deixar o ‘Um Anel’ para trás no Condado. Lembre-se, este não é o ponto antes de ele visitar Frodo para confirmar suas suspeitas. Neste ponto, ele sabe que está lidando com o ‘Um Anel’. Ele tem muitos outros cuidados e preocupações pesando sobre ele? Certo.

Mas vamos lá. É o ‘Um Anel’ pelo amor de Deus. Você não acha que deveria, tipo, levar Frodo para Valfenda com você naquele momento? Ou pelo menos designar um Ranger para vigiar secretamente Bolsão ou algo assim?

Claro, Gandalf não sabe sobre os Cavaleiros Negros quando ele sai. Quando ele descobre sobre eles na torre de Orthanc, é tarde demais. Ele está preso, como o rosto presunçoso de Saruman o informa.

Os erros de Gandalf são poucos e distantes entre si. E vamos ser sinceros, o cara assume muitas responsabilidades de alto nível. Mas isso significa que sempre que ele faz uma má escolha, as coisas podem dar muito, muito errado.

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Suplementação de vitamina D

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A deficiência de vitamina D é um problema de saúde pública em nível mundial e muitas pesquisas vem sendo desenvolvidas, contudo, existe uma grande dificuldade de padronização das diretrizes nutricionais e clínicas. Ocorre que não há heterogeneidade entre os protocolos de pesquisa e amostras, são utilizadas dosagens e diferentes tipos de vitamina D, isso dificulta, e se cada um faz de um jeito fica difícil comparar.

A vitamina D é essencial à vida, funcionamento normal do nosso organismo e um nutriente que participa de várias funções no corpo. Sua deficiência está associada a maior mortalidade e agravamento da saúde em pessoas com hipertensão, SIDA, idosos, em doenças cardiovasculares, Covid-19 e outras situações.

Onde encontramos? Pode ser ingerida pela dieta, em alimentos de origem animal, mas suas concentrações são muito pequenas então precisamos de sol, luz solar UV que induz sua formação na pele e depois ela vai para o fígado e rins onde é metabolizada.

E quais alimentos devemos consumir?

•             Óleos de fígado de peixes (bacalhau e atum);

•             Peixes gordos (bacalhau, atum, arenque, cavala, outros);

•             Fígado de mamíferos;

•             Ovos;

•             Produtos lácteos;

•             Cogumelos.

A quantidade naturalmente produzida na pele é maior e de grande importância para nosso corpo, mas deveríamos tomar banho de sol diariamente e sem protetor solar. Agora me conta, quem toma sol diariamente? Mesmo sendo o Brasil um país tropical, não temos este hábito diário, salvo algumas pessoas que moram em cidades praianas.

Conforme envelhecemos sofremos menor aproveitamento da exposição solar, outros fatores que interferem na absorção e aproveitamento da vitamina d é o uso frequente de alguns medicamentos, saúde intestinal precária com presença de disbiose e disfunção microbiana. Também a obesidade e estado inflamatório são fatores associados a deficiência.

É um micronutriente, uma vitamina lipossolúvel, e considerada um hormônio esteroide e com várias funções:

•             Infecções respiratórias agudas;

•             Saúde óssea;

•             Força e funcionalidade muscular;

•             Influência no controle das contrações do músculo cardíaco e bombeamento de sangue;

•             Melhora do sistema imunológico, os linfócitos d tem receptores para este hormônio;

•             Controle da diabetes;

•             Diminui o auto ataque em pessoas com doenças autoimunes;

•             Previne contra o câncer;

•             Distúrbios e qualidade do sono;

•             Saúde mental (doenças neurológicas, comprometimento cognitivo; performance, depressão, ansiedade e outros);

•             Doenças cardiovasculares;

•             Lúpus;

•             Encefalite autoimune;

•             Artrite e artrose;

•             Lúpus e outras doenças autoimunes;

•             Proteção contra o agravamento da infecção viral, inclusive por Covid-19;

•             Outros

Quanto é considerado um nível nos exames sendo normal ou seguro? Cerca de > 50 nmol/l ou 20ng/ml é o alvo mais aceito atualmente. Os grupos de risco mais suscetíveis à hipovitaminose D, devem considerar as condições clínicas para a manutenção de níveis mais altos (entre 30 e 60 ng/ml), inclusive gestantes.

Segundo diretrizes internacionais, a deficiência grave desta vitamina aparece com uma concentração abaixo de 20 (OH) D <30 nmol/l (ou 12 ng/ml) e isso acarreta dramaticamente em maior risco de mortalidade, infecções e agravamento de muitas outras doenças, e deve ser evitada sempre que possível.

Agora é importante dizer que a deficiência mundial generalizada é contestada por muitos centros internacionais de pesquisa e órgãos governamentais como o europeu.

Aumentar a ingestão oral para quantidades maiores que a necessidade fisiológica podem causar hipercalcêmia (quantidade excessiva de cálcio). Existem muitos relatos de toxicidade, não quando produzida por luz solar UV, mas ingerida em grandes quantidades, provocando fadiga, fraqueza muscular, náuseas, micção frequente, vômitos, e entre outros problemas causar problemas e até lesões renais, ateroesclerose e enrijecimento das paredes arteriais do coração.

A suplementação é eficiente apenas em casos de deficiência grave comprovada! A fim de evitar estes riscos deve ser monitorado o nível de vitamina D no sangue, a concentração de cálcio, magnésio, zinco, vitamina A e o PTH, assim como a saúde intestinal, óssea e renal e o estado de saúde como um todo.

A diferença entre o veneno e o remédio está na dose, já dizia Paracelso.

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