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São Paulo

Após 32 casos de Covid, Ponte veta dirigentes de treinos e fecha o estádio Moisés Lucarelli

Redação Gazeta Regional

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Em meio a um surto de Covid-19, com 32 profissionais afetados desde o início da temporada, a Ponte Preta passou a adotar nesta semana medidas mais rígidas em relação ao protocolo para tentar frear a disseminação do vírus dentro do clube.

Entre elas está o fechamento do Estádio Moisés Lucarelli. Com exceção da portaria, da segurança e de dois funcionários para a manutenção do gramado, a determinação é que as demais atividades que eram realizadas no Majestoso sejam realizadas de forma remota pelos responsáveis, em regime “home office”.

Assim, os treinos acontecem exclusivamente no CT do Jardim Eulina e com uma circulação menor de pessoas no dia a dia. Estão liberados apenas os funcionários “absolutamente necessários” para realização das atividades, como jogadores, treinador, preparador físico, médico, por exemplo, ficando proibida a entrada de dirigentes no local – além da assessoria de imprensa, entre outras funções.

As dependências do CT também estarão fechadas, e os jogadores não poderão acessar o vestiário, a banheira e a sala de musculação. Os atletas devem chegar trocados direto para o campo e voltar às residências para tomar banho depois do treino.

Outras restrições envolvem o fim do cafe da manhã que era oferecido antes das atividades e a redução do tempo dos treinos para diminuir o convívio coletivo na área do CT.

– Em virtude do alto número de contaminados /afastados por causa da Covid na temporada 2021 – já são 32 pessoas entre atletas e funcionários – a Ponte Preta determinou o endurecimento das medidas que vem implementando desde o início da pandemia, bem como determinou que a Comissão Médica que acompanha o dia a dia do clube faça uma ampla apuração para revisitar todos os procedimentos, verificando se ainda há alguma outra medida que pode ser reforçada – diz a nota no site do clube.

O clube também comunicou que realiza dois testes por semana (o protocolo da Federação Paulista de Futebol exige um) e que a “maior rigidez” com casos suspeitos continuará, com o afastamento da pessoa que apresentar qualquer sintoma, independentemente do resultado do exame.

– Todos os procedimentos de proteção estão sendo reforçados com atletas e funcionários diariamente e uma nova cartilha de orientação diária foi distribuída – conclui a nota.

O surto de Covid no clube teve um aumento considerável depois das viagens para Luziânia (Copa do Brasil) e Ribeirão Preto (Paulistão), com a confirmação de mais 12 casos positivos na última quinta-feira, entre jogadores e staff. Oito atletas e o técnico Fábio Moreno estão na lista dos novos contaminados.

O lateral-esquerdo Yuri, por exemplo, testou negativo no exame pré-jogo, viajou com a delegação de ônibus por três horas até Ribeirão Preto na sexta-feira e apresentou sintomas já no sábado, horas antes do jogo contra o Botafogo-SP. Os demais começaram a ter sintomas a partir da volta para Campinas, no domingo.

Em entrevista sobre o surto de Covid no clube, o coordenador médico do clube, Felipe Abreu, disse ser “impossível” precisar onde o contágio ocorreu e afirmou que a Ponte segue “à risca” os protocolos.

À espera da definição sobre a sequência do Campeonato Paulista, a Ponte mantém a rotina de trabalhos com aqueles atletas que estão disponíveis.

Em reunião na quinta, a FPF suspendeu a quinta rodada, que aconteceria neste fim de semana, quando a Macaca enfrentaria o Santos com um número de opções extremamente reduzido e ainda sem o técnico Fábio Moreno à beira do gramado.

Um novo encontro virtual entre representantes da FPF e os clubes da elite estadual para discutir os próximos passos do torneio está marcado para segunda-feira. A entidade não descarta levar as rodadas seguintes para fora do estado.

Por enquanto, a judicialização da questão está descartada. O placar da votação que decidiu que, neste momento, a FPF não entrará com uma ação contra o governo do estado foi de 9 a 7. A Ponte esteve do lado da maioria.

A princípio, o próximo jogo marcado da Macaca é o dérbi contra o Guarani, inicialmente previsto para 24 de março na tabela, no Majestoso, mas as atividades esportivas estão suspensas em todo o estado durante a fase emergencial do Plano SP para conter o avanço da pandemia.

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Projeto de Lei: Alesp aprova iniciativa de apoio emocional às vítimas da Covid-19

Redação Gazeta Regional

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Iniciativa, que garante atendimento nos Caps, recebeu apoio do deputado Edmir Chedid (DEM)

O Poder Legislativo aprovou na terça-feira, 14, o Projeto de Lei 176/2021, que autoriza o governo estadual a criar um programa de saúde emocional às pessoas que perderam parentes e amigos para a Covid-19. A iniciativa, que recebeu apoio do deputado Edmir Chedid (DEM), beneficiará todo os que necessitam de suporte psicológico em razão da crise provocada pela pandemia.

Segundo o parlamentar, esta proposta garante os atendimentos presenciais por meio dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) ou de órgãos similares, bem como virtuais. “A intenção é garantir a atenção necessária aos que perderam parentes ou amigos nesta pandemia do coronavírus”, completa.

Edmir Chedid explicou que a iniciativa poderá contribuir com as atividades já desempenhadas por alguns municípios. “A preocupação de prefeitos e vice-prefeitos tem sido defendida junto ao governo estadual. Nos últimos meses, por exemplo, tenho reiterado a necessidade da ampliação de recursos para que os municípios possam desenvolver atividades parecidas”, garante.

O parlamentar é autor do Projeto de Lei 223/2020, que institui o Programa de Segurança Alimentar à população em situação de vulnerabilidade social durante o estado de calamidade pública decorrente da pandemia; e do Projeto de Lei 590/2020, que autoriza a suspensão do pagamento de dívidas dos municípios com o governo estadual e com empresas da administração pública.

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Avião cai em área de mata e sete pessoas morrem em Piracicaba; sócio da Raízen e família estão entre as vítimas

Redação Gazeta Regional

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Queda foi em uma área verde próximo à Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatec), no bairro Santa Rosa

Sete pessoas morreram após um avião cair em Piracicaba na manhã desta terça-feira, 14. A aeronave caiu em uma área de mata no bairro Santa Rosa e, com a explosão, um incêndio teve início no local.

Segundo o Corpo de Bombeiros, no avião bimotor estavam o sócio da Raízen Celso Silveira Mello Filho, 73 anos, sua esposa Maria Luiza Meneghel, 71 anos, e os 3 filhos do casal: Celso Meneghel Silveira Mello, 46 anos, Camila Meneghel Silveira Mello Zanforlin, 48 anos, e Fernando Meneghel Silveira Mello, 46 anos. Também morreu o piloto Celso Elias Carloni, 39 anos, e o copiloto Giovani Dedini Gulo, 24 anos.

As vítimas foram carbonizadas e morreram no local. O Corpo de Bombeiros já localizou os sete corpos, segundo a prefeitura.

Quem são os 7 mortos no acidente de avião em Piracicaba
Em nota, a empresa Raízen confirmou a morte do empresário Celso Silveira Mello Filho e família. “Celso era acionista e irmão do presidente do Conselho de Administração da companhia, Rubens Ometto Silveira Mello.”

Segundo a empresa, também estavam no avião a esposa de Celso, Maria Luiza Meneghel, seus três filhos, Celso, Fernando e Camila, o piloto Celso Elias Carloni e o copiloto Giovani Gulo.

Ainda de acordo com os bombeiros, o avião saiu do Aeroporto de Piracicaba com destino ao Pará e caiu logo depois, pouco antes das 9h, em uma área verde ao lado da Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatec).

Segundo a Prefeitura de Piracicaba, o avião modelo King Air B200 saiu do Aeroporto Municipal Pedro Morganti e a queda aconteceu cerca de 15 segundos após a decolagem, em uma plantação de eucaliptos.

O vídeo no início da reportagem mostra o momento que o avião cai ao fundo de um condomínio. Após atingir alguns eucaliptos durante a queda, a aeronave explodiu e teve início um incêndio na mata ao lado da Fatec. Os bombeiros tentam controlar as chamas. Equipes policiais e o Corpo de Bombeiros estão no local e a área foi isolada para a perícia.

A Prefeitura de Piracicaba informou ainda que montou uma força-tarefa reunindo várias secretarias municipais e Serviço Municipal de Água e Esgoto (Semae), para ajudar no resgate e para conter as chamas que se alastraram pela vegetação, após a explosão do avião.

Cerca de 100 pessoas estão no local para auxiliar na ocorrência, segundo a administração. O prefeito Luciano Almeida (DEM) foi até o local.

A área permanece isolada para perícia. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira (FAB), informou em nota que foi acionada e vai para o local para “ação inicial”.

Nessa ação os investigadores identificam indícios, fotografam cenas, retiram partes da aeronave para análise, ouvem relatos de testemunhas e reúnem documentos. O objetivo, segundo o órgão, é prevenir que novos acidentes com características semelhantes aconteçam.

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Butantan detecta 36 variantes do coronavírus em circulação no Estado

Redação Gazeta Regional

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O Instituto Butantan declarou que existem 36 variantes do coronavírus em circulação no Estado, três delas identificadas pela primeira vez. Esta informação é da diretora do Centro de Desenvolvimento Científico do Butantan, Sandra Vessoni, confirmada na segunda-feira, 30, durante evento promovido pelo Instituto do Legislativo Paulista (ILP), em São Paulo.

De acordo com a diretora, o Boletim Epidemiológico da Rede de Alerta das Variantes também identificou outras quatro linhagens da variante Delta. Apesar do número crescente de variantes, os casos de Covid-19 diminuíram no Estado.

Com base nas afirmações prestadas durante o evento, o parlamentar destaca que entre as variantes identificadas de forma inédita no Estado estão a B.1.1621.1, que também é conhecida como “Copa América”; a B.1.540; e a AY.3; com um, cinco e três casos, respectivamente, de acordo com dados da 32° semana epidemiológica, sequenciados até 14 de agosto.

Embora esteja longe de representar a maioria dos casos no Estado, a variante Delta vem se espalhando rapidamente, sendo identificada em 13 das 17 divisões regionais de saúde, correspondendo à 100% das infecções na divisão de Registro; 61,54% na Baixada Santista; 56,41% em São João de Boa Vista; e 43,31% na Grande São Paulo.

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