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Brasil

Ypê dá uma Mãozinha contra as sujeiras mais assustadoras

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Com personagem direto do cinema, a marca apresenta sua maior campanha da linha de produtos Casa, com destaque para água sanitária, multiuso e desinfetantes

Em sua maior campanha da linha de produtos Casa, a Ypê, uma das maiores fabricantes de produtos de higiene e limpeza do país, presente em mais de 95% dos lares brasileiros*, dá uma Mãozinha contra as sujeiras mais assustadoras com seus produtos: Água Sanitária, seis versões do Multiuso, Desinfetante Multissuperfície Antibac, Desinfetantes Ypê Pinho e Desinfetantes Ypê Bak.

Por meio do ‘teste extremo’, a qualidade e alta performance dos produtos já reconhecidas pelos consumidores são mostradas em micro detalhes numa ação de limpeza extrema, com riqueza de detalhes.

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Para sustentar essa grande campanha, a marca traz Mãozinha, um dos personagens mais icônicos do cinema, dos filmes do terror cômico, cansado de estar num ambiente com sujeiras horripilantes e difíceis de serem removidas. A ajuda chega por meio de uma caixa de produtos Ypê que revolucionam o ambiente e, com praticidade, permitem deixar os cômodos limpos, cheirosos e impecáveis.

“Somos movidos por uma inquietação de buscar a inovação e criatividade em tudo que fazemos, que transita pela forma que trabalhamos, fórmulas dos nossos produtos e em como nos comunicamos com os nossos consumidores”, enfatiza Cesar Nicolau, diretor de Marketing da Ypê. “Desde o início do ano, estamos trazendo um conceito inédito em nossas campanhas por meio da exibição detalhada da tecnologia de nossos produtos no momento da limpeza e em ‘testes extremos’ de uso. E, agora, buscamos surpreender os brasileiros com essa propriedade exclusiva para apoiar em nossas ações publicitárias a personagem Mãozinha contra as sujeiras assustadoras”, explica.

Benjamin Yung, Co-CEO da DPZ completa: “Desde que criamos o conceito “Qualidade que se vê, certeza que é Ypê”, nós buscamos formas interessantes de demonstrar os produtos da Ypê em ação. Para apresentar a linha de produtos Casa, não foi diferente. Resolvemos colocar os produtos à prova, limpando a “casa mais suja do mundo”, e ninguém melhor para fazer isso do que o próprio Mãozinha.

“Nos dias que antecederam o lançamento, brincamos com esse universo sobrenatural para gerar ainda mais conversa nas redes sociais, e aproveitamos uma sexta-feira 13 para estrear a campanha,” diz Leandro Dolfini, diretor de Criação da DPZ.

Com abrangência nacional, a Campanha estreou em 13/10 nas redes sociais, na TV e nas mídias online e offline.

Protagonistas contra as sujeiras mais horripilantes
As seis versões do Multiuso Ypê entraram em cena com suas respectivas soluções: desengordurante para limpeza de superfícies; com álcool para dar brilho sem embaçar; tira-manchas que remove as manchas dos tecidos; controle de odores indesejados; antibac com limpeza e proteção em um único produto, eliminando 99,9% dos germes e bactérias; e Green que é hipoalergênico, com ingredientes de origem vegetal e fontes renováveis.

Já a Água Sanitária Ypê, com seu bico direcionador, traz mais segurança durante o uso, evitando desperdícios. Em sua embalagem, a tampa com lacre de segurança minimiza o risco de vazamentos e os rótulos feitos com material resistente à água.

O Desinfetante Multissuperfície Ypê Antibac cuida, higieniza e protege toda família, eliminando 99,9% dos vírus, bactérias, fungos, e é eficaz também contra o vírus da Covid-19. Com gatilho aplicador, torna a limpeza mais prática, com a dosagem certa do jato, sem desperdícios.

Outras linhas de produtos com destaque na campanha são os Desinfetantes Ypê Pinho e os Desinfetantes Ypê Bak. Os Desinfetantes Ypê Pinho são oferecidos em três versões: Tradição, Citrus e Lavanda, que eliminam 99,9% de germes, bactérias e fungos, têm tecnologia de controle de odor e perfumação prolongada. Os desinfetantes Ypê Bak contam com quatro versões: Eucalipto, Lavanda, Floral e Turquesa, grandes aliados para manter a casa limpa, desinfetada e perfumada por mais tempo.

Produção
A campanha foi desenvolvida pela DPZ, envolvendo aproximadamente 200 pessoas numa megaprodução, com set de filmagem em São Paulo em diferentes ambientes, três atores para interpretar o personagem Mãozinha, câmera especial utilizada em grandes produções cinematográficas, diversas próteses da Mãozinha maquiadas nos dias de gravação.

Para gerar uma conversa entre os consumidores antes da campanha ser lançada, algumas ativações foram feitas como o aparecimento do “Mãozinha” na casa em que a gravação do filme aconteceu em São Paulo. E em um supermercado com o carrinho lotado de produtos da marca. Além disso, diversas outras ações de comunicação, como o envolvimento de mais de 30 influenciadores que apreciam a marca e o universo dos filmes.

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Brasil

Autismo e neurodivergência expõem limites de uma sociedade pouco adaptada: 2 milhões de brasileiros com TEA convivem com barreiras invisíveis, ampliadas pelo diagnóstico tardio

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Docente de psicologia da UniFAJ, defende que informação e ambientes adaptados são ferramentas necessárias para uma sociedade mais justa

O Brasil tem cerca de 2,4 milhões de pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), segundo dados do IBGE a partir do Censo 2022. O número representa aproximadamente 1,2% da população e ajuda a dimensionar um debate que vai além do diagnóstico: o de uma sociedade ainda estruturada para um único modo de funcionar. “A sociedade precisa sair da lógica de “normalizar” o indivíduo e passar a adaptar o ambiente: investindo em inclusão real, oferecendo ambientes mais previsíveis e acessíveis, validando as diversas formas de comunicação, e, principalmente, reduzindo o julgamento e ampliando a escuta”, explica a psicóloga e docente do curso de psicologia do Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ), Beatriz Zanarella Cruz.

O conceito de neurodivergência, que inclui o autismo, o TDAH e outros perfis neurológicos, propõe justamente essa mudança de olhar. Em vez de focar no “déficit” do indivíduo, especialistas apontam a incompatibilidade entre diferentes formas de funcionamento e ambientes pouco adaptados como principal fonte de sofrimento.

Na prática, isso se traduz em desafios cotidianos. Pessoas neurodivergentes frequentemente enfrentam sobrecarga sensorial, com incômodo diante de luzes, sons ou estímulos intensos; dificuldades em interações sociais baseadas em códigos implícitos; e exigências de flexibilidade em contextos que não oferecem previsibilidade. Esses fatores podem ser ainda intensos e presentes no Transtorno do Espectro Autista (TEA), acompanhado ou não de limitações cognitivas de aprendizagem. “Vivemos em uma sociedade estruturada para padrões neurotípicos de comunicação, socialização e comportamento, por isso é preciso mais compreensão e empatia para com as pessoas neurodivergentes, já que muitas vezes o sofrimento não está nelas, mas na incompatibilidade com o ambiente. É fundamental que tenhamos processos seletivos menos subjetivos, ambientes escolares preparados e regulados e uma comunicação direta e clara na interação, mudanças que fariam grande diferença”, explica Beatriz.

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O diagnóstico tardio de pessoas com neurodivergência também é apontado como resultado de um comportamento recorrente chamado “mascaramento”. Beatriz esclarece que é quando a pessoa, especialmente no espectro autista, aprende a imitar comportamentos neurotípicos para ser aceita socialmente. “Embora funcione como estratégia de adaptação, o custo pode ser alto: exaustão emocional, ansiedade e perda de identidade”,

Apesar do avanço das discussões, o TEA ainda é cercado por ideias simplificadas, como a de que existe uma “epidemia de autismo”. O que os especialistas defendem é que o aumento recente de diagnósticos inclui fatores como maior acesso à informação, ampliação dos critérios diagnósticos e aumento de profissionais capacitados.

Diagnóstico precoce e apoio fazem diferença
O TEA se manifesta principalmente em dois eixos: comunicação/interação social e padrões restritos e repetitivos de comportamento. Os sinais podem surgir ainda na infância, como pouco contato visual, atraso na fala ou baixo interesse por interação social.

Para Beatriz, a identificação precoce é considerada um dos fatores mais importantes para o desenvolvimento. “Isso porque permite intervenções em uma fase de maior plasticidade cerebral, favorecendo autonomia, comunicação e qualidade de vida.”

Na psicologia, o foco atual se afasta da tentativa de “eliminar sintomas” e prioriza a redução do sofrimento e a construção de estratégias funcionais, respeitando a individualidade de cada pessoa.

Mais do que inclusão, trata-se de reconhecer que não existe uma única forma “correta” de funcionar. E que ampliar esse entendimento não beneficia apenas pessoas neurodivergentes, mas toda a sociedade. E, para famílias que recebem o diagnóstico fica o recado de que ele não define o indivíduo, mas abre caminhos para compreendê-la melhor. “Com informação, suporte e menos julgamento, o que se constrói não é limitação, é possibilidade”, finaliza Beatriz.

Sobre a especialista:
Beatriz Zanarella Cruz é graduada em Psicologia pela Universidade São Francisco (2006). A profissional é especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional pelo Centro Universitário Amparense – UniFIA (2014) e em Psicologia Hospitalar por meio de Prova de Títulos do Conselho Federal de Psicologia – CFP (2018). Mestre em Psicologia pela Universidade São Francisco (área de concentração: Avaliação Psicológica; linha de pesquisa: Construção, validação e padronização de instrumentos de medida) (2008) e Doutora em psicologia pelo Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Psicologia (área de concentração – Avaliação Psicológica.

Integra o Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – BASIs para os atos autorizativos de Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento de Cursos de Graduação. Atualmente é docente no Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ) e psicóloga no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS I) da Prefeitura Municipal da Estância de Socorro.

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Brasil

Eleições 2026: saiba quem pode atuar como mesário voluntário e inscreva-se

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Pode se inscrever quem tem mais de 18 anos e está em dia com a Justiça Eleitoral, mas existem algumas restrições; confira

As Eleições 2026 aproximam-se e a Justiça Eleitoral continua a mobilização em busca de cidadãs e cidadãos que atuarão na linha de frente da votação. A regra geral para se tornar mesário voluntário é simples: qualquer pessoa maior de 18 anos que esteja em situação regular perante a Justiça Eleitoral pode se candidatar. No entanto, a legislação estabelece alguns critérios de impedimento para garantir a imparcialidade do processo.

  • Não podem atuar na função:
  • Candidatas e candidatos, seus cônjuges e parentes até o 2º grau;
  • Integrantes de diretórios partidários com cargos executivos;
  • Autoridades públicas e agentes das forças policiais;
  • Servidores do Poder Executivo ocupantes de cargos de confiança;
  • Colaboradores e funcionários vinculados à Justiça Eleitoral;
  • Agentes prisionais, profissionais de escolta, vigilância penitenciária e integrantes das guardas civis municipais.
  • Como fazer a inscrição
  • O cadastro para mesário voluntário pode ser feito de forma prática, sem sair de casa. Interessados têm a opção de se inscrever pelo site do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ou aplicativo e-Título (menu “Mais Opções”, opção “Mesário Voluntário”). Também é possível realizar o registro presencialmente nos cartórios (endereços das zonas eleitorais).
  • Benefícios oferecidos:
  • Folgas trabalhistas: dois dias de folga para cada dia trabalhado e dois dias de folga para um ciclo completo de treinamento, em qualquer modalidade (presencial ou on-line);
  • Auxílio-alimentação: para as Eleições 2026, o valor do auxílio por dia de atuação foi fixado em R$ 65 (Portaria TSE nº 86/2025);
  • Vantagens acadêmicas e profissionais: estudantes de instituições de ensino superior conveniadas podem utilizar as horas trabalhadas como atividade extracurricular;
  • Desempate em concursos: a atuação pode servir como critério de desempate em concursos públicos, caso previsto no edital.

Seleção dos voluntários
O processo de seleção prioriza os voluntários da própria seção eleitoral. Após a inscrição, o cartório analisa a ficha para verificar a existência de vagas e a ausência de impedimentos legais. Caso aprovada, a pessoa recebe a convocação e passa por treinamento para aprender funções como operar a urna eletrônica, identificar eleitores e organizar a fila na seção. A Justiça Eleitoral reforça que a inscrição não garante a convocação imediata, mas coloca o cidadão na base de dados prioritária para o suporte às eleições.

Outras informações estão disponíveis na página de Perguntas e Respostas sobre o tema, disponível no site do TRE-SP. A Justiça Eleitoral paulista também lançou a campanha #OrgulhoDeSerMesário, que destaca experiências de quem já viveu o dia da eleição por dentro. Os relatos ajudam a mostrar que, além da responsabilidade, a função também é marcada por encontros, histórias e senso de pertencimento. Confira os vídeos.

Em São Paulo, dois terços (67%) dos mais de 412 mil mesários atuaram de forma voluntária no 1º turno das Eleições 2024. Já na comparação entre homens e mulheres, elas levam vantagem. Cerca de 300 mil mulheres colaboraram com o pleito no estado, 72% do total. O índice vem se repetindo há pelo menos três eleições, com 67% de participação feminina em 2020 e 70%, em 2022.

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Eleições 2026: outubro tem datas do 1º e do 2º turnos definidas pela Constituição

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Brasileiros irão às urnas para escolher presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais; participação consciente fortalece a democracia

As Eleições 2026 acontecerão em 04 de outubro, primeiro domingo do mês. Caso haja segundo turno, ele será realizado em 25 de outubro, último domingo do mês. As datas seguem o que determina a Constituição Federal para as eleições de cargos estaduais e federais.

Neste ano, os eleitores irão votar para os cargos de presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais. O pleito é considerado um dos mais importantes da democracia brasileira, já que define representantes responsáveis por decisões que impactam diretamente a vida da população nos próximos anos.

A partir deste pleito, também entram em vigor novas datas de posse. Com a Emenda Constitucional nº 111/2021, o presidente tomará posse em 5 de janeiro e os governadores em 6 de janeiro. Antes, ambas aconteciam em 1º de janeiro.

O segundo turno ocorre apenas em eleições para cargos do Poder Executivo, como presidente e governador. Para vencer no primeiro turno, o candidato precisa obter maioria absoluta dos votos válidos, excluindo brancos e nulos. Caso isso não aconteça, os dois candidatos mais votados disputam uma nova votação.

Mais do que uma obrigação eleitoral, o voto também representa um exercício de cidadania. Buscar informações, acompanhar propostas e avaliar o histórico dos candidatos são atitudes que ajudam o eleitor a fazer escolhas mais conscientes.

As eleições brasileiras nem sempre ocorreram em outubro. Ao longo da história, os pleitos já foram realizados em diferentes meses, como março, novembro e dezembro, conforme as regras constitucionais e o contexto político de cada época.

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