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Sonho da casa própria: Aquisição de imóveis por leilões crescem no Brasil

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A compra de imóveis feita através de leilão tem sido uma prática que cresce mais a cada ano por conta de um dos seus maiores atrativos: o preço baixo. Um dos motivos do aumento da quantidade de ofertas de imóveis em leilão é o crescente número de inadimplência daqueles que não conseguem efetuar o pagamento das prestações de financiamento imobiliário, o que acaba gerando a perda dos imóveis, que serão levados a leilão para o pagamento das dívidas.

A maior vantagem de comprar um imóvel em leilão é a economia, pois existe a possibilidade de conseguir adquirir uma residência a um valor abaixo do que é praticado no mercado. Em alguns casos, o comprador consegue descontos de até 50% Outro benefício dessa modalidade de compra é a transparência.

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Segundo o especialista no setor o Leiloeiro Oficial, da Silveira Leilões, Marcelo Silveira, a compra de um imóvel requer muita procura, pesquisa e apuração de inúmeros fatores. E dentro das diversas negociações possíveis para adquirir um imóvel, o leilão de imóveis vem se destacando e ganhando cada vez mais adeptos. “Os leilões são excelentes oportunidades para adquirir uma propriedade por conta dos benefícios financeiros que eles oferecem aos compradores”.

Mas, é preciso ter atenção, pois, caso você nunca tenha participado de um leilão, é indicado que você obtenha alguns conhecimentos antes de tentar arrematar um bem. Caso você tenha interesse em conhecer o mundo dos leilões de imóveis antes de tomar qualquer decisão, existem empresas especializadas no assunto, que disponibilizam todas as informações que você precisa e qualquer um pode participar dos eventos.

Como funciona um leilão de imóveis?
Um leilão de imóveis é uma forma diferente de vender bens para o público interessado. Geralmente, o leiloeiro faz um anúncio dos imóveis que serão leiloados, estabelecendo um valor mínimo para sua aquisição, que acontecerá por meio de uma disputa entre os possíveis compradores. Assim, os concorrentes fazem o lance e vence quem fizer a oferta mais alta.

Nessa conjuntura, surge a figura do arrematante do imóvel. Normalmente, o leilão se desenvolve a partir de ações de execução judicial nas quais o juiz determina a venda da propriedade para pagar uma dívida para um ou mais credores. Outra situação bastante comum envolve os financiamentos imobiliários, porém, nesse caso, os bancos é que organizam e efetuam o procedimento.

Qual o passo a passo para participar de um leilão de imóveis?

  1. Leia atentamente o edital

Marcelo explica que o primeiro passo da lista de dicas é que você comece lendo o edital com bastante cuidado e atenção para ter certeza de que fará um bom negócio. Neste documento estarão registrados todos os dados mais importantes dos imóveis, como a forma e as condições de pagamento, o estado de conservação do bem, os critérios de venda, o lance inicial, a comissão do leiloeiro, o modelo de contrato, os impostos e as taxas que serão pagas pelo comprador.

  1. Realize seu cadastro

“É essencial que você realize seu cadastro no site, caso o leilão seja online, e aceite os termos e condições preestabelecidos. Porém, primeiro é importante que você confirme que a página é oficial, se o endereço eletrônico está correto e oferece segurança”, ressalta o especialista.

Não esqueça, ainda, de verificar a reputação do leiloeiro responsável através de uma pesquisa em redes sociais e sites de reclamação. Outra dica é: não faça pagamentos adiantados!

  1. Avalie o preço das propriedades

Geralmente, os imóveis oferecidos em leilão são comercializados com um preço abaixo do valor de mercado. Porém, uma boa dica é fazer uma comparação dos valores deles com as oportunidades oferecidas pelos corretores ou imobiliárias. Em caso de dúvidas, procure conversar com alguém que entenda do assunto para evitar arrependimentos.

  1. Confira se o imóvel tem dívidas

Fique atento e observe as informações relacionadas a débitos pendentes que deverão ser quitados pós-compra. O próprio edital indica se há dívidas de Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU), de taxas condominiais em atraso e outras pendências que não impedem o leilão do imóvel. Ao tomar conhecimento das dívidas, o arrematante pode se preparar para despesas extras.

  1. Participe dos pregões

Os pregões ou anúncios, são realizados em duas modalidades: leilão presencial ou vendas online. Os imóveis são oferecidos com descontos sobre o valor da avaliação, porém, não existe um percentual fixo. Os leilões ocorrem por falta de pagamento do financiamento imobiliário, por ordem judicial ou são feitos por empresas ou pessoas que desejam vender propriedades.

Vantagens de comprar um imóvel em leilão

  1. Mais economia

Caso você esteja procurando economizar recursos financeiros na hora de comprar um imóvel, o leilão pode ser a sua melhor solução. Você conseguirá economizar comprando um imóvel em leilão porque esses bens sofrem uma redução considerável no preço para que sejam vendidos com mais agilidade. Por exemplo, é possível encontrar imóveis com valores abaixo da média e até 70% de economia.

  1. Menos tempo de espera

A aquisição de um imóvel através de leilão gera menos tempo de espera para quem deseja entrar logo no seu imóvel novo. Se for necessária a compra de um terreno e a construção de uma casa, por exemplo, pode demorar bem mais para você entrar na casa nova, além de trazer também vários transtornos. Os leilões oferecem imóveis prontos, com preço competitivo e do jeito que você precisa.

  1. Oportunidade de obter lucros

Sabemos que em momentos de crise os índices de inadimplência sobem bastante no nosso país. Isso porque muitas pessoas deixam de pagar seus financiamentos imobiliários, empresas quebram e surgem ótimas oportunidades para a arrematação de imóveis em todas as regiões e de todos os padrões. Essas são as oportunidades mais propícias para obter lucros através de leilões imobiliários.

  1. Condições de pagamento

Ao participar de um leilão de imóveis online, o arrematante pode usar diversas formas de pagamento. Não é sempre que você precisa ter todo o dinheiro para quitar o imóvel à vista, há situações que é permitido fazer o parcelamento com o auxílio de uma instituição financeira ou através de depósitos em juízo, caso a compra tenha surgido em virtude de ação judicial.

  1. Chance de realizar um sonho

Comprar a casa própria é o sonho de todo brasileiro e caso você tenha reservado uma determinada quantia para comprar seu próprio imóvel, um leilão de imóveis é a melhor chance de realizar seu sonho. Utilize sua reserva financeira para pagar o bem à vista ou para dar de entrada e verifique a possibilidade de financiar o restante. Além disso, procure conversar antecipadamente com o leiloeiro sobre as possibilidades.

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Brasil

Reconstrução mamária é pauta prioritária para a sociedade brasileira

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Em reuniões com o Ministério da Saúde, em Brasília, Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) defende a ampliação do procedimento no SUS como parte importante do tratamento de câncer de mama

A reconstrução mamária, etapa fundamental não apenas como procedimento estético, mas também no tratamento integral do câncer de mama, tem pautado de forma prioritária as reuniões entre a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e o Ministério da Saúde. Como procedimento, a reconstrução mamária demonstra resultados expressivos na reabilitação física e psicológica das pacientes. “No entanto, em detrimento de tantos benefícios, estamos diante de uma realidade preocupante”, observa o mastologista Guilherme Novita, presidente da SBM. Levantamento recente revela que entre as pacientes submetidas à mastectomia no Sistema Único de Saúde (SUS) apenas 20,5% passam por cirurgia reconstrutiva com implante de prótese.

Recentemente, a SBM, representada pelo presidente Guilherme Novita, o secretário-adjunto Darley de Lima Ferreira Filho, o coordenador do Departamento de Residência Médica José Pereira Guará, e o mastologista titular Guilherme Figueira, reuniu-se em Brasília com dra. Guacyra Bezerra (DECAN) e dr. Fernando Figueira (DAHUD), da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde, do Ministério da Saúde, para tratar da pauta da reconstrução mamária como tema prioritário para a sociedade brasileira.

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“Quando consideramos o grande número de mulheres que não passam pela reconstrução mamária no SUS, ou seja 80%, estamos falando de um terço de uma população com menos de 50 anos de idade. Estamos falando de mulheres com vida social, conjugal e mesmo profissional comprometida pela não realização de um procedimento que é um direito assegurado por lei”, ressalta Novita.

Em vigor desde novembro do ano passado, a Lei nº 15.171/2025 ampliou o direito das mulheres de recorrerem ao SUS para a realização da cirurgia de reconstrução em casos oncológicos e também em situações de malformações, mamas tuberosas, grandes assimetrias, gigantismo, entre outras ocorrências. A legislação também ganhou importância por permitir a simetrização da mama contralateral.

A Lei nº 15.171/2025 alterou uma norma anterior (Lei nº 9.797/1999) que garantia a reconstrução mamária em casos de mutilações decorrentes de câncer de mama. Em 2013, uma emenda a esta mesma legislação acrescentou que o procedimento deveria ser realizado imediatamente, em condições clínicas favoráveis, após a retirada parcial ou total da mama devido ao tratamento de câncer ou tardiamente, quando a paciente apresentasse os requisitos necessários para a cirurgia.

Os dados do SUS, que indicam apenas 20,5% das pacientes submetidas à reconstrução mamária, tornam-se ainda mais alarmantes quando comparados com a rede suplementar. No sistema que contempla planos de saúde e seguro privado, aproximadamente 25% das pacientes submetidas à mastectomia, mesmo sem contraindicações clínicas, não realizam o procedimento. “Isso demonstra uma realidade invertida sobre reconstrução mamária no Brasil”, reforça.

Para que o vigor da lei e sua aplicação sejam realidade no Brasil, o presidente da SBM observa que o procedimento não depende exclusivamente da decisão da paciente. Também ressalta que o País dispõe de um grande número de especialistas com aprimorado conhecimento médico para realizá-la e destaca pontos que merecem reflexão e ações efetivas.

O Sistema Único de Saúde, segundo o mastologista, paga em média R$ 500 por uma reconstrução em hospital público. “Este valor não cobre o pagamento de uma prótese, que em acordos pontuais e excepcionais é negociada entre R$ 800 e R$ 1.000. Mas de forma geral, o preço de uma prótese supera R$ 1.000”, diz. Como consequência, a SBM destaca que alguns poucos hospitais públicos absorvem o prejuízo e autorizam a cirurgia. “A maioria, no entanto, não realiza o procedimento.”

Outra situação decorrente desta realidade no sistema público, e que merece atenção, é a formação de “filas de reconstrução mamária tardia”, que leva muitas mulheres a desistirem do procedimento. “É preocupante, pois essas filas não são prioridade por não configurarem procedimento oncológico. Também acabam representando custos maiores, porque requerem uma segunda internação com todas as demandas que ela representa”, pontua.

Para Guilherme Novita, a reconstrução mamária não deve ser vista como mera intervenção cirúrgica, mas parte fundamental no tratamento do câncer de mama. “Por esta razão, a SBM conclama o apoio de mastologistas de todo o País para definir um modelo adequado a cada região brasileira e defende ajustes e aprimoramento nas políticas públicas. “De forma mais abrangente, considerando a realização efetiva da reconstrução mamária no SUS, nossa perspectiva é curar não só o câncer, mas a pessoa que passa pela doença”, conclui.

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Brasil

Exame de sangue para diagnóstico de câncer de mama preocupa sociedades médicas

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Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) destaca a falta de validação científica para uma tecnologia que se propõe a detectar a doença de forma precoce

Testes chamados de “biópsias líquidas” ou “testes genéticos” têm alcançado ampla visibilidade a partir de órgãos de imprensa e redes sociais. Por meio de exame de sangue, a tecnologia se propõe a auxiliar no rastreamento precoce do câncer de mama. Ao mesmo tempo, divulgações sobre o método vêm mobilizando as mais importantes entidades médicas do País, entre elas a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM). “Na realidade, não existem exames de sangue validados pela prática médica e por verificação científica como métodos de detecção precoce da doença”, afirma Guilherme Novita, presidente da SBM. A mamografia, ressalta o mastologista, é o único exame de rastreamento com eficácia comprovada na redução da mortalidade por câncer de mama em mulheres.

De acordo com o levantamento divulgado pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer), o Brasil deve registrar 78.610 novos casos por ano no triênio 2026-2028. Diante de uma perspectiva desafiadora não apenas na rede pública, mas também para a saúde suplementar que contempla planos e seguros particulares, a SBM vê com preocupação a veiculação de informações sobre testes conhecidos como “biópsia líquida” ou “testes genéticos”.

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Por meio de exame de sangue, e sem a necessidade de solicitação médica para a realização, a tecnologia que não tem validação se propõe a detectar alterações ligadas ao crescimento de células tumorais que possam indicar precocemente o câncer de mama.

De acordo com o mastologista Guilherme Novita, testes não validados podem causar uma falsa sensação de segurança nas mulheres. “Outro aspecto igualmente preocupante é a diminuição da adesão das pacientes às formas consagradas pela ciência e prática médica para diagnóstico precoce da doença.”

Como método, a mamografia de rastreamento permanece como estratégia de saúde mais eficaz para a detecção do câncer de mama em estágio inicial. Desde o ano passado, a recomendação do Ministério da Saúde para a realização regular do exame foi ampliada com a inclusão de mulheres a partir dos 40 anos de idade.

O diagnóstico precoce proporcionado pela mamografia, segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, está associado a tratamentos cirúrgicos menos extensos, muitas vezes sem necessidade de quimioterapia, maiores taxas de cirurgias conservadoras da mama e melhores resultados estéticos, aspecto de extrema relevância, considerando que a mama é um símbolo importante da feminilidade e da identidade corporal da mulher. “Diante de tantos benefícios, ao invés de recorrer a testes sem validação, é fundamental que as mulheres consultem um mastologista e sigam realizando a mamografia de forma frequente e regular”, conclui Guilherme Novita.

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Brasil

VPJ expande presença das raças Brangus e Ultrablack na pecuária nordestina com leilão em Maceió (AL)

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A VPJ Pecuária realiza no próximo dia 16 de maio, na capital alagoana (Maceió), o 2º Leilão VPJ Genetics – Edição Nordeste e 5º Leilão de Produção Bezerras de Futuro. O evento integra a programação da 13ª ExpoAlagoas Genética, no Parque da Pecuária. O remate faz parte da estratégia do criatório para ampliar a presença das raças Brangus e Ultrablack no Nordeste, apontado como a nova fronteira agropecuária do Brasil.

Com transmissão pela TV Agreste e Lance Rural, serão ofertados 30 touros e 40 bezerras Brangus e Ultrablack, além de matrizes, pacotes de embriões e cotas de reprodutores em coleta nas principais centrais de inseminação artificial. “Estamos oferecendo o que há de mais avançado no melhoramento genético dessas raças, com a proposta de acelerar a formação de novos plantéis”, afirma Valdomiro Poliselli Júnior, titular da VPJ Pecuária.

A trajetória do criatório ajuda a explicar a relevância do remate. A VPJ Pecuária está entre os grupos pioneiros no fortalecimento do Brangus e foi uma das primeiras a acreditar no potencial do Ultrablack. Os animais descendem dos melhores touros norte-americanos, destacados em criteriosas provas de avaliação, desempenho, performance e qualidade de carne.

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Antes mesmo de atuar com essas raças, a propriedade já investia de forma pioneira em seleção apurada, importação massiva de linhagens superiores e programas técnicos envolvendo bovinos Angus e ovinos Dorper. É um trabalho sustentado por tecnologias como a genômica, ultrassonografia de carcaça, provas de performance, testes reprodutivos e forte pressão de seleção. O resultado foi a produção de touros reconhecidos nacionalmente, presentes nas mais importantes centrais de inseminação, além de doadoras comprovadas no mercado.

Raças que atendem diferentes mercados
No Nordeste, o Brangus e o Ultrablack ganham espaço em múltiplas demandas econômicas. Na pecuária de corte, destacam-se pela produção de animais precoces, pesados, férteis e com excelente rendimento de carcaça e qualidade de carne, atributos que rendem bonificações pagas por frigoríficos. Essas raças têm a capacidade de agregar valor à toda produção, sendo adaptados também ao clima semiárido.

Para o criador que deseja iniciar plantel, a oferta de embriões e jovens doadoras representa a oportunidade de entrar no segmento apoiado por um criatório com mais de três décadas de pioneirismo em programas de melhoramento genéticos e performance.

“A escolha de Alagoas reforça o protagonismo do estado em uma pecuária moderna, sustentada pelo uso de biotecnologias como a inseminação artificial, com índices historicamente acima da média nacional. Alagoas também foi pioneiro no Nordeste ao consolidar uma marca de carne certificada pelo Brazil Beef Quality, evidenciando um mercado atento à qualidade de carne e à remuneração por desempenho”, afirma Rafael Andrade,  gerente de pecuária do criatório.

“Boi Preto” da vaquejada
Outro mercado em expansão é o das competições de vaquejada, uma das maiores tradições culturais do Nordeste. A chamada “boiada preta”, também conhecida como “boiada da disputa”, ganhou valorização nas competições por reunir porte, resistência e performance diferenciada. Nesse cenário, o Brangus e o Ultrablack são ideais para abastecer as competições.

Exportação de boi em pé
As duas raças também despertam interesse de projetos de exportação de gado vivo. A localização estratégica do Nordeste, próxima a portos exportadores, favorece embarques para mercados como o Oriente Médio. Com capacidade de produzir animais jovens, precoces e de alto rendimento, o Brangus e o Ultrablack se encaixam perfeitamente em uma demanda crescente, onde há preferência por pelagem preta.SERVIÇO

2º Leilão VPJ Genetics – Edição Nordeste e 5º Leilão Bezerras de Futuro
Data:
 16 de maio de 2026,  às 16h
Oferta: Reprodutores,  jovens doadoras, embriões e cotas de touros de central
Local: Parque da Pecuária, em Maceió, durante a Expogenética Alagoas.
Informações: Rafael VPJ (19) 99327-4005 e Reginaldo VPJ (19) 97161-2322
Cadastro e Reserva de Mesas: Agreste Leilões – (82) 98133-3226 (Yasmin)
Transmissão: TV Agreste e Lance Rural

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