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Economia

Praticas para ter segurança financeira

Juliana Vilas Boas

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Juliana Vilas Boas
Consultora financeira
Planejamento pessoal e empresarial

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Oi meu povo rico!!! Hoje eu te pergunto: como você lida com o seu dinheiro?

Lidar com dinheiro é um grande desafio para muitas pessoas. Ter uma reserva de emergência para gastos inesperados como, um carro que quebra, uma doença, é um assunto que deixa muita gente em pânico.

Porém, se criarmos o hábito de reservarmos parte de nossa renda mensal, as rendas extras como 13º salário, adicional de férias ou mesmo um extra que veio de algum trabalho de freelancer, podemos enfrentar mais sossegadamente as dificuldades que aparecem no meio do caminho. Além de ter uma reserva de emergência, é importante saber onde colocar suas reservas, pois as tradicionais aplicações como poupança, que um dia já foram investimentos bem interessantes hoje em dia já não são mais.
Recentemente vi esta matéria da Carol Paiffer, CEO da ATOM Educacional, para o Portal Administradores, onde ela dá algumas dicas para ter mais segurança financeira. “São dicas que servem para todo mundo, seja para investirem R$ 50 ou R$ 10 mil”, afirma Carol.

  1. Invista em conhecimento
    “Quando se fala em investimento, sugiro que as pessoas façam dois tipos de investimento: um é o investimento em conhecimento e outro é o investimento em dinheiro.
    Para investir com sabedoria e segurança é necessário investir tempo e dinheiro para adquirir conhecimento. Só o conhecimento é capaz de proporcionar autonomia financeira. E como “conhecimento” não me refiro apenas ao conhecimento sobre investimentos. Quando uma pessoa entende todas as áreas de sua vida, ela consegue ter relacionamentos profissionais e pessoais em equilíbrio e percorre, por exemplo, uma trilha financeira com mais segurança. Só esse conhecimento nos liberta para o sucesso.
    Há muito conhecimento online e gratuito sobre qual a melhor forma de investir dinheiro, seja R$50,00 ou R$10.000,00. Existem boas opções para todos bolsos e hoje em dia não dá para deixar dinheiro parado porque, com a taxa Selic baixa do jeito que está, um capital desvaloriza muito rápido”.
  2. Diversifique seus investimentos
    “O primeiro ponto, é aprender que é necessário diversificar investimentos, independente da quantia que tenha para aplicar. A dica é avaliar as possibilidades e escolher primeiro sempre uma opção de investimento de renda fixa – ou seja, curto prazo e menos risco, e outra como por exemplo investimentos em ações, também chamado de renda variável, de longo prazo e que envolvem riscos. Ou seja, é muito importante ter um “pé de meia” em renda fixa, antes de se envolver com investimentos de renda variável.
    A grande dificuldade das pessoas em geral é fazer investimentos de longo prazo para viabilizar grandes despesas futuras que são previsíveis como, por exemplo, a faculdade dos filhos ou mesmo uma aposentadoria tranquila”.
  3. Crie bons hábitos financeiros
    “Investimentos de longo prazo devem ser iniciados o antes possível, pois leva-se um tempo considerável para acumular o valor desejado. A minha dica que é se crie o hábito de separar toda e qualquer renda extra que se consiga, seja uma pequena quantia oriunda da venda de trufas de chocolate ou de um job freela ou um 13º salário. E essa renda extra é que deve ser aplicada a longo prazo, assim literalmente sai de circulação e torna-se a realização de algum sonho planejado.”
  4. Estude muito antes de investir
    “Um dos investimentos a longo prazo que estão mais em alta é comprar ações de empresas listadas na Bolsa de Valores (B3). Dentro deste tipo de investimento também há operações de longo prazo, que são mais complexas e é necessário ter quantias mais altas na mão.
    Mas há também o daytrade, em que operações são abertas e encerradas no mesmo dia. Para aprender a atuar como daytrader, o ponto de partida é fazer bons cursos para aprender a parte prática da operação, mas também é vital adquirir conhecimento sobre o mercado para saber avaliar qual empresa está ou não bem posicionada.
    Vale muito a pena investir em treinamentos e cursos específicos, antes de investir dinheiro próprio como daytrader. Em geral, as pessoas abrem primeiro uma conta numa corretora para então começar a aprender. E é justamente nesse momento que as pessoas acabam perdendo dinheiro.”
  5. Não arrisque logo de cara
    “Fazendo um paralelo, investir na Bolsa de Valores é como comprar um imóvel. Todo mundo quando vai comprar um imóvel tentar encontrar uma opção com o menor valor de investimento possível e na hora de vender, anos depois, sempre tenta vender por um valor superior, não é isso? Então, investir na Bolsa é exatamente isso: ter conhecimento de mercado (economia, política etc) para fazer escolha inteligentes no momento certo.
    A dica para aprender a investir com segurança na Bolsa é não começar operando o próprio dinheiro. Hoje já é possível aprender a atuar como daytrader por meio de simuladores virtuais e começar a operar com dinheiro das empresas que ensinam a profissão.
    E, para fechar, quando se começa a ganhar dinheiro com daytrade é já reservar também a quantia ganha para fazer novos investimentos e assim por diante. Parece complicado, mas quando se pega o jeito é bem interessante e dá muita autonomia a quem investe dessa maneira.”

Espero que estas dicas possam ajuda-los. Tenha uma ótima semana! Bye!

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Economia

Dia dos namorados e a expectativa de um comércio aquecido

Edilaine Alves

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Com a comemoração do Dia dos Namorados neste final de semana o comércio tem uma grande expectativa de que a data criada exatamente com fins de estimular as vendas tenha um efeito semelhante ao que se viveu no Dia das Mães e estimule um crescimento nas vendas. O comércio e outros setores que vinham sofrendo com a baixa rentabilidade causada pela pandemia no início do ano tiveram uma recuperação com as boas vendas registradas na última data comemorativa e poderão respirar ainda mais aliviados caso as expectativas para o dia dos namorados se confirmem.

A esperança é de que até o domingo o Dia dos Namorados resulte num bom número de vendas para os comércios locais e também por meio da internet. Acredita-se que o aumento deverá ser de 20%o que é um número considerável principalmente quando avaliamos com os números de 2020 em que a data foi vivida durante o momento mais difícil da crise sanitária e econômica gerada pela pandemia do novo coronavírus.

Mesmo que a normalidade da vida pré-pandemia ainda não tenha sido retomada, neste ano a população já está mais adaptada a este estilo de vida de isolamento ao qual todos estão obrigados pelo novo coronavírus. Também temos que considerar que ao contrário de 2020 que muitas pessoas não saíram de casa e nem viram as pessoas amadas presencialmente por causa dos lockdowns, barreiras sanitárias ou pelo temor da doença, neste ano as pessoas já estão podendo sair de suas casas, ainda que respeitando diversas regras de cuidado sanitário. Assim as pessoas neste ano já estão mais confiantes para irem às compras e gastarem.

Os comerciantes também já entenderam melhor a dinâmica de como vender para um cliente que muitas vezes não pode ser atendido presencialmente ou cujo presente não será entregue pessoalmente. Muitos comerciantes hoje planejam a criação de kits ou outros produtos diferenciados que faça com que o cliente se sinta mais atraído a comprar mesmo à distância.

Segundo um levantamento realizado pela Consultoria Internacional Bip e pelo Instituto Qualibest, 54% dos clientes ainda planejam comprarem os presentes que serão dados para parceiros pela internet. Isto pode muito mais do que ser um simples sinal referente a pandemia e as necessidades de distanciamento social, mas também porque a clientela realmente adquiriu novos costumes ao longo deste período e agora acaba preferindo a facilidade oferecida pela internet.

Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviço e Turismo em 2021 deverá se movimentar R$ 1,65 bilhões, o que equivale a um crescimento de 2,5% com relação aos números registrados em 2020. O número pode parecer modesto, mas temos de lembrar que este ano além da inflação causada pela crise econômica, no ano anterior neste período muitas pessoas estavam recebendo o Auxílio Emergencial. O benefício pago pelo Governo Federal serviu como um estímulo e permitiu que as pessoas presenteassem seus amados apesar de todas as dificuldades econômicas que viviam.

Neste ano se deverá vivenciar um aquecimento e o dia dos namorados também deverá ser feliz para comerciantes e para aqueles que prestam serviços que serão consumidos/utilizados neste período. Ainda é difícil que comerciantes passem a ver o ano de 2021 diante de um saldo positivo, a realidade é que muitos ainda seguem enfrentando e tentando superar os prejuízos acumulados ao longo do último ano, mas ainda assim será mais um momento de folga para um grande arroxo que vinha preocupando a categoria.

Podemos esperar que com o crescimento nos números que vem se registrando nas vendas em cada uma das datas comemorativas registradas ao longo de 2021 os comerciantes consigam equilibrarem suas contas e até mesmo entrarem em 2022 fora do vermelho. Para muitos o futuro esperado para o próximo ano é apenas a possibilidade de poder iniciar o período com uma clientela presente após a vacinação massiva da população e números no azul.

É difícil cravar uma certeza econômica para o Brasil, para o estado de São Paulo ou para a nossa região para o restante do ano. Sabemos que a economia brasileira nunca foi muito estável e num período como o atual é ainda mais incerto o que se pode esperar. Mudanças no cotidiano político podem afetar gravemente momentos de recuperação ou podem acelerar fortemente períodos de crescimento.

Ainda assim sem uma certeza para a qual possamos nos agarrarmos, a verdade é que o futuro que apenas vislumbramos para o ano seguinte é muito mais promissor do que o cenário que enxergávamos quando olhávamos para 2021 neste mesmo período de 2020. Neste ao já é possível se imaginar com um próximo ano com as pessoas de voltas as ruas, produzindo consumindo e fazendo com que a economia brasileira se mantenha viva e ativa.

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Economia

Empreender em pleno curso de Pandemia COVID 19

Redação Gazeta Regional

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Empreender na abertura de um segmento comercial, foi uma alternativa tomada pelo casal FELIPE E CAMILA no enfrentamento  da grande crise causada pelo novo corona-vírus. Com a perda do emprego em uma grande empresa comercial em meados do final de 2019 Felipe e Camila resolveram enfrentar o desafio de abrirem uma atividade comercial. Foi uma tarefa muito difícil em um cenário de incertezas em que vivemos, em meio a uma pandemia que atinge a saúde emocional e o grande desemprego que assola a sociedade brasileira dependente da renda financeira para sustento da família.

Após um estudo logístico e com o apoio de um membro da família na área  comercial a vários anos, apostou no ramo óptico com o seguinte pensamento. “com o isolamento social causado pelo covid 19,  crianças, jovens e adultos, confinados em seus alojamentos usam  dia e noite por horas continuadas os aparelhos eletrônicos como: celulares, tablets, computadores”, com certeza a saúde visual com o tempo necessita de cuidados oftalmológicos e em seguida o paciente procura uma ótica onde será atendido de acordo com seu receituário prescrito .Nesse pensamento,  correndo os riscos como qualquer outro tipo de comércio,  pela necessidade da saúde visual e não pela beleza estética como muitos enxergam esse tipo de atividade o casal apostaram suas pequenas economias na expectativa de sucesso.

Com muito trabalho, dedicação, treinamento e contatos pessoais e empresariais, a loja Fabrica dos Óculos foi aberta nesta cidade, onde o comércio  é forte e abrange o fluxo de centenas de macro e micro empresários empreendedores fornecendo emprego e renda e com isso fortalece o comercio local.

Fabrica dos Óculos esta estabelecida a Rua Julia Bueno nº 329 Centro –Jaguariúna – Fone 19- 999777-4408.

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Economia

Dia das mães, PIX e expectativas econômicas

Edilaine Alves

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Creio que neste momento de 2021 no qual nos encontramos já não se faz necessário explicar para ninguém o que é o PIX e como funciona o serviço criado pelo Banco Central e lançado na segunda metade do ano passado. Mesmo parcelas da população que não são tão atraídas por discussões relativas à economia, o mercado financeiro ou atividades comerciais diversas estão utilizando o serviço. Realizar pagamentos de pequeno montante, transferir uma quantia de dinheiro para alguém ou qualquer outra necessidade que possa surgir sem que se tenha de pagar juros foi realmente um grande cartão de visitas para o serviço.

Já é possível até mesmo que você tenha passado pela experiência durante os últimos meses de tentar pagar algo utilizando cartão de crédito ou débito e tenha recebido do comerciante a informação de que ele apenas estaria aceitando pagamentos à vista ou por meio do PIX. Caso isso ainda não tenha lhe acontecido é possível que aconteça num futuro próximo. A realidade é que há uma grande parcela de comerciantes e empreendedores no nosso país que trabalha equilibrando as contas diariamente. Para esta parcela do mercado não ter de pagar as taxas cobradas pelas diversas maquininhas que existem à disposição e ver o dinheiro entrar na conta bancária na mesma hora é uma vantagem que torna o comércio com cartões bastante proibitivo.

O PIX já não é uma aposta, é uma realidade a qual grande parte da parcela da população brasileira adotou. Também não aparenta ser um modismo que morrerá após um período de uso. O PIX tem todas as características de um serviço que realmente veio para ficar e modernizar as relações de pagamento que possuímos atualmente. Claro que modernizar as relações entre consumidor e comerciante entram mais uma vez naquele fator que muitas vezes eu destaco em meus textos, estamos em uma sociedade cada vez mais digitalizada e ágil. Apenas serviço que nos permitam ganhar tempo, facilitem nossas vidas e nos permitam seguir acelerando para o futuro seguirão existindo.

Os próprios números do PIX já nos mostram isso. Dados de plataformas especializadas na coleta de dados nas redes sociais apontam que o serviço foi citado em mais de oito mil publicações entre os dias 25 de abril e 05 de maio. Já um estudo realizado pela plataforma global de pagamentos Adyen demonstrou que durante os dias 03 e 09 de maio o número de transações feitas com o serviço superou o registrado na semana anterior em 46,8%. Os números nunca mentem, a população brasileira já adotou o PIX como um meio efetivo dentre a gama de modalidades de pagamento que possui atualmente.

Outro fator que pode estar fortalecendo os números do PIX atualmente é a pandemia do novo coronavírus. Muitas pessoas ainda seguem isoladas em suas casas ou evitando ao máximo contatos que considerem desnecessários e, portanto, é quase que natural que uma modalidade de pagamento em que as duas partes não necessitam ter contato direto ou indireto ganhe tanta força tão rapidamente. A adoção de pagamentos por meio do PIX para serviços e produtos vendidos digitalmente também é um fator. O comércio digital teve um grande impacto na economia durante o período do dia das mães e, portanto, o uso desta forma de pagamento também deve ter sido alavancado pela nova realidade social que estamos vivenciando neste momento de isolamento causado pela pandemia.

Atualmente uma grande preocupação que uma parcela da população possui é: será que este serviço que se popularizou tão rapidamente se tornará pago? O fato de ser instantâneo e não serem cobradas taxas de pessoas físicas foram os principais cartões de visita para o serviço assim que ele foi lançado e os grandes atrativos para chamar os usuários. Mas atualmente estes usuários que rapidamente abraçaram a ideia do novo serviço passam a temer que os bons tempos que fizeram do PIX um sucesso de adesão tenha um fim já em 2021.

O Banco Central atualmente estuda a possibilidade de criar duas novas modalidades para o serviço e sobre as quais haverá a cobrança de taxas. Desde o dia 10 deste mês o BC está realizando uma pesquisa pública para avaliar a opinião da população brasileira com relação a possibilidade da criação do PIX saque, transação que será exclusiva para saques. A oura modalidade sugerida pela instituição financeira é o PIX troco que envolverá o pagamento de serviços ou produtos. A estimativa do Banco Central é de que estas novas modalidades permitam que o usuário realize quatro operações de forma gratuita ao longo do mês e que depois seja possível que as instituições bancárias lhes cobrem algum tipo de taxa sobre o serviço. Outra limitação será o fato de que o PIX saque permitirá apenas uma retirada de até R$ 500 por dia.

Então nesse momento o futuro promissor do serviço no país poderá encontrar a sua frente o grande muro das mudanças institucionais e da burocracia e acabar limitando ou extinguindo o potencial do serviço que é em essência um fruto da criatividade brasileira. A realidade é que caso se torne menos atraente o PIX já poderá passar a ser deixado de lado em detrimento de formas de pagamento que existiam anteriormente ou outras que estão surgindo.

O dia dos namorados está se aproximando e assim como o dia das mães a data será uma boa forma de medir o sucesso do PIX dentre comerciantes e a população brasileira. Números altos podem significar um alerta para as instituições bancárias de que a população deseja que o serviço se mantenha inalterado, mas não reserva garantias para o futuro do PIX. No momento cabe a aqueles que desejam seguirem usando o serviço e se mantendo atentos para as possibilidades que surgirem no futuro.

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