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Jaguariúna

JRS completa seu 30º aniversário firme em sua missão, visão e valores

Paula Partyka

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A empresa estimula o conhecimento de seus colaboradores e é reconhecida com grandes prêmios da área

A JRS completou no início deste mês de julho 30 anos de história. A empresa genuinamente jaguariunense nasceu do sonho de João Rodrigues dos Santos para ajudar micro e pequenas empresas a se administrarem por meio da informatização e gerar lucros, por isto hoje é líder no desenvolvimento de ferramentas inovadoras de gestão.

A ideia de João era fazer com que os gestores tivessem todas as informações da empresa em um clique, coisa que anteriormente somente um contador tinha ao final do mês. No inicio da década de noventa havia programas individuais que operavam módulos separados de faturamento, compras, estoque, financeiro, contábil, folha de pagamento, mas seu propósito era maior e com isso nasceu o programa “integra”, que é o carro chefe da empresa e que em um só sistema controla todos os módulos necessários a uma boa administração da empresa.

Durante sua trajetória a empresa passou por diversas inovações. Acompanhou o avanço das redes telefônicas, internet e softwares e, por isso, hoje atende mais de 660 empresas no Brasil e exterior de forma única e personalizada.

E, apesar do tempo, a JRS não perdeu seu valor: “Seriedade e honestidade naquilo que faz”.

A evolução da empresa também está diretamente atrelada à valorização de seus colaboradores que se mantém motivados diariamente para atingir as metas. Alguns deles, inclusive, estão nesta caminhada há mais de 20 anos. A Regina, proprietária e esposa de João, diz que sente orgulho com o crescimento da empresa e de seus colaboradores. “Minha maior satisfação, no momento, é vê-los crescendo e realizando seus sonhos”, diz.

A JRS cria, literalmente, líderes. As lideranças, também chamadas de colaboradores, precisam ter nível universitário e são estimulados a participar de cursos de Alta Perfomance, como da Master Mind, e eles compartilham seus conhecimentos e geram engajamento em reuniões semanais.

Reflexo disto são os prêmios que a JRS já recebeu, como por exemplo, a conquista do prêmio da Micro e Pequena Empresa (MPE) da Fundação Nacional de Qualidade em 2011, onde a empresa venceu na categoria Serviços de Tecnologia da Informação e em 2013 na categoria Setorial. Nestas ocasiões a JRS concorreu com mais de 96 mil empresas na categoria micro e pequena empresa. Posteriormente a JRS também ganhou dois prêmios do Instituto Paulista de Gestão (IPEG), um pela aplicação com resultado do Modelo de Excelência de Gestão (MEG) e pelo Case de Sucesso Marketing do BEM que introduziu a Responsabilidade Social na empresa e na comunidade.

O coordenador geral, Thomás Novaes, diz que é gratificante trabalhar na JRS e comemorar seus 30 anos. “A visão da empresa vai muito com meus princípios o que estimula os colaboradores a se desenvolverem, como novidade neste ano foi implantada a Universidade JRS, onde os colaboradores se aperfeiçoam e num sistema de gamificação ganham bônus e prêmios. A empresa tem todos os processos bem definidos, semelhante ao que ocorre nas grandes empresas”.

O trabalho interno, aquele feito com os colaboradores, assim como o externo, com os clientes, é de suma importância para a empresa. Ou seja, a satisfação de um é resultado da satisfação do outro. A experiência mercadológica criou líderes que hoje apresentam aos seus clientes as soluções tecnológicas mais avançadas, sempre levando em consideração as particularidades e necessidades de cada um.

Lideranças
Além de proprietário da JRS, João Rodrigues é presidente da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Jaguariúna. Em busca da formação de líderes e da retomada do setor de economia, a ACI por meio do seu posto SEBRAEAQUI estão sempre promovendo uma série de capacitações que fazem toda a diferença na vida do empresário/empreendedor de Jaguariúna. Fique de olho nas redes da instituição para garantir sua vaga nestes cursos.

A capacitação é fundamental, uma vez que o turismo e a inovação devem retomar com muita força. Cursos, consultorias e capacitações online e presenciais para todos os segmentos do comércio, prestador de serviço ou indústria, e neste momento de pandemia com uma forte e solida parceria com o Sistema S do Governo Federal.

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Jaguariúna

Alea inaugura uma das mais produtivas fábricas de woodframe do mundo

Redação Gazeta Regional

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Com 18 mil metros quadrados e capacidade produtiva de 10 mil unidades por ano, a fábrica em Jaguariúna é dedicada ao modelo de construção off-site e utiliza tecnologia adotada em larga escala na Europa e Estados Unidos

Alea, startup da construtora Tenda dedicada à construção de casas em condomínio fechado, inaugura em Jaguariúna, no interior paulista, uma das mais produtivas fábricas de woodframe do mundo, com capacidade de fabricar uma casa a cada 36 minutos. Com esse modelo de construção off-site, os imóveis são produzidos em ambiente fabril para, em seguida, serem transportados para os canteiros de obra apenas para montagem e acabamento. 

Amplamente adotada em países como Estados Unidos, Alemanha e Japão, a tecnologia woodframe, que foi a escolhida por Alea, consiste na fabricação de painéis formados por multicamadas. O método garante casas com maior conforto térmico e acústico, o que proporciona um menor consumo de energia e mais qualidade de vida para os clientes.

O Brasil tem características únicas que permitem uma fábrica com essa tecnologia superior, com tamanha produtividade, destinada para o público de segmento econômico. “A demografia do Brasil é continental e possibilita a existência de incorporadoras com produção acima de 10 mil unidades por ano. Além disso, tem farta disponibilidade de madeira de reflorestamento, que é a principal matéria-prima do woodframe. A baixa densidade demográfica do país torna “casas” o produto natural para 70% das famílias formadas anualmente,” diz Rodrigo Osmo, CEO da Tenda.

A tecnologia woodframe é inigualável do ponto de vista ambiental, invertendo a alta pegada de carbono da construção civil. Numa casa de parede de concreto os principais componentes são aço e concreto, os dois materiais industriais de maior pegada de carbono. A madeira, por outro lado, é o único material estrutural com pegada de carbono negativa, pois sequestra CO2 do ar para crescer, estocando-o dentro das paredes da casa. “Estimamos que uma casa de woodframe da Alea reduza em 15 toneladas a pegada de carbono de uma casa de parede de concreto” informa Osmo. 

A fábrica tem 18 mil metros quadrados e a previsão é continuar produzindo em escala piloto em 2022, acelerando a produção em 2023 até chegar à capacidade máxima de 10 mil unidades/ano em 2026.

Para atingir esse volume de produção em 2026, a Alea tem o desafio de desenvolver a cadeia de suprimentos de woodframe no Brasil. “Estamos realizando diversos estudos para tropicalizar insumos importados, internalizar a fabricação de alguns materiais e estabelecer parcerias com fornecedores estratégicos”, sinaliza Osmo.

Segundo Osmo, a empresa já realizou 4 projetos piloto usando a tecnologia de woodframe, sendo que 2 deles já foram lançados com a marca oficial da startup Alea. Nos próximos meses está previsto o lançamento de mais um projeto no interior de São Paulo. “Estamos testando o modelo em cidades de tamanhos e rendas diferentes para entender o comportamento do consumidor em relação ao produto. Acreditamos que a proposta dos empreendimentos Alea é única no País e deve revolucionar o mercado de habitação”. 

Um dos maiores desafios da empresa para os próximos anos está no crescimento da operação. Alea está iniciando a construção de seu banco de terrenos e seus projetos precisam passar por um demorado período de aprovação de loteamentos e incorporações. A empresa está, no momento, empenhada na busca de áreas acima de 100 mil m2 próximas às cidades do interior de São Paulo.

A oportunidade que Alea está indo atrás é um mar azul. A maior demanda por moradias no Brasil é por casas. Paradoxalmente, praticamente todas as grandes incorporadoras focam em prédios. A dificuldade em atender esse mercado está na incompatibilidade entre o tamanho dos mercados e o tamanho das obras. As oportunidades estão em cidades médias e pequenas, enquanto as obras precisam ser grandes para que o projeto seja rentável. 

Alea busca solucionar esse paradoxo por meio da industrialização da construção civil, utilizando o modelo de fabricar as casas e somente montá-las no canteiro, conseguindo assim rentabilizar projetos menores. 

“A Tenda acredita que a industrialização seja a força de maior potencial transformador da construção civil e somos os líderes indiscutíveis desse movimento. Apostar em um modelo de negócio tão transformacional quanto Alea, requer uma empresa com um DNA na abordagem industrial como a nossa”, conclui Osmo.

Sobre Alea 
Alea é a marca da construtora Tenda dedicada à construção de casas em condomínio fechado. Com tecnologia e cuidado urbanístico únicos, os condomínios Alea têm uma proposta diferenciada de habitação, buscando a integração com a natureza, por meio de alamedas arborizadas e espaços de convivência para toda a família.  

Sobre a Tenda
A Tenda (B3: TEND3) é uma das principais construtoras do Brasil e está listada no Novo Mercado, o mais alto nível de governança corporativa da B3. Com foco em habitação econômica, atua em dez regiões metropolitanas do Brasil, com empreendimentos voltados para o grupo 2 do Programa Casa Verde e Amarela. Ao longo de sua bem-sucedida trajetória, a companhia já propiciou a mais de 120 mil famílias a conquista da casa própria. 

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Jaguariúna

Ação da Prefeitura de Jaguariúna e do Governo Estadual aumenta o número de vacinados contra Covid-19

Redação Gazeta Regional

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O novo posto de vacinação contra a covid-19 que funcionou no Centro Cultural graças a uma parceria da Prefeitura de Jaguariúna com o Governo do Estado de São Paulo e o Jaguariúna Rodeio Festival teve resultado bastante positivo para a cidade. Durante os cinco primeiros dias deste mês foi possível reduzir o número de faltosos que ainda não tinham se vacinado.

De acordo coma Secretaria Municipal de Saúde de Jaguariúna, no dia 30 de novembro, a cidade somava 3.237 pessoas com atraso no esquema vacinal o que representava 7% do total de vacinados. Destes, 40% eram adolescentes menores de 18 anos.

Com o novo posto de vacinação que aplicou 1.270 doses do dia 01 ao dia 05 de dezembro e atendeu a população em horário de atendimento ampliado, esse número caiu consideravelmente. Hoje os faltosos são 5,6% e destes 27,7% são adolescentes.

Para a secretária de Saúde, Maria do Carmo Pelisão, o resultado foi bastante positivo pois foi possível vacinar muitas pessoas que não conseguiam ir até o Parque Santa Maria. “É muito importante que a população fique atenta à data de tomar a segunda e a terceira doses da vacina. Só assim conseguiremos controlar a pandemia do coronavírus”, explica a secretária.

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Jaguariúna

Ex-atleta do “Projeto Campeões’ de Jaguariúna é destaque no skate mundial

Redação Gazeta Regional

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A skatista Marina Gabriela, de Jaguariúna, ficou entre as melhores no STU Open Rio de street skate, realizado neste domingo, 05, no Rio de Janeiro. Marina ficou com a sétima colocação na modalidade que foi vencida por Rayssa Leal, vice-campeã olímpica e que também contou com a participação de outras estrelas do esporte, como Pâmela Rosa.

Marina é ex-aluna do Projeto Campeões, da Secretaria de Juventude, Esportes e Lazer da Prefeitura de Jaguariúna. Segundo o secretário de Esportes, Rafael Blanco, ela fez parte por muitos anos da equipe de basquete de Jaguariúna, mas também treinava skate, modalidade que agora se destaca competindo entre as melhores atletas do mundo.

“Hoje, com o crescimento da modalidade skate, Marina é símbolo para uma geração de skatistas que buscam se desenvolver por meio do novo projeto de escolinha de skate oferecido pela secretaria, com o professor Alex Aguiar, um dos precursores da modalidade na cidade”, diz Blanco.

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