Conecte-se conosco

Brasil

Internado há uma semana com Covid-19, Branco é extubado em UTI de hospital do Rio de Janeiro

Redação Gazeta Regional

Publicados

em

Internado há uma semana com Covid-19, o coordenador da seleção brasileira masculina de base, da CBF, Branco, foi extubado na UTI do hospital Copa Star, na zona sul no Rio, nesta tarde de terça-feira. O ex-jogador apresentou melhora no quadro depois da necessidade de intubação no fim da semana passada.

O único boletim do hospital, divulgado na sexta passada, informava que o ex-jogador estava sedado e respirando com ajuda de aparelhos de ventilação mecânica. Nos últimos dias, o quadro de saúde de Branco se manteve estável – o que era um bom sinal de reação do ex-jogador de 56 anos.

Na medida do possível, seguindo as regras de visitação a pacientes com Covid-19, o tetracampeão do mundo em 1994 recebeu visitas de familiares nos últimos dias. Branco deu entrada no hospital no dia 16 de março, terça-feira, com sintomas de covid e foi internado, em seguida.

Como jogador, Branco foi tetracampeão mundial pela seleção brasileira em 1994, e campeão da Copa América em 1989. Pelo Fluminense, conquistou o título do Campeonato Brasileiro e foi tricampeão carioca nos anos 1980.

Continue lendo

Brasil

Dez coisas que você precisa saber antes de fazer a cirurgia bariátrica

Redação Gazeta Regional

Publicados

em

Estar ciente do procedimento e das mudanças é fundamental para o sucesso do tratamento

A cirurgia bariátrica costuma ser um procedimento que causa muitas dúvidas nos pacientes. Considerada um dos tratamentos mais eficazes para o emagrecimento, ela não é a cura da doença obesidade, que é crônica, portanto, o comprometimento do paciente é fundamental para o sucesso dos resultados, principalmente a longo prazo. É importante estar ciente de todo o processo e do quanto a mudança de hábitos de vida é fundamental para a manutenção do peso ao longo dos anos.

Com quase cinco mil cirurgias bariátricas realizadas, o cirurgião bariátrico Admar Concon Filho, presidente do Hospital Galileo e fundador do Grupo de Cirurgia Bariátrica de Valinhos, conta que o grande segredo do sucesso é o comprometimento do paciente e o acompanhamento da equipe multidisciplinar. “Por isso, é feito um preparo do paciente antes da cirurgia. Ele precisa ser consciente de todas as mudanças que estão por vir, de como a cirurgia bariátrica vai impactar a sua vida”, comenta. “Quanto mais ciente ele estiver das mudanças, melhor será sua adaptação”, explica Concon.

Se você está entre as pessoas que pretendem fazer a cirurgia bariátrica, confira essas informações:

1 – Quem tem indicação para a cirurgia bariátrica?
Para fazer a cirurgia bariátrica, é necessário ter Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de 40 kg/m2 ou acima de 35 kg/m2, com doenças causadas pela obesidade. Também é necessário comprovar que tentou, por pelo menos dois anos, tratamento clínico com médicos especializados em obesidade para perder peso, sem obter sucesso.

2 – É necessário ser acompanhado por uma equipe multidisciplinar?
Sim, tanto antes quanto depois da cirurgia. É importante ter acompanhamento e laudo de nutricionista, endocrinologista, cardiologista, pneumologista, psicólogo/psiquiatra, entre outros profissionais que forem necessários.

3 – Quais são os tipos de cirurgia bariátrica?
Basicamente, no Brasil, utilizamos duas técnicas: a Bypass (ou Gastroplastia em Y de Roux) e a Gastrectomia Vertical (ou Sleeve). A indicação leva em conta algumas características do paciente, e a decisão deve ser tomada em conjunto, entre ele e o cirurgião.

Na Bypass, é feita uma redução importante do tamanho do estômago e um desvio do intestino delgado, e nós não retiramos nenhuma parte do estômago. Nós fazemos um grampeamento para diminuir o tamanho do órgão, mas a parte maior continua no paciente. Com esta técnica, o paciente perde de 35% a 40% do seu peso inicial. A recidiva de peso, ou seja, o reganho, atinge cerca de 20% dos pacientes.

Já na Sleeve, nós retiramos uma grande parte do estômago e transformamos a parte que fica no formato de uma manga, nós chamamos de estômago tubular. Nessa técnica, não há desvio do intestino. A perda de peso varia de 30% a 35% do peso inicial e a recidiva atinge uma parcela um pouco maior dos pacientes: cerca de 25%.

4 – Quem escolhe o método da cirurgia?
O método (Bypass ou Sleeve) deve ser definido em conjunto pelo paciente e pelo médico, que vai considerar as necessidades e características de cada paciente. De forma geral, a Bypass é mais indicada para quem tem diabetes mellitus tipo 2 porque o desvio do intestino melhora a função pancreática e, assim, melhora muito o diabetes, reduzindo – e muito – a necessidade do uso de medicações. É uma técnica também indicada para pacientes com esofagite de refluxo, problema que também melhora bastante após a cirurgia. A Sleeve costuma ser feita em pacientes sem diabetes ou com diabetes leve, que pode melhorar já com a perda de peso de cerca de 30%, e também em pacientes sem sintomas de refluxo.

5 – Existe risco de morte na cirurgia?
Todo procedimento médico oferece riscos, mas a cirurgia bariátrica evoluiu muito ao longo dos anos e hoje os riscos são semelhantes aos de uma cesárea ou retirada de vesícula. O procedimento por videolaparoscopia é considerado uma cirurgia minimamente invasiva.

6 – Com o tempo, é possível comer de tudo novamente?
Sim, após passar por todas as fases da dieta pós-operatória, o paciente pode comer de tudo, mas vai ingerir uma quantidade bem menor. No entanto, é importante que ele entenda que a cirurgia é uma grande oportunidade para que ele mude seus hábitos alimentares, a fim de não recuperar o peso novamente.

7 – A cirurgia bariátrica é a cura da obesidade?
Não. A obesidade é uma doença incurável. A cirurgia bariátrica é um dos tratamentos para a obesidade. Por isso o paciente terá de mudar seus hábitos após o procedimento.

8 – A pessoa que faz bariátrica pode voltar a engordar?
Pode. Com o tempo, o paciente consegue comer quantidades maiores e também aprende a burlar a cirurgia, comendo coisas mais calóricas. Eu costumo dizer que opero o estômago e não a cabeça. Por isso, o paciente precisa ter consciência de que a cirurgia não é uma solução definitiva. Ele terá de fazer a parte dele, com uma alimentação mais saudável e exercícios físicos regulares. O que é esperado é um reganho de até 10% do peso eliminado, ou seja, se a pessoa emagreceu 50 quilos, ela pode recuperar até 5 quilos.

9 – É verdade que algumas pessoas transferem o “vício” da comida para outra coisa?
Sim, pode acontecer. Algumas pessoas começam a ingerir mais bebida alcoólica, outras viciam em compras… Por isso, também é importante o acompanhamento psicológico.

10 – É necessário tomar vitaminas por toda a vida?
Sim. Como a cirurgia altera a absorção de alguns alimentos, é necessário fazer a suplementação. O tipo de vitamina será de acordo com os resultados dos exames periódicos de acompanhamento e deve sempre ser receitada por um membro da equipe (cirurgia, nutricionista ou endocrinologista).

Sobre Admar Concon Filho
Dr. Admar Concon Filho é cirurgião bariátrico, cirurgião do aparelho digestivo e médico endoscopista. Palestrante internacional, presidente do Hospital e Maternidade Galileo e fundador do Grupo de Cirurgia Bariátrica de Valinhos. Ele é membro titular e especialista pelo Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva, Colégio Brasileiro de Cirurgiões e Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva, além de membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica e membro da International Federation for the Surgery of Obesity and Metabolic Disorders. CRM – 53.577

Continue lendo

Brasil

Um ano do início da vacinação contra Covid-19 em adultos

Paula Partyka

Publicados

em

Próximo da data também tem início a imunização em crianças de 5 a 11 anos

No domingo, dia 17 de janeiro de 2021, a enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, recebeu a primeira vacina contra a Covid-19 em São Paulo. Ela tomou o imunizante pouco após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ter aprovado o uso emergencial da CoronaVac, vacina contra o novo coronavírus produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

Quem imunizou Mônica foi a enfermeira Jéssica Pires de Camargo, funcionária do Controle de Doenças e Mestre de Saúde Coletiva. Ela também imunizou a primeira criança brasileira no Estado de São Paulo, nesta sexta-feira, 14. A aplicação da vacina foi simbólica, pois os postos de saúde da capital paulista e demais municípios do estado devem iniciar a aplicação a partir desta segunda-feira, 17. Em Jaguariúna, a partir desta terça, 18.

Indígena de 8 anos é a primeira criança a receber dose de vacina infantil contra Covid-19 em SP

Um ano depois do início da imunização em adultos, mais da metade desta população mundial (55%) recebeu ao menos uma dose, ou seja, mais de 4,3 bilhões de pessoas. E ao menos 44% (3,4 bilhões) estão com o esquema vacinal completo, segundo um balanço da AFP com base em dados oficiais dos países.

No Brasil, os dados atualizados no dia 09 mostram que já foram aplicadas 315.180.274 doses. Dados recentes do Vacina Já (desta sexta, 14), do Governo do Estado de São Paulo, revelam que 88.022.550 doses já foram aplicadas no próprio estado.

Em Jaguariúna, a vacinação teve início no dia 22 de janeiro. Naquela semana, no dia 25, Jaguariúna já havia vacinado 298 pessoas, sendo 231 trabalhadores da saúde da linha de frente de atendimento aos pacientes com Covid-19. Hoje, o quadro de profissionais que permanecem na linha de frente está 90% completamente vacinado; que inclusive é a meta do Ministério da Saúde, ter uma cobertura vacinal de 90%.

Ao todo, quase um ano depois do início, os dados revelam que o município já imunizou 113.621 pessoas, sendo 49.602 pessoas com a primeira dose, 47.232 com a segunda, 15.121 com a terceira e 1.666 com a dose única. Com isso, o município ultrapassa o índice de 82% da população completamente imunizada contra a Covid, número superior ao nacional e do Estado de São Paulo.

Continue lendo

Brasil

Deslizamento destrói casarão histórico em Ouro Preto

Redação Gazeta Regional

Publicados

em

Segundo a Defesa Civil Municipal, ninguém se feriu. Área tinha sido evacuada pelos bombeiros minutos antes

Um deslizamento de terra destruiu um casarão do século XIX da Prefeitura de Ouro Preto, na Região Central de Minas Gerais, e um imóvel onde funcionava um depósito, na manhã desta quinta-feira, 13. O acidente ocorreu no Morro da Forca, localizado no centro histórico da cidade.

Segundo a Defesa Civil Municipal, ninguém se feriu. A prefeitura afirmou que o casarão histórico já estava interditado desde 2012, quando outro deslizamento ocorreu no local. Na época, os técnicos do município concluíram que não havia segurança para a ocupação do imóvel.

“Foi um deslizamento de grande proporção. Felizmente os imóveis estavam vazios. O casarão estava fechado justamente por causa do risco”, afirmou o coordenador do órgão, Neri Moutinho.

Continue lendo
Propaganda
Propaganda

Categorias

Propaganda

Últimas Notícias