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Campinas

Covid: Campinas contraria recomendação do estado por medidas mais restritivas e diz que monitora indicadores

Redação Gazeta Regional

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Governo manteve estado na fase de transição do Plano São Paulo até o fim de junho, mas recomendou que cidades com 90% das UTIs ocupadas adotem regras mais rígidas. Prefeitura defende que acompanha situação e que ‘não vai hesitar’ em tomar iniciativa caso seja necessário

A Prefeitura de Campinas descartou nesta quarta-feira, 09, adotar medidas mais restritivas para conter a Covid-19 como recomendou o governo de São Paulo. Durante anúncio de manutenção da fase de transição em todo estado até o fim de junho, o Centro de Contingência orientou que cidades que estão com taxa de ocupação acima de 90% dos leitos de UTI avaliem a necessidade para adotar ações mais duras na quarentena.

Nesta quarta, 09, Campinas atingiu 98,7% de ocupação em UTIs Covid da rede municipal. Além disso, perdeu cinco vagas pelo SUS contratadas na rede privada e registrou alta na fila de pacientes à espera por estruturas de terapia intensiva.

Em nota, a prefeitura informa que acompanha diariamente os indicadores da pandemia e que, se necessário, “não vai hesitar em tomar iniciativa”.

“A Prefeitura de Campinas já havia adotado medidas mais restritivas do que o Estado quando do agravamento da pandemia, como a implantação de barreiras sanitárias, a adoção do toque de recolher e a realização de operações de combate a festas clandestinas. A Administração Municipal segue acompanhando diariamente indicadores da pandemia e não vai hesitar em tomar iniciativas que considere necessárias. Os indicadores acompanhados são número de consultas de síndromes gripais e de sintomáticos respiratórios nas unidades básicas de saúde e nos gripários, além de percentual de casos graves e moderados em pacientes com testes PCR positivo e número de testes realizados”, diz.

Coordenador executivo do Centro de Contingência da Covid-19 do estado, Paulo Gabbardo disse na coletiva desta quarta que sugeriu ao governo a redução de horário de funcionamento de determinados de setores econômicos, como comércio, em algumas regiões, mas ficou definido que o governo encaminhará aos municípios com pressão no sistema de saúde a recomendação por medidas mais restritivas que o Plano SP.

“O Centro de Contingência vê com preocupação o momento que estamos vivendo da pandemia, com manutenção dos casos e uma elevação, ainda que numa velocidade pequena, no número de internações em leitos de UTI, e por isso recomentou a manutenção da fase de transição por mais duas semanas”, afirma Gabbardo.

Regras da fase de transição
Atividades comerciais: atendimento presencial entre 6h e 21h;
Atividades religiosas: atividades presenciais individuais e coletivas;
Serviços gerais (restaurantes, cultura, salões de beleza, academias): Atendimento presencial entre 6h e 21h;
Até 40% da capacidade de ocupação dos estabelecimentos;
Toque de recolher de 21h às 5h.

Evolução da fase de transição
A fase de transição do Plano São Paulo foi implantada no estado em 18 de abril. Desde então, foi flexibilizada em diversos momentos.

A meta do governo estadual era ampliar, já no primeiro dia de junho, o atendimento presencial para 6h e 22h, até 60% da capacidade de ocupação nos comércios e torque de recolher de 22h às 5h — o que não ocorrerá.

No entanto, em 26 de maio o governador recuou e decidiu manter todo o estado na fase de transição até o domingo, 13. Na data, Doria afirmou que suspensão da flexibilização se devia aos números da pandemia, que já estavam em crescimento. “Os indicadores da pandemia recomendam cautela neste momento, e é a cautela que estamos adotando”, disse, durante entrevista coletiva.

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Crea-SP faz força-tarefa em seis municípios da região de Campinas

Redação Gazeta Regional

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Foco da ação é fiscalizar exercício da atividade profissional

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP) mobiliza agentes fiscais para força-tarefa nos municípios de Campinas, Indaiatuba, Jaguariúna, Paulínia, Valinhos e Vinhedo. Com foco na fiscalização do exercício das atividades profissionais, a operação começou em no dia 09 de junho e teve fim nesta sexta-feira, 18. Ao todo, foram realizadas 201 ações de fiscalização.

As principais infrações encontradas correspondem à ausência de profissional habilitado em obras, empresas sem responsável técnico e sem registro no Crea-SP.

Na atual etapa, os agentes fiscais realizam diligências “in loco” para apurar informações e caracterização da infração. Em seguida, o fiscal responsável pelo município encaminhará os autos de infração às empresas sem registro e notificações às empresas sem responsável técnico.

O presidente do Conselho, Eng. Vinicius Marchese, destaca os esforços para superar as metas de fiscalização. “Nossa expectativa é alcançar 200 mil ações de fiscalização em 2021. Somente no primeiro trimestre deste ano, chegamos a quase 55 mil”.

O gerente regional Eng. Valdir Zarpelon explica que os procedimentos e métodos utilizados em forças-tarefas regionais permitem a melhor utilização do trabalho dos agentes fiscais e dos recursos do Crea-SP. “Além disso, executar pontualmente todas as atividades em uma mesma localidade, ao mesmo tempo, impacta e gera visibilidade no município sobre a fiscalização, evidenciando a segurança proporcionada à sociedade local”, avalia.

Sobre o Crea-SP
Instalada há 87 anos, a autarquia federal é responsável pela fiscalização, controle, orientação e aprimoramento do exercício e das atividades profissionais nas áreas da Engenharia, Agronomia e Geociências. O Crea-SP está presente nos 645 municípios do Estado, conta com cerca de 350 mil profissionais registrados e 75 mil empresas registradas.

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Campinas anuncia toque de recolher das 19h às 5h a partir de segunda-feira

Redação Gazeta Regional

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O consumo de bebidas alcoólicas em vias públicas está proibido a partir deste sábado, 19

Em live realizada nesta sexta-feira, 18, a prefeitura anunciou o fechamento de serviços, comércios e atividades das 19h às 5h, a partir da próxima segunda-feira, 21, e com validade até 30 de junho. A fiscalização será intensificada para evitar aglomerações e festas clandestinas.

A prefeitura proibiu também o consumo de bebidas alcoólicas em vias e espaços públicos, e também em dependências de postos de combustíveis, entre 19h e 5h, com multa de R$1.515,44 (400 UFICs) para quem for flagrado em desacordo com as regras. A regra começa a valer a partir deste sábado, 19.

No caso dos postos de combustíveis, o estabelecimento flagrado com pessoas consumindo bebidas em suas dependências no período do toque de recolher será multado em R$3.030,88 (800 UFICs). Em caso de reincidência, a multa dobra para R$6.061,76 (1,6 mil UFICs) e o local será lacrado por 30 dias.

Fecham às 19h a partir de segunda, 21:
Atividades comerciais (comércio de rua, shoppings, galerias);
Mercados, supermercados, padarias;
Atividades religiosas (atividades presenciais individuais e coletivas);
Restaurantes (bares permanecem proibidos);
Salões de beleza, barbearias, clínicas de estética;
Clubes, academias, áreas comuns de condomínios e hotéis;
Eventos culturais, museus, cinemas;
Parques e bosques públicos (funcionam até 18h);
Toque de recolher de 19h às 5h.
Não há alterações nas regras de funcionamento no período diurno, como capacidade de atendimento de 40% e regras sanitárias.

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Atendimentos do SOS Rua em Campinas aumentam 50% no inverno

Redação Gazeta Regional

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Os atendimentos mensais das equipes do SOS RUA aumentaram em 50%, de 600 para 900, desde o início da Operação Inverno, iniciada em 1º de maio. A ação segue até o fim de setembro. Neste período de frio, o horário noturno de abordagem das pessoas em situação de rua foi ampliado em duas horas, passou a ser das 18h à meia-noite.

“A meta da Prefeitura de Campinas é acolher todos os que precisem e queiram ajuda. Nossas equipes estão se desdobrando para oferecer o acolhimento necessário à população em situação de rua”, afirma Vandecleya Moro, secretária municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos de Campinas.

O objetivo da Operação Inverno é acolher essas pessoas e, se elas aceitarem, encaminhar aos serviços da rede de proteção, de assistência social (albergue) e de saúde do município. As equipes entregam cobertores aos que recusam acolhimento no albergue. Desde o início da Operação Inverno até o momento foram distribuídos 3.764 cobertores.

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