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Bill Gates anuncia divórcio após 27 anos de casamento

Redação Gazeta Regional

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Separação foi comunicada em conjunto pelo casal nas redes sociais. Eles seguirão com suas funções na Fundação Bill e Melinda Gates, responsável por doações bilionárias

Bill Gates e Melinda Gates anunciaram seu divórcio nesta segunda-feira, 03, após 27 anos juntos. O casal publicou um comunicado conjunto em suas respectivas contas no Twitter sobre a separação.

A relação começou em 1994 e eles tiveram três filhos: Jennifer Katharine Gates, hoje com 25 anos, Rory John Gates, com 21 anos, Phoebe Adele Gates, com 18 anos.

“Depois de muita reflexão e muito esforço em nosso relacionamento, tomamos a decisão de terminar o nosso casamento”, diz o comunicado.

Detalhes de como será o processo de separação não foram divulgados. “Pedimos por espaço e privacidade à nossa família enquanto começamos a navegar essa nova vida”, afirma o comunicado.

Bill Gates fundou a Microsoft em 1975, ao lado de Paul Allen. Bill e Melinda se conheceram pouco depois que ela foi contratada pela Microsoft para ser gerente de produtos, em 1987.

Na época, ele era o presidente-executivo da empresa, cargo que exerceu até 2000, quando passou o bastão para Steve Ballmer. Atualmente, a companhia é liderada por Satya Nadella.

Em 2013, ele deixou o conselho da empresa para se dedicar mais tempo a atividades de filantropia.

Doações bilionárias
Além de formarem uma família, eles criaram a Fundação Bill e Melinda Gates em 2000, a partir da fusão da Fundação William H. Gates com a Fundação Gates Learning. “Continuamos a compartilhar a crença nessa missão e vamos continuar trabalhando juntos na fundação, mas não acreditamos mais que possamos crescer juntos como um casal nesta próxima fase de nossas vidas”, disseram Bill e Melinda, na nota.

Segundo o site da fundação, a entidade já gastou US$53,8 bilhões em iniciativas relacionadas à medicina, educação, entre outros projetos. Em dezembro de 2020, eles comprometeram a investir US$1,75 bilhão na resposta à pandemia de Covid-19.

Bill tem fortuna de US$130,5 bilhões
Bill Gates, de 65 anos, é a 4ª pessoa mais rica do mundo, segundo ranking da revista Forbes, com uma fortuna atualmente estimada em US$130,5 bilhões. Melinda tem 56 anos e não aparece na lista.

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Governo dos EUA autoriza viagem de brasileiros que estudam no país

Redação Gazeta Regional

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País flexibilizou restrições de viagens para estudantes e jornalistas

Brasileiros com visto de estudante válido e matriculados em instituições de ensino dos Estados Unidos poderão embarcar para o país norte-americano nos próximos meses. A ampliação das Exceções de Interesse Nacional (NIE, na sigla em inglês) foi assinada nesta segunda-feira, 26, pelo secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken.

De acordo com as regras anunciadas, cidadãos brasileiros que tiverem visto de estudante válido, nas categorias F e M, e iniciarão os estudos nos EUA a partir de 1º de agosto deste ano, poderão viajar ao país sem consultar a embaixada ou os consulados no Brasil. No entanto, eles estão proibidos de chegar ao país mais de 30 dias antes do início das aulas.

Aqueles que necessitam obter um visto de estudante devem consultar o site da embaixada ou dos consulados mais próximos. As entrevistas de visto para as categorias dessa exceção devem ser retomadas em meados de maio de 2021 “se as condições permitirem”, diz o comunicado oficial do governo norte-americano.

Acadêmicos, jornalistas e outros também poderão se qualificar para uma Exceção de Interesse Nacional, incluindo aqueles com vistos válidos ou com a Autorização de Viagem (Esta). Tendo a NIE aprovada, os indivíduos podem viajar com um visto válido ou a autorização Esta, informou a embaixada.

Além do Brasil, outros países também foram qualificados pelo governo norte-americano para essas exceções, incluindo China, Irã, área de Schengen (que abrange países da União Europeia), Reino Unido, Irlanda e África do Sul. De acordo com o Departamento de Estado, os viajantes devem cumprir integralmente as regulamentações sanitárias nos EUA, e devem entrar em contato com as autoridades locais de saúde no país para mais detalhes. Os viajantes internacionais são obrigados a fazer um teste viral três dias antes do embarque e fornecer documentação por escrito do resultado de teste (papel ou cópia eletrônica) à companhia aérea.

O Departamento de Estado também informou que continuará a conceder as exceções para viajantes qualificados que procuram entrar nos EUA para fins relacionados a viagens humanitárias, resposta à saúde pública e segurança nacional.

Desde o ano passado, os EUA mantém restrição à entrada de brasileiros no país para evitar a disseminação do novo coronavírus. Pelas regras que estavam vigentes até esta flexibilização a estudantes, só podiam embarcar em um voo do Brasil para o país os próprios cidadãos dos Estados Unidos, residentes permanentes legais (portadores de green card), familiares imediatos de cidadãos norte-americanos e algumas categorias específicas.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil celebrou a decisão dos norte-americanos.

“A decisão, que responde às diferentes gestões realizadas em Brasília e em Washington pelo Ministério das Relações Exteriores, atende parcialmente a pleito de estudantes brasileiros que se encontravam impossibilitados de estudar nos EUA, inclusive em razão da suspensão dos serviços rotineiros de emissão de vistos pelas repartições consulares americanas no Brasil, à luz da pandemia da covid-19”, diz o comunicado.

Na nota, o Itamaraty também recomenda que os estudantes consultem os portais eletrônicos da embaixada e dos consulados dos EUA no Brasil, para obter informações adicionais e atualizadas, verificar prazos, agendar atendimentos e outras providências.

Ainda de acordo com o Itamaraty, o governo brasileiro manterá diálogo permanente com autoridades americanas para, “na medida do possível e em conformidade com as exigências de natureza sanitária”, buscar soluções para outros casos especiais de nacionais brasileiros impossibilitados de viajar aos EUA, em função da pandemia.

Fonte: Governo dos EUA autoriza viagem de brasileiros que estudam no país (ebc.com.br)

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CONMEBOL Libertadores: Brasileiros buscam ampliar vantagem na fase de grupos

Redação Gazeta Regional

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Betfair.net aponta favoritismo de Flamengo, Palmeiras e São Paulo, que jogam em casa para despontar em seus grupos

As sete equipes brasileiras classificadas para a fase de grupos da Taça CONMEBOL Libertadores entram em campo nesta semana para a segunda rodada em situações bem diferentes: Flamengo, Palmeiras e São Paulo ganharam seus jogos na primeira rodada, fora de casa, e agora brigam pela liderança de seus grupos em seus respectivos estádios.

Fluminense e Atlético Mineiro empataram com River Plate (ARG) e Deportivo La Guaira (VEN) e buscam a primeira vitória. Santos e Internacional perderam seus jogos para o Barcelona de Guayaquil (ECU) e para o Always Ready (BOL) e precisam de recuperação imediata na competição.

Nesta terça-feira, 27, cinco equipes brasileiras entram em campo e, segundo a Betfair.net, especialista em análises de probabilidades, com grandes expectativas. O Atlético-MG encara o America de Cali (COL) com 54,5% de chances de vitória.

O Flamengo recebe o Union La Calera (CHI) e tem 86,2% de chances de conquistar mais três pontos, assim como o Internacional, que recebe o Deportivo Tachira (VEN) com 79,4% de chances de vitória. O Palmeiras recebe o Independiente (ECU) com 64,9% de chances. A exceção é o Santos, que vai a Buenos Aires para encarar o Boca Juniors (ARG) com apenas 18,2% de chances de se recuperar na competição ainda na próxima rodada.

Santa Fé (COL) e Fluminense duelam na quarta-feira (28). O time brasileiro leva vantagem e tem 32,3% de chances de retornar ao Brasil com a vitória. Nesta quinta-feira, 29, é a vez do São Paulo receber o Rentistas (URU). Após a vitória por 3 a 0 sobre o Sporting Cristal (PER), o São Paulo entra em campo com 80,6% de chances de vitória.

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JBS anuncia compromisso global de se tornar Net Zero até 2040

Redação Gazeta Regional

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Objetivo de zerar o balanço de emissões de gases causadores do efeito estufa é inédito no setor de proteína animal global

A JBS, segunda maior empresa de alimentos do mundo e líder no setor de proteína, deve se tornar Net Zero até 2040, ou seja, a Companhia se compromete a zerar o balanço de suas emissões de gases causadores do efeito estufa, reduzindo a intensidade de emissões diretas e indiretas e compensando toda a emissão residual. Esse compromisso foi formalizado hoje, em Comunicado ao Mercado entregue à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A meta Net Zero da JBS inclui as operações globais da empresa, assim como sua diversificada cadeia de valor, que engloba produtores agrícolas e demais fornecedores, além de clientes, em seus esforços para chegar a emissões líquidas iguais a zero em 2040.

A JBS é a primeira grande empresa global do setor de proteína a estabelecer uma meta Net Zero. Esse compromisso ambicioso reflete o propósito da Companhia de suprir as necessidades alimentares e nutricionais da crescente população mundial de forma cada vez mais sustentável, buscando preservar os recursos do planeta para as gerações futuras. Como parte dessa missão, a empresa assinou a iniciativa “Ambição Empresarial pelo 1,5°C”, do Pacto Global das Nações Unidas, pela qual se compromete a definir metas com base científica para alcançar o Net Zero em sua cadeia de valor até, no máximo, 2050 – objetivo que a JBS se propõe a atingir 10 anos antes. Esse esforço se alinha também com o objetivo do Acordo de Paris de limitar o aumento da temperatura global a 2°C, com esforços para contê-lo em 1,5°C, quando comparado aos níveis pré-industriais.

“As mudanças climáticas são o grande desafio do nosso tempo e devemos agir com urgência para combater seus efeitos negativos”, diz o CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni. “Como uma das mais diversificadas empresas globais de alimentos, temos a oportunidade de usar nossa escala e influência para ajudar a liderar uma transformação sustentável dos mercados agropecuários que empodere produtores, fornecedores, clientes e consumidores. A agropecuária pode e deve ser parte da solução climática global. Acreditamos que, por meio de inovação, investimento e colaboração, o Net Zero está ao nosso alcance”.

A empresa desenvolverá metas de redução de emissões de gases de efeito estufa em suas operações globais e cadeias de valor na América do Sul, América do Norte, Europa, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia. Como próximo passo, a JBS apresentará um plano com base científica para chegar ao Net Zero, consistente com os critérios estabelecidos pela Science-Based Targets initiative (SBT). A empresa fornecerá, ainda, atualizações anuais sobre seu progresso para garantir a transparência, além de passar a divulgar seus riscos financeiros ligados à mudança do clima, em linha com a iniciativa TCFD – Task Force on Climate-related Financial Disclosure.

A JBS adotará diversas estratégias para alcançar o Net Zero até 2040, incluindo:

  • Redução das emissões nas nossas unidades: até 2030, a JBS reduzirá em pelo menos 30% suas emissões de escopos 1 e 2, em comparação com as do ano de 2019.
  • Fomento à inovação: a JBS investirá US$ 1 bilhão na próxima década em soluções que visem reduzir as emissões de carbono em suas operações, engajando colaboradores e financiando projetos que serão avaliados por uma comissão formada por executivos da empresa, especialistas, entidades e acadêmicos.
  • Eliminação do desmatamento: a JBS focará em uma gama de soluções baseadas na natureza, como investimentos em reflorestamento e restauração florestal. A empresa reforça seu compromisso de alcançar uma cadeia de fornecedores de gado – incluindo os fornecedores de seus fornecedores – livre de desmatamento ilegal na Amazônia até 2025. E nos demais biomas brasileiros até 2030. A Companhia tem como meta, ainda, zerar o desmatamento em sua cadeia de fornecimento global até 2035.
  • Uso de 100% de eletricidade renovável nas unidades em todo o mundo: a JBS vai aderir ao RE 100, convertendo para 100% de eletricidade renovável toda a sua operação até 2040.
  • Inovação na agricultura: a JBS investirá maciçamente em Pesquisa e Desenvolvimento para implementar soluções de mitigação das emissões, como melhorias nas práticas agrícolas regenerativas, projetos de intensificação de sequestro de carbono no solo e tecnologias voltadas para as fazendas dos fornecedores.
  • Prestação de contas e incentivo: a remuneração variável de altos executivos da JBS será atrelada às metas de mudança climática. Os líderes globais da Companhia vão supervisionar a alocação de capital, fomentar o envolvimento de fornecedores e desenvolver parcerias com outras empresas, governos e universidades, de modo a garantir a sustentação e o atingimento do compromisso Net Zero.

Com o compromisso assumido hoje, a JBS reforça sua responsabilidade com a agenda ESG (Ambiental, Social e Governança), uma caminhada iniciada há mais de uma década, com investimentos significativos em ações concretas por toda a sua cadeia de valor. São exemplos desse esforço o sistema de monitoramento socioambiental de 100% dos fornecedores de matéria-prima da Companhia no Brasil, que está sendo expandido via tecnologia blockchain para os fornecedores de seus fornecedores, além dos investimentos em economia circular. Na América do Norte, a JBS já reduziu em cerca de 20% suas emissões desde 2015. No Reino Unido e Irlanda do Norte, a Moy Park diminuiu a intensidade de suas emissões em mais de 77% desde 2010, e a Pilgrim’s UK já tinha se comprometido a ser Net Zero até 2040.

Nesta quinta-feira, 25, o CEO Global da JBS, Gilberto Tomazoni, compartilhará e discutirá o compromisso Net Zero 2040 da Companhia na Cúpula Global 2021 da Iniciativa de Governança Climática (CGI, na sigla em inglês), entidade que surgiu no âmbito do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês).

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