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20 anos de Harry Potter e a Pedra Filosofal

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Vanderlei Tenório

Os filmes tendem a ser um produto de seu tempo. Seja devido à tecnologia, história ou algo totalmente diferente, alguns deles simplesmente não envelhecem bem. E alguns podem resistir ao teste do tempo, como Harry Potter e a Pedra Filosofal.

Nessa perspectiva, o primeiro filme da franquia Harry Potter não faz muitas coisas erradas, além de algumas das falas exageradamente hilárias e charmosas, o filme em si é o recurso perfeito para a família e faz bem em introduzir os conceitos-chave da franquia bilionária da Warner, enquanto mantém o tom e a sensação dos livros intactos.

Sendo sincero, acredito que às vezes o melhor plano é fazer as coisas de acordo com o livro. Convenhamos que com mais de 100 milhões de leitores desesperados para correr pelos corredores do cinema para ver seu herói na tela grande pela primeira vez, vocês não podem culpar Chris Columbus por tentar ter sido fiel ao texto de J.K. Rowling

Bom, uma coisa é soltar a imaginação com as palavras na página, outra é ter essas imagens reproduzidas por um orçamento multimilionário de Hollywood. Desde a primeira visão de uma coruja empoleirada na placa da Rua dos Alfeneiros até a cena final do Expresso de Hogwarts saindo da estação com uma majestosa escola situada no alto das colinas atrás, sabemos que cada galeão dourado da poderosa Warner foi bem gasto.

Este filme, surgindo quatro anos (26 de junho de 1997) após o romance original, marcou o nascimento de um novo mito consolador da cultura pop do século XXI, que rivalizava e se iguala a outras adaptações igualmente notórias e amplamente rentáveis e inesquecíveis, respectivamente, as adaptações das obras: “Senhor dos Anéis”, magnum opus do professor Tolkien, “As Crônicas de Nárnia”, magnum opus do professor Lewis, “Crepúsculo”, de Stephenie Meyer, “Percy Jackson & os Olimpianos”, do professor Rick Riordan, e “Jogos Vorazes”, da roteirista Suzanne Collins.

A história como muitas outras fantasias começa com um começo humilde. O jovem órfão Harry Potter fica com os desprezíveis Dursleys, seus únicos parentes de sangue, com nada além de uma cicatriz misteriosa em sua testa e uma carta endereçada a seus desprezíveis tios.

Em uma breve passagem de tempo, vemos o Harry de 10 anos de idade morando em um armário embaixo das escadas e vivendo uma vida monótona, até que uma carta muda sua vida para sempre. Após a matrícula na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, o que se segue é uma jornada maravilhosa e mágica em que Harry tenta se adaptar e sobreviver ao primeiro ano letivo em uma escola de Magia pra lá de excepcional.

Ao longo dessa tragédia shakespeariana, ele conhece uma série de personagens coloridos, assustadores, dúbios, enigmáticos e carismáticos, o que inclui seus melhores amigos o bruxo sangue puro Rony Weasley e a nascida trouxa Hermione Granger. Juntos, eles tropeçam em um enredo envolvendo a lendária pedra filosofal e o misterioso Lord Voldemort.

Embora a história em si não faça muito para se diferenciar da estrutura seguida por outras fantasias, o que sempre resistiu ao teste do tempo aqui são os personagens. Harry Potter é simplesmente um garoto comum e é fácil sentir empatia por sua jornada enquanto ele tropeça entre os pontos da trama. O resto dos personagens são interpretados com um estilo direto e estereotipado, mas, há carisma suficiente sobre eles para evitar que o filme seja detido por estereótipos e arquétipos diretamente reproduzidos do livro homônimo.

Entretanto, o elenco merece muitos elogios aqui por trazer a obra à vida, pois com exceção de Hermione (que nos livros tem dentes patetas e cabelos desgrenhados), a maioria dos personagens parece exatamente como imaginado em suas descrições. O elenco também tem uma química maravilhosa na tela e as desventuras de Harry, embora voltadas principalmente para crianças e famílias, têm mistério e drama suficientes para tornar-se um relógio agradável, não importa quantos anos você tenha o filme irá te cativar.

Aqui, o mundo mágico que J.K. Rowling visualizou nos livros é adaptado da melhor maneira possível. Seja o exterior imponente do Castelo de Hogwarts, as ruas pitorescas e agitadas do Beco Diagonal, o suntuoso prédio do banco Gringotes e a peculiar aldeia de Hogsmeade, cada parte do filme exala charme imaginativo, criando uma sensação única de êxtase, fascínio e paixão.

Nesse sentido, todo o ótimo trabalho de introdução de Columbus seria vão se não fosse pela inesquecível trilha sonora de John Williams. Se há um elemento de Harry Potter que resiste ao teste do tempo mais do que qualquer outra coisa, é este. 

Dos segmentos de cordas travessos e tons menores, faixas mais sombrias até o tema principal épico fantástico (Hedwig´s Theme), a trilha sonora de Harry Potter está lá com algumas das melhores já criadas para a tela grande e pelo próprio Williams – vale lembrar que Williams também compôs a trilha dos quatro filmes de “Indiana Jones”, dos sete filmes da franquia “Star Wars” e dos três filmes da franquia “Jurassic Park”, fora outras trilhas igualmente inesquecíveis.

É por isso que essa adaptação fiel não deixará de conquistar os fãs do livro com seu fator ‘uau’. Para nossa alegria e satisfação, o longa prospera no reconhecimento e fidelização do público. Nesse ensejo, Harry Potter e a Pedra Filosofal tem uma vantagem sobre tantos outros sucessos de bilheteria: ele já sabia que era o primeiro de uma série, então não precisou se tornar um filme de sucesso, apesar de ter sido. Isso significa que ele deliberadamente concentrou seu tempo em preparar os personagens e o cenário, assim, alicerçando o êxtase que no fim seria clímax de toda uma geração. 

Nisso, embora não seja o melhor da série, Harry Potter e a Pedra Filosofal é, no entanto, um maravilhoso recurso familiar, trazendo o livro à vida da melhor maneira possível. Com um elenco perfeito e uma história que permanece fiel ao livro, queria ou não, o longa estabeleceu bases muito sólidas para a construção da franquia.

Em comemoração aos 20 anos de Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001), de Chris Columbus, a Warner Bros reexibirá o clássico nos cinemas. Aqui no Brasil, o relançamento do primeiro filme da franquia bilionária está marcado para o dia 21 de novembro e em data única. A venda dos ingressos começará a partir desta segunda-feira (15) – a procura deve ser intensa.

Infelizmente, o longa estará disponível somente no dia 21, segundo a Warner, a ideia é permitir que os fãs revisitem a primeira aventura do menino que enfrentou Você-Sabe-Quem sob um novo olhar.

Nesse sentido, levando em conta que a tecnologia 3D só se popularizou em meados de 2009, vai ser a primeira vez que os potterheads (comunidade informal e internacional unida pela série Harry Potter) poderão se sentir dentro do mundo da magia de verdade. Na semana antepassada, já tinha surgido a notícia de que toda a saga Harry Potter seria novamente exibida nos cinemas como forma de comemorar seus 20 anos. Entretanto, a ideia é exibir todos os longas por ordem de lançamento.

Vale lembrar que todos os filmes da saga Harry Potter estão disponíveis no HBO Max e a plataforma contará ainda com um especial de perguntas e respostas envolvendo fãs, justamente para celebrar os 20 anos do primeiro filme da franquia.

Além disso, a HBO Max também já disponibilizou um conteúdo especial para celebrar a data. Batizado de Harry Potter e a Pedra Filosofal: Filme em Modo Mágico, ele traz cenas exclusivas, curiosidades e outros detalhes de produção do primeiro filme da saga — o que é uma ótima forma de os fãs matarem a saudade desse universo. 

Sigo ansioso para dia 21. Boa sessão para nós.

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Suplementação de vitamina D

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A deficiência de vitamina D é um problema de saúde pública em nível mundial e muitas pesquisas vem sendo desenvolvidas, contudo, existe uma grande dificuldade de padronização das diretrizes nutricionais e clínicas. Ocorre que não há heterogeneidade entre os protocolos de pesquisa e amostras, são utilizadas dosagens e diferentes tipos de vitamina D, isso dificulta, e se cada um faz de um jeito fica difícil comparar.

A vitamina D é essencial à vida, funcionamento normal do nosso organismo e um nutriente que participa de várias funções no corpo. Sua deficiência está associada a maior mortalidade e agravamento da saúde em pessoas com hipertensão, SIDA, idosos, em doenças cardiovasculares, Covid-19 e outras situações.

Onde encontramos? Pode ser ingerida pela dieta, em alimentos de origem animal, mas suas concentrações são muito pequenas então precisamos de sol, luz solar UV que induz sua formação na pele e depois ela vai para o fígado e rins onde é metabolizada.

E quais alimentos devemos consumir?

•             Óleos de fígado de peixes (bacalhau e atum);

•             Peixes gordos (bacalhau, atum, arenque, cavala, outros);

•             Fígado de mamíferos;

•             Ovos;

•             Produtos lácteos;

•             Cogumelos.

A quantidade naturalmente produzida na pele é maior e de grande importância para nosso corpo, mas deveríamos tomar banho de sol diariamente e sem protetor solar. Agora me conta, quem toma sol diariamente? Mesmo sendo o Brasil um país tropical, não temos este hábito diário, salvo algumas pessoas que moram em cidades praianas.

Conforme envelhecemos sofremos menor aproveitamento da exposição solar, outros fatores que interferem na absorção e aproveitamento da vitamina d é o uso frequente de alguns medicamentos, saúde intestinal precária com presença de disbiose e disfunção microbiana. Também a obesidade e estado inflamatório são fatores associados a deficiência.

É um micronutriente, uma vitamina lipossolúvel, e considerada um hormônio esteroide e com várias funções:

•             Infecções respiratórias agudas;

•             Saúde óssea;

•             Força e funcionalidade muscular;

•             Influência no controle das contrações do músculo cardíaco e bombeamento de sangue;

•             Melhora do sistema imunológico, os linfócitos d tem receptores para este hormônio;

•             Controle da diabetes;

•             Diminui o auto ataque em pessoas com doenças autoimunes;

•             Previne contra o câncer;

•             Distúrbios e qualidade do sono;

•             Saúde mental (doenças neurológicas, comprometimento cognitivo; performance, depressão, ansiedade e outros);

•             Doenças cardiovasculares;

•             Lúpus;

•             Encefalite autoimune;

•             Artrite e artrose;

•             Lúpus e outras doenças autoimunes;

•             Proteção contra o agravamento da infecção viral, inclusive por Covid-19;

•             Outros

Quanto é considerado um nível nos exames sendo normal ou seguro? Cerca de > 50 nmol/l ou 20ng/ml é o alvo mais aceito atualmente. Os grupos de risco mais suscetíveis à hipovitaminose D, devem considerar as condições clínicas para a manutenção de níveis mais altos (entre 30 e 60 ng/ml), inclusive gestantes.

Segundo diretrizes internacionais, a deficiência grave desta vitamina aparece com uma concentração abaixo de 20 (OH) D <30 nmol/l (ou 12 ng/ml) e isso acarreta dramaticamente em maior risco de mortalidade, infecções e agravamento de muitas outras doenças, e deve ser evitada sempre que possível.

Agora é importante dizer que a deficiência mundial generalizada é contestada por muitos centros internacionais de pesquisa e órgãos governamentais como o europeu.

Aumentar a ingestão oral para quantidades maiores que a necessidade fisiológica podem causar hipercalcêmia (quantidade excessiva de cálcio). Existem muitos relatos de toxicidade, não quando produzida por luz solar UV, mas ingerida em grandes quantidades, provocando fadiga, fraqueza muscular, náuseas, micção frequente, vômitos, e entre outros problemas causar problemas e até lesões renais, ateroesclerose e enrijecimento das paredes arteriais do coração.

A suplementação é eficiente apenas em casos de deficiência grave comprovada! A fim de evitar estes riscos deve ser monitorado o nível de vitamina D no sangue, a concentração de cálcio, magnésio, zinco, vitamina A e o PTH, assim como a saúde intestinal, óssea e renal e o estado de saúde como um todo.

A diferença entre o veneno e o remédio está na dose, já dizia Paracelso.

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Qual a opinião dos tuiteiros sobre “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”?

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Vanderlei Tenório

O primeiro lote de fãs do MCU viu “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, e as críticas começaram a aparecer no Twitter. Embora a pontuação crítica do filme de Sam Rami ainda esteja oscilando e tecendo no Rotten Tomatoes (79% no momento desta publicação), um consenso bastante sólido parece ter se formado no aplicativo de pássaros. Parece que os espectadores ficam impressionados com “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” com reações negativas muito parecidas com agulhas em um palheiro. 

MARVEL STUDIOS presents: Doctor Strange in the Multiverse of Madness – Photocall at Ritz Carlton on 21st, April, 2022. Benedict Cumberbatch, Elizabeth Olsen and Sam Raimi Photo: Disney/Hanna Boussouar

Os fãs do MCU abordaram tudo em seus tweets, desde os aspectos de terror do filme até as aparições que podem ou não ter acontecido – não se preocupe, não irei mencionar. Outros expressaram seus sentimentos sobre as performances de Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen, sendo um deles um claro ladrão de cena.

A Gazeta reuniu parte das reações dos fãs a “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”. Sem equívocos, podemos afirmar que esta é outra vitória para a Marvel Studios. Percorra sem se preocupar, pois essas reações são livres de spoilers.

Confira:

“O queridinho”:

A maioria das primeiras reações dos fãs a “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” são cheias de emoção. O usuário do Twitter @kissmeinsanfran pulou online logo depois de ver o filme do MCU, escrevendo: “Acabei de ver #DoctorStrange NO MULTIVERSO DA LOUCURA E FOI INCRÍVEL”. @CloudVinters também foi ao aplicativo para compartilhar seus sentimentos, dizendo: “Acabei de ver Dr Strange e WOW, parabéns à Marvel por este, foi totalmente fora do que eu esperava. E cara, quase, quase horror”. O usuário também disse que é muito importante que os fãs assistam “WandaVision” antes de ver o filme, e isso foi algo que muitos outros espectadores de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” também notaram. “Acabei de ver o novo #DoctorStrange, foi muito. Por favor, assista wandavision primeiro, caso contrário você ficará completamente perdido”, confirmou @FormulaY4DE.

O usuário @Stef_dag acrescentou ao hype, escrevendo: “Acabei de ver o médico estranho no multiverso da loucura e … caramba, foi como uma montanha-russa”. Muitos fãs admitiram que o filme era muito para processar – no bom sentido – com os usuários @JoelHendrix e @lenas_viewing notando que precisariam de algum tempo para deixar tudo absorver. 

Sam Raimi:

Embora tenha havido muitos aplausos pelas performances em “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, um nome que parecia continuar aparecendo nos tweets era o do diretor Sam Raimi. Conhecido pela trilogia “Homem-Aranha” e filmes como “Arraste-Me para o Inferno”, Raimi tem experiência nos gêneros de super-heróis e terror. Mas, surpreendentemente, ele não dirige um longa-metragem desde “Oz: Mágico e Poderoso”, de 2013. Seus fãs certamente ficaram felizes em vê-lo de volta atrás das câmeras e adoraram o trabalho que ele fez na sequência do MCU.

“Assisti ontem à noite e aplaudo Sam Raimi por dar ao público um banquete para os olhos e dar nova vida e cor ao MCU”, @richardmz13 twittou em apoio ao diretor. Alguém que não tem vergonha de expressar seu amor por Raimi foi o tweeter @davidy4ng, que escreveu: “Obrigado Sam Raimi. O MCU nunca esteve tão perto do gênero de terror e eu amo isso. Precisamos de mais Sam Raimi no MCU. Vamos fazer um Universo Marvel em torno de Sam Raimi.”

Elizabeth Olsen:

Houve muitos elogios a Benedict Cumberbatch no Twitter em meio às primeiras reações dos fãs a “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, mas ele não era a estrela. Elizabeth Olsen é a campeã deste filme, com centenas de tweets absolutamente delirantes sobre sua atuação como Wanda Maximoff, também conhecida como Feiticeira Escarlate. “Melhor performance de Elizabeth Olsen, ela é a Wanda perfeita”, twittou @s4m_bld. “Elizabeth Olsen teve talvez o melhor desempenho de sua carreira”, acrescentou @_pires_21. “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” marca o sexto projeto de MCU de Olsen e o 19º no geral, então essas reações dos fãs não são nada para ignorar. 

Aqueles capazes de ver “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” também mencionaram como Olsen deve ser reconhecido na temporada de premiações. O usuário @thoughtswithal twittou: “piadas à parte… #MultiverseofMadness É INCRÍVEL. tantos momentos fenomenais, mas, o que eu quero dizer é; se este não fosse um filme da Marvel, Elizabeth Olsen estaria recebendo as grandes indicações. absolutamente. Desempenho INCRÍVEL em um filme incrível.” Espelhando esse sentimento estava @itskevmosby, que escreveu: “Elizabeth Olsen possuía a #DoctorStrange no Multiverso da Loucura. Dê a ela todos os prêmios já”. O nome dela pode não estar no título do filme, mas “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” realmente parece ser o momento de Wanda.

Nem tudo são flores:

Encontrar uma reação negativa dos fãs para “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura não foi tarefa fácil”. Muitos que fizeram críticas ao filme as equilibraram com sentimentos positivos, mas deixaram claro que não é um filme perfeito. “Quando o filme começar, você entenderá que está em um passeio maluco de Sam Raimi e não há como pará-lo. É maluco. O primeiro ato precisava de um pouco mais de espaço para respirar, mas fora isso eu adorei ” @MatthewBass_ twittou. Muitos dos problemas – embora menores – que as pessoas pareciam ter com o filme eram seu ritmo, que foi destacado pelo usuário @fabricius91. Não é o filme mais longo do MCU de longe (126 minutos), mas parece que pode ter se beneficiado de um tempo de execução mais longo.

Também havia espectadores que não estavam se sentindo “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”. O usuário @FleetwoodJMac twittou: “Acho que os grandes fãs de Sam Raimi vão gostar muito mais deste filme do que eu. Entre o queijo exagerado que um filme de Raimi lhe dá e o ato final não cumprir seu destino, saí decepcionado.” Outro espectador que ficou decepcionado foi @suunflower28, que escreveu: “foi bom, mas não tão bom quanto eu esperava”.

Alguns acham que o filme fica no meio do MCU, com @BlahBoxT escrevendo: “#DoctorStrange está apenas no meio. Não é ruim, mas também não é bom. Qualquer coisa abaixo de 5/10 não é suficiente, mas qualquer coisa acima de 5 /10 é demais.”

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura chega aos cinemas hoje, 05.

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O que as marcas devem aprender com o marketing de influência

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por Nicole Pappon*
 O marketing de influência vem crescendo a cada ano e hoje, mais do que nunca, as marcas precisam estar engajadas com as causas sociais e usar o marketing para sustentar esse propósito. Em 2018, uma pesquisa sobre marketing relacionado à causas realizada pela CAUSE em parceria com Ipsos, Instituto Ayrton Senna e ESPM, já mostrava que 77% dos entrevistados esperavam que empresas contribuíssem mais para a sociedade do que contribuíram no passado e 82% delas consideravam muito importante que as companhias demonstrassem um alto grau de responsabilidade social.
Somado a isso há o crescimento desenfreado do marketing de influência nos últimos anos: o Brasil, por exemplo, já ultrapassou a China e é o maior mercado do mundo, segundo levantamento realizado pela Global Consumer Survey, que apontou que, em 2019, a porcentagem dos brasileiros impactados pelo marketing de influência era de 36% contra 40% dos chineses. Em 2021, esse número no Brasil já superou os 40%. Mas como navegar nesse mercado em transformação?
No marketing de influência, o profissional precisa estar alinhado ao propósito da empresa. Além disso, o marketing vai muito além de número de visualizações e seguidores, ele está relacionado à reputação da marca. O “oba, oba” de investir em influencers com maior número de likes já amornou, porque o mercado está amadurecendo e percebendo os riscos desse tipo de investimento aleatório. Hoje, existem diversas pesquisas que nos auxiliam no amadurecimento do segmento. As marcas devem estar atentas a diversas questões que podem gerar motivo de questionamento dos consumidores.
Um estudo liderado por uma especialista em novos comportamentos de consumo em contextos digitais, a professora de marketing Rebecca Mardon, da Cardiff Business School, no Reino Unido, apontou que os seguidores criticam as marcas que acreditam ter um alto nível de controle sobre o conteúdo do influenciador, principalmente quando isso prejudica o prazer do espectador. Por exemplo, eles responderam negativamente quando sentiram que o influenciador havia recebido um script ou pediram uma alta frequência de menções ao produto.
Estamos no momento do diálogo e das conexões com potencial transformador. As marcas têm a oportunidade de encontrar a convergência entre seu propósito e as demandas da sociedade, engajando seus públicos na busca por impacto positivo. E hoje, a velocidade surreal da informação nas redes sociais pode derrubar a reputação em segundos, respingando em todos os patrocinadores e envolvidos de alguma forma com as partes que causaram controvérsia. O posicionamento das marcas parceiras em relação ao que está sendo divulgado é quase instantâneo, a exemplo do que podemos notar no Big Brother Brasil, um dos maiores reality show do mundo. O mundo mudou, o consumidor mudou, está mais exigente e as marcas precisam seguir este movimento — toda a inovação, seja no produto ou somente na empresa, é mostrada nas provas realizadas no BBB. É um meio de comunicar ainda mais ágil o que determinada marca está fazendo em seu segmento de atuação.
Dessa forma, existem diversas questões envolvendo o marketing de influência que precisam ser consideradas à medida que esse mercado vai amadurecendo. O mais importante é que a marca e os influenciadores estejam alinhados a causas — com convicção, coerência e consistência, sem exageros, mantendo sempre, sua autenticidade. 
*Nicole Pappon é uma das sócias fundadoras da Grapa Digital. Possui rápida ascensão no mercado de marketing digital e publicidade, onde atua há pouco mais de 3 anos, sendo especialista em gestão de campanhas e assessoria de influenciadores, realizando ações e campanhas nacionais e internacionais. É formada em Publicidade e Propaganda pela Anhembi Morumbi.
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