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20 anos de Harry Potter e a Pedra Filosofal

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Vanderlei Tenório

Os filmes tendem a ser um produto de seu tempo. Seja devido à tecnologia, história ou algo totalmente diferente, alguns deles simplesmente não envelhecem bem. E alguns podem resistir ao teste do tempo, como Harry Potter e a Pedra Filosofal.

Nessa perspectiva, o primeiro filme da franquia Harry Potter não faz muitas coisas erradas, além de algumas das falas exageradamente hilárias e charmosas, o filme em si é o recurso perfeito para a família e faz bem em introduzir os conceitos-chave da franquia bilionária da Warner, enquanto mantém o tom e a sensação dos livros intactos.

Sendo sincero, acredito que às vezes o melhor plano é fazer as coisas de acordo com o livro. Convenhamos que com mais de 100 milhões de leitores desesperados para correr pelos corredores do cinema para ver seu herói na tela grande pela primeira vez, vocês não podem culpar Chris Columbus por tentar ter sido fiel ao texto de J.K. Rowling

Bom, uma coisa é soltar a imaginação com as palavras na página, outra é ter essas imagens reproduzidas por um orçamento multimilionário de Hollywood. Desde a primeira visão de uma coruja empoleirada na placa da Rua dos Alfeneiros até a cena final do Expresso de Hogwarts saindo da estação com uma majestosa escola situada no alto das colinas atrás, sabemos que cada galeão dourado da poderosa Warner foi bem gasto.

Este filme, surgindo quatro anos (26 de junho de 1997) após o romance original, marcou o nascimento de um novo mito consolador da cultura pop do século XXI, que rivalizava e se iguala a outras adaptações igualmente notórias e amplamente rentáveis e inesquecíveis, respectivamente, as adaptações das obras: “Senhor dos Anéis”, magnum opus do professor Tolkien, “As Crônicas de Nárnia”, magnum opus do professor Lewis, “Crepúsculo”, de Stephenie Meyer, “Percy Jackson & os Olimpianos”, do professor Rick Riordan, e “Jogos Vorazes”, da roteirista Suzanne Collins.

A história como muitas outras fantasias começa com um começo humilde. O jovem órfão Harry Potter fica com os desprezíveis Dursleys, seus únicos parentes de sangue, com nada além de uma cicatriz misteriosa em sua testa e uma carta endereçada a seus desprezíveis tios.

Em uma breve passagem de tempo, vemos o Harry de 10 anos de idade morando em um armário embaixo das escadas e vivendo uma vida monótona, até que uma carta muda sua vida para sempre. Após a matrícula na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, o que se segue é uma jornada maravilhosa e mágica em que Harry tenta se adaptar e sobreviver ao primeiro ano letivo em uma escola de Magia pra lá de excepcional.

Ao longo dessa tragédia shakespeariana, ele conhece uma série de personagens coloridos, assustadores, dúbios, enigmáticos e carismáticos, o que inclui seus melhores amigos o bruxo sangue puro Rony Weasley e a nascida trouxa Hermione Granger. Juntos, eles tropeçam em um enredo envolvendo a lendária pedra filosofal e o misterioso Lord Voldemort.

Embora a história em si não faça muito para se diferenciar da estrutura seguida por outras fantasias, o que sempre resistiu ao teste do tempo aqui são os personagens. Harry Potter é simplesmente um garoto comum e é fácil sentir empatia por sua jornada enquanto ele tropeça entre os pontos da trama. O resto dos personagens são interpretados com um estilo direto e estereotipado, mas, há carisma suficiente sobre eles para evitar que o filme seja detido por estereótipos e arquétipos diretamente reproduzidos do livro homônimo.

Entretanto, o elenco merece muitos elogios aqui por trazer a obra à vida, pois com exceção de Hermione (que nos livros tem dentes patetas e cabelos desgrenhados), a maioria dos personagens parece exatamente como imaginado em suas descrições. O elenco também tem uma química maravilhosa na tela e as desventuras de Harry, embora voltadas principalmente para crianças e famílias, têm mistério e drama suficientes para tornar-se um relógio agradável, não importa quantos anos você tenha o filme irá te cativar.

Aqui, o mundo mágico que J.K. Rowling visualizou nos livros é adaptado da melhor maneira possível. Seja o exterior imponente do Castelo de Hogwarts, as ruas pitorescas e agitadas do Beco Diagonal, o suntuoso prédio do banco Gringotes e a peculiar aldeia de Hogsmeade, cada parte do filme exala charme imaginativo, criando uma sensação única de êxtase, fascínio e paixão.

Nesse sentido, todo o ótimo trabalho de introdução de Columbus seria vão se não fosse pela inesquecível trilha sonora de John Williams. Se há um elemento de Harry Potter que resiste ao teste do tempo mais do que qualquer outra coisa, é este. 

Dos segmentos de cordas travessos e tons menores, faixas mais sombrias até o tema principal épico fantástico (Hedwig´s Theme), a trilha sonora de Harry Potter está lá com algumas das melhores já criadas para a tela grande e pelo próprio Williams – vale lembrar que Williams também compôs a trilha dos quatro filmes de “Indiana Jones”, dos sete filmes da franquia “Star Wars” e dos três filmes da franquia “Jurassic Park”, fora outras trilhas igualmente inesquecíveis.

É por isso que essa adaptação fiel não deixará de conquistar os fãs do livro com seu fator ‘uau’. Para nossa alegria e satisfação, o longa prospera no reconhecimento e fidelização do público. Nesse ensejo, Harry Potter e a Pedra Filosofal tem uma vantagem sobre tantos outros sucessos de bilheteria: ele já sabia que era o primeiro de uma série, então não precisou se tornar um filme de sucesso, apesar de ter sido. Isso significa que ele deliberadamente concentrou seu tempo em preparar os personagens e o cenário, assim, alicerçando o êxtase que no fim seria clímax de toda uma geração. 

Nisso, embora não seja o melhor da série, Harry Potter e a Pedra Filosofal é, no entanto, um maravilhoso recurso familiar, trazendo o livro à vida da melhor maneira possível. Com um elenco perfeito e uma história que permanece fiel ao livro, queria ou não, o longa estabeleceu bases muito sólidas para a construção da franquia.

Em comemoração aos 20 anos de Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001), de Chris Columbus, a Warner Bros reexibirá o clássico nos cinemas. Aqui no Brasil, o relançamento do primeiro filme da franquia bilionária está marcado para o dia 21 de novembro e em data única. A venda dos ingressos começará a partir desta segunda-feira (15) – a procura deve ser intensa.

Infelizmente, o longa estará disponível somente no dia 21, segundo a Warner, a ideia é permitir que os fãs revisitem a primeira aventura do menino que enfrentou Você-Sabe-Quem sob um novo olhar.

Nesse sentido, levando em conta que a tecnologia 3D só se popularizou em meados de 2009, vai ser a primeira vez que os potterheads (comunidade informal e internacional unida pela série Harry Potter) poderão se sentir dentro do mundo da magia de verdade. Na semana antepassada, já tinha surgido a notícia de que toda a saga Harry Potter seria novamente exibida nos cinemas como forma de comemorar seus 20 anos. Entretanto, a ideia é exibir todos os longas por ordem de lançamento.

Vale lembrar que todos os filmes da saga Harry Potter estão disponíveis no HBO Max e a plataforma contará ainda com um especial de perguntas e respostas envolvendo fãs, justamente para celebrar os 20 anos do primeiro filme da franquia.

Além disso, a HBO Max também já disponibilizou um conteúdo especial para celebrar a data. Batizado de Harry Potter e a Pedra Filosofal: Filme em Modo Mágico, ele traz cenas exclusivas, curiosidades e outros detalhes de produção do primeiro filme da saga — o que é uma ótima forma de os fãs matarem a saudade desse universo. 

Sigo ansioso para dia 21. Boa sessão para nós.

Entretenimento

“(In)Comum”: Entre o Sobrenatural e o Suspense Policial

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Vanderlei Tenório

As webséries surgiram no YouTube Brasil há quase 14 anos, diferenciando-se do padrão tradicional da televisão. Este formato audiovisual vem ganhando popularidade globalmente, e no nosso país ocupa uma posição significativa no rol de produções originais da plataforma.

A busca constante por inovação e criatividade tem aprimorado as webséries em termos de qualidade técnica, produção e roteiro original. Isso reafirma a tentativa da internet de competir com a televisão.

Webséries: o que são?
As webséries, como o próprio nome sugere, são séries transmitidas pela internet. Geralmente são acessadas por meio de sites de compartilhamento de vídeos, como YouTube ou Dailymotion. Muitas vezes são produzidas com recursos limitados, o que lhes confere um caráter artesanal e um tom sarcástico que agrada aos jovens. Elas atraem comunidades de fãs que as acompanham, comentam e aguardam ansiosamente a estreia de cada novo episódio.

As webséries são uma excelente oportunidade para jovens diretores se apresentarem a um público jovem.

O exemplo disso é a websérie de suspense e ficção fantástica “(In)Comum”, criada, dirigida e roteirizada pelo itapirense Rodrigo Alves de Jesus.

A produção
A série “(In)Comum” foi inteiramente gravada no município de Itapira, interior de São Paulo. Conta com vários locais de gravação, internos e externos, como casas de amigos do produtor, casarões antigos nos arredores da zona rural do município, lugares abertos e praças da cidade.

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A primeira temporada da websérie possui 9 episódios, todos disponíveis no canal do YouTube da Crisálida Filmes. A estreia foi em 24 de novembro de 2019.

Algum tempo depois, pensando em melhorar alguns pontos e colocar mais dinâmica entre os episódios, a série foi relançada em 23 de janeiro de 2021, dessa vez com a parceria da Rodrigo Produções.

Segunda temporada
A segunda temporada da websérie já está sendo liberada no YouTube. A nova temporada conta com uma parceria com a Rodrigo Produções, do produtor Rodrigo Filipe. Os novos episódios prometem elementos sobrenaturais mais tensos que a primeira temporada, além de novos personagens.

O enredo
De acordo com Rodrigo Alves de Jesus, a concepção textual foi um processo progressivo. À medida que ele adquiria informações e buscava inspirações, a história começava a ganhar vida em sua mente.

“Um fato interessante é que eu faço algo como uma engenharia reversa; eu imagino um pouco da história até certo ponto e já começo a escrever o final. A partir do final, eu construo o meio de forma a chegar perto do que imaginei como sendo o início da história. Algumas inspirações estão relacionadas a séries e filmes com temática sobrenatural e investigativa. Também houve inspiração vinda de alguns jogos”, detalha Rodrigo Alves de Jesus sobre seu processo de elaboração de texto.

Superando obstáculos
Para Alves de Jesus, a websérie “(In)Comum”, além de entregar um conteúdo surpreendente em termos de cinema amador, é a prova viva de que, quando nos reunimos com pessoas que compartilham nossos interesses, propósitos e compromissos, tudo flui de uma forma especial.

Alves de Jesus acredita que, ao invés de esperarmos por oportunidades, nós as criamos. Através disso, a websérie entrega entretenimento e incentivo a outras pessoas, incentivando-as a se levantarem e criarem seus próprios caminhos, mesmo quando ainda estão no meio da neblina do reconhecimento.

É claro que houve obstáculos, mas, graças à união do grupo, sempre havia alguém para ajudar. Alves de Jesus vê “(In)Comum” como um projeto de entretenimento diferenciado e independente, que também incentiva e apoia outras pessoas.

Confira a entrevista exclusiva que realizamos com Rodrigo Alves de Jesus:

De onde surgiu a ideia de criar uma websérie?
Eu sempre gostei de audiovisual e atuação e depois de participar em dois curtas, eu tive essa vontade de criar algo. Mas eu não queria uma história curta, com alguns sustos e uma resolução rápida. Eu quis contar uma história um pouco mais longa com começo, meio e fim onde haveria um desenrolar da história unido a um clímax que pudesse prender as pessoas. Também quis criar minha própria mitologia e uma história onde as pessoas pudessem criar um breve vínculo tanto com os personagens, como com a trama. Dessa vontade é que surgiu (In)Comum onde uni duas coisas que mais gosto; investigação e fenômenos sobrenaturais

A concepção da websérie teve origem em quais inspirações estéticas, temáticas e textuais?
Me inspirei um pouco no que acontecia no início da série Sobrenatural onde havia um ambiente mais cru e simples, mas que tinha uma dosagem bem moderada de aspectos sobrenaturais. Também me inspirei em várias obras independentes que tive contato no decorrer dos anos onde se faz o que se pode fazer, sem muitos recursos e uma produção um pouco limitada.

Quais foram os principais desafios enfrentados ao filmar com recursos limitados no interior?
Falando de um modo mais popular, a limitação de recursos não nos permite “viajar” tanto nos prendendo apenas nos recursos que possuímos. O reconhecimento e a divulgação também são um tanto limitados uma vez que a produção em si é algo 100% independente e sem fins lucrativos. O que nos ajuda um pouco, são alguns comércios na cidade que nos apoiaram tanto na primeira como na segunda temporada e algumas pessoas que também nos ajudam de forma anônima e que admiram o que fazemos e o nosso esforço. Fora isso, também tivemos uma pequena ajuda de algumas bandas da cidade que nos permitiram usar suas músicas como trilha sonora.

Você tem planos de se envolver em mais projetos do mesmo gênero?
No momento estou apenas focado na terceira e última temporada da websérie (In)Comum, porém já estou conversando com um amigo sobre produzir futuramente um curta envolvendo terror psicológico.

Você veio do teatro, tem vontade de fazer algo dramático?
Vontade de fazer a gente sempre tem. Como um amigo meu uma vez disse: “Quando você é picado pelo bichinho do teatro, você quer fazer cada vez mais e mais”. No entanto, estou encarando uma vida um tanto mais ocupada do que antes e isso torna o envolvimento com algo assim um tanto limitado, já que fazer algo dramático iria requerer um pouco mais de trabalho e dedicação. Quem sabe um dia, com a cabeça mais leve eu consiga levar em frente alguma peça ou musical.

A série combina habilmente elementos emocionais, drama e ação. Como foi dirigir cenas tão diversas?
Cada tipo de cena demandava um certo cuidado especial onde eu previamente montava os detalhes como o texto, os quadros e ângulos e principalmente a atuação. Eu me imaginava vendo aquelas cenas e procurava extrair vários detalhes para depois passar para quem estava na parte técnica e para os atores e confesso que foi uma mistura de sensações e emoções mesmo dirigindo e sabendo o que iria acontecer na cena. Na parte de atuação devo mencionar que muito dos atores conseguiram extrair momentos muito emocionais e sinceros durante as gravações e isso me deixava na maioria das vezes de boca aberta.

Pode compartilhar um pouco sobre o que podemos esperar na continuação da série e se haverá outra temporada?
Depois de duas temporadas recheadas de mistério, drama e muita ação, a terceira temporada vai vim para fechar com vários arcos trazendo uma aventura contínua e com inúmeras revelações. Ela será a última temporada, então quero terminar essa tríade de uma forma bem marcante para todos, tanto para quem vai assistir como para quem vai estar participando.

Você está atualmente trabalhando em algum outro projeto?
No momento, apenas dando os toques finais para começarmos a gravar a terceira temporada.

Muitos diretores desenvolvem uma linguagem de criação única. Você, Rodrigo, possui uma abordagem específica que utiliza em suas criações?
Tendo uma base um pouco mais realista da situação e bebendo de fontes como o cinema de guerrilha e o mumblecore, tento produzir da forma mais simples possível, na base do “faça você mesmo” (do it yourself) e ao mesmo tempo uso uma dosagem específica de fantasia de modo que passe o que quero para a história sem nenhum exagero. Os figurinos, cenários, etc, são os mais normais possíveis, mas com alguns detalhes que passam para quem assiste há sensação de existe algo incomum por trás de tudo aquilo. As falas eu também gosto de deixar o mais natural possível e com cada um com seu respectivo sotaque pois isso valoriza ainda mais os vários Brasis que temos por aqui.

Quais são as principais influências artísticas que moldaram seu trabalho?
Séries como Sobrenatural, Cidade Invisível, Sleepy Hollow e True Detective e filmes como Seven, Constantine, Rejeitados pelo Diabo, Skull – A Máscara de Anhangá, Macabro,etc. Também tive uma forte influência das histórias em quadrinhos de um personagem chamado Spawn. Em questão de livros foram: A Divina Comédia, Paraíso Perdido, Anjos e Demônios e O Colecionador de Ossos.

Você tem algum diretor favorito? Se sim, quem é e por que o admira?
Tenho alguns como Stanley Kubrick, Jordan Peele, James Gunn, José Padilha, etc, mas um que eu realmente admiro e que também me incentivou a dirigir e atuar numa mesma obra foi Spike Lee. Me lembro de assistir “Faça a Coisa Certa” onde ele dirige e atua e achei fenomenal o trabalho que ele produziu fazendo essas duas coisas numa mesma obra.

Existe algum gênero cinematográfico no qual você gostaria de se aventurar?
Apesar de achar difícil (minha opinião pessoal) eu gostaria muito de me aventurar em uma comédia. Mas nossa, imagino que o processo mais significativo e um tanto complexo para isso seria o texto e o timing das piadas. Pode ser que futuramente eu possa tentar algo do tipo como um curta ou algumas esquetes.

Pode compartilhar suas experiências com uma série totalmente para o YouTube?
Olha, desde que eu comecei com isso, eu não criei uma expectativa enorme quanto ao Youtube, então posso dizer que estou até que tranquilo quanto a isso. Sei o quanto é difícil e muito trabalhoso você chegar num patamar de ter inúmeras visualizações e inscritos, então eu tento propagar o canal de forma mais simples como postagens para o Instagram e vídeos para o TikTok e vejo o que acontece. Mas independente de ter sucesso ou não, gosto de ter algo ali, numa plataforma que se tornou extremamente popular, uma criação minha que criou vida e me alegro muito quando alguém me para em algum lugar dizendo que assistiu minha websérie no Youtube. Isto vale muito para mim.

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Prodígio brasileiro assina com gravadora espanhola

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Há muito tempo os DJs deixaram de ser apenas meros tocadores de vinil, CD ou pen drive, para se tornarem verdadeiros artífices da música eletrônica, fazendo mixagens, transformando, dando vida e, para os mais talentosos, apresentando também as suas próprias criações. Assim, alguns poucos deles tem se destacado mundo afora, deixando sua impressão, sua identidade e personalidade nas obras que criam.

Dj PRODÍGIO é uma dessas estrelas que surgiram, sinônimo de talento ilimitado, mostrando que não é apenas mais um artista de animação musical, com um potencial imensurável, que o colocou em uma posição de destaque ganhando reconhecimento por suas músicas ao redor do mundo.

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Ele tem trabalhado com muita gente famosa, principalmente do exterior. Recebeu convite de David Levine em Los Angeles para produzir remix dos artistas da gravadora Promark Music, incluído Right Said Fred.

PRODÍGIO também produziu músicas de sucesso, como “Back to Your Heart”, com o cantor e compositor Raphael Prince, música essa que foi muito executada nas estações de rádio europeias e que agora será lançada no Brasil (CONFIRA AQUI https://youtu.be/pfsFAC-gqng?si=NBq0mPNpxeFWwTN9 ). Também no Brasil, produziu músicas em parceria com Mister Sam, para as cantoras Lady Lu e Gretchen.

Suas músicas alcançaram excelentes posições nos TOP 50 e TOP 100, ficando ao lado de grandes nomes da música internacional.

Em maio de 2023 a música “Jaguar” de PRODÍGIO, produzida com o britânico Andy Craig, tocou no Festival EDC (Electric Daisy Carnival) em Las Vegas, um dos maiores festivais de música eletrônica da América do Norte. A música teve o suporte do Duo de DJs Tom & Collins, no palco Stereo Bloom Stage.

Sua música é um reflexo vibrante de sua personalidade musical, e na sua jornada já mostrou a sua enorme capacidade de transcender fronteiras sonoras, tanto que acaba de assinar, agora em 2024, com a gravadora espanhola BEATCLAP, que tem suas músicas distribuídas pela INGROOVES MUSIC, de propriedade da UNIVERSAL MUSIC GROUP.

Além de tudo isso ainda podemos destacar o senso de reponsabilidade social que caracteriza suas ações. DJ Prodígio proporcionou uma valiosa experiência a Luís Fernando, de Campinas, que é deficiente visual, ao ensiná-lo a editar músicas no computador. Ao conhecer Luiz Fernando e perceber sua aspiração de aprender a realizar edições no computador, mesmo sem visão, Prodígio antecipou os desafios aparentes. Com muita empatia, ele desligou a tela do computador e mergulhou na tarefa de editar músicas exclusivamente através de comandos no teclado. Essa abordagem inovadora resultou em uma solução que possibilitou a Luiz Fernando, o primeiro deficiente visual a realizar edições de áudio no computador, a explorar e gravar suas próprias músicas. (CONHEÇA AQUI ESSA IMPRESSIONANTE HISTÓRIA https://youtu.be/go_JdSPmgkE?si=iKWjqF4gvdBnKvzG )

Essa incrível colaboração entre DJ Prodígio e Luiz Fernando destaca não apenas a sua habilidade de superar barreiras, mas também a capacidade de visualizar, com inovação, a música como inclusão social.

PRODÍGIO!… você ainda vai dançar com ele.

Siga em todas as redes sociais: @djprodigio
Contato Show: Sandra Muniz Produções | (16) 9.9783.6918

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Vai levar o pet para pular carnaval? Confira os riscos e cuidados

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Médica-veterinária da UniFAJ orienta sobre doenças, alimentação e se o animal pode ou não ir fantasiado

O carnaval, um dos períodos mais animados do ano no Brasil, está chegando. O momento é de pular e se divertir muito com os amigos, familiares e até com o seu cãozinho. É o que garante a Dra. Aline Ambrogi, médica-veterinária e docente do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ), do Grupo UniEduK. Porém, a especialista alerta sobre os riscos que o ambiente pode oferecer, bem como os cuidados que se deve ter durante a folia.

“O carnaval pode ser uma boa opção no caso de bloquinhos pet friendly que possuam estruturas para os animais, como sombra e disponibilidade de água fresca. Além disso, é importante que o seu cachorro esteja acostumado com passeios em locais agitados, com presença de pessoas, outros animais e sons altos. Caso não seja o caso, a diversão pode ser um estresse”, alerta.

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Devido ao verão e ao extremo calor na maioria das regiões do país, é indicado não levar os animais em horários de pico, o que no Brasil pode ocorrer a qualquer hora do dia.
“O ideal é ter sempre o bom senso e ficar atento a temperatura naquele momento. O calor intenso pode levar o animal a uma hipertermia, doença que pode até causar o óbito do pet. Deve-se ter uma atenção especial, principalmente, com as raças braquicefálicas (shih-tzu, pug, buldogue francês etc). Essas possuem cabeça mais ‘achatada’ e o focinho ‘encurtado’, e têm maior dificuldade para respirar”, explica.

Outro fator a se levar em consideração é o barulho causado pelas atrações musicais. Segundo a médica-veterinária da UniFAJ, o som muito alto pode assustar os cães, pois eles possuem sensibilidade maior e conseguem ouvir mais que o dobro do ser humano.

“Dependendo do volume do som, pode até levá-lo a perda gradativa da audição”, alerta Aline. “Fazer uma adaptação dias antes do carnaval pode ser benéfica ao pet. Isso pode ser feito a partir de passeios diários em parques e praças, locais que costumam ser mais agitados.”

Não é novidade para ninguém que qualquer lugar que tenha aglomeração pode ter grande circulação de microrganismos que causam doenças infectocontagiosas. Portanto, além do vermífugo, os cães devem estar em dia com as vacinas da raiva, da gripe e a múltipla.

Está convencido em levar seu pet para o Carnaval? Confira outras 5 dicas para aproveitar a folia com o seu “amigão”:
1 – Seu cão também sente sede e fome
Lembre-se que, assim como você, seu animal também tem fome e sede. Então não esqueça de ofertar água sempre fresquinha, limpa e abundante. Na hora de comer, pode ser oferecida ração úmida e pelo menos duas vezes ao dia. Como petisco, podem ser ofertadas frutas suculentas como melancia e melão. Jamais ofereça uva, carambola e casca de abacate, pois causam intoxicação ao animal.

2 – Mantenha o animal na guia e com coleira
Os cães conseguem ouvir barulhos há quilômetros de distância e, com o som alto, pode deixá-lo com medo e estimulá-lo ao seu instinto de sobrevivência, podendo ficar mais agressivo com pessoas próximas e até escapar. Portanto, deixe o animal sempre com guia e coleira com identificação.

3 – Encontre um espaço confortável
Nada de levar o pet para o meio da multidão. É importante que ele fique num espaço mais tranquilo, arejado e se possível com sombra. Se tiver sol, não esqueça de passar protetor solar, principalmente em áreas de cor branca, tais como focinho, orelhas, pálpebras e eventualmente no abdômen.

4 – Mantenha seu pet longe tinturas, sprays e espumas
O momento é de diversão e alegria, mas em hipótese alguma utilize tinturas, sprays e espumas para ‘decorar’ o pet. Segundo a médica-veterinária da UniFAJ, esses produtos são altamente químicos e podem causar estresse e alergias na pele.

5 – Fantasias e adereços estão liberados, porém…
Fantasias e outros adereços podem ser uma forma divertida de entreter o pet, porém, certifique-se que não estejam incomodando o animal. No caso das fantasias, dê preferência por tecidos mais leves como malha e algodão.

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