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Brasil

Óbitos em Cartórios apontam 2020 como o ano mais mortal da história do Brasil

Redação Gazeta Regional

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Média anual de crescimento de registros de óbitos passou de 1,9% ao ano para 8,3% em 2020. Mortes em domicílio dispararam e aumentaram 22,2% no Brasil

A pandemia causada pelo novo coronavírus, que atingiu em cheio o Brasil e já causou a morte de mais de 200 mil pessoas, transformou 2020 no ano mais mortal da história do País. Desde o início da série histórica das Estatísticas Vitais de óbitos do Registro Civil, em 1999, nunca morreram tantos brasileiros em um só ano, e nunca houve uma variação anual de óbitos tão grande como a ocorrida na comparação entre 2019 e 2020.

Segundo os dados do Portal da Transparência, plataforma administrada pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), os óbitos registrados por todos os Cartórios do País em 2020 totalizaram 1.443.405 milhão, 8.3% a mais que no ano anterior, superando a média histórica de variação anual de mortes no Brasil que era, até 2019, de 1,9% ao ano.

O número de óbitos registrados em 2020 pode aumentar ainda mais, assim como a variação da média anual, uma vez que os prazos para registros chegam a prever um intervalo de até 15 dias entre o falecimento e o lançamento do registro no Portal da Transparência. Além disso, alguns Estados brasileiros expandiram o prazo legal para registro de óbito em razão da situação de emergência causada pelo Covid-19.

A pandemia trouxe também reflexo em outras doenças que registraram aumento considerável na variação entre os anos de 2019 e 2020. Foi o caso das mortes causadas por doenças respiratórias, que cresceram 34,9% na comparação entre os anos, passando de 442.266 para 596.678. Entre as doenças deste tipo, a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) explodiu, registrando crescimento de 998,4%, seguida pelas de Causas Indeterminadas, que registraram aumento de 33,4%.

Já entre os óbitos causados por doenças cardíacas, muitas vezes relacionadas ao Covid-19, a comparação entre 2019 e 2020 aponta um aumento de 5,1%, passando de 270.203 para 284.117. Dentre às doenças do coração, o registro que apontou maior crescimento foi o de falecimentos por Causas Cardiovasculares Inespecíficas, que cresceu 28,8% entre os anos, sendo que o aumento dos óbitos em domicílio é uma das explicações para o diagnóstico inespecífico das mortes causadas por doenças do coração.

Mortes em Casa disparam
O receio das pessoas frequentarem hospitais ou mesmo realizarem tratamentos de rotina durante a pandemia, assim como a falta de leitos em momentos críticos do Covid-19 no Brasil, fez com que o número de mortes em domicílio disparasse no Brasil quando se comparam os anos de 2019 e de 2020, registrando um aumento de 22,2%.

As mortes por Causas Respiratórias fora de hospitais cresceram 26,9%, sendo que novamente a SRAG foi a que registrou a maior variação, 710%. Também cresceram os óbitos por Insuficiência Respiratória (5,9%), Septicemia (28,8%), e Causas Indeterminadas (38,7%). Os registros de óbitos, feitos com base nos atestados de óbitos assinados pelos médicos, apontam que 9.311 brasileiros morreram de COVID-19 em suas casas.

Os óbitos por Causas Cardíacas fora de hospitais também dispararam em 2020, com registro de aumento de 26,9% na comparação com o ano anterior. Neste tipo de doença, o maior aumento se deu nas chamadas Causas Cardiovasculares Inespecíficas (67,8%), muito em razão de o falecimento ocorrer sem assistência médica, dificultando a qualificação da doença. Também cresceram os óbitos em casa por Acidente Vascular Cerebral (AVC), aumento de 26,3%, e Infartos, que cresceram 3,2%.

“O Portal da Transparência, abastecido diariamente por informações de nascimentos, casamentos e óbitos de Cartórios de todo o País, tem sido um canal de muita importância para que governos, médicos, pesquisadores e a sociedade em geral possam acompanhar em tempo real as informações sobre os dados vitais da população, ainda mais em um momento de intensa crise de saúde pública como a que vivemos atualmente”, explica o vice-presidente da Arpen-Brasil, Luis Carlos Vendramin Júnior.

Prazos do Registro
Mesmo a plataforma sendo um retrato fidedigno de todos os óbitos registrados pelos Cartórios de Registro Civil do país, os prazos legais para a realização do registro e para seu posterior envio à Central de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), regulamentada pelo Provimento nº 46 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), podem fazer com que os números sejam ainda maiores.

Isto por que a Lei Federal 6.015/73 prevê um prazo para registro de até 24 horas do falecimento, podendo ser expandido para até 15 dias em alguns casos. Durante a pandemia, normas excepcionais em alguns Estados expandiram ainda mais este prazo. A Lei 6.015/73 prevê um prazo de até cinco dias para a lavratura do registro de óbito, enquanto a norma do CNJ prevê que os cartórios devam enviar seus registros à Central Nacional em até oito dias após a efetuação do óbito.

O Covid-19 é uma doença altamente contagiosa que já deixou quase 2 milhões de mortos no mundo. A primeira morte em decorrência da infecção pelo novo coronavírus foi registrada no Brasil no dia 16 de março. Entre seus sintomas, estão tosse seca, coriza, dor no corpo e febre – todos muito semelhantes aos apresentados em casos de gripes e resfriados. Mais de 200 mil pessoas já faleceram no Brasil vítimas da doença.

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Brasil

Google tem 6,5 mil vagas para curso no Programa Minha Chance

Redação Gazeta Regional

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Capacitação, aberta a todos os interessados, vai tratar de computação em nuvem, infraestrutura e segurança de redes, Machine Learning e Inteligência Artificial

Computação em nuvem, infraestrutura e segurança de redes, Machine Learning e Inteligência Artificial. Quem se interessa por essas áreas terá a oportunidade de se inscrever no Google Journey Minha Chance, curso de qualificação 100% gratuito. As aulas são oferecidas pelo Programa Minha Chance, parceria da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo (SDE) e Centro Paula Souza (CPS) com a Google.

Podem se inscrever Estudantes de Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatecs) estaduais e outros interessados com idade mínima de 14 anos completos. Uma oportunidade para se especializar na área de Tecnologia da Informação (TI) que, hoje, no Brasil, tem milhares de postos de trabalho ociosos por falta de profissionais qualificados. Para se inscrever, basta acessar o link.

O anúncio da abertura das vagas foi feito na noite desta quarta-feira, 13, durante uma live.“Com essa parceria, a gente vai proporcionar aos nossos jovens, o acesso a oportunidades de emprego, empreendedorismo e renda e a chance de construir uma carreira promissora na área de tecnologia”, afirma a secretária executiva da SDE, Marina Bragante.

A vice-diretora-superintendente do CPS, Emilena Lorenzon Bianco, destacou a importância dessa nova oportunidade para os estudantes das Etecs e Fatecs. “Esse curso com a Google é fundamental para abrilhantar ainda mais o currículo dos nossos alunos em complemento à sua formação”, disse.

Já o gerente do Programa de Aprendizado da Google, Patrick McDermott, enfatizou a grande demanda das empresas por profissionais capacitados na tecnologia de computação em nuvem. “Hoje, a grande maioria das empresas sente que a falta de profissionais capacitados é um fator limitante para o seu crescimento.”

“Quem faz esse curso está apto a ocupar uma vaga de iniciante em uma empresa de TI ou uma vaga de interlocutor técnico em uma empresa de qualquer outro ramo de negócios”, explica o coordenador do Programa Minha Chance no Centro Paula Souza (CPS), Antonio Celso Duarte.

Todos os candidatos inscritos ganham um curso preparatório da Google, de seis horas, que começa logo após o fim das inscrições, com prazo para realizar em uma semana. Concluir essa etapa é importante para assistir às aulas do curso principal, que terão início em 8 de novembro e vão até 19 de dezembro. O conteúdo é ministrado por professores do CPS e especialistas de mercado. Ao final da capacitação, os melhores participantes receberão, gratuitamente, acesso à plataforma de curso avançado da Google.

É possível se candidatar até o dia 22 de outubro, pela internet.

Mais oportunidades
Até sexta-feira, 15, estão abertas as inscrições para cursos oferecidos com outra gigante do setor: a Microsoft. São 4,5 mil vagas para as seguintes trilhas de aprendizado: Computação em Nuvem (AZ-900), Inteligência Artificial (AI-900), Plataforma de Dados (DP-900) e Plataforma Computacional (PL-900), que podem ser feitos por alunos de Etecs e Fatecs e pela comunidade em geral. Os candidatos precisam ter 18 anos completos. Não é necessário estar na área de TI para participar, pois o curso vai formar profissionais de todas as áreas. As inscrições podem ser feitas aqui.

Minha Chance
O Programa Minha Chance é uma parceria da SDE com o CPS, que visa capacitar estudantes de Etecs e Fatecs, além da comunidade, em colaboração com a iniciativa privada. O objetivo é estimular a geração de emprego e de renda. Os cursos, elaborados em parceria com as empresas privadas e o setor produtivo, têm a vantagem de direcionar as vagas a profissionais com boa formação. As empresas interessadas podem se cadastrar pelo site minhachance.sp.gov.br.

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Livro discute a importância de líderes humanizados para formação de equipes psicologicamente seguras em ambientes corporativos

Redação Gazeta Regional

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Líder humano gera resultados’, escrito pela executiva Ligia Costa, dialoga sobre a urgência em transformar o atual cenário de crises no universo empresarial com uma liderança mais compassiva

O livro Líder humano gera resultados chega às livrarias no dia 6 de outubro. Escrito pela executiva Ligia Costa e publicado pela Editora Gente, este é um trabalho sem paralelo na área no Brasil. Repleto de depoimentos e cases de sucesso, o livro traz um debate inovador e profundo sobre o mundo corporativo da atualidade. A partir de um cenário real de crises, a autora discute sobre a necessidade de lideranças mais inclusivas e compassivas, com benefícios significativos para a saúde corporativa, tendo como consequência resultados positivos para as empresas.

“Por que este livro?”. A resposta para esta pergunta é embasada em pesquisas e na experiência de Ligia Costa ao longo de 20 anos no ambiente corporativo. “Existe uma crise de consciência nas lideranças. Desde 2018, a principal causa de afastamento nas empresas está relacionada a transtornos mentais. Lideres tóxicos promovem relações tóxicas. Em 2019, a Gallup Brasil, em uma pesquisa com 12 mil funcionários, já reportava que 48% dos executivos sentiam exaustão ‘às vezes ou sempre’ em seu ambiente de trabalho. A falta de equidade de gênero também impacta nestes números. Hoje, em setembro de 2021, após vinte meses de pandemia, estes números não apenas aumentaram, como a saúde mental e o retrocesso da participação da mulher no ambiente de trabalho passaram a ser temas relevantes para a sustentabilidade das empresas”, afirma. “Neste cenário, as pessoas precisam mudar e, por esta razão, existe este livro. A necessidade de transformação do líder humano é urgente”, reforça.

Segundo Ligia, as empresas chegaram ao auge da desconexão, da falta de significado e da superficialidade no mundo corporativo. No livro, a autora mostra os reflexos desta realidade. Com base na Pesquisa Nacional de Saúde realizada pelo IBGE, ela destaca que 16,3 milhões de pessoas com mais de 18 anos têm depressão no Brasil. “Somos o país com mais deprimidos na América Latina, com 5,8% da população sofrendo com a doença”, destaca. As estatísticas não param por aí. Ligia revela que o burnout, síndrome do esgotamento profissional que se instaura em situações de exaustão no ambiente profissional, afeta 32% dos trabalhadores brasileiros, de acordo com a Stress Management Association.

“Como transformar este cenário?” Para Ligia, “o primeiro passo para mudar é decidir que não se deseja permanecer onde está”. A mudança, segundo ela, passa por atitudes e escolhas e também por uma mentalidade estratégica ampliada por parte das empresas. “Para formação de líderes humanizados, precisamos da ampliação de consciência dos indivíduos.” Neste sentido, a publicação convida o leitor a refletir sobre estilos de liderança, e o desenvolvimento de novas competências do Líder Humano, como humanidade, presença, coragem, inclusão, interconexão e compaixão.

Neste livro bem construído, a autora propõe, após a leitura de cada capítulo, vários exercícios direcionados a gestores e colaboradores, que também podem ser feitos por pessoas que não estejam no dia a dia do mundo corporativo. São práticas de meditação, com instruções no próprio livro ou acessadas por QR Code no site da publicação. Há também escritas reflexivas baseadas no Journaling, técnica utilizada para escrever “sem filtros”. Como prática, Ligia propõe ainda a “multiplicação da conversa”, que consiste em dialogar com as equipes, sugerir o debate a partir das redes sociais e exercitar a mentoria.

Sobre a autora
Ligia Costa é escritora, palestrante e pesquisadora.

Fundadora do Thank God it’s Today, agência dedicada a desenvolvimento humano e promoção de Inteligência Emocional e Mindfulness para equidade de gênero, diversidade e inclusão, é precursora no Brasil do Movimento Liderar com Amor Gera Lucros.

Graduada em Marketing pela Universidade Mackenzie, com pós-graduação em Gestão Organizacional e Relações Públicas pela ECA-USP. Também é certificada em Mindfulness pelo Centro de Felicidade do Butão.

Professora na Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/ESSP), tem no currículo certificação em Neurociências, Inteligência Emocional e Mindfulness pelo instituto SIYLI, criado no Google, na Califórnia, e reconhecido em mais de 50 países com programas e eventos direcionados a dezenas de milhares de profissionais.

Com atuações destacadas na LucasArts, de George Lucas, no Vale do Silício, Estados Unidos, trabalhou durante 18 anos como executiva em multinacionais. Teve passagens por grandes empresas, como Ogilvy Mather, Neogama BBH e Brasil Telecom. Dirigiu o marketing do Yahoo para a América Latina, liderando equipes em oito países.

Em 2012, Ligia Costa foi eleita executiva em tecnologia destaque pelo jornal Valor Econômico.

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Pandemia faz noiva de BH ‘se casar’ com o sogro; entenda

Redação Gazeta Regional

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História de amor incomum envolve o novo normal, casamento por procuração, distâncias intercontinentais e a ajuda da tecnologia

O coronavírus impôs inúmeras mudanças na vida das pessoas. Em Belo Horizonte, a pandemia fez com que uma noiva “se casasse” com o sogro, que mal conhecia pessoalmente. Mas calma! Não é nada disso que você está pensando. É uma história de amor incomum, que envolve o novo normal, casamento por procuração, distâncias intercontinentais e a ajuda da tecnologia.

“Faria tudo igualzinho, não mudaria nada. Arriscaria tudo de novo”, disse a analista judiciário Paula Souza Sabatini Brandão, de 40 anos.

O amor entre ela o engenheiro Guilherme Augusto Brandão Silva, também de 40 anos, deu tantas voltas até se concretizar que foi parar até no programa “Que história é essa, Porchat”, do GNT.

Logo no início da pandemia, Paula, que era resistente a aplicativos de paquera, foi convencida por amigos a fazer um perfil. E, apesar da descrença na tecnologia como cupido, o “match” que mudaria sua vida veio com um toque na tela do celular.

Foi assim que ela conheceu, mesmo que à distância, seu futuro marido. Apesar de na época o casal morar em Belo Horizonte, a internet foi o local oficial dos encontros por vários meses.

“A gente começou a conversar, foi ganhando intimidade. Mas toda vez que a gente combinava de se encontrar, eu ficava com medo. Eu pensava: ‘Ele é um cara legal, estou gostando dele, a gente vai acabar querendo tirar a máscara’. Aí eu acabava desistindo, mas deixava claro que era exclusivamente por causa da pandemia”, relembra.

Isso não foi impedimento para a história de amor que só estava começando – e encontraria mais desafios pela frente. De abril até setembro, os dates virtuais seguiram e Guilherme já tinha se tornado até íntimo da mãe da Paula.

Mas o destino quis que, além da pandemia, o futuro casal encontrasse mais um obstáculo. Por causa do trabalho, Guilherme se mudou para a Holanda.

Foi só depois disso que Paula finalmente tomou coragem para se encontrar pessoalmente com o engenheiro. Mas os mais de 9 mil quilômetros de distância e um oceano no meio do caminho eram os menores dos empecilhos.

“A gente tentou que ele viesse, mas a empresa não recebeu bem porque estava aquela loucura dos índices da pandemia por aqui. E eu não podia ir porque o voo para lá estava banido”, disse.

A entrada de brasileiros na Holanda estava restrita a pouquíssimas situações. Uma das brechas era para casais que estavam separados por causa da pandemia. Mas tinha só um detalhe: o relacionamento tinha que ser comprovado. Mas como reunir fotos de casal ou passagens de viagens anteriores se Paula e Guilherme só haviam estado juntos virtualmente? Restava apenas uma alternativa. “A declaração dos parentes era a última coisa”, disse.

Depois de convencer os familiares fazer as declarações, o amor do casal também convenceu as autoridades holandesas.

O encontro finalmente aconteceu e, há exatamente um ano, no dia 4 de outubro de 2020, Guilherme pediu Paula oficialmente em namoro.

“A tecnologia foi muito boa pra gente. A gente já tinha se conhecido de uma maneira que poucas se conhecem em encontros [presenciais]. Então, não teve susto quando a gente se encontrou. Até o apartamento dele eu já conhecia”, contou.

Paula viajou algumas outras vezes à Holanda, mas o recrudescimento da pandemia fez com que a entrada de brasileiros fosse completamente suspensa na terra das tulipas.

‘Casamento’ com sogro
Em meio às incertezas de quando poderiam se ver novamente, Paula foi pedida em casamento. E é aí que o sogro entra nesta história. Na união, que foi oficializada por meio de uma procuração, Augusto Silva Filho foi o representante legal de Guilherme.

“Ele topou na hora, ficou animadíssimo. Ele adora uma função, mas quando a gente foi para o cartório, ele me perguntou que loucura toda era essa. Isso na porta do cartório. Falei para ele perguntar para o filho dele, que tinha me pedido em casamento”, diverte-se Paula.

E a “casamento” entre nora e sogro está toda registrado num álbum de fotografia, já que Paula acabou comprando o pacote completo oferecido no cartório.

“Eu tentava explicar que não queria nada, porque ele não era o noivo. Mas ninguém entendia nada, por causa das máscaras e da história mesmo. E no final me rendi, caí em tudo. Até o ramalhete mais caro minha mãe escolheu”, conta.

Enquanto o sogro dizia o tão esperado “sim” em nome do filho, Guilherme assistia a tudo por videochamada. E foi assim que ele participou da comemoração do próprio casamento, onde as famílias se reuniram pela primeira vez.

“Mas fiquei esperando minha lua de mel porque não queria que fosse por procuração”, brinca Paula.

Só em maio, ela e Guilherme finalmente conseguiram celebrar juntos o casamento. Mas essa história enfrenta uma nova saga, agora no Oriente Médio. O engenheiro recebeu uma proposta para trabalhar no Catar. Ele já se mudou e Paula está de malas prontas só à espera de alguns trâmites.

“Nem pandemia, esse vírus doido, distância intercontinental. Nada conseguiu nos impedir, porque a gente estava comprometido em fazer dar certo. E valeu muito”, comemora ela.

Fonte: https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2021/10/05/pandemia-faz-noiva-de-bh-se-casar-com-o-sogro-entenda.ghtml

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