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São Paulo

Detran-SP realiza operação integrada de combate a desmanches irregulares em 14 regiões do Estado

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Cerca de 116 cidades tiveram estabelecimentos fiscalizados entre os dias 09 e 13 de outubro; 14 locais foram lacrados por irregularidades

O Departamento de Trânsito do Estado de São Paulo (Detran-SP) realizou na última semana, entre os dias 09 e 13 de outubro, operação integrada de fiscalização em desmontes das regiões de Araçatuba, Araraquara, Bauru, Botucatu, Fernandópolis, Franca, Itapeva, Jundiaí, Osasco, Ribeirão Preto, Santos, São Bernardo do Campo, São José do Rio Preto e Sorocaba. A ação é resultado de parceria com a Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de SP (Sefaz), o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público de São Paulo, a Controladoria-Geral do Estado e as polícias Civil e Militar. No total, foram 193 alvos, dos quais 83 estavam fechados, 14 foram lacrados, 17 não apresentavam irregularidades.

Os locais fiscalizados foram selecionados por meio de investigação prévia a partir de denúncias, que vão desde indícios de irregularidades até credenciamento inconsistente. A ação integrada teve o objetivo de reprimir roubos e furtos de veículos e peças no interior de SP.

Araçatuba
Na região de Araçatuba, três cidades receberam a operação durante os dias de fiscalização: Birigui, Guararapes e Penápolis. A ação na região tinha seis alvos. Desses, um estava fechado e outros seis foram efetivamente fiscalizados, pois houve um alvo extra na cidade de Penápolis. Dois alvos foram lacrados e outros três realizavam atividade diversa, como: comércio de venda de motos usadas, retífica de motores e recuperadora e retífica. Um dos alvos não apresentou irregularidade.

Araraquara
Já na região de Araraquara, 16 cidades foram contempladas na ação: Américo Brasiliense, Araras, Bariri, Conchal, Dois Córregos, Dourado, Ibitinga, Itápolis, Itirapina, Jaú, Matão, Pirassununga, Porto Ferreira, Santa Gertrudes, Tabatinga e Taquaritinga. A expectativa era de 28 alvos fiscalizados, mas 19 estavam fechados. Sete deles não tinham irregularidades (sendo que um aguarda credenciamento junto ao Detran-SP) e outros dois realizam atividade diversa, como oficina mecânica e serviço de engenharia, coleta de resíduos e outros.

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Bauru
A operação aconteceu nas cidades de Agudos, Bauru, Lençóis Paulista, Lins, Macatuba, Marília, Oriente, Ourinhos, Pederneiras, Ribeirão do Sul, Salto Grande, Santa Cruz do Rio Pardo e Vera Cruz. Dos 14 alvos previstos, seis estavam fechados. Sete estabelecimentos exercem atividade diversa, como empresa de construção, brechó, venda de veículos seminovos, comércio de peças novas, empresa de acessórios industriais, serralherias e oficina mecânica. Em um estabelecimento fiscalizado não foi encontrada qualquer irregularidade.

Botucatu
Na região de Botucatu, seis cidades receberam a operação durante o período de fiscalização: Botucatu, Capivari, Elias Fausto, Pratânia, Rio das Pedras e Saltinho. A ação na região tinha dez alvos. Desses, quatro estavam fechados. Outros cinco realizavam atividade diversa, como: comércio de peças novas, salão de festas, empresa de serviços técnicos e produtos agrícolas, um pátio municipal e uma oficina mecânica. Um deles não tinha qualquer irregularidade.

Fernandópolis
Já na região de Fernandópolis, seis cidades foram contempladas na ação: Aspásia, Cosmorama, Fernandópolis, Indiaporã, Jales e Santa Fé do Sul. Seriam nove alvos fiscalizados inicialmente, mas cinco estavam fechados. Dos quatro restantes, um não tinha irregularidades, um foi lacrado e dois realizam atividade diversa (uma empresa de instalação e manutenção elétrica e outra de reciclagem metálica).

Franca
A operação aconteceu em nove cidades da região: Batatais, Bebedouro, Colina, Guaíra, Igarapava, Ituverava, Olímpia, São Joaquim da Barra e Severínia. Dos 16 alvos, quatro estabelecimentos estavam fechados. Oito estabelecimentos exercem atividade diversa, como: lava-rápido de veículos, empresa de reciclagem de papel, posto de combustível, empresa de bateria, oficina mecânica e escritório. Três desmanches foram lacrados e um foi autuado.

Itapeva
Na região de Itapeva, quatro cidades receberam a operação entre 09 e 13 de outubro: Itaberá, Itaraté, Piraju e Taquarituba. A ação na região tinha cinco alvos. Todos foram fiscalizados, sendo que dois alvos foram lacrados e outros dois realizavam atividade diversa, como: loja de material de construção e bar e restaurante. Em um desmanche não foram encontradas irregularidades.

Jundiaí
Já na região de Jundiaí, nove cidades foram contempladas na ação: Amparo, Atibaia, Bragança Paulista, Itatiba, Itupeva, Joanópolis, Nazaré Paulista, Serra Negra e Várzea Paulista. Dos 16 alvos previstos, sete estavam fechados. Dois foram lacrados e sete realizam atividade diversa, como comércio de peças novas, loja de celular, oficina mecânica, empresa de transportes, borracharia e oficina para motocicletas.

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Osasco
A operação aconteceu nas cidades de Barueri, Caieiras, Cotia, Embu Guaçu, Francisco Morato, Franco da Rocha, Itapecerica da Serra, Jandira, Juquitiba, Mairiporã. Dos 20 alvos, nove estabelecimentos estavam fechados. Dez estabelecimentos exercem atividade diversa, como loja de peças novas e mecânica, pizzaria, funilaria e pintura, loja de autopeças, loja de veículos, loja de som e insufilm, loja de tintas e outra de celular. Um desmanche não tinha irregularidades.

Ribeirão Preto
A operação aconteceu em 14 cidades da região: Aguaí, Caconde, Cajuru, Jaboticabal, Jardinópolis, Mococa, Monte Alto, Pitangueiras, Pradópolis, Santa Cruz das Palmeiras, São João da Boa Vista, São José do Rio Pardo, Sertãozinho e Vargem Grande Paulista. Dos 24 alvos, onze estabelecimentos estavam fechados e em quatro não foram encontradas irregularidades. Nove estabelecimentos exercem atividade diversa, como funilaria e pintura, marmoraria, solta e torno mecânico, oficina mecânica, oficina de motos, comércio de peças novas, revenda de veículos e lavador. Nenhum desmanche foi autuado.

Santos
A operação aconteceu nas cidades de Bertioga, Cajati, Eldorado, Guarujá, Itanhaém, Miracatu, Mongaguá, Peruibe, Praia Grande, Registro e São Vicente. Dos 16 alvos, cinco estabelecimentos estavam fechados. Dez estabelecimentos exercem atividade diversa, como oficina mecânica, comércio de peças novas, empresa de alimentos, mecânica de radiadores, ar condicionado de veículos e buffet para festas. Um desmanche foi lacrado, por atuar como desmonte irregular, sem o devido credenciamento junto ao órgão de trânsito paulista.

São Bernardo do Campo
Na região de São Bernardo do Campo, três cidades receberam a operação durante o período de fiscalização: Arujá, Ferraz de Vasconcelos e Ribeirão Pires. A ação na região tinha seis alvos. Desses, cinco estavam fechados e um realizava atividade diversa, como oficina mecânica.

São José do Rio Preto
Já na região de São José do Rio Preto, cinco cidades foram contempladas na ação: Catanduva, Itajobi, José Bonifácio, Mirassol e Monte Aprazível. Eram oito alvos para serem fiscalizados, mas quatro estavam fechados. Quatro realizam atividade diversa, como empresa de comércio e conserto de radiadores, oficina mecânica, loja de presentes e utilidades e comércio de máquinas agrícolas.

Sorocaba
A operação aconteceu nas cidades de Araçariguama, Boituva, Ibiúna, Itapetininga, Salto, Tietê e Votorantim. Dos 12 alvos previstos, quatro estavam fechados. Cinco estabelecimentos exercem atividade diversa, como oficina mecânica, loja, recondicionamento e recuperação de motores de veículos automotores e retífica de motores. Três estabelecimentos foram lacrados.

O Detran-SP está engajado no combate às irregularidades e tem promovido diversas ações de fiscalização. Até setembro deste ano, 400 fiscalizações integradas foram realizadas com parceiros como Sefaz, Controladoria Geral do Estado e GAECO. Outras 18 operações especiais foram realizadas com as polícias. Cerca de 800 desmontes e 5.350 delegatários (entidades ou “personas” que atuam autorizadas pelo Detran-SP) foram fiscalizados neste ano.

Consulta prévia a estabelecimentos credenciados
É fundamental o cidadão realizar a consulta dos estabelecimentos credenciados no portal do Departamento de Trânsito antes de efetuar qualquer serviço.

A busca pode ser feita em detran.sp.gov.br na aba de “Parceiros”, “Desmontes”, “Empresas registradas”. Caso a empresa não seja encontrada durante a pesquisa, o procedimento não deve ser realizado no local. Além disso, é de suma importância exigir sempre a nota fiscal do serviço que foi realizado.

Caso o cidadão desconfie de algum local irregular, é possível denunciar ocorrências desse tipo no Disque Denúncia 181. O serviço é da Secretaria de Estado da Segurança Pública e o sigilo é absoluto. A denúncia também pode ser feita na internet, no site: www.webdenuncia.org.br.

Já pelo portal do Detran-SP, a manifestação deve ser encaminhada para a Ouvidoria do órgão. O link para registrar a solicitação é www.ouvidoria.sp.gov.br/Portal/Default.aspx.

Trabalho contínuo
O Detran-SP participa constantemente de ações semelhantes de fiscalização em todo o território paulista, com o objetivo de combater a criminalidade de vendas de peças de veículo furtados e roubados, e também valorizar o comerciante credenciado, punindo aqueles fazem comércio ilegal de peças.

Tolerância Zero à Corrupção no órgão de trânsito paulista
Está sendo estruturada uma área de Compliance pelo órgão de trânsito paulista. O Detran-SP vem também fortalecendo suas unidades internas de auditoria, controle e correição. Para isso, inclusive criou em março deste ano um grupo formado por servidores voluntários para discutir e propor soluções de curto prazo sobre os temas Compliance e Integridade.

A autarquia passou também a privilegiar a atuação em cooperação com outros órgãos, como a Secretaria Estadual de Segurança Pública e a Corregedoria Geral do Estado, no combate aos desvios de conduta e na promoção de melhores serviços à sociedade paulista.

Na esfera de ações anticorrupção do Detran-SP, o setor de Fiscalização de Serviços Credenciados da autarquia não deu trégua às irregularidades cometidas por estabelecimentos que prestam serviços ao órgão ou que atuam clandestinamente neste mercado, como desmontes, centros de formação de condutores (CFCs) e estampadoras, entre outros.

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São Paulo

Vinicius Marchese participa de encontro do Confea/CREA e debate projetos da engenharia brasileira em Mogi Guaçu

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O presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, Vinicius Marchese, esteve em Mogi Guaçu nesta sexta-feira, 06, onde participou do encontro do Colégio de Entidades Regionais de São Paulo (CDER-SP), um dos principais fóruns de debate do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo sobre as profissões de Engenharia, Agronomia e Geociências.

Realizado no Comfort Hotel Mogi Guaçu, o encontro reuniu lideranças nacionais e estaduais do Sistema Confea/Crea para discutir os desafios das profissões e apresentar iniciativas voltadas ao fortalecimento da Engenharia brasileira, com destaque para projetos estratégicos de infraestrutura e formação profissional.

Na ocasião, Marchese destacou a importância de indicadores confiáveis para o planejamento do país. Segundo ele, a infraestrutura permanece como um dos grandes desafios nacionais, e ferramentas como o Infra-BR contribuem para indicar prioridades e orientar investimentos com mais eficiência e transparência.

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Também participaram do encontro a presidente do Crea-SP, Lígia Mackey, a coordenadora nacional do CDER, Rafaela Fabris, além de representantes de entidades de diferentes estados.

A programação incluiu ainda debates sobre cultura organizacional e gestão de pessoas, reforçando que o fortalecimento institucional do Sistema Confea/Crea passa pelo aprimoramento das práticas de liderança e pela valorização dos profissionais que sustentam a atuação das entidades em todo o país.

A realização do CDER-SP em Mogi Guaçu reuniu lideranças de diversas regiões do Brasil e reforçou a participação do estado de São Paulo no debate técnico e institucional da Engenharia em âmbito nacional.

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São Paulo

Rota Mogiana impulsiona turismo e valoriza patrimônio histórico do interior paulista

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Concessão facilita acesso a estâncias turísticas, vinícolas e à Rota do Café, fortalecendo a economia local e a integração regional.

A concessão da Rota Mogiana, realizada pelo Governo de São Paulo no âmbito do Programa de Concessões Rodoviárias, representa um avanço estratégico para o turismo e o desenvolvimento socioeconômico do interior paulista. A requalificação da malha consolida um importante corredor de integração regional, que conecta a Região Metropolitana de Campinas a municípios até a divisa com o Estado de Minas Gerais, ampliando o acesso a destinos turísticos, históricos e culturais que fazem parte da identidade paulista. O leilão do lote foi realizado na última sexta-feira, na B3. O consórcio Rota Mogiana, liderado pelo grupo Azevedo e Travassos, foi o ganhador, com a maior oferta de outorga fixa ao Estado, no valor de R$ 1,08 bilhão.

Com cerca de 520 quilômetros de extensão, o lote atravessa regiões reconhecidas pela vocação turística, e reúne estâncias hidrominerais, cidades históricas, rotas gastronômicas e vinícolas premiadas. A região integra o programa Rotas do Vinho de São Paulo, é uma das cinco regiões das Rotas do Café SP e tem atrações no guia Rota Turística do Queijo Artesanal Paulista. A modernização das rodovias facilita o deslocamento de visitantes e fortalece o turismo regional, movimentando hotéis, restaurantes, comércios e serviços locais.

Na Rota do Café, a Mogiana Paulista é uma das regiões cafeeiras mais tradicionais do Brasil, com uma história marcada pela produção de cafés de alta qualidade. Além disso, a concessão da Indicação Geográfica da Alta Mogiana permitiu às fazendas locais atraírem turistas interessados não apenas na produção do café, mas em visitar um terroir certificado.

Mais recentemente, a região tem se destacado como um importante polo vitivinícola no Estado de São Paulo, posicionando-se como um promissor produtor de “vinhos de inverno”, como o Cabernet Sauvignon. Por conta da importância da pecuária de leite na região, ela também se destaca na produção de queijos artesanais, com o surgimento de queijarias que se destacam pela qualidade e autenticidade.

Além de potencializar o acesso aos atrativos turísticos do interior paulista, a Rota Mogiana contribui fundamentalmente para o escoamento da produção agrícola e agroindustrial do Estado, já que conecta áreas produtoras a centros logísticos e mercados consumidores em São Paulo e Minas Gerais. A nova infraestrutura viária, portanto, vai beneficiar não apenas turistas, mas também moradores, trabalhadores e produtores rurais que utilizam as rodovias diariamente.

Durante o período de licitação, o projeto contou com ampla participação da sociedade. Foram realizadas consultas e audiências públicas que incorporaram contribuições da sociedade, gestores municipais e agentes do setor, resultando em um modelo contratual mais equilibrado, seguro e eficiente para os usuários. Ao todo, foram 284 contribuições que foram analisadas pelas equipes técnicas da SPI e da Artesp e incorporadas ao edital, respeitando as demandas regionais e o foco em segurança, fluidez e qualidade do serviço.

Rodovias paulistas entre as melhores do país

De acordo com a mais recente Pesquisa de Rodovias da Confederação Nacional do Transporte (CNT), 14 das 20 rodovias mais bem avaliadas do Brasil estão em São Paulo, sendo 11 concedidas. O levantamento considera critérios como qualidade do pavimento, sinalização e geometria da via, reforçando o protagonismo do Estado em segurança viária e eficiência operacional.

Redução de tarifa
A nova concessão, que passa a reunir trechos atualmente sob gestão da Renovias e rodovias administradas pelo DER, tem início previsto para julho de 2026, quando se encerra o contrato atual. Já na largada, haverá redução nas tarifas das praças hoje existentes. Em Jaguariúna, a queda será de até 29%. Também haverá redução de 27% em Águas da Prata, 26% em Estiva Gerbi e 20% em Espírito Santo do Pinhal e Itobi, além de reduções em Casa Branca (13%), Mococa (9%) e Aguaí (5%). Com isso, a maioria das praças atuais terá diminuição imediata na tarifa-base, já no início da operação.A medida integra a política estadual de padronização do valor por quilômetro, com valor por km menor e maior justiça tarifária ao usuário.

Plano de investimentos

O projeto, que integra 520 quilômetros de extensão, prevê investimentos estimados em R$9,4 bilhões para ampliação da capacidade e da segurança viária. Entre as ações planejadas, estão as duplicações de mais de 217 quilômetros em rodovias estratégicas, como SP-107, SP-215, SP-333, SP-338, SP-340, SP-342, SP-344 e SP-350. Também serão implantados mais de 138 quilômetros de faixas adicionais e 86 quilômetros de novas vias marginais, promovendo maior fluidez do tráfego e redução do tempo de viagem.

Para qualificar o acesso urbano e garantir mais segurança aos usuários, o projeto inclui ainda algumas definições provenientes das contribuições recebidas durante o processo de consulta pública. Foram adicionadas ao escopo da concessão as construções de 58 novas passarelas para pedestres, 129 novos dispositivos de interseção e a inclusão de vias locais. Essas intervenções ampliam a conectividade entre rodovias e centros urbanos, favorecendo o turismo local e o deslocamento da população.

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2 de mar. de 2026, 12:01 (há 1 dia)
para paulapartyka

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Rota Mogiana impulsiona turismo e valoriza patrimônio histórico do interior paulista

Concessão facilita acesso a estâncias turísticas, vinícolas e à Rota do Café, fortalecendo a economia local e a integração regional.

Com cerca de 520 quilômetros de extensão, o lote atravessa regiões reconhecidas pela vocação turística, e reúne estâncias hidrominerais, cidades históricas, rotas gastronômicas e vinícolas premiadas – Foto: Celio Messias/Governo de SP

A concessão da Rota Mogiana, realizada pelo Governo de São Paulo no âmbito do Programa de Concessões Rodoviárias, representa um avanço estratégico para o turismo e o desenvolvimento socioeconômico do interior paulista. A requalificação da malha consolida um importante corredor de integração regional, que conecta a Região Metropolitana de Campinas a municípios até a divisa com o Estado de Minas Gerais, ampliando o acesso a destinos turísticos, históricos e culturais que fazem parte da identidade paulista. O leilão do lote foi realizado na última sexta-feira, na B3. O consórcio Rota Mogiana, liderado pelo grupo Azevedo e Travassos, foi o ganhador, com a maior oferta de outorga fixa ao Estado, no valor de R$ 1,08 bilhão.

Com cerca de 520 quilômetros de extensão, o lote atravessa regiões reconhecidas pela vocação turística, e reúne estâncias hidrominerais, cidades históricas, rotas gastronômicas e vinícolas premiadas. A região integra o programa Rotas do Vinho de São Paulo, é uma das cinco regiões das Rotas do Café SP e tem atrações no guia Rota Turística do Queijo Artesanal Paulista. A modernização das rodovias facilita o deslocamento de visitantes e fortalece o turismo regional, movimentando hotéis, restaurantes, comércios e serviços locais.

Na Rota do Café, a Mogiana Paulista é uma das regiões cafeeiras mais tradicionais do Brasil, com uma história marcada pela produção de cafés de alta qualidade. Além disso, a concessão da Indicação Geográfica da Alta Mogiana permitiu às fazendas locais atraírem turistas interessados não apenas na produção do café, mas em visitar um terroir certificado.

Mais recentemente, a região tem se destacado como um importante polo vitivinícola no Estado de São Paulo, posicionando-se como um promissor produtor de “vinhos de inverno”, como o Cabernet Sauvignon. Por conta da importância da pecuária de leite na região, ela também se destaca na produção de queijos artesanais, com o surgimento de queijarias que se destacam pela qualidade e autenticidade.

Além de potencializar o acesso aos atrativos turísticos do interior paulista, a Rota Mogiana contribui fundamentalmente para o escoamento da produção agrícola e agroindustrial do Estado, já que conecta áreas produtoras a centros logísticos e mercados consumidores em São Paulo e Minas Gerais. A nova infraestrutura viária, portanto, vai beneficiar não apenas turistas, mas também moradores, trabalhadores e produtores rurais que utilizam as rodovias diariamente.

Durante o período de licitação, o projeto contou com ampla participação da sociedade. Foram realizadas consultas e audiências públicas que incorporaram contribuições da sociedade, gestores municipais e agentes do setor, resultando em um modelo contratual mais equilibrado, seguro e eficiente para os usuários. Ao todo, foram 284 contribuições que foram analisadas pelas equipes técnicas da SPI e da Artesp e incorporadas ao edital, respeitando as demandas regionais e o foco em segurança, fluidez e qualidade do serviço.

Rodovias paulistas entre as melhores do país

De acordo com a mais recente Pesquisa de Rodovias da Confederação Nacional do Transporte (CNT), 14 das 20 rodovias mais bem avaliadas do Brasil estão em São Paulo, sendo 11 concedidas. O levantamento considera critérios como qualidade do pavimento, sinalização e geometria da via, reforçando o protagonismo do Estado em segurança viária e eficiência operacional.

Redução de tarifa
A nova concessão, que passa a reunir trechos atualmente sob gestão da Renovias e rodovias administradas pelo DER, tem início previsto para julho de 2026, quando se encerra o contrato atual. Já na largada, haverá redução nas tarifas das praças hoje existentes. Em Jaguariúna, a queda será de até 29%. Também haverá redução de 27% em Águas da Prata, 26% em Estiva Gerbi e 20% em Espírito Santo do Pinhal e Itobi, além de reduções em Casa Branca (13%), Mococa (9%) e Aguaí (5%). Com isso, a maioria das praças atuais terá diminuição imediata na tarifa-base, já no início da operação.A medida integra a política estadual de padronização do valor por quilômetro, com valor por km menor e maior justiça tarifária ao usuário.

Plano de investimentos

O projeto, que integra 520 quilômetros de extensão, prevê investimentos estimados em R$9,4 bilhões para ampliação da capacidade e da segurança viária. Entre as ações planejadas, estão as duplicações de mais de 217 quilômetros em rodovias estratégicas, como SP-107, SP-215, SP-333, SP-338, SP-340, SP-342, SP-344 e SP-350. Também serão implantados mais de 138 quilômetros de faixas adicionais e 86 quilômetros de novas vias marginais, promovendo maior fluidez do tráfego e redução do tempo de viagem.

Para qualificar o acesso urbano e garantir mais segurança aos usuários, o projeto inclui ainda algumas definições provenientes das contribuições recebidas durante o processo de consulta pública. Foram adicionadas ao escopo da concessão as construções de 58 novas passarelas para pedestres, 129 novos dispositivos de interseção e a inclusão de vias locais. Essas intervenções ampliam a conectividade entre rodovias e centros urbanos, favorecendo o turismo local e o deslocamento da população.

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São Paulo

R$9,5 milhões para 12 cidades: Governo de SP libera recursos do FID para obras de mobilidade, meio ambiente e infraestrutura urbana

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O Governo do Estado de São Paulo liberou R$9.533.917,94 do Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos (FID) para 12 municípios paulistas. Os recursos, operacionalizados pela Secretaria da Justiça e Cidadania, serão aplicados em obras de mobilidade urbana, drenagem, infraestrutura ambiental, requalificação de espaços públicos e implantação de equipamentos de lazer e cultura.

A nova liberação reforça o papel estratégico do FID como instrumento de investimento direto nos municípios. Criado para financiar projetos de reparação de danos e proteção de interesses difusos e coletivos, como meio ambiente, patrimônio público, defesa do consumidor e qualidade de vida urbana, o Fundo transforma recursos oriundos de condenações judiciais e acordos firmados em ações civis públicas em investimentos concretos que beneficiam diretamente a população.

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Nesta etapa, os projetos priorizam mobilidade ativa, sustentabilidade urbana, prevenção de danos ambientais e ampliação de áreas de convivência, fortalecendo a infraestrutura local e impulsionando o desenvolvimento regional.

Para o secretário da Secretaria da Justiça e Cidadania, Arthur Lima, os investimentos vão além da execução das obras. “Cada projeto financiado pelo FID transforma o recurso público em qualidade de vida. São investimentos que melhoram a mobilidade, fortalecem a infraestrutura urbana, preservam o meio ambiente e criam espaços de convivência. O impacto é direto no cotidiano das pessoas e no desenvolvimento das cidades contempladas”, afirmou.

Arthur Lima também destacou que a liberação dos recursos reafirma o compromisso do Governo do Estado com a boa gestão pública. “Essa liberação de mais de R$ 9,5 milhões demonstra a determinação do governador Tarcísio de Freitas em garantir a aplicação responsável dos recursos públicos, fortalecendo as políticas municipais voltadas à infraestrutura, à sustentabilidade e ao bem-estar da população paulista”, completou.

Municípios contemplados nesta etapa

  • Piraju – Parque Linear da Matinha (R$ 827.316,52)
  • Planalto – Construção de banheiro, quadra de areia, minicampo, pista de caminhada, ciclovia e piso do estacionamento da Lagoa do Mico (R$ 800.893,40)
  • Pradópolis – Construção de praça (R$ 633.525,20)
  • Águas de São Pedro – Construção de ciclovia (R$ 733.207,38)
  • Rio das Pedras – Implantação de calçadas e ciclovia na Av. Elias Cândido Ayres (R$ 573.301,02)
  • Avaí – Construção de pista de caminhada e bike park (R$ 1.000.000,00)
  • Estância Turística de Paraguaçu Paulista – Ciclovia da Avenida Hissagy Marubayashi (R$ 772.488,34)
  • Jaci – Pista de ciclismo e urbanização florestal (R$ 779.060,00)
  • Cardoso – Implantação do sistema de drenagem urbana (R$ 675.202,50)
  • Caiabu – Construção de ciclovia na Rua Henrique Pedro Ferreira (R$ 905.305,56)
  • Urupês – Espaço cultural (R$ 967.443,10)
  • Estância Turística de Ibitinga – Manutenção dos gabiões da Avenida Carolina Gereto Dall’Acqua (R$ 866.174,92)

A Secretaria da Justiça e Cidadania informa ainda que, em breve, será publicado um novo edital do FID, ampliando a oportunidade para que mais municípios apresentem projetos estruturantes voltados à proteção dos interesses difusos e à melhoria da qualidade de vida da população paulista.

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