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Jaguariúna

Moradores reclamam de barulho de trem no Cruzeiro do Sul

Redação Gazeta Regional

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Jaguariúna

Apaixonado pelo agro, Dr. da Roça lança Mariadita Senepol Jaguariúna

Paula Partyka

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Foto – Andressa Cruz

O Dr. da Roça (Caius Godoy) traz para Jaguariúna a raça bovina Senepol com o projeto Mariadita Senepol Jaguariúna, em parceria com o Centro de Equoterapia de Jaguariúna (CEJ). Seu foco é colocar a raça onde merece, nos altos.

“Conheci o Senepol há uns cinco anos, em um projeto que fui convidado a participar como advogado especializado no Agro. Vi pessoalmente no Agrishow – Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, de 2017, e me apaixonei pelo gado. Fiquei com isso na cabeça e agora apareceu a oportunidade de trabalhar diretamente com a raça, fazendo conexões com diversos profissionais que também trabalham com o Senepol ou que desejam fazer melhoramento de raça. E tudo está se encaixando muito mais rápido do que poderia imaginar”, conta o Dr. da Roça.

Utilizada especialmente para aumentar a qualidade de rebanhos de produção de carne, com ênfase no Brasil para o cruzamento Senepol com Nelore e Angus, a raça Senepol tem batido recordes de venda ano a ano no Brasil. Com expressivo crescimento no rebanho brasileiro, essa é a aposta de Dr. da Roça que pretende tornar Jaguariúna referência neste quesito.

“É uma raça nova no Brasil, com pouca informação e o Caius está se conectando com pessoas chaves. Ele vai ser o centro dessas relações que se comunicam”, diz a mentora e Gestora do CEJ, Veridiana Mellilo.

A origem do Senepol é resultado da combinação entre a raça N’Dama e a raça Red Poll. Esta mescla resultou nas bases do Senepol: uma raça precoce, rústica, mocha, 100% taurina, adaptada ao clima tropical e com características de excelência para produção de carne. A raça Senepol está presente em países de todos os continentes, com dezenas de milhões de indivíduos, sendo considerada referência genética quanto o assunto é o aumento da performance de rebanhos destinados a produção de carne em regiões de clima quente. “É um animal utilizado muito para melhoramento genético. Então se pode cruzar o Senepol com outras raças para ter um bezerro mais pesado, por exemplo”, explica Dr. da Roça.

As instalações da Mariadita Senepol Jaguariúna estão nos últimos detalhes. O escritório, localizado dentro da propriedade em que se encontra o CEJ, está quase pronto. Apesar disto, o gado ainda não está por aqui, uma vez que espaço para ele ainda está em processo de adaptação pela necessidade de chuva.

“O foco é trabalhar e desenvolver a raça na região expandindo a atuação a nível nacional”, diz Dr. da Roça. “O Dr. da Roça será responsável pelo fortalecimento da raça no Brasil, disso não me faltam dúvidas”, afirma Veridiana.

História
O nome do projeto Mariadita Senepol nasceu com o propósito de homenagear a bisavó do Dr. que chamava-se carinhosamente de bisa Dita e faleceu com 99 anos no sítio da família, sua avó que chamava-se Maria e sua mãe que também se chama Maria. “Nada mais justo e digno do que fazer uma homenagem a elas”, diz o Dr. da Roça.

Serviço
Contatos: (19) 99215.4852
E-mail: [email protected] / [email protected]
Site: www.mariaditasenepol.com.br / www.centrodeequoterapia.org
Endereço: Chácara Meia Lua, S/N – Bairro: Tanquinho Velho CEP: 13.910-001 – Jaguariúna

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Jaguariúna

Saúde de Jaguariúna aplica segunda dose da vacina contra Covid-19 em casa

Redação Gazeta Regional

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A Campanha de vacinação contra o coronavírus tem ido além da vacinação no Parque Santa Maria. Quando a pessoa não retorna na data agendada para tomar a segunda dose, a Prefeitura inicia uma busca ativa e chega até a ir vacinar a pessoa em casa para completar a imunização conforme indicação do Ministério da Saúde.

De acordo com dados do relatório VaciVida (sistema on-line do Governo do Estado de São Paulo que registra os nomes das pessoas vacinadas) levantados pela Secretaria Municipal de Saúde, até a quinta-feira, 22, 224 jaguariunenses não compareceram para tomar a segunda dose da vacina contra a Covid-19 na cidade. Esse número corresponde a 0,7% do volume total de vacinas aplicadas na cidade.

Para que os faltosos sejam totalmente imunizados contra a Covid-19, a Secretaria Municipal da Saúde identifica quem são e tenta entrar em contato com eles por telefone. No primeiro momento, é solicitado para que todos vão até o Parque Santa Maria para receber a segunda dose da vacina. Quando essa estratégia não funciona, a equipe da Secretaria de Saúde faz uma visita domiciliar para completar a imunização da pessoa.

A secretária municipal de Saúde, Maria do Carmo Pelisão, explica que é importante que todos mantenham os dados atualizados para que a equipe possa encontrá-los caso seja necessário e a população deve ficar atenta pois quem teve covid-19 devem aguardar quatro semanas para tomar a vacina.

“Até agora Jaguariúna já vacinou mais de 43 mil pessoas com a primeira dose. Ou seja, 76% da população. Quando elas recebem a primeira dose, a aplicação da segunda já é agendada pela equipe da secretaria de saúde. Com isso, a gente também consegue diminuir o número de jaguariunenses que deixam de tomar a segunda dose da vacina”, explica a secretária.

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Jaguariúna

Campanha de doação de leite da igreja Presbiteriana arrecada quase dois mil litros

Paula Partyka

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Doações foram entregues para a Secretaria de Assistência Social de Jaguariúna

Com o apoio dos fiéis, o Espaço de Vida Presbiteriana em Jaguariúna arrecadou quase dois mil litros de leite em três meses com a campanha “Doe leite, doe vida!”. As doações foram entregues para a Secretaria de Assistência Social do município que consegue direcioná-las exatamente para quem precisa.

A campanha teve início ainda quando não estavam sendo realizados os cultos presenciais, por conta da pandemia. Mas, ainda assim, o resultado da arrecadação foi satisfatório. Os fiéis se organizaram e conseguiram fazer suas doações no primeiro sábado de cada mês.

No primeiro mês, a primeira arrecadação foi de 300 litros, a segunda de 1 mil litros e a terceira de 500 litros. Segundo o Pastor Carlos Roberto Miranda, a ideia é continuar arrecadando enquanto a pandemia perdurar e futuramente transformar a campanha em projeto que continue ajudando a comunidade.

Com o retorno dos cultos, Carlos acredita que as doações devem aumentar. “O convívio comunitário é o diferencial. Fico feliz em estarmos participando, de uma maneira pequena, mas participando. Essa é nossa missão de fato. Não estamos fazendo nada além do que deveríamos”, diz.

A igreja Presbiteriana está há oito anos na cidade e sempre que podem fazem projetos sociais respeitando seu tamanho. “Para mim, é a razão de ser. A igreja não deveria existir só para dentro, muitas vezes existe, mas por algum erro. A missão da igreja, propriamente dita, com base na Bíblia, é para fora. É alimentar. Seja com a palavra, mas também alimentar a partir do arroz, feijão, leite”, finaliza o Pastor.

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