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Economia

CPFL Santa Cruz alerta: consumo pode pesar na conta durante inverno, Copa e férias escolares

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O início do inverno em 21 de junho, somado à manutenção da bandeira amarela pela Aneel e ao aumento do tempo em casa durante as férias escolares e a Copa do Mundo, acende um sinal de alerta para o consumo de energia elétrica. A CPFL Santa Cruz reforça que chuveiros elétricos, aquecedores de ambientes e secadoras de roupas podem elevar significativamente a conta de luz.

Principais vilões do inverno:
Chuveiro elétrico: é um dos aparelhos que mais consomem energia em uma residência. Ao utilizá-lo no modo “inverno”, o acréscimo no consumo é de até 30% em relação ao modo “verão” e o banho passa a ser responsável por 25% a 35% dos gastos na conta de luz nos dias mais gelados. Exemplificando, numa casa onde o chuveiro tenha uma potência de 7.500W e possua quatro pessoas utilizando-o por 15 minutos cada, todos os dias, haverá um consumo próximo de 225 kWh/mês. Para economizar, reduza o tempo do banho e, sempre que possível, altere a chave para o modo “verão”.

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Aquecedores: o consumo médio mensal de um aparelho de 1.500 W, ligado por 3,5 horas diárias, pode chegar a 160 kWh. Por isso, quando for comprar um aquecedor, certifique-se de que seu tamanho e potência estão adequados ao ambiente em que será utilizado. Isso evita gasto de energia desnecessário. Outra dica é escolher modelos com timer, assim, quando o cômodo estiver na temperatura ideal, o aparelho desliga. Se optar por utilizar ar-condicionado, uma opção viável é a instalação de modelos inverter, que economizam até 40% em comparação aos convencionais.

Máquinas de lavar e secar: o uso das secadoras também cresce e o aparelho consome entre 80 e 100 kWh por mês, quando utilizado uma vez ao dia. O frio também contribui para que se use mais a lavadora, que consome mensalmente cerca de 36 kWh, 5% do consumo total de uma residência, quando ligada duas vezes por semana. A dica aqui é acumular roupas para lavar e secar tudo de uma única vez. Esse conselho também vale para quando for usar o ferro elétrico. Prefira ciclos completos e aproveite a secagem natural ao ar livre.

Torneiras elétricas: prefira realizar as atividades em horários mais quentes, ajustando a temperatura da água para um nível médio de calor. Mantenha a torneira fechada enquanto ensaboa as louças e enxágue tudo de uma vez para reduzir o tempo ligado. Essa prática ajuda a economizar energia e água.

Dicas da CPFL Santa Cruz

· Usar a posição “Verão” ou “Morno” pode gerar economia de até 30%

· Reduzir o tempo de banho

· Optar por duchas eletrônicas com ajuste gradual de temperatura

· Fechar portas e janelas para manter o ambiente aquecido e evitar troca térmica

· Usar aparelhos com desligamento automático para evitar consumo desnecessário

· Lavar e passar roupas em dias únicos, diminuindo ciclos e economizando energia

· Aproveitar luz natural e secagem ao ar livre.

Copa e férias: mais tempo em casa
Com crianças em casa e jogos da Copa na TV, o tempo de uso de televisores, videogames e computadores aumenta. A CPFL Santa Cruz recomenda desligar os aparelhos da tomada quando não estão em uso e limitar o tempo de funcionamento para reduzir consumo e riscos.

Mesmo desligados, aparelhos conectados à tomada continuam consumindo energia. O chamado consumo fantasma pode representar até 12% do valor mensal da fatura.

Segurança em foco
O consumo fantasma não é apenas um problema financeiro. Cabos acessíveis podem ser puxados ou mastigados por crianças e animais, e equipamentos falsificados ou sem certificação podem superaquecer e provocar acidentes. Segundo dados da Abracopel, em 2025 houve redução de 14,88% nas mortes por acidentes elétricos no Brasil, mas os números ainda são altos: 646 ocorrências, sendo 150 em ambiente residencial.

Guardião da Vida
A CPFL Energia reforça essas recomendações e mantém o programa permanente Guardião da Vida (guardiaodavida.com.br), com palestras e campanhas educativas voltadas à segurança no uso da energia elétrica.

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Economia

Parceria entre Ambev e Abrasel pretende ajudar até 250 mil bares e restaurantes endividados

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Levantamento aponta que 37% dos bares e restaurantes brasileiros enfrentam dificuldades financeiras

Com a Copa do Mundo já movimentando bares e restaurantes em todo o país, a Ambev e a Abrasel formalizam durante o Congresso da Abrasel, uma parceria nacional para apoiar empreendedores do setor que enfrentam dificuldades financeiras e querem transformar o aumento de demanda em recuperação econômica.

A iniciativa amplia o alcance do Ambev Bora, programa da companhia voltado à geração de renda e inclusão produtiva no Brasil, conectando bares e restaurantes a condições diferenciadas para renegociação de dívidas e linhas de crédito, além de programas de capacitação voltados à gestão financeira, planejamento e estratégias para aumentar vendas durante o período da competição. A parceria tem potencial para alcançar até 250 mil bares e restaurantes conectados ao ecossistema da Ambev em todo o país.

O acordo chega em um momento desafiador para o setor. Levantamento da Abrasel aponta que 37% dos bares e restaurantes brasileiros enfrentam dificuldades financeiras. Ao mesmo tempo, a Copa já desponta como uma oportunidade de geração de receita: 52% dos estabelecimentos pretendem transmitir os jogos e, entre eles, 80% esperam faturar mais do que em dias sem partidas. Outros 59% projetam crescimento de até 20% nas receitas durante o torneio.

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A expectativa é que a combinação entre crédito, educação financeira e aumento do fluxo de consumidores contribua para fortalecer o caixa dos estabelecimentos e ampliar as chances de recuperação dos negócios.

André Mandetta, presidente da Abrasel RMC, diz que a iniciativa vem em boa hora para auxiliar bares e restaurantes das regiões de Campinas e Araras. Ele diz que não há um número de quantos bares possam se beneficiar na região com a parceria, mas acredita que a quantidade siga na mesma linha da média nacional.

Lançado em 2022, o Ambev Bora tem como meta promover a inclusão produtiva de 5 milhões de brasileiros até 2032. O programa já impactou mais de 1,5 milhão de pessoas por meio de mais de 30 iniciativas em diferentes regiões do país, reforçando a estratégia da companhia de apoiar o desenvolvimento econômico e a sustentabilidade de pequenos empreendedores.

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Economia

Tecnologia no transporte de cargas perigosas amplia a segurança das rodovias brasileiras

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Investimentos do Grupo Ademir Transportes em recursos tecnológicos de última geração, monitoramento constante de seus veículos e programas de capacitações contínuas dos condutores reduziram em 91% o número de acidentes com a frota e em mais de 98% os roubos de carga

No momento em que a segurança no trânsito se destaca no noticiário, o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans), alinhado às diretrizes da Organização das Nações Unidas (ONU), anuncia como meta a diminuição do número de mortes em pelo menos 50% nas rodovias brasileiras até 2030. Os esforços se justificam: levantamento da Operação Rodovida, realizado pela Polícia Rodoviária Federal entre dezembro de 2025 e fevereiro deste ano, registra 13.228 sinistros em rodovias federais. Desse total, 3.149 envolvem veículos de carga, o que representa 23,81% das ocorrências. Uma condição para que o objetivo do Pnatrans seja alcançado no período de quatro anos exige melhorias nas estradas brasileiras. Outro fator, também prioritário, é o investimento de empresas transportadoras em segurança, tecnologia e valorização dos condutores de veículos pesados.

Levantamento recente da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), que avaliou mais de 114 mil quilômetros em todas as rodovias federais pavimentadas, concedidas e também nas principais estradas estaduais do País, revela que 38% da extensão pesquisada estão em condições ótimas ou boas. Trechos avaliados como regulares, ruins ou péssimos correspondem a 62%.

Nos resultados da Operação Rodovida, que hoje orienta o planejamento de futuras ações de segurança viária no Brasil, as ocorrências envolvendo veículos de carga destacam em maior número colisões traseiras, saídas de leito carroçável e colisões transversais.

“O fator humano é uma premissa, mas hoje em dia a tecnologia, aplicada sobretudo ao transporte de cargas perigosas, como combustíveis, também é fundamental para a segurança rodoviária”, afirma Kelly Santos, gestora de Saúde, Segurança e Meio Ambiente do Grupo Ademir Transportes.

Uma das maiores transportadoras do Brasil que opera para grandes empresas brasileiras, principalmente refinarias e distribuidoras de combustíveis, o Grupo Ademir Transportes investe em segurança, tecnologia, treinamento e capacitações contínuas de seus condutores. “Contamos hoje com mais de 600 veículos equipados com tecnologia embarcada de última geração, o que reforça nosso compromisso diário com a vida, a excelência operacional e a segurança nas rodovias”, pontua a gestora.

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Por meio de câmeras internas e externas instalada nos caminhões, uma central de monitoramento que funciona 24 horas por dia na empresa é responsável por acompanhar as operações em tempo real, seja a condução do veículo, as condições do trânsito, o comportamento seguro do motorista ou os processos operacionais de carga e descarga, de forma a assegurar que todas as diretrizes de segurança sejam aplicadas em cada viagem. Além de monitorar, a equipe oferece orientações e suporte aos condutores em caso de sinistros viário e operacional.

Entre os recursos tecnológicos, Kelly Santos destaca os sistemas inteligentes capazes de identificar sinais de fadiga, distração ao volante, uso de celular durante a condução, ausência do cinto de segurança, alimentação ao dirigir, entre outras situações de risco. A tecnologia com aplicação em tempo real, segundo ela, atua de forma preventiva, auxiliando na proteção dos condutores e também de todos os motoristas que compartilham as rodovias.

De 2018 e 2025, os investimentos realizados pela empresa para otimizar o transporte de cargas perigosas resultaram na redução de mais de 98% nas ocorrências de roubo de cargas. “O monitoramento acaba sendo um inibidor para o roubo de uma carga valiosa, como o combustível, que é acompanhada tanto por rastreador quanto por câmeras em tempo real.” Na diminuição de acidentes, a estimativa, segundo a gestora, é de 91%. As multas de trânsito originadas por desvios comportamentais, como excesso de velocidade, fala de uso do cinto de segurança e utilização de aparelhos de celular praticamente zeraram.

A segurança também é construída por programas de treinamento, orientações e capacitações contínuas dos condutores. Para isso, a empresa conta como um time especializado em Saúde, Segurança e Meio Ambiente. Ao longo do ano, segundo a gestora, são realizados mais de 3 mil treinamentos voltados à segurança. As equipes também promovem campanhas mensais e DSS (Diálogo Semanal de Segurança) com abordagem em temas relacionados à rotina operacional e à prevenção de acidentes. “Todo condutor que ingressa no Grupo Ademir Transportes passa por um processo de integração com mais de 12 treinamentos voltados às áreas de segurança, saúde, meio ambiente”, diz.

O Grupo Ademir Transportes também busca gerar impacto positivo na sociedade, desenvolvendo ações de conscientização, conhecimento, responsabilidade e educação no trânsito em escolas, rodovias, empresas e espaços públicos. “Acreditamos que investir em capacitação, tecnologia e cultura de segurança é o caminho para construir operações e rodovias cada vez mais seguras, com efeitos diretos na saúde e proteção de nossos colaboradores, no aumento significativo da confiabilidade dos clientes e parceiros atendidos e também nos benefícios a toda a comunidade onde atuamos”, conclui Kelly Santos.

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Economia

Cirurgias reparadoras pós-emagrecimento, canetas emagrecedoras e cobertura pelos planos de saúde

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Dra. Carolyne Covissi Ferreira

A realização de cirurgias reparadoras após perda significativa de peso tem sido objeto frequente de discussão no âmbito do Direito à Saúde, especialmente quanto à obrigação de cobertura pelos planos de saúde. A controvérsia, em regra, surge quando tais procedimentos são classificados pelas operadoras como de natureza meramente estética, resultando na negativa de custeio.

Essa discussão também ganhou força com o uso das chamadas “canetas emagrecedoras”, medicamentos utilizados no tratamento da obesidade e do sobrepeso, como parte do tratamento clínico indicado por profissional médico. Embora esses medicamentos possam integrar o tratamento da obesidade, a análise jurídica sobre a cobertura pelo plano de saúde possui particularidades, pois, em regra, os planos não são obrigados a fornecer medicamentos de uso domiciliar, salvo hipóteses específicas reconhecidas pela legislação e pela jurisprudência.

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No caso das cirurgias reparadoras, a análise deve considerar a finalidade do procedimento. Quando a cirurgia possui caráter funcional e reparador, voltado à correção de sequelas decorrentes do emagrecimento acentuado, como excesso de pele que cause dermatites, infecções recorrentes, dores ou limitações físicas, sua natureza deixa de ser estética e passa a ser terapêutica.

Nesses casos, a negativa de cobertura pode ser considerada abusiva à luz do Código de Defesa do Consumidor, especialmente quando há indicação médica expressa que comprove a necessidade do procedimento. A Lei nº 9.656/1998, que regula os planos e seguros privados de assistência à saúde, também estabelece parâmetros de cobertura assistencial, devendo ser interpretada de forma compatível com a finalidade do contrato e com a preservação da saúde do beneficiário.

Quanto às canetas emagrecedoras, é importante observar que a obrigação de custeio pelo plano de saúde não é automática. Por se tratar, na maioria das vezes, de medicamento de uso domiciliar, a operadora pode negar a cobertura com fundamento nas limitações contratuais e legais. No entanto, essa negativa deve ser analisada caso a caso, especialmente quando houver prescrição médica fundamentada, diagnóstico de obesidade ou comorbidades associadas, ausência de alternativa terapêutica eficaz e risco de comprometimento da saúde do paciente.

Assim, a recusa de cobertura, seja para cirurgia reparadora, seja para tratamento clínico relacionado ao emagrecimento, deve ser avaliada com cautela. O ponto central não está apenas no nome do procedimento ou do medicamento, mas na sua finalidade terapêutica, na indicação médica e nos impactos concretos à saúde do paciente.

E para mais dicas e curiosidades sobre Direitos e Deveres sigam @carolyne.covissi.

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