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Socorro oficializa o roteiro turístico “Caminhos da Roça” para valorizar cultura do campo

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Dia Mundial do Campo é comemorado no dia 10 de maio

No dia 10 de maio comemora-se o Dia Mundial do Campo. Com 191 anos de história, a cultura da roça e da agropecuária, herança da fase áurea do café, ainda permanece viva na Estância Hidromineral de Socorro – cidade turística localizada no Circuito das Águas Paulista e referência em aventura e ecoturismo. No turismo rural, uns dos grandes atrativos da cidade para quem quer vivenciar a natureza e o ar livre, existe o roteiro “Caminhos da Roça”.

São dois dias intensos, com experiências únicas em fazendas e propriedades rurais, que remeterão a boas lembranças ou promoverão dias de lazer e conhecimento. Degustações de produtos e bebidas – inclusive orgânicos -, comidas típicas, apreciação do pôr do sol, visita a cafezais e pesca representam a vida na roça e fazem parte do itinerário. É necessário agendar com antecedência.

“Caminhos da Roça” foi rebatizado e repaginado para concorrer ao “Projeto Experiências do Brasil Rural”, promovido pelos ministérios do Turismo (MTur) e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), junto a Universidade Federal Fluminense (UFF). O objetivo é impulsionar produtos e serviços da agricultura familiar associados ao turismo, ao diversificar a oferta turística brasileira, apoiar a formatação e o posicionamento de produtos e roteiros de experiências no meio rural.

Os projetos selecionados contarão com apoio técnico para estruturação dos destinos e empreendimentos, bem como a comercialização de produtos e serviços. Também estão previstas capacitações de empresários, empreendedores e produtores rurais para a criação ou aprimoramento de roteiros e experiências. “Considero importante a oficialização do roteiro, pois histórias e culturas serão transmitidas aos visitantes, possibilitando-lhes experiências que geralmente não têm no dia a dia. Permitiremos que os turistas aprendam algo novo, vivam algo inusitado, seja visitando uma fazenda de café ou conhecendo a horta orgânica de onde vem o alimento”, ressalta a secretária de Turismo de Socorro, Ana Paula Monteiro.

A sugestão é começar o primeiro dia de passeio em Socorro com um delicioso café da manhã no Rancho Pompéia. “Aquela” mesa farta na varanda, cheia de guloseimas feitas com amor e capricho, com certeza remeterão a muitas lembranças da infância. A propriedade rural e familiar produz doces, geleias, pães, biscoitos e queijo. Todos inclusos no café caipira, que ao todo oferece mais de 20 itens. Dedicado ao resgate das tradições, o objetivo é fazer lembrar aquele sabor da casa da vó, com o bolinho de chuva, bolo de maçã com canela e cuca de maçã e de banana, por exemplo. Tudo isso com muita prosa, claro, em uma aconchegante casa estilo colonial de fazenda. O café caipira pode ser saboreado todos os dias das 8h às 11h e das 15h às 18h e custa R$25 por pessoa; crianças de 6 a 11 anos pagam R$15 e até 5 anos é gratuito.

No Hotel Fazenda Campo dos Sonhos um animado passeio inclui visitação aos animais na fazendinha, ordenha da vaca, visita à casa caipira – um verdadeiro museu rural -, degustação de delícias da roça, almoço e uma aula sobre sustentabilidade e acessibilidade, que fazem parte da política interna e estão presentes em todas as ações da propriedade. Custa R$55 por pessoa (entrada, almoço sem bebida e visitação pela fazenda). O tour pode ser feito todos os dias.

Para finalizar o dia, contemplar o pôr do sol, a imensidão do vale e das montanhas da Serra da Mantiqueira na Pedra Bela Vista. Uma das vivências mais concorridas de lá, e da cidade, é o Pan de Palo. A receita peruana foi ambientada em um dos pontos mais altos de Socorro, em meio à natureza. A massa do pão é colocada em uma haste de madeira para possibilitar que a pessoa asse na brasa da fogueira. Depois disso, se escolhe entre cerca de nove sabores – que podem variar – para rechear o pão. O resultado é delicioso, e o bate papo com risadas e histórias em torno da fogueira valorizam o cenário. Aberto todos os dias, das 10h às 19h, custa R$ 20 por pessoa a entrada do parque.

Que tal começar o segundo dia com um delicioso cheirinho de café na Fazenda 7 Senhoras? Nela, se conhece a plantação, terreiro e o processo de beneficiamento do café, conduzido por um guia que apresenta a história da fazenda e do trabalho no pós-colheita, que compreende a etapa da via úmida, terreiro, secadores, bem como a unidade de beneficiamento e seleção de grãos. Nada melhor que terminar na cafeteria, onde um barista demonstra alguns métodos de preparo de café, descreve as principais características e oferece para degustação. A visitação leva 1h30 e custa R$ 40 por pessoa. São cinco horários às quintas, sextas e sábados, que vão das 9h20 às 16h.

Pescaria é “a cara” do campo e não poderia faltar. No pesqueiro Nenê Oliani – primeiro no estado de São Paulo e há mais de 30 anos no mercado – é a opção para horas de lazer e para o almoço. Apreciadores de pesca por quilo ou esportiva não verão a hora passar. Pratos e salgados que têm o peixe como destaque podem ser saboreados no restaurante do local. A entrada é gratuita e o almoço à parte. Funciona das 8h às 18h (somente na quarta fechado).

O roteiro turístico pode se encerrar no Alambique Pioneira, que oferece tour gratuito. Em cerca de 40 minutos, o visitante acompanha a história do local e todos os processos de produção – desde o plantio de cana até o produto final – e curiosidades da fabricação de cachaça e licores. Fabricam também rapadura, açúcar mascavo e melado. A degustação com certeza aguçará os paladares para a compra dos produtos da loja, com decoração peculiar. O alambique funciona de segunda a sábado, das 8h às 17h, e domingo, das 9h às 12h, com pausa para o almoço das 11h às 12h.

Informações sobre todos os estabelecimentos participantes e agendamento pelos sites https://socorro.tur.br/roteiro-rural-caminhos-da-roca/ ou www.proximaventura.com.br/pacote/roteiro-rural-caminhos-da-roca/. O roteiro é uma sugestão, assim, é possível escolher entre os passeios indicados.

“O turismo de experiência rural é uma ótima opção também de turismo de isolamento, em tempos de pandemia. Longe de grandes centros e perto de muita natureza e na maioria à ceu aberto, promove distração sem aglomeração”, diz Ana Luiza Russo, presidente da Associação de Turismo da Estância de Socorro.

Os associados da ASTUR são sempre orientados e atualizados sobre a importância de seguirem os protocolos de prevenção da Covid-19. Cada estabelecimento adotou medidas apropriadas para o tipo de negócio, mas em todos, por exemplo, o uso de máscara pela equipe e pelo turista é obrigatório e o álcool em gel fica à disposição.

Descubra Socorro: Estância Hidromineral de Socorro, a “cidade aventura”, é um dos nove municípios a integrar o Circuito das Águas Paulista. Já é referência nacional em turismo de aventura e turismo acessível e se dedica para se tornar também um destino sustentável e pet friendly. Para isso, diversas ações de conscientização são criadas e envolvem moradores, empresários e turistas. Gastronomia variada, lazer para toda família e a melhor experiência em atividades culturais e passeios cercados pelas belezas naturais da Serra da Mantiqueira. Visitas guiadas ou autoguiadas em mais de 1300km de caminhos rurais disponíveis ao público.

A Associação de Turismo da Estância de Socorro (ASTUR), que tem como objetivo a promoção de ações para o desenvolvimento sustentável das empresas associadas e o fomento do turismo de Socorro, sempre em consonância com o Conselho Municipal de Turismo (COMTUR) da cidade. Na “Estância Hidromineral” – status conquistado por cumprir determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual, o que também dá o direito ao município de agregá-lo ao nome -, atualmente, são 60 empresas associadas de diversos setores turísticos como hospedagem, ecoturismo, atividades de aventura, turismo rural, gastronomia e compras.

São Paulo

Vítima fatal de salto de rope jump em Limeira é identificada

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Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, publicou registros momentos antes do acidente fatal na Ponte do Esqueleto. Seis pessoas foram detidas.

Foi identificada como Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, a jovem que morreu no trágico acidente durante a prática de rope jump na manhã de sábado, 13, na Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo. Moradora de Jandira (SP) e professora de Educação Física, ela compartilhou nas redes sociais seus últimos momentos no local pouco antes da fatalidade.

Em sinal de luto, a academia onde Maria Eduarda trabalhava informou que não abriria as portas neste sábado, prestando homenagem à profissional, que era querida por colegas, alunos e amigos.

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O acidente aconteceu em uma estrutura de aproximadamente 40 metros de altura, conhecida na região pela prática de esportes radicais. Imagens que circulam nas redes sociais mostram que a jovem foi impulsionada para o salto sem estar conectada ao sistema de segurança, provocando desespero entre as pessoas que acompanhavam a atividade ao perceberem a falha.

A morte de Maria Eduarda gerou grande comoção e levantou questionamentos sobre os protocolos de segurança adotados durante a prática do rope jump. O caso repercute em todo o país e mobiliza autoridades e especialistas.

Até o momento, seis pessoas — cinco homens e uma mulher — foram detidas e permanecem na Delegacia de Limeira, onde prestam depoimento sobre a organização da atividade. Os investigados deverão esclarecer a sequência de procedimentos que antecederam o acidente.

A Polícia Civil segue apurando as circunstâncias da tragédia e trabalha para identificar eventuais responsabilidades criminais. O caso continua em investigação e novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das diligências.

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São Paulo

Painel do TCE e Palco Conexões são algumas das novidades do 9º Conexidades

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O 9º Conexidades 2026, realizado entre os dias 15 e 19 de junho em Campos do Jordão, terá na programação debates voltados à eficiência da gestão municipal e um dos destaques é o painel “Planejamento, emendas e consórcios: o papel do Tribunal de Contas na eficiência da gestão municipal”.

A discussão reúne representantes do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, como o vice-presidente Dimas Ramalho, o conselheiro-corregedor Marco Aurélio Bertaiolli e o conselheiro Carlos Cézar. A mediação será conduzida por Willians Kester, diretor jurídico da União dos Vereadores do Estado de São Paulo.

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O painel propõe uma análise técnica sobre instrumentos de planejamento, aplicação de emendas parlamentares e a atuação de consórcios públicos, com foco no papel fiscalizador e orientador do Tribunal de Contas na administração municipal.

Cultura para todos
Além da agenda institucional, o evento trará outra novidade: o Palco Conexões, instalado no piso Araucária do Campos Hall. O espaço terá programação cultural paralela com três apresentações diárias, incluindo atividades musicais e gastronômicas, além do lançamento do livro do ex-Secretário de Turismo, Roberto Lucena.

O Conexidades é aberto para o público geral e reúne gestores públicos, parlamentares, empresários e especialistas para discutir soluções práticas voltadas aos desafios dos municípios brasileiros. Além dos painéis há ainda o Pavilhão dos Municípios, que neste ano contará com mais de 120 estandes.

O 9º CONEXIDADES é uma realização da Multiplicidades, tendo Campos do Jordão como cidade anfitriã. A curadoria do evento é da UVESP, Conexão Municipalista e Projeto Cidade. O evento conta com o patrocínio da Monte Carlo Multipropriedade, Sebrae, Valid, Itaú, Grupo Terracom, Sabesp e Prodesp; copatrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo do Brasil; apoio educacional do SENAC e da FDE; além do apoio da CDHU, Detran-SP, Metrô de São Paulo, Governo do Estado de São Paulo, Banco do Brasil e Governo do Brasil.

Serviço

9º Conexidades

Data: 15 a 19 de junho de 2026

Local: Campos Hall – Campos do Jordão

Para mais informações e programação completa acesse: www.conexidades.com.br.

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São Paulo

Com café do Circuito das Águas, agro de São Paulo soma 11 Indicações Geográficas reconhecidas pelo INPI

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Nesta terça-feira (9), CATI lança publicação técnica que visa fortalecer o reconhecimento de IGs no estado

São Paulo mais do que dobrou o número de Indicações Geográficas (IGs) reconhecidas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) nos últimos três anos. Em 2023, eram sete certificações; atualmente, o estado conta com 15, sendo 11 relacionadas ao agro. A mais recente delas foi a Indicação de Procedência (IP) dos cafés produzidos no Circuito das Águas Paulista, região que abrange os municípios de Águas de Lindóia, Amparo, Holambra, Jaguariúna, Lindóia, Monte Alegre do Sul, Pedreira, Serra Negra e Socorro.

Parte desse aumento no número de IGs é creditado às ações de extensão rural da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), que apoia produtores e organizações locais na estruturação e no fortalecimento de cadeias produtivas com potencial para reconhecimento. Visando fortalecer ainda mais esse trabalho, o órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) lança hoje (9) o e-book “CATI Responde 67”.

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Disponível para download gratuito no site da CATI, a publicação “Indicação Geográfica: Valorização de produtos e serviços com qualidade e identidade cultural” é direcionada a produtores rurais, associações e cooperativas de produtos ou serviços que possuem forte identidade local/regional ou características diferenciadas associadas ao território ou ao “saber-fazer”. Esses pontos são essenciais para a obtenção do registro de IG por IP ou Denominação de Origem (DO).

A IP de uma Indicação Geográfica reconhece o nome de um país, cidade, região ou localidade que se tornou conhecido como centro de produção, fabricação ou extração de determinado produto. Já a DO vai além e exige que as características e qualidades do produto sejam essencialmente ou exclusivamente atribuídas ao meio geográfico, incluindo fatores naturais e humanos.

De acordo com a Associação dos Produtores de Cafés Especiais do Circuito das Águas Paulista (Acecap), responsável pela IG da região, seu registro pode ser futuramente convertido em Denominação de Origem, após estudos específicos e cumprimento das exigências legais e normativas.

Segundo a socióloga Marcia Moraes, que integra a Comissão de Indicação Geográfica da CATI, esses selos agregam valor e contribuem com um melhor posicionamento no mercado.

“No processo de obtenção de uma Indicação Geográfica, a SAA/CATI atua em duas frentes: orientações na organização da produção/serviços, fase de preparação da documentação necessária para o pedido de análise; e análise dos documentos e expedição do Instrumento Oficial de Delimitação Geográfica. As fases posteriores são efetuadas pelo INPI”, informa Marcia.

IGs do agro paulista

Até 26 de maio de 2026, o Brasil contabilizava 173 IGs, somando 130 IPs – 129 nacionais e uma estrangeira – e 43 DOs, sendo 33 nacionais e dez estrangeiras. Abaixo, confira a lista dos selos relacionados ao agronegócio paulista:

As outras quatro IGs do estado são de Birigui (calçado infantil), Franca (calçados), Porto Ferreira (cerâmica artística) e Taubaté (figuras modeladas em argila).

Para baixar o “CATI Responde 67 – Indicação Geográfica: Valorização de produtos e serviços com qualidade e identidade cultural”, clique aqui.

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