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São Paulo

Varejo paulista fecha semestre com aumento de 22% nas vendas

Redação Gazeta Regional

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Flexibilização e avanço da vacinação são os principais fatores que contribuíram para um cenário positivo, segundo dados da FCDLESP

No primeiro semestre deste ano, o varejo paulista apresentou um aumento de 22% nas vendas, de acordo com a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDLESP). O balanço realizado pela entidade, com a participação das principais CDLs do Estado de São Paulo, aponta que o setor varejista mostra sinais de recuperação e segue otimista para o segundo semestre. 

Segundo os lojistas, no mesmo período no ano passado, os principais desafios dos varejistas foram causados pelas fases mais restritivas do Plano São Paulo – redução no horário de funcionamento e capacidade do local, que impactaram diretamente o volume de vendas que, consequentemente, apresentaram um baixo índice. Já neste ano, a maior flexibilização do estado nas medidas possibilitou um cenário mais confiante.  

Mesmo com boas perspectivas, a entidade alerta que o setor ainda enfrenta dificuldades para se recuperar e tentar equilibrar o volume de vendas em comparação ao ano de 2019. A insegurança do consumidor na hora de comprar, aumento da inflação e incerteza no cenário da pandemia foram os principais entraves para o varejo. 

De modo geral, segundo o levantamento da FCDLESP, o segmento que ainda enfrenta mais dificuldades na recuperação são os bares e restaurantes – duramente afetados pelas medidas do Plano SP. Em paralelo, o setor que mais mostrou avanços é o de vestuário e calçados. 

“O atual momento que o varejo vive foi refletido no percentual de vendas do Dia dos Pais. Com menos restrições, o comércio gerou mais possibilidades de venda, e a data, considerada uma das mais importantes do segundo semestre, demonstrou bons resultados, o que gera um sentimento otimista nos lojistas”, explica o presidente da FCDLESP, Mauricio Stainoff.  

Expectativas 
Para um segundo semestre positivo, as CDLs da região metropolitana da cidade, interior e litoral relatam que manter os estabelecimentos abertos é essencial para que as datas comemorativas voltem a apresentar um bom desempenho de vendas e possam ajudar o varejo na possível retomada da economia.

“O varejo tem apresentado bons índices, o que ajuda na recuperação. Com maior flexibilização e avanço na vacinação, esperamos que até o final do ano, as vendas se equilibrem com 2019. Neste momento de retomada, os estabelecimentos devem continuar seguindo os protocolos de segurança e garantindo a confiança do consumidor, para que a retomada aconteça, na prática, de maneira efetiva”, finaliza Stainoff. 

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Projeto de Lei: Alesp aprova iniciativa de apoio emocional às vítimas da Covid-19

Redação Gazeta Regional

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Iniciativa, que garante atendimento nos Caps, recebeu apoio do deputado Edmir Chedid (DEM)

O Poder Legislativo aprovou na terça-feira, 14, o Projeto de Lei 176/2021, que autoriza o governo estadual a criar um programa de saúde emocional às pessoas que perderam parentes e amigos para a Covid-19. A iniciativa, que recebeu apoio do deputado Edmir Chedid (DEM), beneficiará todo os que necessitam de suporte psicológico em razão da crise provocada pela pandemia.

Segundo o parlamentar, esta proposta garante os atendimentos presenciais por meio dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) ou de órgãos similares, bem como virtuais. “A intenção é garantir a atenção necessária aos que perderam parentes ou amigos nesta pandemia do coronavírus”, completa.

Edmir Chedid explicou que a iniciativa poderá contribuir com as atividades já desempenhadas por alguns municípios. “A preocupação de prefeitos e vice-prefeitos tem sido defendida junto ao governo estadual. Nos últimos meses, por exemplo, tenho reiterado a necessidade da ampliação de recursos para que os municípios possam desenvolver atividades parecidas”, garante.

O parlamentar é autor do Projeto de Lei 223/2020, que institui o Programa de Segurança Alimentar à população em situação de vulnerabilidade social durante o estado de calamidade pública decorrente da pandemia; e do Projeto de Lei 590/2020, que autoriza a suspensão do pagamento de dívidas dos municípios com o governo estadual e com empresas da administração pública.

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Avião cai em área de mata e sete pessoas morrem em Piracicaba; sócio da Raízen e família estão entre as vítimas

Redação Gazeta Regional

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Queda foi em uma área verde próximo à Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatec), no bairro Santa Rosa

Sete pessoas morreram após um avião cair em Piracicaba na manhã desta terça-feira, 14. A aeronave caiu em uma área de mata no bairro Santa Rosa e, com a explosão, um incêndio teve início no local.

Segundo o Corpo de Bombeiros, no avião bimotor estavam o sócio da Raízen Celso Silveira Mello Filho, 73 anos, sua esposa Maria Luiza Meneghel, 71 anos, e os 3 filhos do casal: Celso Meneghel Silveira Mello, 46 anos, Camila Meneghel Silveira Mello Zanforlin, 48 anos, e Fernando Meneghel Silveira Mello, 46 anos. Também morreu o piloto Celso Elias Carloni, 39 anos, e o copiloto Giovani Dedini Gulo, 24 anos.

As vítimas foram carbonizadas e morreram no local. O Corpo de Bombeiros já localizou os sete corpos, segundo a prefeitura.

Quem são os 7 mortos no acidente de avião em Piracicaba
Em nota, a empresa Raízen confirmou a morte do empresário Celso Silveira Mello Filho e família. “Celso era acionista e irmão do presidente do Conselho de Administração da companhia, Rubens Ometto Silveira Mello.”

Segundo a empresa, também estavam no avião a esposa de Celso, Maria Luiza Meneghel, seus três filhos, Celso, Fernando e Camila, o piloto Celso Elias Carloni e o copiloto Giovani Gulo.

Ainda de acordo com os bombeiros, o avião saiu do Aeroporto de Piracicaba com destino ao Pará e caiu logo depois, pouco antes das 9h, em uma área verde ao lado da Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatec).

Segundo a Prefeitura de Piracicaba, o avião modelo King Air B200 saiu do Aeroporto Municipal Pedro Morganti e a queda aconteceu cerca de 15 segundos após a decolagem, em uma plantação de eucaliptos.

O vídeo no início da reportagem mostra o momento que o avião cai ao fundo de um condomínio. Após atingir alguns eucaliptos durante a queda, a aeronave explodiu e teve início um incêndio na mata ao lado da Fatec. Os bombeiros tentam controlar as chamas. Equipes policiais e o Corpo de Bombeiros estão no local e a área foi isolada para a perícia.

A Prefeitura de Piracicaba informou ainda que montou uma força-tarefa reunindo várias secretarias municipais e Serviço Municipal de Água e Esgoto (Semae), para ajudar no resgate e para conter as chamas que se alastraram pela vegetação, após a explosão do avião.

Cerca de 100 pessoas estão no local para auxiliar na ocorrência, segundo a administração. O prefeito Luciano Almeida (DEM) foi até o local.

A área permanece isolada para perícia. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira (FAB), informou em nota que foi acionada e vai para o local para “ação inicial”.

Nessa ação os investigadores identificam indícios, fotografam cenas, retiram partes da aeronave para análise, ouvem relatos de testemunhas e reúnem documentos. O objetivo, segundo o órgão, é prevenir que novos acidentes com características semelhantes aconteçam.

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Butantan detecta 36 variantes do coronavírus em circulação no Estado

Redação Gazeta Regional

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O Instituto Butantan declarou que existem 36 variantes do coronavírus em circulação no Estado, três delas identificadas pela primeira vez. Esta informação é da diretora do Centro de Desenvolvimento Científico do Butantan, Sandra Vessoni, confirmada na segunda-feira, 30, durante evento promovido pelo Instituto do Legislativo Paulista (ILP), em São Paulo.

De acordo com a diretora, o Boletim Epidemiológico da Rede de Alerta das Variantes também identificou outras quatro linhagens da variante Delta. Apesar do número crescente de variantes, os casos de Covid-19 diminuíram no Estado.

Com base nas afirmações prestadas durante o evento, o parlamentar destaca que entre as variantes identificadas de forma inédita no Estado estão a B.1.1621.1, que também é conhecida como “Copa América”; a B.1.540; e a AY.3; com um, cinco e três casos, respectivamente, de acordo com dados da 32° semana epidemiológica, sequenciados até 14 de agosto.

Embora esteja longe de representar a maioria dos casos no Estado, a variante Delta vem se espalhando rapidamente, sendo identificada em 13 das 17 divisões regionais de saúde, correspondendo à 100% das infecções na divisão de Registro; 61,54% na Baixada Santista; 56,41% em São João de Boa Vista; e 43,31% na Grande São Paulo.

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