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Região alcança 98 casos de varíola em 13 cidades com alta de 25%

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Dados foram divulgados pela Secretaria de Saúde de SP e confirmados pelas prefeituras. Monte Mor registrou a primeira confirmação nesta segunda (5).

Região alcança 98 casos de varíola – Subiu para 98 o número de casos de varíola dos macacos na região de Campinas(SP), com registro de infectados em 13 municípios. O total representa um aumento de 25% nos registros em uma semana – veja a evolução dos casos no gráfico abaixo.

Infectologista da Unicamp e membro da Sociedade Brasileira de Infectologia, Raquel Stucchi disse ao g1 que já é possível falar em uma redução no ritmo de novas confirmações de casos do vírus monkeypox – no mundo e, também, no Brasil.

Um dos motivos é o investimento em mais informações sobre a doença à população e, principalmente, aos grupos de risco. No entanto, ela acredita que ainda é preciso informar mais e melhor.

“No mundo também nós estamos vendo agora, nas duas últimas semanas, uma redução no número de diagnósticos novos, e no Brasil a gente começou um mês depois do que Europa, EUA, o primeiro caso e as notificações. Essa redução, a gente deve ver um pouquinho mais para frente. Mas, sim, acho que se deve a uma melhor orientação das pessoas, ainda que eu ache que essa orientação tem sido muito falha”, explicou.

Segundo Raquel, as formas de transmissão e os sintomas precisam ser melhor divulgados entre a população de maior risco e também entre os profissionais da saúde.

Apesar do nome da doença ter referência a macacos, ela é transmitida entre humanos, principalmente pelo contato pele com pele, mas também por gotículas e objetos contaminados compartilhados. O contágio entre homens que têm contato íntimo com outros homens têm sido mais frequente.

Região alcança 98 casos de varíola

4 cidades com novos diagnósticos – Região alcança 98 casos de varíola

O último balanço divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde com atualizações para a região de Campinas foi em 1 de setembro, e o total era de 90 casos em 12 cidades. A 13ª a entrar na lista foi Monte Mor, com uma confirmação, nesta segunda. Abaixo, confira os detalhes dos novos diagnósticos.

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Campinas teve cinco registros a mais que o último boletim, passou de 59 para 64 moradores infectados. A prefeitura informou que deve divulgar os detalhes nesta tarde.

Outras duas cidades com novos casos foram Jaguariúna e Americana. 

Segundo a Secretaria de Saúde de Monte Mor o primeiro caso registrado é de um paciente que tem residência na cidade mas também tem imóvel em Campinas, onde está cumprindo a quarentena.

Região alcança 98 casos de varíola
Região alcança 98 casos de varíola

Ele buscou atendimento em Sumaré quando apresentou os primeiros sintomas. Apesar das duas residências, o caso fica registrado como Monte Mor, disse a prefeitura. A idade do morador não foi divulgada.

Americana

Segundo a Vigilância Epidemiológica de Americana, o 5º caso de varíola dos macacos é um homem de 33 anos. “Seu quadro de saúde é estável e ele se encontra em isolamento domiciliar”.

A prefeitura informou que ele está sendo acompanhado pelo Serviço Especializado em Infectologia, assim como os seus familiares próximos. Não há relação entre os cinco moradores que já contraíram a doença na cidade.

Jaguariúna

O terceiro caso na cidade é de um homem de 43 anos que mora sozinho. Segundo a prefeitura, ele negou viagem e disse não ter tido contato com caso suspeito.

Ele faz tratamento para sífilis, disse a Secretaria de Saúde do município, e confirmou ter relação sexual com homem.

Campinas

A metrópole conta com 64 confirmações da doença – ainda sem os detalhes dos cinco últimos divulgados.

Sintomas e como proceder – Região alcança 98 casos de varíola

O principal sintoma apresentado no Brasil é o aparecimento de lesões parecidas com espinhas ou bolhas. Elas podem surgir no rosto, dentro da boca ou em outras partes do corpo, como mãos, pés, peito, genitais ou ânus. Podem ou não ser doloridas.

Também podem surgir:

  • caroço no pescoço, axila e virilhas,
  • febre,
  • dor de cabeça,
  • calafrios,
  • cansaço,
  • dores musculares,
  • aftas na boca.

Quem apresentar sintomas, deve procurar atendimento médico e será orientado a fazer um isolamento para evitar o contágio, mesmo dentro de casa.

O período costuma ser de 21 dias, até que as casquinhas das feridas caiam. É preciso evitar contato físico com outras pessoas e também o compartilhamento de objetos, como roupas, toalhas e lençóis.

Região alcança 98 casos de varíola

A coceira da varíola dos macacos passa por diferentes estágios até a formação de lesões de pele — Foto: UKHSA
A coceira da varíola dos macacos passa por diferentes estágios até a formação de lesões de pele — Foto: UKHSA
Fonte: G1

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Campinas

A saúde não pode esperar: união regional e o fim da ambulancioterapia na RMC

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Por: Gustavo Reis, ex-prefeito de Jaguariúna

Há momentos na vida pública que não saem da nossa cabeça. Uma delas foi quando ouvi um relato que me marcou profundamente: um ex-prefeito me contou que, certa noite, diante da angústia de um cidadão que não encontrava atendimento especializado em sua cidade, ele mesmo entrou na ambulância. Cruzou a rodovia ao lado do paciente rumo a Campinas, sentindo na pele cada solavanco e cada minuto de incerteza. Aquele relato ficou ecoando em mim. Não era apenas sobre uma viagem; era sobre a falência de um sistema que obriga o elo mais fraco a peregrinar em busca de socorro, enquanto os hospitais da nossa metrópole operam no limite do desumano.

Hoje, como alguém que dedica décadas à vida pública e à nossa Região Metropolitana de Campinas (RMC), sinto que esse eco encontrou ressonância na voz das ruas. Andando e conversando com as pessoas, oportunidade que meu atual trabalho me proporciona, tenho ouvido o que elas falam sobre seus desejos de melhoria na saúde. É aqui, na ponta, onde as maiores verdades aparecem. E algumas ideias são sugeridas como uma solução distante e irreal, mas mal sabem que os desejos têm poder.

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E é bem nesse período, em que estamos vivendo o processo da 18ª Conferência Nacional de Saúde, que o recado da população pulsa em mim: não podemos mais aceitar um sistema fragmentado. É por isso que defendo, com convicção técnica e urgência humana, a criação de um Consórcio Intermunicipal de Saúde para a RMC. Não é apenas uma ideia que vem da imaginação das pessoas, é uma ferramenta jurídica robusta, amparada pelas leis 8.080/90 e 11.107/05. Com o consórcio, as 20 cidades da nossa região deixam de ser ilhas isoladas para se tornarem um continente de proteção. Ele permite que as prefeituras dividam custos, realizem licitações conjuntas de medicamentos e, principalmente, compartilhem a responsabilidade pelos leitos de UTI e exames de alta complexidade. É o fim da “ambulancioterapia” e o início da gestão solidária.

Felizmente, essa luta já começou a dar frutos concretos. No último mês de abril, demos um passo histórico com o lançamento do edital de licitação para a construção do Hospital Metropolitano de Campinas. Estamos falando de um investimento de R$ 553 milhões do Governo do Estado — uma vitória da articulação política que ajudei a construir enquanto presidi o Conselho de Desenvolvimento da RMC.

Este hospital não será apenas um prédio; será o coração de um novo Quarteirão da Saúde no Parque Itália. Serão 400 novos leitos que servirão como um porto seguro para as 20 cidades da região, desafogando de vez a Unicamp e o Mário Gatti. Ao lado do AME e do Mário Gattinho, o Hospital Metropolitano será a resposta estrutural ao sofrimento de quem hoje espera horas por uma vaga.

A política só faz sentido quando humaniza a vida. A união entre a infraestrutura que estamos construindo (o Hospital Metropolitano) e o modelo de gestão que precisamos adotar (o Consórcio) é o caminho para que nenhum prefeito — e, principalmente, nenhum cidadão — precise novamente entrar em uma ambulância por falta de esperança local. A saúde na RMC precisa ser uma rede que ampara, não um labirinto que confunde. Seguimos ouvindo as ruas, transformando relatos em editais e esperança em leitos.

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Campinas

Campinas: Governo de SP investe em novas creches e amplia vagas para a primeira infância

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A construção das unidades proporciona mais autonomia para as mães que podem trabalhar enquanto as crianças se desenvolvem; Em todo o Estado, o governo entregou 7.114 obras com aporte de R$ 3,3 bilhões

Em 40 meses de gestão, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) entregou dez unidades do Programa Creche Escola na região de Campinas. O investimento de R$ 24,6 milhões possibilitou a abertura de 1.180 vagas na educação infantil nas cidades de Americana, Campinas, Cordeirópolis, Itatiba, Jaguariúna, Nazaré Paulista, Pedreira, Serra Negra, Tuiuti e Vargem Grande do Sul.

Na região de Campinas, entre janeiro de 2023 e abril de 2026, foram destinados cerca de R$ 416,3 milhões para obras de infraestrutura de escolas. No período, 948 intervenções foram realizadas, impactando 513 prédios escolares de 77 municípios. Há, ainda, outras 133 obras em andamento na região.

Mais entregas
Para a primeira infância, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) entregou 92 unidades do Programa Creche Escola em todo o estado. O investimento de mais de R$ 255 milhões possibilitou a abertura de 12,3 mil vagas na educação infantil em 90 cidades paulistas.

Em 40 meses, 7.114 obras foram realizadas em escolas em toda a rede estadual de ensino, totalizando aporte superior a R$ 3,3 bilhões. As intervenções contemplaram 3.574 prédios escolares de 576 municípios. Outras 1.100 novas obras estão em andamento.

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Fabricio Moura Moreira, presidente da FDE, destaca o aporte em infraestrutura escolar na gestão do governador Tarcísio de Freitas. “Esses investimentos são muito importantes para garantir que o nosso estudante e o nosso professor tenham boas condições para que o processo de ensino e aprendizagem possa acontecer. A gente está muito focado em reformar e melhorar as condições das nossas escolas, investindo em todos os programas para garantir que as escolas estaduais estejam em plenas condições para receber os nossos estudantes”. Ele ressalta também o papel do estado na parceria com as prefeituras gerando vagas na educação infantil: “Foram destinados R$ 255 milhões para creches, investimento para que as crianças possam ter um bom acolhimento e se desenvolver desde pequenas. E os pais conseguem sair para trabalhar com tranquilidade, sabendo que seus filhos estão sendo bem cuidados”.

Os serviços incluem reformas de quadras esportivas, cozinhas, refeitórios e salas de aula que atendem estudantes do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, além da recuperação de fachadas e telhados, melhorias de acessibilidade e implantação de climatização nas unidades.

Três gerações na escola
Por incentivo da mãe, Quitéria Ana Barros de Almeida, Priscila de Almeida se tornou professora e leciona língua portuguesa na Escola Estadual Professora Mathilde Teixeira de Moraes, em Bragança Paulista. “Sou apaixonada pela minha profissão e devo tudo isso ao incentivo da minha mãe”, conta ela. A matriarca dedicou sua vida profissional como servente na Escola Municipal Professora Iracema Cunha Lima, em Tuiuti, e este ano foi homenageada ao dar o nome à nova Creche Municipal Quitéria Ana Barros de Almeida, no mesmo município.

“Sinto uma emoção profunda, misturada com gratidão e orgulho. Minha mãe sempre foi exemplo de força, cuidado e dedicação, valores que combinam perfeitamente com a Creche Escola, onde o carinho e a educação caminham juntos. Ver o nome dela eternizado ali é como ver a sua essência de continuar acolhendo, inspirando e protegendo tantas famílias e ela sempre foi uma ‘mãezona’, não somente minha, mas das minhas amigas e todos os alunos que passaram pelo caminho dela”, relata Priscila, que é mãe do Matheus, de 15 anos de idade, e de Helena, de 1 ano.

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Campinas

Ex-prefeito de Jaguariúna Gustavo Reis fala na série testemunhos da ADCE Campinas

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Palestra acontece no dia 18 de maio

Prefeito de Jaguariúna (SP) por três mandatos (2009-2012, 2017-2020 e 2021-2024), o político Gustavo Reis (PSD) participa da série de testemunhos da Regional Campinas da Associação de Dirigentes Cristãos de Empresa (ADCE), no dia 18 de maio (segunda), às 19h30. Liderança regional, Reis presidiu o Conselho da RMC (Região Metropolitana de Campinas) por cinco vezes, foi vice-presidente de Telecomunicações da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e atualmente é vice-presidente da Associação Paulista de Municípios (APM). Nascido em Santos em 1º de novembro de 1971, ele é bacharel em Direito, pós-graduado em Direito do Trabalho e autor do livro Cooperativa de Trabalho: Problema ou Solução?

A palestra gratuita acontece no Centro Pastoral Monsenhor Fernando de Godoy Moreira, na Avenida Hermas Braga, 186 – próximo ao Santuário Santa Rita de Cássia, em Campinas. Participam também do evento, o diretor da ADCE Campinas, Paulo Roberto Toledo Corrêa e o reitor do Santuário de Santa Rita de Cássia, padre José Trasferetti. Toledo Corrêa afirmou que essa série de testemunhos pessoais de lideranças empresariais e políticas chega a marca de 25 palestrantes.

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A carreira política de Gustavo Reis, iniciada como vereador, é marcada por uma gestão executiva de alta performance e reconhecimento internacional. Sob sua gestão, Jaguariúna alcançou o histórico índice de mortalidade infantil zero, que rendeu o Prêmio “Americas Award” da ONU (2010), como reconhecimento de governos que implementam políticas públicas exemplares, em linha com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

Na Educação, o Prouni Municipal, garantiu acesso ao ensino superior, além de implantar o sistema apostilado na rede pública e zerar a evasão escolar. No campo social, destacou-se pela Tarifa Social de Ônibus e por amplos projetos habitacionais.

Na sua gestão, Jaguariúna investiu no seu polo tecnológico. O Centro de Operações e Inteligência (COI) e a criação da Patrulha Maria da Penha elevaram o padrão de segurança pública. A cidade foi eleita, por cinco vezes consecutivas (2019 a 2023), como a Cidade Mais Inteligente e Conectada do Brasil (até 50 mil hab.) pelo ranking Connected Smart Cities.

Perfil – Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresa (ADCE), sociedade civil de caráter cultural e educativo e sem fins lucrativos, foi fundada no Brasil em 1961, inspirada no movimento internacional de empresários cristãos, que surgiu na França em 1927 com o nome UNIAPAC (International Christian Union of Business Executives). A ideia era reunir líderes empresariais que compartilhassem os valores cristãos e que buscassem aplicá-los em suas empresas e na sociedade em geral. Foi também uma resposta de empresários católicos na Europa à grande crise econômica e social decorrente da primeira Guerra Mundial. Inscrições – https://www.sympla.com.br/evento/adce-testemunhos-empresariais-gustavo-reis/3413188

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