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Efetivação de piso salarial da enfermagem ainda enfrenta resistência

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Argumento de entidades de empregadores e municípios é falta de recurso

Profissionais da enfermagem enfrentam resistência à efetivação do piso salarial, após o Supremo Tribunal Federal (STF) liberar, no dia 15, o pagamento. O argumento de entidades de empregadores e municípios é falta de recursos o que, consequentemente, geraria desemprego para o segmento profissional.

Entrentanto, para a economista Marilane Teixeira, professora e pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit), ligado ao Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o estabelecimento de pisos salariais traz avanços notórios já que leva à valorização das ocupações e melhora os rendimentos do trabalho.

“A gente chegou, tanto no caso do piso da enfermagem como em outras categorias, a um determinado patamar em relação ao que é um valor, um preço justo, pela força de trabalho a partir de um reconhecimento de que é um trabalho essencial e necessário. No caso da enfermagem, ficou muito evidente na pandemia, as pessoas foram fundamentais e foram os profissionais que mais perderam suas vidas, justamente cuidando da vida dos das outras pessoas”, avaliou.

A liberação do pagamento foi feita pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF. Contudo, o ministro entendeu que estados e municípios devem pagar o piso nacional da enfermagem nos limites dos valores que receberem do governo federal. Para profissionais da iniciativa privada, está prevista a possibilidade de negociação coletiva.

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A decisão do ministro foi proferida após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter sancionado a abertura de crédito especial de R$7,3 bilhões para o pagamento do piso. A medida foi publicada na sexta-feira, 12, Dia Internacional da Enfermagem.

Historicamente, os empregadores tendem a resistir em relação ao pagamento de um de um piso salarial mínimo. “Essa pressão por parte dos empregadores é histórica. Estamos falando de relação do capital e trabalho, então tudo que implica em melhora do ponto de vista da remuneração salarial sempre vai encontrar uma certa resistência do outro lado no sentido de cumprir com as condições”, disse.

“As categorias mais organizadas, mais estruturadas, foram, na verdade, as que mais inovaram nesse sentido, porque como elas tinham mais poder de força de negociação, elas foram impondo também os pisos salariais e com valores relativamente superiores ao que é praticado em termos de salário mínimo”, disse, acrescentando que o mínimo é referência importante sobretudo para as categorias que não são tão organizadas.

A pesquisadora destaca que há categorias formadas predominantemente por mulheres, como é o caso da enfermagem, o que leva a maior dificuldade no reconhecimento social do valor e da função dessas profissões. “É uma ideia de que ‘enfermeira é cuidadora’, então é uma função que as mulheres já nascem sabendo e não precisam de muita capacitação para realizar uma coisa que é inata. Então, por que pagar salários altos por um trabalho que elas já nasceram sabendo fazer? Mas não é verdade, é uma área fundamental”, acrescentou.

Desemprego
A pesquisadora afirmou ainda que não há evidência de que a conquista de pisos salariais leve ao desemprego, à extinção ou à redução de demanda por determinado tipo de ocupação. “Isso é uma pressão de quem obviamente resiste, sempre resistiu a qualquer avanço em termos de direito, porque não é só no piso, também se manifesta em outros direitos. Toda vez que você avança num determinado direito, sempre tem a pressão de que isso vai gerar desemprego”, disse.

Segundo ela, o que vai determinar a geração de desemprego em uma categoria é a avaliação de que determinada ocupação perdeu o sentido do ponto de vista social e, portanto, foi se ressignificando e sendo criadas outras funções com trabalhos similares que possam substituí-la. “Depende da demanda e não necessariamente da remuneração”, afirmou.

Valor
O novo piso para enfermeiros contratados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é de R$ 4.750, conforme definido pela Lei nº 14.434. Técnicos de enfermagem recebem, no mínimo, 70% desse valor (R$ 3.325) e auxiliares de enfermagem e parteiras, 50% (R$ 2.375). O piso vale para trabalhadores dos setores público e privado.

Dados do Conselho Federal de Enfermagem contabilizam mais de 2,8 milhões de profissionais do setor no país, incluindo 693,4 mil enfermeiros, 450 mil auxiliares de enfermagem e 1,66 milhão de técnicos de enfermagem, além de cerca de 60 mil parteiras.

Empregadores
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) avalia que a medida é uma “ilusão”. Em nota, a entidade afirmou que “o valor sancionado não paga um terço do piso dos profissionais de saúde que atuam nos municípios. Além disso, trata-se de recurso somente para 2023, não permanente para uma despesa continuada, não traz regulamentação sobre a forma de distribuição e transferência, e é destinado apenas aos profissionais da atenção especializada, ficando de fora os profissionais da atenção básica, como aqueles que atendem o Estratégia Saúde da Família.”

Dados da confederação mostram que os municípios têm em seu quadro mais de 589 mil postos de trabalho da enfermagem. De acordo com estimativa da entidade, o impacto do piso aos municípios será de R$ 10,5 bilhões neste ano. “No entanto, a Lei 14.581/2023 se limitou a destinar R$ 3,3 bilhões aos entes locais, apesar de ser a esfera municipal que absorve o maior impacto financeiro com a instituição do piso”, diz a nota. Ainda segundo a entidade, com a vigência da medida, há risco de desligamento de mais de 32,5 mil profissionais da enfermagem.

A Federação Brasileira de Hospitais (FBH) informou que lamenta a decisão de Barroso. “A decisão veio sem que fosse apresentada, conforme solicitava liminar emitida pelo próprio ministro, soluções para minimizar o impacto dos custos com o reajuste na rede privada”, disse, em nota. A entidade ressalta que o PL assinado pelo presidente Lula é destinado apenas aos hospitais públicos, o que não resolve o impacto na rede privada, estimado pela FBH em mais de R$ 7 bilhões anuais.

A entidade acrescenta que, apesar de São Paulo, Minas e Rio responderem por 48% do total de vínculos em profissionais de enfermagem, será o Nordeste que mais será impactado. “A região com mais estados no país terá que lidar com um aumento de 40% de custos, pois 84% dos profissionais da categoria recebem abaixo do piso estipulado. Estados como Maranhão e Pernambuco chegam a ter 90% dos vínculos abaixo do piso estipulado.”

O presidente da FBH, Adelvânio Francisco Morato teme pelos 4,2 mil estabelecimentos filiados, principalmente os de pequeno e médio porte, que representam 70% do total. A estimativa é que haja redução de 30% do quadro de enfermagem nos hospitais com até 100 leitos.

“O governo, em nenhum momento, demonstrou preocupação em estabelecer as fontes de custeio. Com isso, centenas de hospitais vão fechar as portas, e o país vai registrar aumento no desemprego, além de precarização no acesso a serviços de saúde no interior”, avaliou Morato. Segundo ele, a rede privada responde por 62% dos cerca de 1,3 milhão de profissionais de enfermagem do país, e 71% dos pequenos estabelecimentos estão fora das capitais.

Trabalhadores
Para o conselheiro do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Daniel Menezes de Souza, a liberação do piso pelo STF “representa a concretização do que sempre defendemos, de que o piso é constitucional, que há recursos para o financiamento do setor público e se concretiza como um passo na conquista de reconhecimento social para nossa profissão”.

Em relação à falta de recursos para o pagamento do piso, ele explicou que durante a tramitação do projeto no Congresso Nacional, as equipes técnicas usaram os dados oficiais, com estudos realizados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), para calcular o impacto financeiro do valor necessário para completar aquilo que faltava para alcançar o equivalente ao piso.

“Esses valores foram liberados pela União, então não há justificativa para que o pagamento não se concretize. Para os privados, o piso também deverá ser pago, contudo a partir de 1º de julho. Quanto à negociação coletiva, entendemos que ela parte dos direitos mínimos já garantidos na proteção do trabalhador, e o valor estabelecido por lei que cria piso é uma dessas garantias”, disse. Para cada ano, os valores devem ser incluídos na lei que estabelece as prioridades do Orçamento da União – a LDO, que é aprovada anualmente.

Menezes ressalta que a argumentação em torno de demissões era usada quando não havia a fonte de custeio definida e que estes postos de trabalho são fundamentais para garantir a produtividade nestes serviços. “Entendemos que, com a criação do fundo estabelecido na emenda constitucional 127 e a consequente disponibilização dos recursos no Orçamento da União e a confirmação dos repasses pelo Ministério da Saúde, não há qualquer justificativa para manter este discurso.” Ele afirma ainda que, para o setor privado com fins lucrativos, o pagamento do piso representa em média menos de 5% de seu faturamento.

O presidente do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), James Francisco dos Santos, considerou a medida “um grande alívio e uma grande justiça”, ressaltando que o piso salarial é um direito pelo qual a categoria vinha lutando há décadas.

“O piso salarial da enfermagem não é uma novidade e todo o movimento, apesar das iniciativas em contrário, denotava que ele seria aprovado. É um justo reconhecimento ao trabalho realizado pela maior força de trabalho da saúde brasileira e sempre contou com um grande apoio popular. Portanto, a gestão das unidades de saúde pode ser realizada de forma a reorganizar suas finanças e direcionar o investimento necessário para o cumprimento do piso salarial”, avaliou Santos.

Em relação ao risco de demissões, apontado pelo setor patronal, ele afirma que a enfermagem é uma das profissões mais promissoras para a saúde, que sua presença é essencial nas instituições, e um corte de profissionais da área configuraria uma ameaça à qualidade da assistência prestada. “No caso da negociação coletiva das instituições privadas, o que esperamos é que sejam respeitados os valores previstos na Lei nº 14.434, pois são fruto de extensas tratativas que foram realizadas ao longo dos anos também com representantes da iniciativa privada”, ressaltou.

Fonte: Agência Brasil

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Brasil

Avanço da IA muda perfil profissional e aumenta pressão por regras nas empresas

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Estudo do Top Employers mostra que 32% das empresas certificadas Top Employers no Brasil já testam práticas de IA responsável e aponta governança e supervisão humana como desafios da nova fase

A corrida pela inteligência artificial entrou em uma nova etapa. Depois de conquistar espaço como ferramenta para produzir textos, analisar dados e automatizar tarefas, a tecnologia avança para sistemas capazes de coordenar processos, tomar decisões e executar etapas inteiras do trabalho com menor intervenção humana. A mudança, que reacendeu entre as próprias empresas de tecnologia o debate sobre segurança, controle e supervisão, começa a produzir uma segunda discussão dentro das companhias: quais decisões podem ser delegadas à IA e quais precisam continuar necessariamente sob responsabilidade de pessoas?

No Brasil, esse movimento encontra um mercado que experimenta a tecnologia em ritmo acelerado. Dados do Top Employers Institute, em recorte brasileiro da HR Best Practices Survey 2026, mostram que 32% das empresas certificadas analisadas no país estão em fase piloto de práticas de inteligência artificial responsável, ante 23% globalmente. O recorte brasileiro também revela uma atenção particularmente ligada à produtividade: 39% das organizações destacam o potencial da IA para ampliar a capacidade da força de trabalho, frente a 27% no cenário global.

Os números complementam o estudo Designing work for the age of agentic AI, divulgado neste ano pelo instituto. O levantamento reúne dados e insights de 2.358 organizações participantes da HR Best Practices Survey 2026, pesquisa que embasa a certificação Top Employers em diferentes países, e analisa uma mudança que vai além da adoção de novas ferramentas: a passagem para a chamada IA agêntica, formada por sistemas capazes de executar objetivos com supervisão humana limitada e, em alguns casos, coordenar diferentes agentes para cumprir tarefas complexas.

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Para Raphael Henrique, gerente regional para a América Latina do Top Employers Institute, o momento brasileiro combina disposição para experimentar com a necessidade de transformar essa experiência em processos mais maduros. “O Brasil mostra uma abertura importante para experimentar a inteligência artificial e enxergá-la como instrumento de produtividade. O próximo passo é garantir que esse avanço seja acompanhado por critérios claros sobre onde a tecnologia pode atuar, onde a decisão humana precisa prevalecer e quem responde pelos resultados. Quanto mais capacidade damos à IA, mais importante se torna definir a responsabilidade das pessoas que estão por trás dela”, afirma.

Essa mudança também começa a alterar as competências procuradas pelas empresas. Segundo o estudo, à medida que sistemas inteligentes assumem parte da execução, o trabalho humano tende a migrar da realização direta de determinadas tarefas para atividades como definir objetivos, supervisionar resultados, identificar exceções, validar decisões e coordenar sistemas. O relatório aponta que o valor profissional passa a estar menos associado apenas ao volume de tarefas realizadas e mais à capacidade de julgamento e de articulação entre diferentes processos.

O movimento deu origem ao conceito de “orquestrador de IA”, utilizado pelo estudo para descrever o profissional generalista capaz de usar inteligência artificial para produzir resultados que anteriormente poderiam depender da participação de uma pequena equipe. Nesse cenário, saber utilizar a tecnologia é apenas uma parte da competência. A capacidade de direcioná-la, questionar seus resultados e assumir decisões torna-se igualmente relevante. “A competência que ganha valor não é simplesmente saber pedir algo para uma inteligência artificial. As empresas começam a precisar de profissionais capazes de entender o contexto, formular problemas, avaliar respostas e saber quando a decisão não deve ser delegada à tecnologia. Isso também muda recrutamento, desenvolvimento de pessoas e formação das lideranças”, diz Henrique.

A pressão sobre o RH aparece também no planejamento das competências necessárias para os próximos anos. Entre as organizações certificadas analisadas pelo Top Employers Institute em 2026, 61% possuem processo formal de planejamento estratégico da força de trabalho para identificar necessidades futuras de pessoas e competências, mas somente 41% trabalham com múltiplos cenários futuros.

Para o Top Employers Institute, essa diferença ganha relevância porque a IA torna menos previsível a configuração futura das funções. Sistemas agênticos podem coordenar atividades relacionadas a contratação, integração e treinamento, atendimento a clientes e gestão de cadeias de suprimentos. Ao mesmo tempo, a tecnologia desloca parte da contribuição humana para funções de orientação, validação e configuração desses sistemas.

Empresas aceleram regras para uso da IA

A maior autonomia tecnológica ajuda também a explicar por que a governança avançou rapidamente dentro das organizações. Entre os Top Employers, a proporção de empresas com estruturas formais de IA ética passou de 42% em 2025 para 62% em 2026. No mesmo intervalo, a adoção de práticas responsáveis de implementação da tecnologia avançou de 48% para 68%.

Os resultados associados a essas estruturas ajudam a ampliar a discussão para além de compliance. Entre as organizações que possuem um framework ético formal, 51% avaliam os impactos da colaboração entre pessoas e IA, contra 23% entre aquelas sem essa estrutura. O envolvimento dos funcionários em discussões sobre ética da IA aplicada ao RH chega a 46% contra 25%, enquanto iniciativas relacionadas à preparação e à resiliência diante das mudanças aparecem em 76% contra 59%.

“Governança não deve entrar depois que a tecnologia já está disseminada pela empresa. Ela precisa acompanhar a adoção desde o início. Uma política consistente estabelece limites, responsabilidades e mecanismos de supervisão, mas também dá segurança para que as pessoas experimentem e inovem. É justamente essa combinação entre liberdade para avançar e clareza sobre os limites que tende a diferenciar as organizações mais maduras”, afirma Henrique.

Na prática, o estudo recomenda que as empresas definam onde a participação humana deve permanecer obrigatória, estabeleçam mecanismos de avaliação dos impactos da IA tanto sobre os resultados do negócio quanto sobre a experiência dos funcionários e mantenham diálogo permanente com as equipes. O relatório também destaca a necessidade de atualizar funções, estruturas de remuneração e recompensa, critérios de desempenho, treinamento e planejamento da força de trabalho conforme pessoas e sistemas inteligentes passam a dividir a execução das atividades.

Para Henrique, essa transformação coloca uma nova responsabilidade sobre as lideranças. “O profissional não precisa competir com a inteligência artificial em velocidade de processamento. O diferencial humano estará cada vez mais no julgamento, no contexto, na responsabilidade e na capacidade de decidir como a tecnologia deve ser utilizada. Para as empresas, o desafio deixa de ser apenas oferecer acesso à IA e passa a ser preparar pessoas para trabalhar com ela de forma produtiva, crítica e responsável.”

A discussão ganha força justamente quando as próprias big techs ampliam o debate sobre os limites da autonomia dos sistemas de inteligência artificial, com atenção crescente a mecanismos de controle, avaliação e supervisão humana. O movimento reforça uma das conclusões centrais do estudo do Top Employers Institute, que aponta que na próxima etapa da IA, o diferencial das organizações pode estar menos em simplesmente adotar a tecnologia e mais em definir como pessoas e sistemas inteligentes deverão trabalhar juntos, quais decisões podem ser automatizadas e onde a responsabilidade humana precisa permanecer.

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Brasil

Blue Tree Hotels é a única empresa do setor hoteleiro entre as 100 melhores empresas para trabalhar no Brasil

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Rede ocupa a 79ª posição no ranking da TIME e da Statista, que analisou empresas de diferentes setores da economia brasileira

A Blue Tree Hotels é a única empresa do setor hoteleiro entre as 100 melhores empresas para trabalhar no Brasil em 2026, segundo ranking elaborado pela TIME em parceria com a Statista. A rede ocupa a 79ª posição, com pontuação de 87,56, em uma lista que reúne empresas de diferentes setores da economia brasileira.

Ao todo, 500 empresas foram reconhecidas na edição brasileira de 2026. O levantamento considera a percepção dos profissionais em relação aos empregadores, permitindo identificar empresas que se destacam entre trabalhadores e no contexto de seus respectivos setores.

Para a Blue Tree Hotels, o reconhecimento reforça uma convicção que faz parte da história e da cultura da empresa: uma organização é construída por pessoas e, na hotelaria, cuidar de quem cuida dos hóspedes é essencial para oferecer uma experiência de excelência.

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Com 1.166 colaboradores, a rede mantém o desenvolvimento, a valorização e o cuidado com as pessoas como pilares de sua cultura. Essa visão está presente na Alma Blue Tree, conceito que traduz os princípios que orientam a forma de trabalhar e de se relacionar dentro e fora dos hotéis: bem-receber, bem-servir e bem-cuidar.

Mais do que um conjunto de processos, a Alma Blue Tree busca estar presente nas relações cotidianas — entre colaboradores, hóspedes, parceiros e comunidades — com profissionalismo, respeito, atenção e humanidade. O desenvolvimento das pessoas é entendido como um processo permanente, que envolve capacitação, oportunidades, aprendizado contínuo, autonomia e responsabilidade.

“Uma empresa é feita de pessoas. Quando cuidamos delas, construímos uma cultura que valoriza o bem-estar e o desenvolvimento, não apenas no ambiente de trabalho, mas também nas relações com as famílias, nas escolas e em todos os lugares onde convivemos. Esse cuidado chega ao hóspede e é percebido por ele, indo muito além dos processos e procedimentos da hotelaria. É uma alegria muito grande receber esse reconhecimento da TIME. Para mim, é um presente maravilhoso que nossa equipe me proporciona. Ao mesmo tempo, essa conquista aumenta a nossa responsabilidade de continuar evoluindo e cuidando de todas as pessoas com a Alma Blue Tree, com ainda mais apreço, afeto e responsabilidade”, afirma Chieko Aoki, presidente e CEO da Blue Tree Hotels.

O reconhecimento também reforça a importância de uma cultura empresarial vivida no dia a dia. Na Blue Tree, a busca pela excelência está associada à formação e ao desenvolvimento das equipes, à disseminação das melhores práticas e à construção de relações pautadas pela confiança, autonomia e responsabilidade.

Na hotelaria, onde a experiência do cliente é diretamente influenciada pelas pessoas, a empresa considera que a excelência no serviço começa pelo cuidado com quem está à frente dele.

Sobre a Blue Tree Hotels
A Blue Tree Hotels, do grupo Chieko Aoki Management Company, opera mais de 4 mil apartamentos em 17 cidades brasileiras, de norte a sul do país. A rede está presente em Bauru (SP), Barueri (SP), Caxias do Sul (RS), Fortaleza (CE), Florianópolis (SC), Jaguariúna (SP), Joinville (SC), Lins (SP), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Ribeirão Claro (PR), Santo André (SP), São Luís (MA), São Paulo (SP), Sorriso (MT), Teresina (PI) e Valinhos (SP).

Com uma trajetória marcada pela valorização das pessoas e pela busca de uma hospitalidade que combina profissionalismo e humanidade, a Blue Tree Hotels tem como essência oferecer uma experiência de acolhimento que vá além da hospedagem, criando vínculos e fazendo com que cada hóspede se sinta verdadeiramente cuidado.

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Brasil

Aplicativo e-Título nas Eleições 2026: saiba como baixar e usar no dia da votação

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Download estará liberado no dia do pleito, mas Justiça Eleitoral orienta eleitor a instalar app com antecedência; conheça outros aplicativos para ajudar antes, durante e após a votação

O e-Título, aplicativo da Justiça Eleitoral disponível para celulares ou tablets com sistemas Android ou iOS, poderá ser baixado no dia da votação nas Eleições 2026. A regra vale tanto para o domingo, 4 de outubro, data do 1º turno, quanto para um eventual 2º turno, previsto para o dia 25. Em eleições anteriores, o download e o primeiro acesso eram interrompidos no dia do pleito para reduzir a sobrecarga do sistema. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que atuará para manter a ferramenta disponível durante a votação, no entanto, orienta o eleitor a instalar e ativar o e-Título com antecedência para verificar os dados disponíveis e conhecer as funcionalidades.

Mais de 19,5 milhões de pessoas já baixaram o e-Título em São Paulo, o equivalente a 57,3% dos mais de 34,1 milhões de votantes do estado. Somente este ano, foram registrados mais de 3,6 milhões de downloads, sendo cerca de 935 mil nesse último mês.

Quem tem biometria cadastrada na Justiça Eleitoral pode utilizar o e-Título como documento de identificação no momento da votação, já que a versão digital do título exibe a fotografia do eleitor. Quem não conta com a biometria deve apresentar um documento oficial com foto. Para orientar o eleitorado, a plataforma passou a enviar notificações oficiais sobre locais de votação, atualizações do sistema e serviços digitais, contribuindo para o combate à desinformação.

No dia da eleição, das 8h às 17h, os eleitores que estiverem fora de seu domicílio eleitoral poderão utilizar a funcionalidade de geolocalização do app para justificar a ausência às urnas. Após o pleito, a justificativa permanece disponível no e-Título, mediante envio da documentação comprobatória.

Além do e-Título, a Justiça Eleitoral disponibiliza outros aplicativos que auxiliam cidadãos e colaboradores do pleito. Confira a seguir. 

Pardal (Denuncie irregularidades de campanha)
Durante a campanha eleitoral, o cidadão pode usar o celular como aliado na fiscalização da propaganda. O aplicativo Pardal permite comunicar à Justiça Eleitoral possíveis irregularidades relacionadas à publicidade, suspeita de compra de votos, uso indevido da estrutura pública, entre outros. Ao identificar uma situação que possa estar em desacordo com a legislação vigente, o eleitor deverá se identificar por meio de autenticação pelo e-Título ou pelo Gov.br, e encaminhar as denúncias com descrição dos fatos, localização e inclusão de fotos e vídeos.

Mesário (Apoio e treinamento para colaboradores)
Voltado aos que atuarão nas mesas receptoras de voto, o aplicativo Mesário permite realizar o treinamento on-line e consultar materiais de apoio para o dia da votação. Disponível para Android e iOS, a ferramenta possibilita acompanhar o progresso no curso, tirar dúvidas, receber comunicados oficiais e conferir o passo a passo dos trabalhos da seção. O app também dá acesso à Declaração de Trabalhos Eleitorais (DTE), que comprova os dias trabalhados e a conclusão do treinamento.

Boletim da Mão (Confira os boletins de urna pelo QR Code)
Já o Boletim na Mão (Android e iOS) permite consultar os Boletins de Urna (BUs) emitidos ao fim da votação pela urna de cada seção eleitoral. Os boletins registram a quantidade de votos atribuída a cada candidata ou candidato naquele equipamento. Para utilizar o aplicativo, basta apontar a câmera do celular para o QR Code impresso no Boletim de Urna (BU) afixado na seção. O app faz a leitura das informações e permite consultar os dados registrados no documento. Dessa forma, o eleitor consegue acessar e gravar uma versão digital dos dados registrados naquela seção.

Resultados (Acompanhe a apuração em tempo real)
Depois do fechamento das urnas, os aplicativos continuam sendo aliados do eleitor. O Resultados permite acompanhar a apuração oficial em tempo real e consultar os resultados das eleições em todo o país. A ferramenta, disponível tanto por meio deste site, quanto para Android e iOS, também possibilita favoritar candidatas e candidatos para facilitar o acompanhamento.

Canais de denúncia
Informações falsas, enganosas ou fora de contexto sobre as Eleições 2026 podem ser comunicadas, de forma gratuita e anônima, pelo Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade). Para denunciar, basta abrir o site do TRE-SP, clicar em “Eleições 2026” e depois em “Denúncias e combate à desinformação”. É necessário informar a situação e o link da publicação, com possibilidade de incluir justificativa e captura de tela. Os relatos são analisados pela Justiça Eleitoral e, quando necessário, encaminhados às plataformas ou aos órgãos competentes.

Irregularidades relacionadas a candidatas, candidatos, partidos ou à propaganda eleitoral podem ser comunicadas à Justiça Eleitoral pelo aplicativo Pardal, disponível gratuitamente para aparelhos Android e iOS. As estatísticas das ocorrências também podem ser acompanhadas pelo Pardal Web. 

Atendimento ao eleitor
Dúvidas sobre os serviços da Justiça Eleitoral podem ser esclarecidas pela chatbot Lina, assistente virtual disponível no site do TRE-SP e pelo WhatsApp (11) 3130-2200. Outra opção é a Central de Atendimento, pelo telefone 148. A URA oferece informações 24 horas, todos os dias, enquanto o atendimento com atendentes funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, exceto feriados.

Celular proibido na cabina de votação
Para garantir o sigilo do voto, é proibido entrar com celulares, óculos inteligentes, câmeras fotográficas, filmadoras ou qualquer equipamento eletrônico na cabina de votação, conforme o artigo 23 da Resolução TSE nº 23.759/2026. Como alternativa para lembrar os números, o eleitor pode levar a cola eleitoral anotada em papel, único recurso permitido no momento de votar.

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