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Brasil

As estratégias para a realização de aulas remotas, a partir do uso da tecnologia, de jogos e da inclusão

Redação Gazeta Regional

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De 28 a 30 de junho, professores e educadores vão apresentar estratégias educacionais e práticas pedagógicas como contribuição à educação brasileira e internacional durante a edição on-line do 23º Congresso Internacional de Educação da LBV, sob o tema “Estratégias para aulas remotas — tecnologia, jogos e inclusão: uma visão além do intelecto”.

O evento, que inicia às 19h30, contará com a participação de renomados palestrantes, entre eles a professora Donalda Baeta, doutora honoris causa em Ciências da Educação e Neuroeducação, mestre em Psicologia da Educação, com especialização em Necessidades Educacionais Especiais; e psicóloga, com especialização nas áreas educacional e de reabilitação pela Universidade do Algarve, em Portugal. Ela abordará o tema O “Ensino inclusivo — Intervenções pedagógicas e práticas nas escolas de Portugal”, na segunda-feira, 28.

Na sequência, o professor Júlio Furtado, doutor em Educação pela Universidade de Havana, em Cuba, mestre em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), consultor educacional e professor de pós-graduação e do ensino básico, falará sobre “As aprendizagens da escola na pandemia”.

Na terça-feira (29/6), é a vez da professora Fátima Alves, que trará importante contribuição a respeito da temática “O movimento, o intelecto e o afeto: a base da Psicomotricidade para a escola e a família em tempos de aulas remotas”.Ela é mestre em Ensino de Ciências da Saúde e do Ambiente; docente da pós-graduação presencial e coordenadora de pós-graduação em Psicomotricidade da AVM Educacional, da Universidade Cândido Mendes (UCM) e da licenciatura à distância em Pedagogia da Faculdade Unyleya, no Rio de Janeiro.

A preleção de encerramento na sexta-feira (30/6) será da professora Suelí Periotto, doutora e mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e supervisora da Pedagogia do Afeto e da Pedagogia do Cidadão Ecumênico, da LBV que abordará as “Estratégias para a realização de aulas remotas: o uso da tecnologia, dos jogos e a inclusão: uma visão além do intelecto”, cujas ações são aplicadas na rede de ensino da Legião da Boa Vontade.

Para inscrições acesse a página www.lbv.org/congresso-de-educacao.

Serviço:
Evento: 23º Congresso Internacional de Educação da LBV — Edição on-line
Tema: “Estratégias para aulas remotas — tecnologia, jogos e inclusão: uma visão além do intelecto”.
Para quem: Professores e educadores sociais, gestores escolares e sociais, assistentes sociais, psicólogos e demais profissionais ligados às áreas da educação e da assistência social.
Data e horário: 28, 29 e 30 de junho, às 19h30.
Inscrições: www.lbv.org/congresso-de-educacao

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Brasil

Mais cinco minutos na cama ou exercício físico? Saiba quais os prejuízos em abandonar os treinos quando as baixas temperaturas chegam

Paula Partyka

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É preciso se adaptar para ganhar! Veja o que fazer para que treinar no inverno e garanta resultados ainda melhores para você

Quando as temperaturas começam a baixar, geralmente no fim de junho com a chegada do inverno, é comum ver que algumas pessoas abandonam as atividades físicas. As caminhadas ou corridas, principalmente quando ao ar livre, são substituídas por mais alguns minutos na cama. Nas academias, a frequência de treinamento também diminui.

Ao mudar a rotina de atividades durante este período o corpo tende a manifestar algumas mudanças que podem se tornar problemas para a saúde. O condicionamento físico, por exemplo, é afetado e o gasto calórico diminui em um período que a ingestão de calorias naturalmente é maior. “Não é por acaso que temos mais fome no frio. O corpo humano precisa se manter mais aquecido, então precisamos de mais gordura naturalmente”, explica o Consultor de Performance, James Melo.

Ou seja, a inatividade pode aumentar o peso corporal, as dores musculares e de coluna e você também corre o risco de ter os níveis de colesterol e açúcares sanguíneos alterados. Com isso, a sua imunidade pode baixar e, lidar com as surpresas do inverno, como as gripes e resfriados, pode ser mais difícil.

Manter a rotina de exercícios pode ser um desafio, mas é fundamental. “Estar ativo no frio mantém seu corpo com menor risco de lesões por inatividade ou sedentarismo”, afirma James.

Além disso, o Consultor de Performance acredita que a maior motivação para se manter ativo durante o frio é saber que as atividades físicas promovem muito mais vantagens para sua saúde, qualidade de vida profissional, pessoal e muitas vezes até financeira, do que aquela preguiça que só gera frustração física, mental e emocional no futuro. “A escolha é sua”, afirma.

Mantenha o ritmo!
Fazer atividade física no inverno mantém sua mente e físico oxigenados, diminuindo o risco de elevação de fadiga por stress e aumenta a chance de manutenção de uma rotina produtiva pessoal e profissional.

James sugere que para driblar o frio você troque os horários dos treinos, mais tarde pela manhã ou mais cedo antes da noite, enquanto o clima não está tão frio. “A academia do prédio ou aquela do bairro podem ser alternativas para atividades índoor, com temperatura e horários mais controlados, pelo menos durante o inverno”, finaliza.

James Melo – CREF 002890-G/SP

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Brasil

Santander é o banco oficial do Comida Di Buteco 2021

Redação Gazeta Regional

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Patrocínio reforça posicionamento como Banco da Gastronomia, em apoio às inovações gastronômicas como expressões culturais e empreendedoras;

Santander, reconhecido pelo seu apoio e atuação junto à cadeia produtiva gastronômica e empreendedora, é o Banco Oficial do Comida di Buteco 2021, que chega à sua 21ª edição, em uma disputa que elegerá o melhor boteco do Brasil. Pela primeira vez em sua história o concurso será feito em formato presencial e delivery, gerando uma nova opção de faturamento aos estabelecimentos participantes.

Entre 30 de julho (sexta-feira) e 22 de agosto (domingo), os estabelecimentos colocarão seus petiscos à prova do público para tentar levar o disputado título. Com o tema “Raízes”, os estabelecimentos desenvolverão receitas exclusivas que passarão pelo crivo do público e de um corpo de jurados regional e nacional, que avaliarão o estabelecimento em quatro categorias: Petisco; Atendimento; Higiene e Temperatura da bebida. Pela primeira vez em sua história, o concurso permitirá o formato delivery. Outras 20 cidades das cinco regiões brasileiras participam do concurso.

Clientes Santander têm 10% de desconto nos petiscos em grande parte dos estabelecimentos participantes, que terão um preço fixo no valor de R$27. Além disso, a Getnet será o meio de pagamento oficial.

Mais informações: comidadibuteco.com.br

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Brasil

As melhores universidades do Brasil, segundo ranking britânico

Redação Gazeta Regional

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O Brasil é o país com o maior número de universidades que compõem a edição 2021 do ranking latino-americano do Times Higher Education (THE), um dos principais indicadores de educação superior do mundo.

Divulgado nesta terça-feira (13/7), o ranking é liderado pela Pontifícia Universidade Católica do Chile, que manteve a mesma posição pelo terceiro ano consecutivo.

Mas sete das demais universidades do top 10 são brasileiras — a começar pelas paulistas USP e Unicamp —, junto a uma universidade mexicana. A maioria das universidades brasileiras listadas no topo do ranking é pública.

Eis a lista das universidades latino-americanas mais bem avaliadas pelo THE:

1 – Pontifícia Universidade Católica do Chile

2 – Universidade de São Paulo (USP)

3 – Universidade de Campinas (Unicamp)

4 – Instituto de Tecnologia de Monterrey (México)

5 – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

6 – Universidade do Chile

7- PUC-Rio

8 – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

9 – Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

10- Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

É o quarto ano consecutivo em que as universidades brasileiras predominam, em número, no top 10.

Os critérios usados pelo THE, tanto para o ranking global (liderado pelas universidades de Oxford, Stanford e Harvard) quanto para o latino-americano, são agrupados em cinco áreas: ensino (ambiente de aprendizado), pesquisas (em quantidade, investimentos e reputação), citações (ou seja, a influência dessas pesquisas no ambiente acadêmico em geral), perspectivas internacionais (de docentes, estudantes e pesquisas) e renda gerada com transferência de tecnologia produzida dentro da universidade.

Nesta edição, um recorde de 177 universidades de 13 países latino-americanos se classificaram para o ranking. O país mais representado na lista é o Brasil, com 67 universidades entre essas 177, seguido por Chile (28), Colômbia (24), México (23), Equador (11), Argentina (9) e Peru (8).

Levando-se em conta apenas as cem melhores, quase a metade (46) são brasileiras.

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