Economia
Empresas podem renegociar dívidas com o Fisco com 70% de desconto
Desde 1º de setembro, os contribuintes com grandes dívidas com a Receita Federal podem renegociar os débitos com até 70% de desconto. A Receita Federal publicou no dia 12 a portaria que aumenta os benefícios para quem quer parcelar até R$1,4 trilhão em dívidas tributárias que ainda não estão sob contestação judicial.
A portaria estendeu à Receita Federal a modalidade de renegociação chamada de transação tributária, mecanismo criado em 2020 para facilitar o parcelamento de dívidas de empresas afetadas pela pandemia da covid-19. Até agora, apenas a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), órgão que cobra na Justiça as dívidas com o governo, concedia essa possibilidade com regularidade. A Receita lançava negociações nesse modelo, mas em casos especiais.
A ampliação da transação tributária havia sido anunciada dias antes pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, em evento com empresários do setor de bares e restaurantes. Na ocasião, ele disse que setores como o comércio, o serviço e o de eventos teriam as mesmas facilidades para renegociarem débitos como outros segmentos afetados pela pandemia.
A extensão da transação tributária à Receita Federal foi autorizada pela Lei 14.375/2022, sancionada em junho pelo presidente Jair Bolsonaro. Com a portaria que regulamentou a lei, a Receita poderá lançar editais especiais de renegociação de dívidas e sugerir acordos com grandes devedores.
Mudanças
Para o público geral, o desconto máximo para a renegociação de dívidas aumentou de 50% para 65%, sendo que para empresas (de todos os tamanhos), microempreendedores individuais (MEI), micro e pequenas empresas do Simples Nacional e Santas Casas de Misericórdia, o desconto poderá ser de até 70%.
O prazo de parcelamento também foi ampliado. Para o público geral, passou de 84 meses (7 anos) para 120 meses (10 anos). Para empresas, MEI, micro e pequenas empresas do Simples Nacional e Santas Casas de Misericórdia, o prazo poderá estender-se por até 145 meses (12 anos e 1 mês). Apenas o parcelamento das contribuições sociais foi mantido em 60 meses porque o prazo é determinado pela Constituição.
Os devedores de impostos ainda não inscritos em dívida ativa poderão apresentar proposta individual de transação ao Fisco. Mesmo os que questionam o débito na esfera administrativa ou que tiveram decisão administrativa definitiva desfavorável.
Por enquanto, somente contribuintes que devam mais de R$ 10 milhões ao Fisco poderão apresentar a proposta individual a partir de setembro. Nas próximas semanas, a Receita deverá publicar um edital para a transação tributária de dívidas de pequeno valor.
A Receita definirá o tamanho dos benefícios conforme a capacidade de pagamento do contribuinte. Quem tiver mais dificuldades de pagamento terá descontos maiores e prazos mais longos.
Abatimentos e amortizações
As empresas poderão usar os prejuízos fiscais do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e a base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para abater em até 70% o saldo remanescente da dívida após os descontos. Normalmente, as empresas que têm prejuízo podem abater parte do IRPJ e da CSLL no pagamento dos dois tributos nos anos em que registram lucros.
A portaria permite ainda que precatórios a receber (dívidas do governo com contribuintes reconhecidas definitivamente pela Justiça) ou direito creditório, determinados por sentenças transitadas em julgado (a qual não cabem mais recursos judiciais), podem amortizar a dívida tributária, tanto a parcela principal, como a multa e os juros.
Público alvo
A transação individual destina-se aos seguintes contribuintes:
- pagador de imposto com contencioso administrativo fiscal de mais de R$10 milhões;
- devedores falidos, em recuperação judicial ou extrajudicial, em liquidação judicial ou extrajudicial ou em intervenção extrajudicial;
- autarquias, fundações e empresas públicas federais;
- estados, Distrito Federal e municípios e respectivas entidades de direito público da administração indireta.
Benefícios
Descontos máximos
- passaram de 50% para 65% para público em geral;
- até 70% para empresas, MEI, micro e pequenas empresas do Simples Nacional e Santas Casas de Misericórdia.
Prazos
- número de parcelas sobe de 84 para 120 meses para público em geral;
- até 145 parcelas para empresas, MEI, micro e pequenas empresas do Simples Nacional e Santas Casas de Misericórdia.
Abatimentos
- prejuízo fiscal do IRPJ e da base de cálculo negativa da CSLL poderão ser usados para abater em até 70% o saldo remanescente após os descontos;
- precatórios e demais dívidas do governo com o contribuinte transitadas em julgado poderão amortizar o valor principal, a multa e os juros da dívida tributária.
Fonte: Agência Brasil
Economia
Pesquisa inédita: 61% dos bares e restaurantes já identificam mudanças no consumo causadas pelos remédios para emagrecimento
Levantamento da Abrasel aponta diminuição de pedidos por pratos principais e sobremesas, maior demanda por porções menores e reconfiguração no consumo de bebidas
O aumento do uso de medicamentos para emagrecimento começa a refletir no comportamento de consumo em bares e restaurantes no Brasil. Levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) indica que 61% dos empresários do setor já perceberam mudanças associadas ao uso de remédios como o Ozempic e Mounjaro. Na região de Campinas, o movimento vem sendo acompanhado de perto pelos empresários do setor.
No entanto, o movimento ainda ocorre de forma gradual. Entre os entrevistados, as alterações são classificadas principalmente como leves ou moderadas, o que aponta para um processo de adaptação progressiva, sem ruptura brusca no padrão de consumo. Os efeitos mais intensos aparecem com maior frequência em estabelecimentos de menor porte, que tendem a ser mais sensíveis às oscilações de demanda.
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“A mudança já é percebida, mas ainda ocorre de forma gradual. O consumidor continua frequentando bares e restaurantes, porém com escolhas mais moderadas. Esse movimento tende a ganhar força nos próximos meses, especialmente após o fim da patente da semaglutida, em março deste ano, que já abriu caminho para a produção de versões genéricas e similares mais acessíveis”, afirma Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel.
Menos sobremesas e mais moderação nos pedidos
Entre os principais impactos identificados pela pesquisa está a redução no consumo de pratos principais e, principalmente, de sobremesas. Mais da metade dos empresários (56%) percebeu mudanças no volume de pedidos dos pratos principais, com predominância de quedas moderadas. No caso das sobremesas, 65% notaram alterações e, entre esses, um em cada cinco relatou forte redução na demanda.
O comportamento sugere uma busca mais evidente por restrição calórica nas escolhas individuais. Essa tendência também se reflete no aumento da preferência por porções menores. Segundo o levantamento, 64% dos empresários observaram crescimento nos pedidos de miniporções, enquanto mais de 70% apontaram maior frequência de escolhas consideradas mais leves. A prática de compartilhar pratos principais também avançou, sendo mencionada por 64% dos entrevistados.
As mudanças também atingem o consumo de bebidas. Embora 65% dos empresários tenham notado alterações nos pedidos de bebidas alcoólicas, o avanço das opções não alcoólicas é mais consistente. Mais da metade dos entrevistados (53%) percebeu crescimento nesse tipo de consumo. Também aumenta a substituição de bebidas alcoólicas por alternativas sem álcool ou com menor teor, especialmente em estabelecimentos de maior faturamento.
“Não se trata de um cenário de preocupação, mas de adaptação. O setor sempre acompanhou as transformações no comportamento do consumidor, e este é mais um movimento nesse sentido. Há espaço para inovação, com cardápios mais flexíveis, porções adequadas e novas opções de bebidas. Essas estratégias podem, inclusive, contribuir para ampliar margens e atrair diferentes perfis de clientes”, conclui Solmucci.
Na região de Campinas, o movimento vem sendo acompanhado de perto pelos empresários do setor, mas ainda não há registros de mudanças. Segundo Mauro Mason, Chef e sócio do Restaurante Benedito, de Campinas, ainda é cedo para avaliar impactos e decidir por mudanças de cardápio. “Estamos acompanhando e já vemos alguns sinais, mas nada ainda que tenha sido medido ou que tenha impacto diretamente relacionado com o medicamento”, diz ele.
Sérgio De Simone, proprietário do Rancho Colonial Grill, também de Campinas, diz que diante desse cenário é preciso um acompanhamento constante, pois é uma mudança lenta, no momento, mas que tende a se intensificar. “Mas acredito que o maior impacto deverá ocorrer em restaurantes com público de maior poder aquisitivo em um primeiro momento”, afirma o empresário.
Para o presidente da Abrasel Regional Campinas, André Mandetta, o impacto não é necessariamente negativo. “Não significa que as pessoas estejam deixando de consumir nos restaurantes, mas sim mudando a forma como consomem. Em muitos casos, o cliente reduz a quantidade do prato principal, mas opta por uma sobremesa, uma bebida de maior valor agregado ou uma experiência mais sofisticada”, avalia.
Do ponto de vista operacional, essa mudança pode contribuir para o equilíbrio financeiro dos negócios. A redução no volume de insumos por prato, combinada com ajustes de preço e novas escolhas do consumidor, tende a preservar, e até melhorar, a margem dos estabelecimentos, reforçando a capacidade de adaptação do setor às transformações de comportamento e consumo.
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Economia
Parceria entre Serasa Experian e CPFL Energia amplia conveniência e segurança no pagamento de contas de energia
Mais de 10 milhões de clientes passarão a ter novas opções de meio de pagamento, nas modalidades digitais e físicas
São Paulo, 9 de abril de 2026 – A Serasa Experian, primeira e maior datatech do país, e a CPFL Energia, um dos maiores grupos privados do setor elétrico brasileiro, anunciam uma parceria inédita que facilitará a experiência dos clientes ao pagarem a conta de energia.
Com a criação de um ecossistema completo de pagamentos, mais de 10 milhões de clientes do Grupo CPFL poderão pagar suas contas com mais agilidade, segurança e flexibilidade, tanto nos canais digitais quanto no atendimento presencial. A operação inclui pagamentos por cartão de crédito, PIX, PIX Automático, Carteiras Digitais – aplicativo Serasa Minhas Contas.
Nos canais digitais da CPFL, os serviços estarão disponíveis no site, no aplicativo e no WhatsApp. Já nas agências de atendimento, contarão com “maquininhas” (POS) e totens. Além disso, as contas de energia passam a ser integradas ao ecossistema Serasa Minhas Contas, ampliando ainda mais as possibilidades de gestão financeira do cliente.
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“Estamos unindo conveniência e tecnologia para simplificar a rotina financeira das pessoas. Essa parceria leva a força digital e tecnológica da Serasa Experian ao universo da CPFL, permitindo que milhões de clientes mantenham seu planejamento em dia com praticidade, segurança e inclusão”, afirma Samira Leite, Gerente Executiva de Negócios da Serasa.
Com ampliação dos meios de pagamentos e a disponibilização em diversos canais de atendimento, os clientes terão maior flexibilidade e facilidade no momento de pagar suas contas. “Nosso compromisso é assegurar que cada experiência seja simples e segura acompanhando as demandas de diferentes perfis de clientes e antecipando tendências digitais. Esse processo contínuo de transformação digital tem como objetivo oferecer soluções inovadoras, que buscam melhorar a experiência do cliente”, destaca Tiago Parreira, diretor de Finanças Corporativas do Grupo CPFL Energia.
A parceria firmada entre as duas empresas reforça o compromisso conjunto com a promoção da digitalização e o avanço da inovação. Por meio de soluções que atendem às necessidades de diferentes perfis de clientes, essa integração amplia o acesso a serviços de excelência e se consolida como um marco estratégico na construção de um ecossistema mais moderno, inclusivo e sustentável.
Sobre a CPFL Energia
Com 113 anos de atuação, a CPFL Energia é um dos maiores grupos privados do setor elétrico brasileiro, com presença nos segmentos de distribuição, geração, transmissão, comercialização e serviços. Atende cerca de 10,7 milhões de clientes em 687 municípios nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, sendo a maior distribuidora do país em volume de energia fornecida, com mais de 13% de participação no mercado nacional.
Na geração, possui 4.226 MW de capacidade instalada, 100% proveniente de fontes renováveis. A companhia opera ainda 6.400 km de linhas de transmissão e 88 subestações. Por meio da CPFL Soluções, oferece soluções integradas em energia, como comercialização, gestão, eficiência, infraestrutura e geração distribuída.
Com ações listadas no Novo Mercado da B3, a CPFL também se destaca por seus investimentos sociais nas áreas de cultura, esporte e educação, por meio do Instituto CPFL. Desde 2017, faz parte da State Grid, maior empresa de energia elétrica do mundo.
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Economia
Sexta-feira Santa impulsiona consumo de peixe e destaca versatilidade do vinagre de maçã na culinária
Ingrediente natural ganha protagonismo em receitas tradicionais e reforça sabor em pratos típicos da Páscoa
Com a chegada da Semana Santa, uma tradição se mantém viva na mesa de milhões de brasileiros: o consumo de peixe na Sexta-feira Santa. A prática, especialmente entre os católicos, é um momento de reflexão e também de valorização de preparos mais leves e cheios de sabor ; cenário ideal para ingredientes versáteis como o vinagre de maçã.
Cada vez mais presente na culinária, o vinagre de maçã se destaca por sua capacidade de realçar sabores, equilibrar receitas e trazer um toque especial a pratos tradicionais. No Brasil, a Almaromi Viccino é pioneira na fabricação natural desse ingrediente, apostando em processos artesanais que preservam suas características originais.
Segundo Rodrigo Margoni, especialista em vinagres e sócio-proprietário da Almaromi Viccino, a qualidade do produto faz toda a diferença no resultado final das receitas. “Nosso vinagre de maçã é 100% natural, não passa por processos de microfiltragem ou pasteurização, o que preserva seus compostos e garante um sabor mais autêntico. É um ingrediente que certamente faz diferença no prato que vai à mesa na Páscoa”, afirma.
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De acordo com o especialista, a procura pelo produto cresce significativamente nesta época do ano. “Observamos um aumento na demanda, especialmente por conta da versatilidade do vinagre, que pode ser utilizado desde marinadas até molhos mais elaborados, como no escabeche, muito consumido nesse período”, explica.
Para quem deseja inovar no preparo do peixe sem abrir mão da tradição, a sugestão é apostar em receitas que valorizem o ingrediente como protagonista trazendo equilíbrio, acidez e profundidade ao prato.
Peixe ao Escabeche com Vinagre de Maçã
Ingredientes
Peixe:
* 500 g de filé de pescada ou tilápia
* Sal e pimenta a gosto
* 1 colher (sopa) de suco de limão
* 1 colher (sopa) de azeite
* 1 colher (chá) de vinagre de maçã Almaromi
Base do escabeche
* 1 cebola em rodelas
* 2 tomates picados
* 2 dentes de alho
* 3 colheres (sopa) de azeite
* 1 folha de louro
* 4 a 5 colheres (sopa) de vinagre Almaromi (maçã, vinho ou ervas)
* 1/2 xícara de água
Modo de preparo
1.Tempere o peixe com sal, pimenta, limão, azeite e o vinagre. Deixe descansar por 15 minutos.
2.Em uma panela, aqueça o azeite e refogue o alho e a cebola.
3.Adicione o tomate e o louro e cozinhe até começar a desmanchar.
4.Acrescente o vinagre Almaromi e a água. Deixe ferver por 2 a 3 minutos.
5.Coloque os filés de peixe e cozinhe por cerca de 8 a 10 minutos.
6.Deixe esfriar e leve à geladeira por pelo menos 12 horas antes de servir.
Dica de uso do vinagre:
O vinagre é utilizado principalmente no molho do escabeche, equilibrando os sabores e intensificando o prato.
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