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Volvo Cars não venderá mais carros à combustão no Brasil e só terá modelos híbridos e elétricos

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País é um dos primeiros do mundo a ter toda a sua gama eletrificada

A Volvo Car Brasil dá mais um grande passo rumo à eletrificação. A partir de agora, todos os modelos da marca sueca vendidos no Brasil serão híbridos e elétricos.

“Esse é um momento histórico. Somos a primeira marca do Brasil a tirarmos de nossa gama todos os modelos à combustão. Agora nossa linha é 100% eletrificada, com todos os modelos com, ao menos, um motor elétrico”, comemora o diretor geral de operações e inovação da Volvo Car Brasil, João Oliveira.

A Volvo já vem se destacando quando o assunto é eletrificação. No acumulado de vendas do ano, reunindo todas as marcas presente no Brasil, a Volvo detém 40% das vendas entre os modelos eletrificados vendidos no País. “Se pegarmos somente os modelos híbridos plug-in, aqueles que podem ser carregados na tomada e abastecidos no posto de combustível, 7 a cada 10 carros comercializados no Brasil é um Volvo”, destaca João.

Dentre todos os países que comercializam Volvo no mundo, o Brasil, juntamente com a Noruega, são os primeiros a abolirem os veículos à combustão de seu portfólio.

A marca lançou seu primeiro modelo híbrido no Brasil em 2018, com o XC90 Plug-in Hybrid. A partir daí, cresceu a procura e o desejo dos consumidores por modelos eletrificados, o que motivou a Volvo a lançar cada vez mais modelos com essa motorização no País.

“Esse é um movimento irreversível que estamos iniciando aqui no Brasil e se expandirá por toda a América Latina. Ainda neste ano, a Volvo no Uruguai também será totalmente eletrificada”, destaca o presidente da Volvo Car Brasil e Head of Latin America Hub, Luis Rezende. “Já temos mais de 60% de nossa gama de veículos híbridos nos países latino-americanos e a chegada do XC40 Recharge Pure Electric no segundo semestre vai impulsionar ainda mais nossas metas de eletrificação.”

Investimento em infraestrutura e nova plataforma para Eletropostos
A Volvo Car Brasil é a marca que mais investe em infraestrutura. Até o fim deste ano, serão mais de 1.000 eletropostos gratuitos instalados em todo o Brasil. Os pontos estão interligados ao Waze e Google Maps e podem ser utilizados por veículos de qualquer marca e modelo.

Em outra iniciativa inédita no País, a Volvo lançará uma plataforma com foco em síndicos profissionais, gestoras de condomínio e incorporadoras para a instalação de 300 carregadores em edifícios de escritórios corporativos e residenciais com subsídio de instalação Volvo.

“Vemos que muitos prédios residenciais e comerciais têm dúvidas e dificuldades para instalar carregadores para carros híbridos e elétricos. Nosso know-how em instalações públicas nos permitirá dar essa consultoria e realizar as instalações em praticamente todos os lugares, garantindo qualidade, eficácia e proporcionando mais pontos de recarga nos locais que as pessoas mais precisam”, afirma o diretor de marketing Latam Hub para Volvo Car Brasil, Rafael Ugo.

Na primeira fase, a marca pretende atingir cerca de 60 empreendimentos em todo o Brasil, instando, em média, cinco carregadores em cada um. A previsão é que a plataforma esteja funcionando a partir de julho.

Eletrificação faz parte do DNA da Volvo Cars
A estratégia de eletrificação tem um papel fundamental na trajetória da marca. São diversas ações que a Volvo Cars tem feito no Brasil para expandir o conceito dos veículos eletrificados.

O Volvo Lovers é uma plataforma de empréstimos gratuitos de veículos da marca. Qualquer pessoa que tenha uma CNH válida poderá entrar no site, escolher o veículo, a data, e passar quatro dias com um modelo híbrido da Volvo. Confira: www.volvolovers.com.br.

A marca também disponibiliza em todas as concessionárias o Volvo Wallbox, uma estação de carregamento domiciliar que pode ser adquirida por qualquer pessoa e instalada facilmente em residências ou comércios.

No fim do ano passado, foi lançado o filme “Batatas” em rede nacional, criado para marcar o importante momento que a marca atravessa no País e difundir a eletrificação para todas as pessoas. Assista – https://youtu.be/uoRLCLBXiV0

Recentemente, a marca instalou por alguns meses um espaço interativo no CJ Shops, em São Paulo. No espaço, o público pôde conhecer o XC40 Recharge Pure Electric, veículo 100% elétrico da marca sueca que será lançado no segundo semestre, além de desfrutar de pontos de recarga para celulares e locais para descanso, em que as pessoas podem relaxar observando a projeção com a belíssima aurora boreal.

“Fazemos ações em prol da eletrificação e sustentabilidade. Temos realizado diversas ações de alto impacto para que os carros híbridos e elétricos fiquem cada vez mais perto das pessoas e que elas entendam que o futuro é agora”, destaca Rafael Ugo, diretor de marketing Latam Hub para Volvo Car Brasil.

Volvo Cars será totalmente elétrica até 2030
Com o compromisso de tornar-se líder no mercado de carros elétricos premium, a Volvo Cars planeja tornar-se uma empresa de carros totalmente elétricos até 2030. Já em 2025, a meta é que 50% das vendas globais sejam de carros totalmente elétricos, com o restante em híbridos.

A transição da empresa para se tornar um fabricante de automóveis totalmente elétricos é parte de seu ambicioso plano climático, que visa reduzir de forma consistente a pegada de carbono do ciclo de vida por carro por meio de ações concretas.

Sobre a Volvo Cars
A fabricante sueca de carros premium foi fundada em 1927 pelo engenheiro Gustav Larson e pelo economista Assar Gabrielsson, na cidade de Gotemburgo e, desde a sua fundação, tem as pessoas em primeiro lugar e no centro da marca. Com produção global na Europa, Ásia e América do Norte, a Volvo tem como objetivo oferecer aos clientes a melhor experiência em mobilidade segura, sustentável e pessoal.

Em 2020, a Volvo Car Brasil fechou o ano na segunda posição do segmento Premium, com 17,6% de participação no mercado. A marca é líder isolada entre os eletrificados plug-in, com mais de 3.200 unidades comercializadas no ano, o que representa 63% das vendas no País. Segue ocupando o primeiro lugar entre os SUVs Premium no País e o XC60 é o veículo híbrido brasileiro que menos desvaloriza em um ano dentre todos os modelos comercializados no País, segundo pesquisa da Auto Informe.

Brasil

Reconstrução mamária é pauta prioritária para a sociedade brasileira

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Em reuniões com o Ministério da Saúde, em Brasília, Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) defende a ampliação do procedimento no SUS como parte importante do tratamento de câncer de mama

A reconstrução mamária, etapa fundamental não apenas como procedimento estético, mas também no tratamento integral do câncer de mama, tem pautado de forma prioritária as reuniões entre a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e o Ministério da Saúde. Como procedimento, a reconstrução mamária demonstra resultados expressivos na reabilitação física e psicológica das pacientes. “No entanto, em detrimento de tantos benefícios, estamos diante de uma realidade preocupante”, observa o mastologista Guilherme Novita, presidente da SBM. Levantamento recente revela que entre as pacientes submetidas à mastectomia no Sistema Único de Saúde (SUS) apenas 20,5% passam por cirurgia reconstrutiva com implante de prótese.

Recentemente, a SBM, representada pelo presidente Guilherme Novita, o secretário-adjunto Darley de Lima Ferreira Filho, o coordenador do Departamento de Residência Médica José Pereira Guará, e o mastologista titular Guilherme Figueira, reuniu-se em Brasília com dra. Guacyra Bezerra (DECAN) e dr. Fernando Figueira (DAHUD), da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde, do Ministério da Saúde, para tratar da pauta da reconstrução mamária como tema prioritário para a sociedade brasileira.

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“Quando consideramos o grande número de mulheres que não passam pela reconstrução mamária no SUS, ou seja 80%, estamos falando de um terço de uma população com menos de 50 anos de idade. Estamos falando de mulheres com vida social, conjugal e mesmo profissional comprometida pela não realização de um procedimento que é um direito assegurado por lei”, ressalta Novita.

Em vigor desde novembro do ano passado, a Lei nº 15.171/2025 ampliou o direito das mulheres de recorrerem ao SUS para a realização da cirurgia de reconstrução em casos oncológicos e também em situações de malformações, mamas tuberosas, grandes assimetrias, gigantismo, entre outras ocorrências. A legislação também ganhou importância por permitir a simetrização da mama contralateral.

A Lei nº 15.171/2025 alterou uma norma anterior (Lei nº 9.797/1999) que garantia a reconstrução mamária em casos de mutilações decorrentes de câncer de mama. Em 2013, uma emenda a esta mesma legislação acrescentou que o procedimento deveria ser realizado imediatamente, em condições clínicas favoráveis, após a retirada parcial ou total da mama devido ao tratamento de câncer ou tardiamente, quando a paciente apresentasse os requisitos necessários para a cirurgia.

Os dados do SUS, que indicam apenas 20,5% das pacientes submetidas à reconstrução mamária, tornam-se ainda mais alarmantes quando comparados com a rede suplementar. No sistema que contempla planos de saúde e seguro privado, aproximadamente 25% das pacientes submetidas à mastectomia, mesmo sem contraindicações clínicas, não realizam o procedimento. “Isso demonstra uma realidade invertida sobre reconstrução mamária no Brasil”, reforça.

Para que o vigor da lei e sua aplicação sejam realidade no Brasil, o presidente da SBM observa que o procedimento não depende exclusivamente da decisão da paciente. Também ressalta que o País dispõe de um grande número de especialistas com aprimorado conhecimento médico para realizá-la e destaca pontos que merecem reflexão e ações efetivas.

O Sistema Único de Saúde, segundo o mastologista, paga em média R$ 500 por uma reconstrução em hospital público. “Este valor não cobre o pagamento de uma prótese, que em acordos pontuais e excepcionais é negociada entre R$ 800 e R$ 1.000. Mas de forma geral, o preço de uma prótese supera R$ 1.000”, diz. Como consequência, a SBM destaca que alguns poucos hospitais públicos absorvem o prejuízo e autorizam a cirurgia. “A maioria, no entanto, não realiza o procedimento.”

Outra situação decorrente desta realidade no sistema público, e que merece atenção, é a formação de “filas de reconstrução mamária tardia”, que leva muitas mulheres a desistirem do procedimento. “É preocupante, pois essas filas não são prioridade por não configurarem procedimento oncológico. Também acabam representando custos maiores, porque requerem uma segunda internação com todas as demandas que ela representa”, pontua.

Para Guilherme Novita, a reconstrução mamária não deve ser vista como mera intervenção cirúrgica, mas parte fundamental no tratamento do câncer de mama. “Por esta razão, a SBM conclama o apoio de mastologistas de todo o País para definir um modelo adequado a cada região brasileira e defende ajustes e aprimoramento nas políticas públicas. “De forma mais abrangente, considerando a realização efetiva da reconstrução mamária no SUS, nossa perspectiva é curar não só o câncer, mas a pessoa que passa pela doença”, conclui.

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Brasil

Exame de sangue para diagnóstico de câncer de mama preocupa sociedades médicas

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Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) destaca a falta de validação científica para uma tecnologia que se propõe a detectar a doença de forma precoce

Testes chamados de “biópsias líquidas” ou “testes genéticos” têm alcançado ampla visibilidade a partir de órgãos de imprensa e redes sociais. Por meio de exame de sangue, a tecnologia se propõe a auxiliar no rastreamento precoce do câncer de mama. Ao mesmo tempo, divulgações sobre o método vêm mobilizando as mais importantes entidades médicas do País, entre elas a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM). “Na realidade, não existem exames de sangue validados pela prática médica e por verificação científica como métodos de detecção precoce da doença”, afirma Guilherme Novita, presidente da SBM. A mamografia, ressalta o mastologista, é o único exame de rastreamento com eficácia comprovada na redução da mortalidade por câncer de mama em mulheres.

De acordo com o levantamento divulgado pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer), o Brasil deve registrar 78.610 novos casos por ano no triênio 2026-2028. Diante de uma perspectiva desafiadora não apenas na rede pública, mas também para a saúde suplementar que contempla planos e seguros particulares, a SBM vê com preocupação a veiculação de informações sobre testes conhecidos como “biópsia líquida” ou “testes genéticos”.

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Por meio de exame de sangue, e sem a necessidade de solicitação médica para a realização, a tecnologia que não tem validação se propõe a detectar alterações ligadas ao crescimento de células tumorais que possam indicar precocemente o câncer de mama.

De acordo com o mastologista Guilherme Novita, testes não validados podem causar uma falsa sensação de segurança nas mulheres. “Outro aspecto igualmente preocupante é a diminuição da adesão das pacientes às formas consagradas pela ciência e prática médica para diagnóstico precoce da doença.”

Como método, a mamografia de rastreamento permanece como estratégia de saúde mais eficaz para a detecção do câncer de mama em estágio inicial. Desde o ano passado, a recomendação do Ministério da Saúde para a realização regular do exame foi ampliada com a inclusão de mulheres a partir dos 40 anos de idade.

O diagnóstico precoce proporcionado pela mamografia, segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, está associado a tratamentos cirúrgicos menos extensos, muitas vezes sem necessidade de quimioterapia, maiores taxas de cirurgias conservadoras da mama e melhores resultados estéticos, aspecto de extrema relevância, considerando que a mama é um símbolo importante da feminilidade e da identidade corporal da mulher. “Diante de tantos benefícios, ao invés de recorrer a testes sem validação, é fundamental que as mulheres consultem um mastologista e sigam realizando a mamografia de forma frequente e regular”, conclui Guilherme Novita.

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Brasil

VPJ expande presença das raças Brangus e Ultrablack na pecuária nordestina com leilão em Maceió (AL)

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A VPJ Pecuária realiza no próximo dia 16 de maio, na capital alagoana (Maceió), o 2º Leilão VPJ Genetics – Edição Nordeste e 5º Leilão de Produção Bezerras de Futuro. O evento integra a programação da 13ª ExpoAlagoas Genética, no Parque da Pecuária. O remate faz parte da estratégia do criatório para ampliar a presença das raças Brangus e Ultrablack no Nordeste, apontado como a nova fronteira agropecuária do Brasil.

Com transmissão pela TV Agreste e Lance Rural, serão ofertados 30 touros e 40 bezerras Brangus e Ultrablack, além de matrizes, pacotes de embriões e cotas de reprodutores em coleta nas principais centrais de inseminação artificial. “Estamos oferecendo o que há de mais avançado no melhoramento genético dessas raças, com a proposta de acelerar a formação de novos plantéis”, afirma Valdomiro Poliselli Júnior, titular da VPJ Pecuária.

A trajetória do criatório ajuda a explicar a relevância do remate. A VPJ Pecuária está entre os grupos pioneiros no fortalecimento do Brangus e foi uma das primeiras a acreditar no potencial do Ultrablack. Os animais descendem dos melhores touros norte-americanos, destacados em criteriosas provas de avaliação, desempenho, performance e qualidade de carne.

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Antes mesmo de atuar com essas raças, a propriedade já investia de forma pioneira em seleção apurada, importação massiva de linhagens superiores e programas técnicos envolvendo bovinos Angus e ovinos Dorper. É um trabalho sustentado por tecnologias como a genômica, ultrassonografia de carcaça, provas de performance, testes reprodutivos e forte pressão de seleção. O resultado foi a produção de touros reconhecidos nacionalmente, presentes nas mais importantes centrais de inseminação, além de doadoras comprovadas no mercado.

Raças que atendem diferentes mercados
No Nordeste, o Brangus e o Ultrablack ganham espaço em múltiplas demandas econômicas. Na pecuária de corte, destacam-se pela produção de animais precoces, pesados, férteis e com excelente rendimento de carcaça e qualidade de carne, atributos que rendem bonificações pagas por frigoríficos. Essas raças têm a capacidade de agregar valor à toda produção, sendo adaptados também ao clima semiárido.

Para o criador que deseja iniciar plantel, a oferta de embriões e jovens doadoras representa a oportunidade de entrar no segmento apoiado por um criatório com mais de três décadas de pioneirismo em programas de melhoramento genéticos e performance.

“A escolha de Alagoas reforça o protagonismo do estado em uma pecuária moderna, sustentada pelo uso de biotecnologias como a inseminação artificial, com índices historicamente acima da média nacional. Alagoas também foi pioneiro no Nordeste ao consolidar uma marca de carne certificada pelo Brazil Beef Quality, evidenciando um mercado atento à qualidade de carne e à remuneração por desempenho”, afirma Rafael Andrade,  gerente de pecuária do criatório.

“Boi Preto” da vaquejada
Outro mercado em expansão é o das competições de vaquejada, uma das maiores tradições culturais do Nordeste. A chamada “boiada preta”, também conhecida como “boiada da disputa”, ganhou valorização nas competições por reunir porte, resistência e performance diferenciada. Nesse cenário, o Brangus e o Ultrablack são ideais para abastecer as competições.

Exportação de boi em pé
As duas raças também despertam interesse de projetos de exportação de gado vivo. A localização estratégica do Nordeste, próxima a portos exportadores, favorece embarques para mercados como o Oriente Médio. Com capacidade de produzir animais jovens, precoces e de alto rendimento, o Brangus e o Ultrablack se encaixam perfeitamente em uma demanda crescente, onde há preferência por pelagem preta.SERVIÇO

2º Leilão VPJ Genetics – Edição Nordeste e 5º Leilão Bezerras de Futuro
Data:
 16 de maio de 2026,  às 16h
Oferta: Reprodutores,  jovens doadoras, embriões e cotas de touros de central
Local: Parque da Pecuária, em Maceió, durante a Expogenética Alagoas.
Informações: Rafael VPJ (19) 99327-4005 e Reginaldo VPJ (19) 97161-2322
Cadastro e Reserva de Mesas: Agreste Leilões – (82) 98133-3226 (Yasmin)
Transmissão: TV Agreste e Lance Rural

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