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Verão mais econômico: GetNinjas compartilha 10 dicas para reduzir o consumo de energia

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Em um cenário de inflação crescente e contas de luz mais altas, pequenos ajustes no dia a dia podem gerar grande economia financeira e diminuir o impacto ambiental

Em outubro de 2024, o IPCA-15, índice que antecipa a inflação oficial no Brasil, registrou um aumento de 0,54%, resultado que foi puxado, entre outros, pelos custos da energia elétrica. A primavera e o verão, em geral, são as épocas do ano em que mais se usam aparelhos elétricos, como ventiladores, aparelhos de ar condicionado e refrigeradores em temperaturas mais baixas.

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Apesar do aumento nos valores da energia nos meses mais quentes serem praticamente inevitáveis, o ritmo dessa subida pode ser reduzido com algumas ações simples, e foi pensando nisso que o GetNinjas, maior marketplace para contratação de serviços da América Latina, convidou Rodrigo Ribeiro Rodrigues, eletricista cadastrado na plataforma, para trazer algumas dicas que vão ajudar na economia de energia, que além de reduzir despesas, contribui bastante para o bem-estar do planeta.

1 – Verifique o sistema elétrico

Uma revisão completa no sistema elétrico é um passo inicial importante para evitar gastos desnecessários e garantir a segurança da instalação. Curtos-circuitos, que podem passar despercebidos, aumentam o consumo de energia e, ao longo do tempo, comprometem a eficiência energética da casa, além de serem aumentarem o risco de incêndios domésticos.

O eletricista Rodrigo explica que uma revisão anual é ideal para identificar falhas em cabos e disjuntores, especialmente em casas e prédios mais antigos. “Manter o sistema elétrico em boas condições garante que o consumo seja o necessário para os aparelhos, ajudando a controlar os custos e promovendo um ambiente seguro”, destaca o profissional.

2 – Desconecte aparelhos fora de uso

Muitos aparelhos consomem energia mesmo desligados, desde que permaneçam conectados na tomada em standby, este consumo representa um custo oculto, que pode ser reduzido ao desconectar os dispositivos após o desligamento ou utilizar filtros de linha com interruptores. Embora simples, esse hábito gera uma economia substancial no fim do mês.

“Esse consumo pequeno pode parecer insignificante, mas ao longo do tempo e com vários aparelhos conectados, ele se torna considerável”, explica Rodrigo. “O hábito de desconectar os aparelhos que não estão em uso é uma das práticas mais fáceis e eficazes de economizar energia”, complementa.

3 – Utilize o ar-condicionado com moderação

O ar-condicionado é um dos aparelhos que mais consome energia, e seu uso adequado é essencial para evitar desperdícios. Manter o termostato regulado entre 23°C e 25°C é uma forma de garantir conforto térmico sem demandar esforço excessivo do aparelho. Além disso, portas e janelas devem estar fechadas para manter o ambiente refrigerado por mais tempo, evitando sobrecarga no sistema.

É recomendada uma manutenção anual, especialmente para a limpeza dos filtros, já que o acúmulo de sujeira nesse mecanismo força o aparelho, aumentando o consumo e reduzindo a vida útil. Ao garantir que o ar-condicionado funcione de maneira eficiente, é possível economizar tanto no consumo de energia quanto nos custos de manutenção a longo prazo.

4 – Aproveite ao máximo a iluminação natural

O uso consciente da luz natural pode reduzir significativamente a necessidade de iluminação artificial durante o dia, posicionar os móveis e itens de trabalho perto das janelas ajudam a aumentar o aproveitamento da luz solar. Manter cortinas abertas durante o dia e pintar paredes em cores claras para refletir a luz são medidas que ajudam a iluminar os ambientes sem custo adicional.

O uso de luz natural ajuda a economizar energia e também é uma prática sustentável que também ajuda a tornar o ambiente mais agradável. Pequenas mudanças no layout dos cômodos, podem maximizar a eficiência da iluminação natural e reduzir o consumo de eletricidade.

5 – Faça manutenção regular nos eletrônicos

Aparelhos funcionando sem a manutenção adequada tendem a consumir mais energia, especialmente aqueles que aquecem, como microondas, fornos e fritadeiras elétricos. Revisões regulares podem identificar desgastes e prevenir que os aparelhos precisem de mais energia para operar.

“Uma manutenção preventiva é sempre a melhor opção para garantir segurança e eficiência”, afirma o eletricista. Manter os aparelhos em bom estado é uma medida que evita desperdícios e ainda previne problemas que podem surgir com o tempo.

6 – Troque lâmpadas antigas por modelos de LED

As lâmpadas de LED são mais eficientes e duradouras, consumindo até 80% menos energia que as incandescentes e fluorescentes. Embora tenham um custo inicial mais alto, o retorno em economia se torna evidente nas primeiras contas de luz, fazendo com que o investimento se pague em pouco tempo. Além disso, as lâmpadas de LED também duram, em média, 15 a 25 vezes mais que uma lâmpada incandescente e cinco vezes mais que uma lâmpada fluorescente comum.

“Além de economizar, as lâmpadas de LED produzem menos calor”, destaca o profissional. “Isso é vantajoso, pois reduz a necessidade de ventiladores e ar-condicionado em ambientes fechados”. A troca para lâmpadas de LED é uma das mudanças mais práticas e com maior impacto no consumo de energia de uma casa.

7 – Evite carregar celulares durante a noite toda

Carregar o celular por longos períodos, como durante a noite, além de consumir energia desnecessariamente, reduz a vida útil da bateria do aparelho. As novas gerações de carregadores rápidos permitem recarregar os smartphones rapidamente antes de dormir ou logo ao acordar e desconectar ao atingir a carga completa, o que economiza energia e aumenta a durabilidade do dispositivo.

8 – Evite o uso excessivo de secadoras e lava-louças

Esses aparelhos são responsáveis por um alto consumo de energia e água, e podem ser substituídos, quando possível, por métodos naturais. Aproveitar o ar livre para secar roupas e lavar louças à mão são opções que contribuem para a redução dos custos mensais de energia e de água.

Em dias mais quentes e sem chuva, a umidade relativa do ar fica menor, o que permite secar roupas de forma mais rápida até mesmo em casas e apartamentos sem áreas de serviço ao ar livre. “Pendurar as roupas em um varal de chão e manter as janelas abertas pode otimizar o processo de secagem das peças em dias mais quentes e diminuir a necessidade das secadoras”, pontua o especialista.

9 – Posicione eletrodomésticos em locais apropriados

A posição dos eletrodomésticos influencia diretamente no consumo de energia. Por exemplo, geladeiras próximas ao fogão ou expostas ao sol trabalham mais para manter a temperatura interna, consumindo mais energia, por isso é importante posicionar esses aparelhos em locais ventilados e o mais distante possível de fontes de calor para otimizar o uso.

“Cada aparelho deve estar no local certo para funcionar de maneira eficiente”, afirma o especialista. “Uma ventilação adequada ao redor dos aparelhos reduz o esforço deles, o que além de reduzir o consumo de energia também aumenta a durabilidade dos equipamentos”, completa.

10 – Envolva a família em práticas de economia de energia

A economia de energia é um esforço coletivo, e educar a família sobre o consumo consciente ajuda a criar hábitos positivos. Gestos simples, como apagar luzes ao sair de um cômodo ou evitar o uso excessivo de eletrodomésticos, geram uma economia positiva para o bolso e também para o planeta.

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Brasil

Reconstrução mamária é pauta prioritária para a sociedade brasileira

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Em reuniões com o Ministério da Saúde, em Brasília, Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) defende a ampliação do procedimento no SUS como parte importante do tratamento de câncer de mama

A reconstrução mamária, etapa fundamental não apenas como procedimento estético, mas também no tratamento integral do câncer de mama, tem pautado de forma prioritária as reuniões entre a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e o Ministério da Saúde. Como procedimento, a reconstrução mamária demonstra resultados expressivos na reabilitação física e psicológica das pacientes. “No entanto, em detrimento de tantos benefícios, estamos diante de uma realidade preocupante”, observa o mastologista Guilherme Novita, presidente da SBM. Levantamento recente revela que entre as pacientes submetidas à mastectomia no Sistema Único de Saúde (SUS) apenas 20,5% passam por cirurgia reconstrutiva com implante de prótese.

Recentemente, a SBM, representada pelo presidente Guilherme Novita, o secretário-adjunto Darley de Lima Ferreira Filho, o coordenador do Departamento de Residência Médica José Pereira Guará, e o mastologista titular Guilherme Figueira, reuniu-se em Brasília com dra. Guacyra Bezerra (DECAN) e dr. Fernando Figueira (DAHUD), da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde, do Ministério da Saúde, para tratar da pauta da reconstrução mamária como tema prioritário para a sociedade brasileira.

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“Quando consideramos o grande número de mulheres que não passam pela reconstrução mamária no SUS, ou seja 80%, estamos falando de um terço de uma população com menos de 50 anos de idade. Estamos falando de mulheres com vida social, conjugal e mesmo profissional comprometida pela não realização de um procedimento que é um direito assegurado por lei”, ressalta Novita.

Em vigor desde novembro do ano passado, a Lei nº 15.171/2025 ampliou o direito das mulheres de recorrerem ao SUS para a realização da cirurgia de reconstrução em casos oncológicos e também em situações de malformações, mamas tuberosas, grandes assimetrias, gigantismo, entre outras ocorrências. A legislação também ganhou importância por permitir a simetrização da mama contralateral.

A Lei nº 15.171/2025 alterou uma norma anterior (Lei nº 9.797/1999) que garantia a reconstrução mamária em casos de mutilações decorrentes de câncer de mama. Em 2013, uma emenda a esta mesma legislação acrescentou que o procedimento deveria ser realizado imediatamente, em condições clínicas favoráveis, após a retirada parcial ou total da mama devido ao tratamento de câncer ou tardiamente, quando a paciente apresentasse os requisitos necessários para a cirurgia.

Os dados do SUS, que indicam apenas 20,5% das pacientes submetidas à reconstrução mamária, tornam-se ainda mais alarmantes quando comparados com a rede suplementar. No sistema que contempla planos de saúde e seguro privado, aproximadamente 25% das pacientes submetidas à mastectomia, mesmo sem contraindicações clínicas, não realizam o procedimento. “Isso demonstra uma realidade invertida sobre reconstrução mamária no Brasil”, reforça.

Para que o vigor da lei e sua aplicação sejam realidade no Brasil, o presidente da SBM observa que o procedimento não depende exclusivamente da decisão da paciente. Também ressalta que o País dispõe de um grande número de especialistas com aprimorado conhecimento médico para realizá-la e destaca pontos que merecem reflexão e ações efetivas.

O Sistema Único de Saúde, segundo o mastologista, paga em média R$ 500 por uma reconstrução em hospital público. “Este valor não cobre o pagamento de uma prótese, que em acordos pontuais e excepcionais é negociada entre R$ 800 e R$ 1.000. Mas de forma geral, o preço de uma prótese supera R$ 1.000”, diz. Como consequência, a SBM destaca que alguns poucos hospitais públicos absorvem o prejuízo e autorizam a cirurgia. “A maioria, no entanto, não realiza o procedimento.”

Outra situação decorrente desta realidade no sistema público, e que merece atenção, é a formação de “filas de reconstrução mamária tardia”, que leva muitas mulheres a desistirem do procedimento. “É preocupante, pois essas filas não são prioridade por não configurarem procedimento oncológico. Também acabam representando custos maiores, porque requerem uma segunda internação com todas as demandas que ela representa”, pontua.

Para Guilherme Novita, a reconstrução mamária não deve ser vista como mera intervenção cirúrgica, mas parte fundamental no tratamento do câncer de mama. “Por esta razão, a SBM conclama o apoio de mastologistas de todo o País para definir um modelo adequado a cada região brasileira e defende ajustes e aprimoramento nas políticas públicas. “De forma mais abrangente, considerando a realização efetiva da reconstrução mamária no SUS, nossa perspectiva é curar não só o câncer, mas a pessoa que passa pela doença”, conclui.

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Brasil

Exame de sangue para diagnóstico de câncer de mama preocupa sociedades médicas

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Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) destaca a falta de validação científica para uma tecnologia que se propõe a detectar a doença de forma precoce

Testes chamados de “biópsias líquidas” ou “testes genéticos” têm alcançado ampla visibilidade a partir de órgãos de imprensa e redes sociais. Por meio de exame de sangue, a tecnologia se propõe a auxiliar no rastreamento precoce do câncer de mama. Ao mesmo tempo, divulgações sobre o método vêm mobilizando as mais importantes entidades médicas do País, entre elas a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM). “Na realidade, não existem exames de sangue validados pela prática médica e por verificação científica como métodos de detecção precoce da doença”, afirma Guilherme Novita, presidente da SBM. A mamografia, ressalta o mastologista, é o único exame de rastreamento com eficácia comprovada na redução da mortalidade por câncer de mama em mulheres.

De acordo com o levantamento divulgado pelo INCA (Instituto Nacional de Câncer), o Brasil deve registrar 78.610 novos casos por ano no triênio 2026-2028. Diante de uma perspectiva desafiadora não apenas na rede pública, mas também para a saúde suplementar que contempla planos e seguros particulares, a SBM vê com preocupação a veiculação de informações sobre testes conhecidos como “biópsia líquida” ou “testes genéticos”.

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Por meio de exame de sangue, e sem a necessidade de solicitação médica para a realização, a tecnologia que não tem validação se propõe a detectar alterações ligadas ao crescimento de células tumorais que possam indicar precocemente o câncer de mama.

De acordo com o mastologista Guilherme Novita, testes não validados podem causar uma falsa sensação de segurança nas mulheres. “Outro aspecto igualmente preocupante é a diminuição da adesão das pacientes às formas consagradas pela ciência e prática médica para diagnóstico precoce da doença.”

Como método, a mamografia de rastreamento permanece como estratégia de saúde mais eficaz para a detecção do câncer de mama em estágio inicial. Desde o ano passado, a recomendação do Ministério da Saúde para a realização regular do exame foi ampliada com a inclusão de mulheres a partir dos 40 anos de idade.

O diagnóstico precoce proporcionado pela mamografia, segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, está associado a tratamentos cirúrgicos menos extensos, muitas vezes sem necessidade de quimioterapia, maiores taxas de cirurgias conservadoras da mama e melhores resultados estéticos, aspecto de extrema relevância, considerando que a mama é um símbolo importante da feminilidade e da identidade corporal da mulher. “Diante de tantos benefícios, ao invés de recorrer a testes sem validação, é fundamental que as mulheres consultem um mastologista e sigam realizando a mamografia de forma frequente e regular”, conclui Guilherme Novita.

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Brasil

VPJ expande presença das raças Brangus e Ultrablack na pecuária nordestina com leilão em Maceió (AL)

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A VPJ Pecuária realiza no próximo dia 16 de maio, na capital alagoana (Maceió), o 2º Leilão VPJ Genetics – Edição Nordeste e 5º Leilão de Produção Bezerras de Futuro. O evento integra a programação da 13ª ExpoAlagoas Genética, no Parque da Pecuária. O remate faz parte da estratégia do criatório para ampliar a presença das raças Brangus e Ultrablack no Nordeste, apontado como a nova fronteira agropecuária do Brasil.

Com transmissão pela TV Agreste e Lance Rural, serão ofertados 30 touros e 40 bezerras Brangus e Ultrablack, além de matrizes, pacotes de embriões e cotas de reprodutores em coleta nas principais centrais de inseminação artificial. “Estamos oferecendo o que há de mais avançado no melhoramento genético dessas raças, com a proposta de acelerar a formação de novos plantéis”, afirma Valdomiro Poliselli Júnior, titular da VPJ Pecuária.

A trajetória do criatório ajuda a explicar a relevância do remate. A VPJ Pecuária está entre os grupos pioneiros no fortalecimento do Brangus e foi uma das primeiras a acreditar no potencial do Ultrablack. Os animais descendem dos melhores touros norte-americanos, destacados em criteriosas provas de avaliação, desempenho, performance e qualidade de carne.

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Antes mesmo de atuar com essas raças, a propriedade já investia de forma pioneira em seleção apurada, importação massiva de linhagens superiores e programas técnicos envolvendo bovinos Angus e ovinos Dorper. É um trabalho sustentado por tecnologias como a genômica, ultrassonografia de carcaça, provas de performance, testes reprodutivos e forte pressão de seleção. O resultado foi a produção de touros reconhecidos nacionalmente, presentes nas mais importantes centrais de inseminação, além de doadoras comprovadas no mercado.

Raças que atendem diferentes mercados
No Nordeste, o Brangus e o Ultrablack ganham espaço em múltiplas demandas econômicas. Na pecuária de corte, destacam-se pela produção de animais precoces, pesados, férteis e com excelente rendimento de carcaça e qualidade de carne, atributos que rendem bonificações pagas por frigoríficos. Essas raças têm a capacidade de agregar valor à toda produção, sendo adaptados também ao clima semiárido.

Para o criador que deseja iniciar plantel, a oferta de embriões e jovens doadoras representa a oportunidade de entrar no segmento apoiado por um criatório com mais de três décadas de pioneirismo em programas de melhoramento genéticos e performance.

“A escolha de Alagoas reforça o protagonismo do estado em uma pecuária moderna, sustentada pelo uso de biotecnologias como a inseminação artificial, com índices historicamente acima da média nacional. Alagoas também foi pioneiro no Nordeste ao consolidar uma marca de carne certificada pelo Brazil Beef Quality, evidenciando um mercado atento à qualidade de carne e à remuneração por desempenho”, afirma Rafael Andrade,  gerente de pecuária do criatório.

“Boi Preto” da vaquejada
Outro mercado em expansão é o das competições de vaquejada, uma das maiores tradições culturais do Nordeste. A chamada “boiada preta”, também conhecida como “boiada da disputa”, ganhou valorização nas competições por reunir porte, resistência e performance diferenciada. Nesse cenário, o Brangus e o Ultrablack são ideais para abastecer as competições.

Exportação de boi em pé
As duas raças também despertam interesse de projetos de exportação de gado vivo. A localização estratégica do Nordeste, próxima a portos exportadores, favorece embarques para mercados como o Oriente Médio. Com capacidade de produzir animais jovens, precoces e de alto rendimento, o Brangus e o Ultrablack se encaixam perfeitamente em uma demanda crescente, onde há preferência por pelagem preta.SERVIÇO

2º Leilão VPJ Genetics – Edição Nordeste e 5º Leilão Bezerras de Futuro
Data:
 16 de maio de 2026,  às 16h
Oferta: Reprodutores,  jovens doadoras, embriões e cotas de touros de central
Local: Parque da Pecuária, em Maceió, durante a Expogenética Alagoas.
Informações: Rafael VPJ (19) 99327-4005 e Reginaldo VPJ (19) 97161-2322
Cadastro e Reserva de Mesas: Agreste Leilões – (82) 98133-3226 (Yasmin)
Transmissão: TV Agreste e Lance Rural

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