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Brasil

Receita Federal adia o prazo de entrega da Declaração de Imposto de Renda

Redação Gazeta Regional

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Os contribuintes podem enviar a declaração e realizar o pagamento da primeira cota do imposto até o dia 31 de maio de 2021

A Receita Federal publicou no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 12, a Instrução Normativa RFB nº 2.020, de 9 de abril de 2021 que alterou o prazo final de entrega da Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda das Pessoas Física referente ao exercício 2021, ano calendário, 2020, do dia 30 de abril para o dia 31 de maio de 2021. No entanto, apesar da prorrogação do prazo, o cronograma de pagamento das restituições permanece o mesmo. Portanto, quanto antes for enviada a declaração, mais cedo o cidadão receberá a sua restituição de imposto de renda.

Em razão do adiamento, o cidadão que deseje pagar o imposto via débito automático desde a 1ª cota deve solicitá-lo até o dia 10 de maio. Quem enviar a declaração após esta data deve pagar a 1ª cota por meio de DARF, gerado pelo próprio programa, sem prejuízo do débito automático das demais cotas.

Para aqueles que não optarem pelo débito automático, os DARFs de todas as cotas poderão ser emitidos pelo programa ou pelo Extrato da Declaração, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC), acessado no site da Receita Federal.

Também foram prorrogados para 31 de maio de 2021 os prazos de entrega da Declaração Final de Espólio e da Declaração de Saída Definitiva do País, assim como, o vencimento do pagamento do imposto relativo às declarações.

As prorrogações foram promovidas como forma de suavizar as dificuldades impostas pela pandemia do Coronavírus (Covid-19). A medida visa proteger a sociedade, evitando que sejam formadas aglomerações nas unidades de atendimento e demais estabelecimentos procurados pelos cidadãos para obter documentos ou ajuda profissional. Assim, a Receita Federal contribui com os esforços do Governo Federal na manutenção do distanciamento social e diminuição da propagação da doença.

Para facilitar ainda mais o acesso do cidadão às informações, a Receita Federal disponibiliza diversos serviços que podem ser obtidos sem sair de casa. Acessando o e-CAC com uma conta gov.br, o cidadão tem acesso, por exemplo, aos seus comprovantes de rendimentos informados em DIRF pelas fontes pagadoras, à cópia da última Declaração de Imposto de Renda entregue e à Declaração Pré-Preenchida.

A Declaração Pré-Preenchida está disponível de forma online para todos os cidadãos que possuam uma conta gov.br de nível prata ou ouro e verificação de duas etapas habilitada. Utilizando este serviço, a declaração já vem preenchida com os dados que a Receita Federal possui. São utilizadas informações das fontes pagadoras (DIRF), médicos e planos de saúde (DMED) e atividades imobiliárias (DIMOB), além das informações já prestadas na Declaração de Imposto de Renda do ano anterior. Assim, basta revisar os dados, adicionar informações novas ou que estiverem faltando e enviar.

Passo-a-Passo para fazer a Declaração Pré-Preenchida

  • Acesse o e-CAC com uma conta gov.br
  • Busque a opção Declarações e Demonstrativos > Meu Imposto de Renda > Preencher Declaração Online;
  • Clique no símbolo “+” no cartão de 2021 e em seguida em Iniciar com a declaração pré-preenchida.
  • Para acessar a declaração pré-preenchida o usuário deve estar com o app Meu Gov.Br instalado no seu celular ou tablet e com a configuração de verificação de duas etapas habilitada.

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Produtores estão otimistas com a venda de flores e plantas para o Dia das Mães

Redação Gazeta Regional

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Apenas na Cooperativa Veiling de Holambra, a mais completa do Brasil e que abriga 400 produtores, a expectativa é de um aumento nas vendas de, pelo menos, 15% em relação a 2019, conforme avaliação desta semana. O ano de 2020 não é usado como referência, considerando o forte impacto, já no período da pandemia, da permissão para a abertura do comércio apenas uma semana antes da data, o que ocasionou perdas nas estufas e falta de produtos no mercado. Muitas flores, como as orquídeas, estão sendo cultivadas exclusivamente para a data há um ano e meio. Antes, portanto, do produtor saber sobre todos os problemas que vivenciaria durante a pandemia da Covid-19.

Não por acaso os produtores de flores e plantas estão otimistas com o Dia das Mães, a ser comemorado neste domingo, 09. O comércio permanecerá aberto nesta semana que antecede a data, as produções previstas para a ocasião já foi toda colhida e os atacadistas, gardens centers, supermercados e floristas já realizaram a compra antecipada de 75% dos produtos disponibilizados para a ocasião, considerada a mais importante para a floricultura nacional por representar 16% do faturamento anual do setor.

O movimento foi intenso essa semana da Cooperativa Veiling Holambra, cujo pátio interno comporta cerca de 8 mil carrinhos. Assim, milhares de flores estão sendo transportadas já há cerca de 15 dias para todo o Brasil. Para atender o Oiapoque, cidade mais ao Norte do país, as flores e plantas enfrentam uma jornada de quase 3 mil quilômetros (2.989 km) de estradas. Até o Chuí, no extremo Sul, são 1.745,5 km. Tudo para garantir que todas as mães recebam flores frescas, lindas e duráveis.

A expectativa é que as vendas para o Dia das Mães tragam um respiro financeiro para o setor, considerando que, no Dia da Mulher, o fechamento do comércio em todo o país praticamente provocou forte impacto nas vendas e muitas flores e plantas acabaram sendo trituradas. “Estamos estimando um aumento de 15% nas vendas em relação a 2019, pois perdemos a referência de 2020, quando as lojas só reabriram uma semana antes do Dia das Mães e muitos, por medo das perdas, não investiram na data. Apesar do mercado animador, não recuperamos nem produto, nem volume e nem o prejuízo que sofremos desde o início da pandemia”, analisa o CEO da Cooperativa Veiling Holambra, Jorge Possato Teixeira. Além disso, o setor ainda sofre com a proibição da realização de eventos, como casamentos e formaturas, proibidos há mais de um ano. A decoração representava, antes da pandemia, cerca de 30% do faturamento do setor, segundo dados do Ibraflor – Instituto Brasileiro de Floricultura.

Flores preferidas
O Dia das Mães contempla uma gama enorme de flores e plantas comercializadas. Em termos de vendas, as rosas e orquídeas são líderes em suas categorias de corte e de vaso, respectivamente. Contudo, a data acaba potencializando a venda de todos os produtos. Mas é muito difícil apontar apenas algumas espécies, uma vez que cada região do Brasil tem suas características culturais e existem flores e plantas para o gosto pessoal de cada um, assim como o jeito de ser de cada mãe: alstroemérias, antúrios, kalanchoes, begônias, azaléias, gérberas, lírios e tulipas, cúrcumas, celósias, sansevierias, suculentas e cactos em geral.

Vale lembrar que as flores são sazonais e que existe um mix de cerca de 300 espécies (criadas pela natureza) e mais de 2.500 variedades diferentes comercializadas pela Cooperativa Veiling Holambra (criadas pela natureza ou pelos melhoristas por cruzamento genético). Com todas suas formas, cores e apresentações, o Veiling trabalha com cerca de seis mil itens diferentes, embora todos os anos novas variedades são lançadas no mercado, desenvolvidas pelos breeders (melhoristas). Com o tempo, algumas deixam de ser produzidas.

Produção leva mais de um ano
Não é fácil a logística da produção e distribuição de flores. A Ecoflora, maior produtora de orquídeas do Brasil, por exemplo, produz nas fazendas de Holambra e Mogi Miriam cerca de 70 mil vasos por semana (280 mil por mês e cerca de 3,5 milhões por ano). Para que as flores estivessem no ponto exato para chegar ainda em botão na casa das mães brasileiras, essas orquídeas ganharam vida há quatro anos, em 2017, com a produção das em laboratórios na Ásia e na Europa. Após a chegada ao Brasil, foi preciso mais um ano e meio de cultivo para que elas pudessem ser comercializadas para o Dia das Mães. “Muito antes do mundo saber que vivenciaríamos a epidemia da Covid-19”, lembra Rodrigo Del Alamo, gerente de produção da Ecoflora. “Especialmente para a data, estamos produzindo mais de meio milhão de orquídeas, quantidade que representa um crescimento de 20% em relação ao ano passado e que aumenta a produção de uma semana (70 mil vasos) três vezes”, informa. A Ecoflora já começou o plantio para o Dia das Mães de 2022.

O produtor Renê Vernoy aposta nos cyclamens, pois essas delicadas flores têm floração no inverno, entre março e outubro e são muito indicadas para a decoração de interiores. “Levamos um susto em março, com quedas de 50%, no Dia Mulher, com ao fechamento do comércio devido a segunda onda da pandemia. No entanto, resolvemos segurar os preços. Estamos sentindo que o mercado está comprador para o Dia das Mães e que vamos vender o que planejamos”, comemora, antecipando que, terminando a colheita esta semana, já será iniciado o plantio para o Dia das Mães de 2022, pois o ciclo de cultivo dessa flor leva quase um ano, da chegada das mudas ao período de oito meses nas estufas. “Teremos um cyclamen bicolor para o ano que vem”, anuncia, Renê, a novidade.

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Paulo Gustavo morre de Covid-19 aos 42 anos

Redação Gazeta Regional

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Criador da personagem Dona Hermínia, de ‘Minha mãe é uma peça’, o ator e humorista estava internado desde 13 de março

O ator e humorista Paulo Gustavo morreu no Rio nesta terça-feira, 04, aos 42 anos, de complicações da Covid-19.O criador de Dona Hermínia — e de outros personagens inesquecíveis — estava internado desde 13 de março no Hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul.

A piora no quadro de saúde do ator aconteceu na noite de domingo, 02. Paulo Gustavo vinha apresentando melhoras significativas, chegou a ter redução de sedativos e bloqueadores e interagir com médicos e também com o marido, Thales Bretas. À noite, no entanto, sofreu uma embolia pulmonar.

Nesta terça, novo boletim disse que o ator estava com quadro irreversível, mas mantinha os sinais vitais. Às 21h12, no entanto, foi constatada a morte de Paulo Gustavo.

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Gás de cozinha tem novo reajuste

Redação Gazeta Regional

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Pela segunda vez no ano, o preço do gás de cozinha volta a subir e já está sendo vendido a R$120 em alguns estados do Brasil. O aumento no preço está levando as famílias de baixa renda e os mais de 14,4 milhões de desempregados ao desespero e, para amenizar as consequências dessa política de preços, o deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP) apresentou o Projeto de Lei 1374/2021, denominado Tarifa Social de Gás, que visa garantir desconto para pessoas de baixa renda na compra do gás de cozinha.

Segundo Zarattini, o governo federal adotou uma política de paridade de preço internacional. Isso quer dizer que o mesmo preço que os consumidores da Europa, dos Estados Unidos pagam pelo gás, petróleo e seus derivados é aplicado aqui no P aís. “Essa política está causando um prejuízo gigantesco para as famílias mais pobres porque aumentou enormemente o preço do gás de cozinha. Muitas famílias tiveram que voltar a cozinhar com lenha. É um absurdo esse aumento”.

O autor do projeto explica ainda que o governo tem recurso disponível para implantação de desconto no preço do gás. Segundo ele, os recursos para financiar a proposta podem sair dos royalties do petróleo e da Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) que é paga pelos consumidores de gasolina.

“Dinheiro tem o que precisa agora é vontade política. Queremos baratear o preço do gás para as famílias mais pobres do país que são aquelas que recebem o bolsa família ou que possuem uma renda per capita de até meio salário mínimo. Essa é a nossa proposta e o PT está nessa luta”, defende Zarattini.

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