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Jaguariúna

Processo de licitação para a Zona Azul deve ocorrer nos meses de junho e julho

Redação Gazeta Regional

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Associação Comercial e Industrial e Mobilidade Urbana divulgam detalhamento de decisões sobre as vagas de estacionamento rotativo

Por Viviane Westin

A preocupação dos comerciantes e parte da população de Jaguariúna quanto a disponibilidade de vagas de estacionamento para veículos nas vias públicas da área central da cidade ainda não chegou a uma solução definitiva, desde a desativação do estacionamento rotativo, conhecido como Zona Azul. Porém, novos encaminhamentos anunciados nesta semana apontam os direcionamentos para a questão.

Presidente da ACI e secretário municipal de Mobilidade Urbana

Sobre este tema, uma nova reunião ocorreu no último dia 22 de maio entre o presidente da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Jaguariúna, João Rodrigues dos Santos, e o secretário municipal de Mobilidade Urbana, Josino José da Silva. Afinal, já havia sido sinalizado o entendimento para que a ACI participasse desta tratativa, juntamente com o órgão público responsável, conforme divulgado em fevereiro, em matéria publicada no Jornal Gazeta Regional.

Segundo João Rodrigues e Josino, o resultado de pesquisas realizadas junto aos comerciantes e usuários da Zona Azul é um dos norteadores para a decisão de reativar a Zona Azul. “A maioria é a favor da volta da zona azul. É unânime a percepção de que sem esse serviço ficou muito difícil encontrar vaga para estacionar na área central”, observou o secretário. O presidente complementa que a rotatividade no uso dessas vagas, com maior fluxo na circulação de veículos e pessoas, reflete num melhor desempenho das vendas, por exemplo.

A definição pelo retorno da Zona Azul exige um detalhamento técnico do modelo a ser adotado para que se construa a licitação. Josino disse que a secretaria está finalizando o projeto da área que vai ser ofertada e número de vagas para uma licitação. A expectativa de João é que esse detalhamento ocorra até o final da próxima semana e o processo de licitação nos meses de junho e julho.

“A expectativa é definir os detalhes para que a oferta já ocorra até o mês de junho e para que os interessados se manifestem em julho. A lei atual permite que a empresa vencedora da licitação execute os serviços por um prazo de cinco anos, prorrogáveis por mais cinco”, detalhou João. Ele estima que atualmente são disponibilizadas cerca de 980 vagas para estacionamento rotativo.

Ainda segundo detalhado, um percentual das vagas será direcionado para o atendimento às vagas preferenciais a idosos e deficientes, com limite de tempo de permanência estimado em duas horas, além de veículos oficiais. Porém, nesse quesito também é válido que apenas um detalhamento técnico poderá mapear essas necessidades e apontar o número de vagas que serão destinadas a cada segmento.

Em relação à tarifa que será aplicada, João Rodrigues explicou que essa questão estará condicionada a detalhamentos do processo licitatório e pode sofrer alterações até a sua conclusão. Porém, garante que as duas frentes (ACI e Mobilidade) estão atentas e o valor deverá ser compatível ao serviço.
Quanto ao sistema de cobrança do estacionamento a expectativa é abranger itens como a disponibilidade de totem em cada quarteirão, que funciona como terminal de atendimento para a validação de tickets. É previsto que os pagamentos poderão ser feitos por aplicativo, moedas ou notas de até R$ 10 e cartões de crédito ou débito.

O horário de funcionamento da Zona Azul deve ser de segunda até sexta-feira, das 9h às 16h, e aos sábados das 9h às 13h. Porém, mais uma vez, João Rodrigues deixou claro que o detalhamento técnico vai mapear e apresentar uma resposta conclusiva a todas essas necessidades, já que as definições prévias anunciadas tratam-se de conversas preliminares: “Ainda não está tudo homologado. Tratam-se de previsões, inclusive a cobrança aos sábados”.

“Vamos ter novidades nesta nova licitação, como bicicletário, parquímetro onde os usuários poderão pagar o estacionamento e muito mais, com calor justo e um serviço de qualidade. Estamos esperançosos que no máximo até agosto estaremos com este estacionamento rotativa esteja funcionando”, concluiu o secretário de Mobilidade Urbana.

Da forma como está, o uso das vagas de estacionamento na área central, sem limite de tempo de permanência pelos usuários, bem como a insuficiência de vagas, agravada pela falta de rotatividade, resultou em vários entraves. Os prejuízos estão sendo sentidos pelos comerciantes, segundo João, levando o consumidor, inclusive, a optar por fazer suas compra em cidades vizinhas.

Segundo sinalizado por João, devem ser realizadas campanhas para envolver os comerciantes na motivação do uso dessas vagas da Zona Azul pelos consumidores. A ideia é despertar a percepção da funcionalidade do serviço e do valor agregado: “Trata-se de um trabalho que a ACI vai encampar justamente para que a Zona Azul não seja um problema, mas sim, uma enorme solução para a gente inovar, melhorar o nosso trânsito e trazer muito mais venda para o comércio da cidade.”

“Se a gente não fortalece o comércio fica mais difícil de a gente movimentar a cidade. Então, nessa mobilização envolvendo o poder público e a ACI, pretende-se dar uma outra ênfase ao negócios, com uma Zona Azul mais moderna e prospera”, finalizou João Rodrigues.

Reportagem: Viviane Westin / Foto: Viviane Westin / Foto: Divulgação

Jaguariúna

Centro de equoterapia CEJ/CAJ é o único do estado de São Paulo a sediar estudo pioneiro em praticantes autistas

Redação Gazeta Regional

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Projeto “Comunicar com Equoterapia” é realizado pela ANDE – Brasil e tem  o objetivo de estudar os efeitos da prática na reabilitação de pessoas com TEA

O Centro de Equoterapia de Jaguariúna (CEJ), localizado no interior de São Paulo, foi escolhido pela Associação Nacional de Equoterapia (ANDE-Brasil) para fazer parte do Projeto de Pesquisa Comunicar com Equoterapia, que é um estudo em nível nacional sobre os efeitos da equoterapia na reabilitação de pessoas que se encaixam no Transtorno do Espectro Autista (TEA) dentro da especialidade de  fonoaudiologia.

O CEJ, maior centro de habilitação e reabilitação da América Latina, é o único do Estado de São Paulo a participar desse estudo que acontece pela primeira vez no Brasil. Durante três meses, 10 crianças entre 2 e 7 anos dentro do Transtorno do Espectro Autista, que nunca praticaram equoterapia serão atendidas por profissionais do CEJ e da ANDE em atividades com cavalos para embasamento científico do estudo. Todas as pessoas atendidas devem passar por avaliação psicológica/psiquiátrica e a prioridade será dada  a famílias em situação de vulnerabilidade social. O estudo teve início no dia 16 de outubro, com um evento de abertura no CEJ com participação dos profissionais da ANDE, pessoas atendidas no CAJ e autoridades da região e do estado.


“Para o CEJ, o estudo é de extrema importância pois, reforça a existência do CAJ – Centro de Referência do Autismo de Jaguariúna, desdobramento do CEJ, que nasceu graças aos excelentes resultados obtidos no atendimento de TEAs dentro da Equoterapia. Além de reconhecer todo o trabalho realizado diariamente pelos colaboradores do local, reconhece que os centros possuem interesse na atuação com embasamento científico para pesquisa de TEA em equoterapia” afirma a gestora do local, Veridiana Mellilo.

O “Comunicar com Equoterapia” é realizado em parceria com a Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa Com Deficiência do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e a Universidade de Brasília (UNB). Além do CEJ/CAJ, foram escolhidos haras de Tocantins, Alagoas, Rio Grande do Norte e Distrito Federal, todos centros de equoterapia reconhecidos pela ANDE.

Sobre a equoterapia
Equoterapia consiste em um método terapêutico que utiliza o cavalo para reabilitação psicossocial e neuromotora. A técnica, muito inovadora, apesar de não ser recente, estimula a mente através do ato de cavalgar. Ao montar, o praticante faz, através do cavalo, movimentos tridimensionais e em três eixos, o que leva a uma série de contrações musculares em seu corpo, que provocam estímulos benéficos para as funções motoras e equilíbrio.

Os benefícios, porém, vão além dos aspectos físicos e motores, e, especialmente em casos de TEA (Transtorno do Espectro Autista), a equoterapia ajuda também a melhorar a interação social e resposta emocional, além de desenvolver a linguagem. Isso é feito através do laço entre o cavalo e o praticante, além do ambiente social do centro, repleto de profissionais especializados e outros alunos.

Sobre o CEJ/CAJ
O maior centro de equoterapia da América Latina, o Centro de Equoterapia de Jaguariúna (CEJ), em conjunto com o Centro de Referência do Autismo (CAJ), atende cerca de 350 famílias no interior de São Paulo. Os atendimentos são realizados através de quatro frentes: parcerias com as Prefeituras que disponibilizam vagas através do sistema SUS, parceria com empresas que patrocinam vagas através do plano de responsabilidade social, convênio com planos de saúde e vagas particulares. Nos espaços, os praticantes e pacientes recebem atendimento completo, com psicopedagogos, médicos psiquiatras, terapeuta ocupacional, fisioterapeutas, entre outros profissionais.

Mídias Sociais do CEJ
Instagram: https://www.instagram.com/cej_jaguariuna/
Facebook: https://www.facebook.com/cej.centrodeequoterapiadejaguariuna/
Linkedin: https://www.linkedin.com/company/centro-de-equoterapia-de-jaguariuna/
https://www.centrodeequoterapia.org/

Mídias Sociais do CAJ
Instagram: https://www.instagram.com/caj_jaguariuna/
Linkedin: https://www.linkedin.com/company/caj-centro-de-refer%C3%AAncia-do-autismo-de-jaguari%C3%BAna/
https://www.centrodeautismo.com.br/

Foto: Andressa Cruz.

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Jaguariúna

Espetáculo “A Bruxinha que era boa” é a diversão do feriado para a criançada de Jaguariúna

Redação Gazeta Regional

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O feriado da criançada de Jaguariúna será de pura diversão com o espetáculo que a Secretaria Municipal de Turismo e Cultura traz no Teatro Municipal. A peça “A bruxinha que era boa” será apresentada gratuitamente no sábado, 30, às 15h.

A peça infantil também promete agradar os adultos com a história de uma bruxinha que fala sobre a luta entre o bem e o mal mas também sobre inclusão e exclusão social. Bastante dinâmico o espetáculo é uma mistura de teatro com dança e muita coreografia.

Para conferir essa apresentação é preciso retirar o ingresso com uma hora de antecedência na bilheteria do teatro. O teatro municipal de Jaguariúna fica na rua Alfredo Bueno, 1.151, Centro.

A Bruxinha que era boa
Na escolinha de bruxas da floresta, todas as bruxas têm uma só maneira de ser, de vestir e viver. Agem, se manifestam, pensam e respondem de forma igual.

Mas, entre tantas, há uma bruxa diferente: a Bruxinha Ângela. Seu amor à liberdade, o sonho de voar de vassoura a jato por sobre as árvores maiores, faz com que ela não seja atingida pela “iniciação” a que todas bruxinhas são submetidas.

Ângela é uma bruxa que dá respostas diferentes as do seu grupo. E assim, como castigo deve ser excluída da turma.

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Jaguariúna

Vereadores contemplam 16 mulheres com a “Medalha Vereadora Adna Hossri Faria”

Redação Gazeta Regional

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A Câmara Municipal de Jaguariúna realizou nesta quarta-feira, 27, sessão solene de entrega da “Medalha Vereadora Adna Hossri Faria” a 16 mulheres, indicadas pelos vereadores, com atuação de destaque e relevantes serviços prestados ao município. As homenageadas foram: Irma Abrucezi Santiago, Doralice Carvalho Mineiro, Lurdes Inês Carvalho Mineiro, Vera Lúcia Carvalho Mineiro (in memorian), Neuza Campos Santos (in memorian), Maria de Fátima Rodrigues Bezerra, Ivani Aparecida Conti Moreira, Alzira Eleani de Campos Souza Venturini, Sônia Maria dos Santos, Marcia Josele Hossri Faria Coelho, Alessandra Braga de Morais, Veridiana Mellilo, Ana Salete de Oliveira Cavalcanti, Laura Umbelina Santi, Maria de Fátima de Oliveira e Laura Batista.

O Projeto de Resolução 07/2019, da Mesa Diretora, que institui a Medalha “Vereadora Adna Hossri Faria”, foi aprovado em abril de 2019. A homenagem é realizada anualmente, em solenidade especial, com entrega de medalha acompanhada de diploma, assinada pela Mesa Diretora e pelo vereador autor do Decreto Legislativo, certificando sua concessão, e contendo o nome da homenageada.

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