Entretenimento
Outono acende alerta para gripe e alergias respiratórias em crianças
Pediatra reforça importância da vacinação precoce diante do aumento da circulação do vírus influenza em 2026
A queda das temperaturas marca o início de um período previsível e, muitas vezes, subestimado na saúde infantil. É no outono que a circulação do vírus influenza começa a subir no Brasil. Dados históricos do Ministério da Saúde mostram que, no Brasil, a circulação do vírus influenza se intensifica no outono, com pico entre abril e junho, mantendo-se elevada durante o inverno
Em 2026, o cenário acendeu um alerta internacional, com aumento da circulação do vírus influenza A (H3N2) e início precoce da temporada em alguns países. Não significa, necessariamente, um surto mais grave, mas reforça a importância da preparação e da prevenção.
Por isso, a recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) é clara: antecipar a proteção das crianças e dos grupos de risco, como idosos, pacientes crônicos e gestantes.
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A pediatra e docente do curso de Medicina do Centro Universitário Max Planck (UniMAX Indaiatuba), Dra. Lívia Franco, reforça a vacinação precoce contra a gripe como a melhor estratégia, chamando atenção para o grupo mais vulnerável: as crianças, especialmente as menores de cinco anos. “Nessa faixa etária, o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento. Soma-se a isso a maior exposição em ambientes coletivos, como escolas e creches, além de comportamentos típicos da infância, como levar mãos e objetos à boca e o contato físico frequente. Muitas vezes, são as crianças que levam o vírus para casa, transmitindo inclusive aos avós, outro grupo vulnerável”, alerta.
Essa combinação favorece a transmissão e aumenta o risco de complicações. A influenza, inclusive, não é um quadro leve por definição. A doença pode evoluir para pneumonia e síndrome respiratória aguda grave e, quanto menor a criança, maior o risco. “Por isso, a vacinação é a principal forma de prevenção”, enfatiza.
A campanha de vacinação contra a gripe no Brasil realizada pelo Ministério da Saúde na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), tem início previsto para o fim de março, com ampliação ao longo das semanas nas unidades básicas de saúde (UBSs). O Instituto Butantã deve entregar 70 milhões de doses com o objetivo de garantir proteção antes do aumento expressivo de casos.
Isso porque a vacina leva, em média, duas semanas para gerar resposta imunológica adequada. Porém, na rede privada, a vacina fica disponível ao longo do ano. Outro ponto que deve ser reforçado é que a vacinação deve ser realizada anualmente. “O vírus influenza é mutante, por isso a vacina é reformulada todos os anos, justamente para acompanhar as novas cepas em circulação” explica a pediatra Dra. Lívia Franco. Neste ano, a vacina do SUS inclui cepas atualizadas do vírus influenza, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde.
Vacina do SUS e da rede privada: há diferenças, mas ambas protegem
No Brasil, a vacina oferecida gratuitamente nas UBS é a trivalente, que protege contra três cepas do vírus (geralmente dois tipos A, como H1N1 e H3N2, e um tipo B). Na rede privada, a versão mais comum é a tetravalente, que inclui uma cepa adicional de influenza B.
A Dra. Lívia Franco esclarece que na prática, ambas são eficazes e seguras, e a escolha não deve ser um impeditivo para a vacinação. “Estar vacinado é o que realmente reduz o risco da doença e complicações. Outro ponto que preciso enfatizar é que a vacina não causa gripe, pois é produzida com vírus inativado. Não tem capacidade de provocar a doença.”
Os casos em que a criança “fica gripada” após a vacinação, costumam ter outras explicações: infecção prévia ainda sem sintomas, exposição ao vírus antes do tempo necessário para proteção ou até mesmo um resfriado causado por outros vírus, caracterizando um resfriado. “E, mesmo quando a infecção acontece após a vacinação, o quadro tende a ser mais leve, com menor risco de evolução grave”, esclarece a médica.
Também é importante destacar que gripe e resfriados são doenças diferentes, com sintomas distintos. A gripe costuma surgir de forma súbita, a criança apresenta febre alta, dores no corpo, dor de cabeça, prostração, queda no estado geral e crianças pequenas ainda podem apresentar vômitos e recusar alimentos. Já o resfriado é mais leve, progressivo, com sintomas predominantemente nas vias aéreas superiores, como coriza e congestão nasal, e menor impacto no organismo, com duração menor.
Cuidados e sinais de alerta
Os cuidados em ambos os casos incluem hidratação, controle da febre com medicação prescrita, repouso e lavagem nasal frequente com soro fisiológico. A medicação apenas alivia os sintomas e não é capaz de eliminar o vírus do organismo, mas a avaliação médica é necessária se surgirem sinais de alerta, como dificuldade para respirar, sonolência excessiva, recusa alimentar ou piora da febre e da prostração. “Neste caso é preciso procurar ajuda médica imediatamente, principalmente no caso de crianças, idosos e gestantes”, alerta Lívia.
Segundo orientações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) a distinção entre gripe e resfriado é importante, pois no outono há outros fatores envolvidos: as alergias e a asma que são as outras protagonistas da estação.
Rinite alérgica e asma também aumentam no outono, e frequentemente confundem os pais por causa dos sintomas semelhantes. Coriza persistente, espirros, nariz entupido e tosse seca podem não ser infecção, mas uma resposta do organismo a algum agente alérgeno. A estação favorece esse cenário: ambientes mais fechados, tempo seco, menor ventilação e o uso de cobertores, casacos e edredons guardados aumentam a exposição a ácaros e poeira. Em crianças com histórico de alergia ou asma, isso se traduz em piora dos sintomas e maior risco de crises. “Por isso, os cuidados devem ser habituais: higienizar roupas de frio antes do uso, manter ambientes ventilados, a casa limpa e, principalmente, seguir corretamente o tratamento de controle indicado pelo pediatra da sua criança faz toda diferença. Prevenir é fundamental”, orienta Lívia Franco.
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Entretenimento
Dudu Lopes está em 7º na classificação geral da F4 Júnior no Campeonato San Marino de Kart
Campineiro, de 14 anos, garantiu P3 na tomada de tempo e protagonizou um desempenho consistente na 4ª etapa do único campeonato federado do interior paulista
O campineiro Dudu Lopes (Logos Materiais Elétricos / Nathiflex / Wale Conduletes / Vida Fora das Pistas), de 14 anos, mostrou velocidade e poder de recuperação na disputa da 4ª etapa do Campeonato San Marino 2026 pela categoria F4 Júnior, no último sábado (9), em Paulínia (SP). O jovem piloto encerrou a etapa na 7ª colocação da classificação geral da categoria, somando 95 pontos.
Dudu começou a etapa em alta, ao garantir a terceira posição na tomada de tempos. Na primeira corrida, perdeu a posição logo nas voltas iniciais, mas se manteve focado e protagonizou uma das disputas mais intensas da prova contra João Lucas Costa, retomando o terceiro lugar e sustentando o ritmo até a bandeirada final, consolidando um desempenho competitivo.
Na segunda prova, também caiu para a quarta posição, após a largada, mas manteve o mesmo foco e ritmo forte, conseguindo retornar ao primeiro pelotão e sendo lembrado durante a transmissão oficial da prova, pelo desempenho consistente ao longo da corrida. Pouco depois, no entanto, Dudu enfrentou problemas no kart e precisou abandonar a disputa antes do encerramento. Apesar do contratempo, foi novamente citado na transmissão como um dos competidores mais rápidos da etapa na F4 Júnior.
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“Fico feliz porque consegui andar bem e mostrar velocidade nas duas corridas. A tomada de tempo foi boa e consegui brigar lá na frente. Claro que o abandono na segunda corrida foi ruim, porque eu acho que dava para terminar entre os primeiros, mas faz parte do automobilismo. Saio dessa etapa com mais confiança e ainda mais motivado para as próximas corridas do campeonato”, avaliou Dudu Lopes.
Trajetória no kartismo
O jovem piloto carrega uma forte tradição familiar no kartismo. Neto de Fernando Lopes, apaixonado por mecânica, e filho de Eduardo Lopes, ex-piloto com mais de 30 anos de experiência nas pistas de kart, Dudu iniciou no esporte aos seis anos de idade. Após um período afastado, durante a pandemia, retomou a carreira em 2024, motivado pelos treinos em simulador e pelo incentivo da família.
Neste ano, o piloto traçou objetivos ambiciosos: brigar entre os protagonistas do Campeonato San Marino, disputar competições como a Copa São Paulo Light, em Interlagos, equivalente ao estadual; o Circuito Paulista de Kart, além de estrear no Campeonato Brasileiro de Kart, previsto para novembro, no Kartódromo Internacional Speed Park, em Birigui (SP) .
As empresas Logos Materiais Elétricos, Nathiflex, Wale Conduletes e Vida Fora das Pistas são as que apoiam a temporada de Dudu Lopes em 2026.
Fotos: Photorace | Fernando Camargo
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Entretenimento
Outono reforça desafios climáticos e amplia demanda por conforto térmico em ambientes coletivos
Com maior amplitude térmica em 2026 e avanço de doenças respiratórias, empresas intensificam investimentos em climatização eficiente
As oscilações de temperatura seguem como uma das principais características do outono brasileiro, mas em 2026 o cenário tem se mostrado ainda mais desafiador. Em comparação com 2025, especialistas apontam aumento na amplitude térmica diária, com variações que já superam os 15 °C em diversas regiões do país, além de maior frequência de frentes frias intercaladas com períodos de calor fora de época.
De acordo com projeções meteorológicas atualizadas, o padrão de irregularidade climática se intensificou neste ano. Enquanto em 2025 o outono já havia registrado alternância entre dias quentes e entradas de ar frio, em 2026 esse comportamento se mantém, porém com episódios mais extremos e maior persistência de tempo seco, especialmente no Sudeste e Centro-Oeste. No Sul, massas de ar frio continuam avançando com frequência, mas com quedas de temperatura mais acentuadas. Já nas regiões Norte e Nordeste, o calor segue acima da média, com chuvas irregulares.
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Além das mudanças climáticas, o período também acende o alerta para a saúde. Dados mais recentes do boletim InfoGripe, da Fiocruz, indicam que 2026 mantém a tendência observada em 2025 de alta circulação de vírus respiratórios. No ano passado, o Brasil registrou um volume expressivo de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), com predominância de vírus como o sincicial respiratório, rinovírus e influenza. Neste ano, os indicadores seguem em níveis elevados, impulsionados pelas variações térmicas e pela baixa umidade do ar, fatores que favorecem a transmissão.
“Quando comparamos 2026 com 2025, vemos um cenário mais crítico tanto do ponto de vista climático quanto sanitário. Isso reforça a importância de ambientes preparados para oferecer conforto térmico e qualidade do ar”, afirma o engenheiro Carlos Gusmão, gerente Comercial e de Projetos da Ecobrisa.
Diante desse contexto, Gusmão afirma que a empresa já sentiu aumento na procura por soluções eficientes em locais de grande circulação de pessoas, como por exemplo indústrias, escolas, shopping centers, academias e espaços de eventos. “São ambientes onde as pessoas permanecem por longos períodos e estão mais expostas às oscilações térmicas. Garantir condições adequadas deixou de ser apenas uma questão de conforto e passou a ser também de saúde”, destaca.
Os climatizadores evaporativos utilizam o princípio natural da evaporação da água para reduzir a temperatura, promovendo renovação constante do ar. O sistema acompanha as condições externas, evitando resfriamento excessivo e mantendo o ambiente mais equilibrado ao longo do dia.
Em cenários típicos do outono, com baixa umidade relativa do ar, a eficiência do sistema é ainda maior, proporcionando reduções significativas na temperatura interna e contribuindo para o bem-estar dos usuários. Outro ponto relevante é o consumo de energia. Em comparação aos sistemas convencionais de ar-condicionado, a tecnologia pode reduzir o gasto energético em até 95%, aliando eficiência operacional à sustentabilidade.
Para o especialista, muitas empresas têm se antecipado nessa época do ano para evitar gargalos comuns em períodos de alta demanda, como prazos mais longos para instalação, restrições de fornecimento e ajustes de mercado. “O outono sem dúvidas é o momento ideal para planejar e executar os projetos de climatização, porque permite que a operação esteja pronta para enfrentar os picos de calor com eficiência, previsibilidade e controle de custos”, conclui.
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4ª etapa do Campeonato San Marino reúne 63 pilotos e mantém alto nível das disputas em Paulínia
Rodada no Kartódromo Internacional San Marino mais uma vez teve disputas intensas e grids competitivos
O Campeonato San Marino realizou no último sábado, 09, a quarta etapa da temporada 2026 no Kartódromo Internacional San Marino, em Paulínia (SP). Com 63 pilotos inscritos distribuídos em 10 categorias, a competição manteve a boa média de participantes e reforçou o sucesso da terceira temporada do torneio, já consolidado como o maior e principal campeonato oficial de kartismo do interior de São Paulo.
Mais uma vez, o público presente acompanhou corridas equilibradas, disputas intensas e grids competitivos ao longo de todo o dia. Em praticamente todas as categorias, os pilotos protagonizaram grandes “pegas”, evidenciando o alto nível técnico da competição em 2026.
Na F4 Senior, o multicampeão Alain Sisdeli garantiu a vitória da etapa, seguido por Davi Pisani e João Gabriel. Já na F4 Super Senior, Maurício Guzzo conquistou o topo do pódio, com Rodrigo De Giovanni em segundo e Rene Rocha fechando os três primeiros.
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A F4 Grand Super Senior teve Marcelo Valle como vencedor da etapa, seguido por Marcelo Arruda, Gustavo Mattedi e João Alexandre. Na F4 60+, Adilson Alencar confirmou a vitória da categoria. Na F4 Graduado, Guilherme Bailon venceu a etapa.
Entre os pilotos da F4 Júnior, Pietro Belizario levou a melhor após boas disputas ao longo das baterias. Fran Infanger terminou na segunda colocação, seguido por João Lucas Costa, Lucas Perini e Leo Weyler.
A categoria Mirim voltou a proporcionar corridas equilibradas e muita emoção. Augusto Nogueira conquistou a vitória da etapa, com Anthony Conche em segundo, Noah Herman em terceiro, Max Maximino em quarto e Ricco Ferri completando o Top 5.
Na Cadete, Luiz Moro foi o vencedor após mais uma atuação consistente. Inácio Lopes terminou em segundo, seguido por Antonio Rovai, Joaquim Davo e Gui Giusti.
Com um dos grids mais competitivos do campeonato, a F4 Sprinter entregou grandes disputas do início ao fim. Juliano Pinto conquistou a vitória da etapa, seguido por Feliphi Frois, Rafael Schincariol, Rapha Fiore e Lorenzo Mazzetti.
Fechando a programação, a categoria Shifter teve João Fornaro como vencedor. Nicolas Fabris terminou na segunda colocação, com Marcelo Arruda em terceiro e Rodrigo De Giovanni em quarto.
“O campeonato vem apresentando uma evolução muito grande a cada temporada. Estamos vendo grids cada vez mais competitivos e novos pilotos dentro da pista. Essas quatro primeiras etapas mostraram o quanto o Campeonato San Marino cresceu e se consolidou no kartismo paulista. Isso é resultado do trabalho de toda a equipe, dos parceiros e, principalmente, da confiança dos pilotos e equipes que acreditam no nosso projeto”, destacou Paulo Maso, gestor do Kartódromo Internacional San Marino.
O Campeonato San Marino conta com supervisão, vistoria técnica e diretores de prova da Federação de Automobilismo de São Paulo (FASP), além de motores RBC lacrados e sorteados, transmissão ao vivo de todas as etapas no YouTube do kartódromo, cobertura fotográfica profissional e ampla divulgação na imprensa especializada e regional. A quinta etapa da temporada está marcada para o próximo dia 6 de junho.
O campeonato tem o apoio de Mega Kart, Kart Machine, Dias Diesel, ToyKids, Hello Next, YHBrasil e Gandolfo Estúdio.
Confira os resultados de pódio:
F4 SENIOR
1º Alain Sisdeli
2º Davi Pisani
3º João Gabriel
F4 SUPER SENIOR
1º Maurício Guzzo
2º Rodrigo De Giovanni
3º Rene Rocha
F4 GRAND SUPER SENIOR
1º Marcelo Valle
2º Marcelo Arruda
3º Gustavo Mattedi
4º João Alexandre
F4 60+
1º Adilson Alencar
F4 GRADUADO
1º Guilherme Bailon
F4 JUNIOR
1º Pietro Belizario
2º Fran Infanger
3º João Lucas Costa
4º Lucas Perini
5º Leo Weyler
MIRIM
1º Augusto Nogueira
2º Anthony Conche
3º Noah Herman
4º Max Maximino
5º Ricco Ferri
CADETE
1º Luiz Moro
2º Inácio Lopes
3º Antonio Rovai
4º Joaquim Davo
5º Gui Giusti
F4 SPRINTER
1º Juliano Pinto
2º Feliphi Frois
3º Rafael Schincariol
4º Rapha Fiore
5º Lorenzo Tozoni Mazzetti
SHIFTER
1º João Fornaro
2º Nicolas Fabris
3º Marcelo Arruda
4º Rodrigo De Giovanni
Fotos: Fernando CamargoTexto: Práxis Mídia
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