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Campinas

Bloqueios nas estradas da região de Campinas crescem e entram no 2º dia; veja a situação

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Rodovia Santos Dumont também está bloqueada; há três pontos de interdição próximos aos município

Os bloqueios nas rodovias da região de Campinas entram no segundo dia nesta terça-feira, dia 01. Boletim da concessionária CCR Autoban, que administra as rodovias Anhanguera e Bandeirantes, confirma interdições em três pontos da RMC: nos quilômetros 104, altura de Nova Aparecida, e 99, perto do Trevo da Bosch, da Rodovia Anhanguera, e no quilômetro 107 da Rodovia dos Bandeirantes, perto de Hortolândia. Também há bloqueios próximo a Jundiaí e Limeira, ambos na Anhanguera. Na Rodovia Santos Dumont, em Indaiatuba, o trânsito também foi fechado agora pela manhã, assim como na Dom Pedro, em Atibaia e Itatiba.

Manifestantes bolsonaristas contrários à eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciaram o movimento de paralisação ainda na manhã de segunda-feira. Na Rodovia Anhanguera, o primeiro ponto de bloqueio, em Limeira, segue interditado nesta terça-feira. Segundo a Autoban, as pistas norte e sul estão fechadas por manifestantes no quilômetro 148 desde as 12h41 de segunda.

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou o total desbloqueio das rodovias federais que registraram paralisações de caminhoneiros. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e as policias militares estaduais deverão cumprir a decisão.

No km 104 da Anhanguera, em Nova Aparecida, os bloqueios são na pista sul (sentido Capital), com duas faixas fechadas e uma faixa liberada, e na pista norte (sentido interior) bloqueada. O trânsito na via marginal está liberado. A Autoban informa três quilômetros de congestionamentos.

Também desde a tarde de segunda, manifestantes bloqueiam a Rodovia dos Bandeirantes, no km 107. A pista norte (sentido Interior) segue bloqueada, enquanto a pista sul (capital) foi liberada.

Em Campinas, no quilômetro 99 da Anhanguera, perto do Trevo da Bosch, a pista norte (sentido Interior) continua bloqueada por manifestantes. Também está parado o trânsito perto de Jundiaí, no km 53 da Anhanguera, nos dois sentidos.

De acordo com a Rota das Bandeiras, que administra as rodovias do eixo da Dom Pedro, a manifestação prossegue na Rodovia Zeferino Vaz. Uma faixa foi liberada em cada sentido da via, no km 152, em Artur Nogueira. A concessionária diz que não há outros pontos de bloqueio na rodovia.

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Na Rodovia Dom Pedro, as pistas foram bloqueadas em dois trechos próximos a Campinas. No km 70, em Atibaia, sentido Campinas, a concessionária sugere aos motoristas usar o desvio no km 68, para retorno ou acesso ao município. Na pista sul (sentido Jacareí): desvio no km 72, para a Fernão Dias. No km 105, em Itatiba, também há bloqueio.

Agora pela manhã, bolsonaristas também interditaram a Rodovia Santos Dumont, em Indaiatuba, na altura da fábrica da Toyota. Os dois sentidos estão bloqueados. Há relatos de motoristas de que os carros tentam sair da rodovia pelo acostamento, na contramão.

CONFIRA A ATUALIZAÇÃO MANIFESTAÇÕES POPULARES
Situação às 6h20 desta terça-feira, 01
Rodovia: SP-330 – Anhanguera – km 148
Data início: 31/10/2022
Horário de início: 12h41
Cidade: Limeira-SP
Situação: pista norte e sul bloqueadas por manifestantes no 14
Reflexo: congestionamento pista norte (sentido interior) do 142 ao 148 e pista sul (sentido Capital) do 153 ao 148

Rodovia: SP-330 – Anhanguera – km 10
Data início: 31/10/2022
Horário de início: 16 horas
Cidade: Campinas-SP
Situação: pista sul (sentido Capital) com 2 faixas fechadas e 1 faixa liberada e pista norte (sentido interior) bloqueada com trânsito liberado na via marginal
Reflexo: congestionamento do km 107 ao km 104 na pista sul e do km 103 ao 104 da pista norte

Rodovia: SP-348 – Bandeirantes – km 107
Data início: 31/10/2022
Horário de início: 16h35
Cidade: Hortolândia-SP
Situação: pista norte (sentido Interior) bloqueada e pista sul foi liberada
Reflexo: congestionamento do km 104 ao 107 da pista norte (sentido interior)

Rodovia: SP-330 – Anhanguera – km 53
Data início: 31/10/2022
Horário de início: 17h09
Cidade: Jundiaí-SP
Situação: pista norte e sul bloqueadas por manifestantes
Reflexo: congestionamento do km 55 ao km 53 na pista sul (sentido Capital) e do km 50 ao km 53 na pista norte (sentido Interior)

Rodovia: SP-330 – Anhanguera – km 99
Data início: 31/10/2022
Horário de início: 19h22
Cidade: Campinas-SP
Situação: pista norte (sentido Interior) bloqueada por manifestantes
Reflexo: congestionamento do km 98 ao km 99

Rodovia Zeferino Vaz
Km 152, altura de Artur Nogueira
Uma faixa foi liberada em cada sentido da via

Rodovia Santos Dumont
KM 48, altura da fábrica da Toyota
Rodovia fechada nos dois sentidos

Rodovia Dom Pedro
Km 70, em Atibaia
Km 1205, em Itatiba

Fonte: HoraCampinas

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Campinas

Em Campinas, Ipem-SP realizará verificação de radares

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O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, e órgão delegado do Inmetro, que tem como objetivo promover a confiança nas relações de consumo, fará verificação metrológica na próxima segunda-feira, 24 de agosto, a partir das 9h, nos radares instalados nos seguintes endereços em Campinas, cidade localizada a 99 km da capital. Serão eles:

– Avenida Theodureto de Arruda Camargo, próximo ao nº 1.500, sentido centro;

– Avenida Theodureto de Arruda Camargo, próximo ao nº 1.499, sentido centro;

– Avenida das Amoreiras, próximo à rua Itapecerica da Serra, sentido bairro;

– Avenida Dermival Bernardes Siqueira, próximo ao Condomínio Lugano, sentido bairro.

Diariamente, o Ipem-SP realiza a verificação metrológica dos radares, instrumentos utilizados para medir e registrar velocidade destinados ao monitoramento do trânsito, em todo o Estado de São Paulo. Conforme a portaria Inmetro 158/2022, é obrigatória a verificação metrológica uma vez por ano ou toda vez que o equipamento passar por reparo.

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Os radares de velocidade têm o objetivo de reforçar a segurança viária através do monitoramento constante de vias e rodovias, prevenindo acidentes e contribuindo para a proteção do cidadão, fazendo com que os condutores respeitem o limite de velocidade permitido.

A verificação metrológica no radar leva de 20 minutos até uma hora. A ação envolve os fiscais do Ipem-SP e a equipe da empresa responsável pelo instrumento.

Em caso de chuva, a verificação é cancelada. O cancelamento também pode ocorrer poucas horas antes do agendado, conforme solicitação dos agentes de trânsito ou empresa responsável pelo equipamento.      

Caso o equipamento seja aprovado, recebe um certificado válido por um ano. Quando há reprovação a empresa fabricante é notificada a corrigir o erro.     

Em caso de excesso de velocidade, para aplicação de multas, o equipamento precisa estar verificado pelo Ipem-SP.       

A ação será realizada pela equipe de fiscalização da regional em Campinas.  

Em 2025, o Ipem-SP verificou 8.624 radares nos 645 municípios que compõem o Estado de São Paulo. 

Interessados em acompanhar a verificação dos radares devem acionar a Assessoria de Imprensa do instituto.    

A verificação metrológica     

O radar, expressão em inglês radio detection and rangig, é um aparelho que localiza objetos a longa distância utilizando ondas eletromagnéticas. Possui antena emissora/receptora de ondas de rádio que se propagam até atingirem o alvo, retornando ao radar. A diferença de tempo de ida e de volta da onda determina a distância ou a velocidade do objeto. Portanto, nem todos os medidores de velocidade que chamamos de “radar” são radares de fato. Veja:    

Medidor por radar propriamente dito: transmite e recebe ondas contínuas na faixa de micro-ondas, propiciando a medição da velocidade do veículo alvo através do efeito Doppler.      

Medidor óptico: projeta um feixe de luz (laser) no veículo alvo, e a medição é feita pelo processamento da energia por ele refletida.      

Medidor de sensores de superfície: utiliza sensores instalados na superfície da via que detectam a passagem do veículo. A medição é feita em função do tempo de passagem do veículo entre dois sensores cuja distância entre eles é fixa e conhecida.   

Em geral, os medidores são constituídos por:     

– Dispositivo de detecção, que identifica as distâncias necessárias para o cálculo da velocidade dos veículos.      

– Dispositivo de medição, constituído por micro processador e software que capta os dados do sistema de detecção e efetua o cálculo da velocidade.     

– Dispositivo de processamento, constituído por um processador e software dedicado ao controle do sistema.     

– Dispositivo de armazenamento, que registra e armazena os dados referente à medição.    

– Dispositivo de registro óptico, constituído por câmera fotográfica ou de vídeo capaz de identificar o veículo.    

Os medidores podem ser fixos, portáteis (tipo pistola), móveis (instalados em veículos em movimento) ou estáticos (sobre suporte que pode ser deslocado de um ponto para outro). No Estado de São Paulo é o Ipem-SP que fiscaliza todos esses instrumentos e verifica se apresentam medições corretas. A verificação dos instrumentos em operação é feita uma vez ao ano (verificação periódica), ou sempre que sofrem manutenção ou transferência de local de instalação (verificação eventual).     

As verificações metrológicas são realizadas com a utilização de uma viatura oficial, dotada de medidor de velocidade de alta precisão previamente calibrado (padrão). Os ensaios são realizados em cinco velocidades diferentes. Após a passagem da viatura pelo medidor, os resultados registrados pelo seu sistema fotográfico são confrontados com os resultados obtidos pelo padrão do Ipem-SP.     

Os medidores aprovados recebem um laudo técnico com validade para um ano. Se forem reprovados, a empresa responsável pelo medidor é autuada e o equipamento é interditado.    

Vale lembrar que para as multas emitidas em função dessas medições serem legítimas, o medidor de velocidade precisa ter sido verificado e aprovado pelo Ipem-SP, e estar dentro do prazo de validade. Para saber se o medidor de velocidade está dentro da validade, acesse o Portal de Serviços do Inmetro nos Estados (PSIE). Acesse https://servicos.rbmlq.gov.br

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Campinas

Prefeito de Morungaba participa de reunião da RMC que debate inovação e ações contra extremos climáticos

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O prefeito de Morungaba, Luis Fernando Miguel, juntamente ao diretor de Planejamento, Marcel Assis, participou, na terça-feira, 18, da reunião do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas (CDRMC), realizada no espaço Mescla, no Campus 1 da PUC-Campinas. O encontro reuniu prefeitos e representantes dos municípios da região para discutir propostas de integração regional nas áreas de tecnologia, inovação, meio ambiente e enfrentamento aos eventos climáticos extremos.

Um dos principais assuntos da reunião foi a proposta apresentada por Campinas para a criação de um hub regional de tecnologia e inovação, com o objetivo de integrar os municípios da RMC e fortalecer o ambiente de ciência, tecnologia, empreendedorismo e atração de novos investimentos.

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A proposta prevê que os municípios avaliem a adoção de legislações e iniciativas que favoreçam a instalação e o desenvolvimento de empresas de tecnologia e inovação. Campinas também se colocou à disposição para compartilhar experiências e modelos de legislação relacionados a incentivos e ambientes de inovação, como a chamada lei de sandbox.

Durante a reunião, o prefeito de Campinas e presidente do Conselho da RMC, Dário Saadi, destacou a importância da atuação conjunta dos municípios para consolidar a região como um polo de tecnologia e inovação.

Para o prefeito Luis Fernando Miguel, a participação de Morungaba nas discussões do Conselho da RMC reforça a importância da integração entre os municípios e do planejamento conjunto de ações que possam contribuir para o desenvolvimento regional.

Outro tema de destaque foi a prevenção e o enfrentamento dos extremos climáticos, especialmente diante da chegada do fenômeno El Niño. Especialistas apresentaram aos representantes dos municípios informações sobre os possíveis impactos do fenômeno, incluindo períodos de temperaturas elevadas, ondas de calor, riscos de incêndios e a possibilidade de ocorrência de temporais intensos.

A orientação apresentada durante o encontro foi para que os municípios fortaleçam seus protocolos de prevenção e resposta, ampliando a integração entre as equipes de Defesa Civil e demais setores envolvidos na gestão de riscos.

Entre as iniciativas discutidas está a ampliação da atuação conjunta dos municípios da RMC em situações de emergência, com estruturas móveis de apoio, Centros de Operações de Emergência (COEs), monitoramento meteorológico e protocolos integrados para o combate a incêndios.

Morungaba já integra ações de cooperação regional, como o protocolo conjunto entre Campinas, Itatiba e Morungaba na região do Pico das Cabras, voltado ao apoio às operações de combate a incêndios.

Também foi apresentado o funcionamento do radar meteorológico da Unicamp, em operação desde dezembro de 2025 e com cobertura de até 100 quilômetros, além da implantação, por Campinas, de uma rede de 21 estações meteorológicas, das quais cinco já estão em funcionamento.

A reunião reforçou a importância da cooperação entre os municípios da Região Metropolitana de Campinas para a construção de soluções conjuntas, tanto no estímulo ao desenvolvimento econômico e tecnológico quanto na prevenção e resposta aos desafios ambientais e climáticos que afetam a região.

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Campinas

Voluntariado empresarial ganha força e mobiliza colaboradores da CPFL em Campinas

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No ano declarado pela ONU como o Ano Internacional do Voluntariado, iniciativa reforça movimento de empresas que ampliam o engajamento de colaboradores em ações de impacto social

Agosto, mês do voluntariado, chama a atenção para um movimento que vem ganhando força também dentro das empresas. Em São Paulo, o crescimento do número de organizações que apoiam práticas voluntárias mostra como o engajamento dos colaboradores com as comunidades e o terceiro setor tem conquistado espaço no ambiente corporativo.

Em Campinas, a CPFL Energia é um dos exemplos desse movimento. Neste sábado (15), cerca de 100 voluntários estarão mobilizados no bairro Monte Cristo, de Campinas/SP, para mais uma edição do Dia de Semear. A ação acontece na AMIC (Associação dos Amigos da Criança) e terá atividades de revitalização e integração com a comunidade.

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A programação inclui pintura, jardinagem, melhorias na infraestrutura e oficinas lúdicas, além de brincadeiras para as crianças da AMIC. A ação conta ainda com a parceria da Hamburgada do Bem, organização que se soma ao esforço coletivo para ampliar o impacto da iniciativa, fortalecendo uma rede de solidariedade capaz de gerar transformação social duradoura.

Mobilização que gera impacto
O Programa Semear, responsável pela realização do evento, já reúne mais de 2 mil voluntários e atua em parceria com 69 instituições sociais. Somente em 2026, foram mais de 50 ações realizadas, beneficiando 4.800 pessoas em diferentes cidades.

Durante agosto, o Dia de Semear acontece em várias localidades, ampliando uma mobilização que transforma a disposição dos colaboradores em ações concretas nas comunidades.

Esse avanço acompanha uma tendência observada no ambiente corporativo. “Com base em Censos e estudos, notamos que vem crescendo o voluntariado empresarial no estado de São Paulo. Nos últimos anos, aumentou cerca de 30% o número de empresas

apoiando essas práticas voluntárias, entendendo a importância dessa conexão com a comunidade ou terceiro setor de maneira relevante”, explica Roberta Nunes Barbosa, gerente executiva da ABRH-SP.

Para Roberta, os benefícios também se refletem dentro das organizações. Pesquisas mostram que o voluntariado contribui para desenvolver competências profissionais, como liderança, comunicação, empatia e tolerância, além de fortalecer o sentimento de pertencimento e o orgulho de fazer parte da empresa. “É uma iniciativa que gera impacto social, mas também ajuda a fortalecer a cultura interna e a formar profissionais mais engajados e conscientes do seu papel na sociedade”, completa.

“O Dia de Semear é a expressão mais visível de um movimento que acontece ao longo de todo o ano. Mobilizamos colaboradores, familiares, parceiros e instituições em ações que fortalecem as comunidades e ampliam oportunidades para quem mais precisa. É uma iniciativa que transforma os territórios, mas que também transforma as pessoas que participam dela”, destaca Natalia Tadokoro, gerente de sustentabilidade da CPFL Energia.

Programa Semear: voluntariado que conecta e transforma
Integrado à estratégia ESG da CPFL Energia, o Programa Semear conecta colaboradores e parceiros para gerar valor compartilhado com as comunidades em sua área de concessão. Além de mobilizar milhares de voluntários, fortalece vínculos comunitários e contribui para o desenvolvimento de competências e relações que ampliam o impacto social da companhia.

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