Campinas
Virada do trimestre: é hora de retomar o planejamento para a casa própria
Com as contas de Natal, material escolar, IPVA e IPTU para trás, chegou a hora de retomar os planos. Mas quatro em cada dez candidatos ao financiamento imobiliário ainda tropeçam na desorganização financeira, aponta o Creci-Regional Campinas
Os três primeiros meses do ano costumam ser uma maratona de despesas: contas com presentes de Natal parcelados, listas de material escolar e as inevitáveis faturas do IPVA e do IPTU. Para muitas famílias, só agora o orçamento começa a respirar. E é exatamente nesse momento que os especialistas recomendam retomar um projeto que, para quase metade dos brasileiros, ainda está na lista de desejos: a compra do imóvel próprio.
O alerta vem acompanhado de um dado que chama a atenção: de acordo com o Creci-Regional Campinas, 40% dos interessados em fechar um negócio imobiliário esbarram em entraves criados pela própria desorganização financeira. Atrasos no pagamento de contas e uso excessivo do cartão de crédito estão entre os principais obstáculos.
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O cenário para quem quer dar esse passo em 2026 é favorável. O último levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) registrou crescimento de 10,6% nos lançamentos de unidades residenciais e alta de 5,4% no volume de vendas em 2025, frente ao ano anterior. A pesquisa também revelou que 50% dos entrevistados pretendem comprar um imóvel nos próximos 24 meses, sendo que 48% apontam o apartamento próprio o mais desejado.
Ao longo de 2025, foram lançadas 453.005 unidades residenciais, das quais 426.260 foram comercializadas. O programa Minha Casa Minha Vida consolidou-se como principal motor do setor, respondendo por 52% dos lançamentos e 49% das vendas no último trimestre. No ano, o MCMV registrou 224.842 unidades lançadas, alta de 13,5% em relação a 2024, e avanço de 15,9% nas vendas, que totalizaram 196.876 unidades.
E o programa acaba de ganhar fôlego adicional. Na última semana de março, o Conselho Curador do FGTS aprovou a ampliação dos limites de renda e dos tetos de financiamento em todas as faixas do MCMV.
A mudança mais expressiva está na Faixa 4, voltada à classe média: o teto de renda sobe de R$ 12 mil para R$ 13 mil mensais e o valor máximo do imóvel financiado passa de R$ 500 mil para R$ 600 mil. Na Faixa 3, o limite de renda vai de R$ 8.600 para R$ 9.600 e o teto do imóvel sobe de R$ 350 mil para R$ 400 mil. As faixas 1 e 2 também tiveram seus limites de renda reajustados. As novas regras ainda vão ser pulicadas no Diário Oficial da União.
Com esse desempenho e as mudanças recém-aprovadas, o mercado projeta uma performance ainda mais promissora para 2026. O entusiasmo dos números, porém, não apaga um gargalo recorrente: a dificuldade de parte dos compradores em chegar ao financiamento com o histórico financeiro em ordem.
“Mesmo com condições para adquirir uma casa ou um apartamento, quatro em cada dez candidatos não conseguem ir adiante e aprovar um financiamento”, observa José Carlos Sioto, delegado do Creci-Regional Campinas.
Guilherme Bonini, Co-CEO da Longitude Incorporadora, enumera os fatores mais frequentes por trás desse cenário: renda declarada incompatível com os ganhos reais, movimentação financeira sem comprovação de origem, atrasos no pagamento de contas básicas, dívidas registradas no SPC/Serasa e uso excessivo do limite do cartão de crédito ou do cheque especial.
“Em muitos casos, o problema para a compra de um imóvel não é a renda do candidato”, afirma Bonini. “Grau de endividamento, prestações muito altas para honrar mensalmente, com comprometimento do salário, são alguns fatores levados em conta na aprovação de um financiamento.”
Foi observando essa realidade de perto que a Longitude desenvolveu uma abordagem que vai além da facilitação da entrada: a incorporadora passou a acompanhar o cliente também no planejamento financeiro, orientando-o desde a decisão de compra até a consolidação do financiamento.
Nos últimos dois meses, a empresa promoveu feirões de limpeza de nome e subsidiou até R$ 1.000 das dívidas de clientes com restrições de crédito de até R$ 3.000, ajudando a regularizar a situação e retomar o caminho para o financiamento. “Não basta tornar a entrada acessível. É preciso ajudar o cliente a se organizar para que ele consiga, de fato, conquistar o imóvel próprio. Esse é um diferencial que a Longitude construiu ao longo dos seus 14 anos de mercado”, diz Bonini.
O executivo recomenda que o consumidor comece criando um fluxo de caixa familiar, listando todas as despesas fixas e avaliando qual parcela mensal seria compatível com a renda. Quem carrega dívidas deve priorizar um plano de quitação, de forma a elevar o score de crédito antes de solicitar o financiamento.
A organização financeira, ressalta Bonini, não termina na assinatura do contrato. “A partir da assinatura com a incorporadora, a quitação do imóvel passa a ser um compromisso de muitos anos, que vai exigir da família a manutenção de um orçamento saudável, com controle rigoroso de gastos. Tudo isso para que o imóvel próprio não se torne um sonho irrealizável”, conclui.
Sobre a Longitude Incorporadora
Com 14 anos de atuação no mercado imobiliário, a Longitude Incorporadora atua na capital paulista e em mais de 20 cidades do interior de São Paulo, com foco prioritário no segmento econômico. Em 2025, comercializou 2.020 unidades, entre apartamentos e casas, e beneficiou 6.030 pessoas. Para 2026, a empresa prevê o lançamento de sete residenciais e a entrega das chaves de três empreendimentos.
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Campinas
A saúde não pode esperar: união regional e o fim da ambulancioterapia na RMC
Por: Gustavo Reis, ex-prefeito de Jaguariúna
Há momentos na vida pública que não saem da nossa cabeça. Uma delas foi quando ouvi um relato que me marcou profundamente: um ex-prefeito me contou que, certa noite, diante da angústia de um cidadão que não encontrava atendimento especializado em sua cidade, ele mesmo entrou na ambulância. Cruzou a rodovia ao lado do paciente rumo a Campinas, sentindo na pele cada solavanco e cada minuto de incerteza. Aquele relato ficou ecoando em mim. Não era apenas sobre uma viagem; era sobre a falência de um sistema que obriga o elo mais fraco a peregrinar em busca de socorro, enquanto os hospitais da nossa metrópole operam no limite do desumano.
Hoje, como alguém que dedica décadas à vida pública e à nossa Região Metropolitana de Campinas (RMC), sinto que esse eco encontrou ressonância na voz das ruas. Andando e conversando com as pessoas, oportunidade que meu atual trabalho me proporciona, tenho ouvido o que elas falam sobre seus desejos de melhoria na saúde. É aqui, na ponta, onde as maiores verdades aparecem. E algumas ideias são sugeridas como uma solução distante e irreal, mas mal sabem que os desejos têm poder.
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E é bem nesse período, em que estamos vivendo o processo da 18ª Conferência Nacional de Saúde, que o recado da população pulsa em mim: não podemos mais aceitar um sistema fragmentado. É por isso que defendo, com convicção técnica e urgência humana, a criação de um Consórcio Intermunicipal de Saúde para a RMC. Não é apenas uma ideia que vem da imaginação das pessoas, é uma ferramenta jurídica robusta, amparada pelas leis 8.080/90 e 11.107/05. Com o consórcio, as 20 cidades da nossa região deixam de ser ilhas isoladas para se tornarem um continente de proteção. Ele permite que as prefeituras dividam custos, realizem licitações conjuntas de medicamentos e, principalmente, compartilhem a responsabilidade pelos leitos de UTI e exames de alta complexidade. É o fim da “ambulancioterapia” e o início da gestão solidária.
Felizmente, essa luta já começou a dar frutos concretos. No último mês de abril, demos um passo histórico com o lançamento do edital de licitação para a construção do Hospital Metropolitano de Campinas. Estamos falando de um investimento de R$ 553 milhões do Governo do Estado — uma vitória da articulação política que ajudei a construir enquanto presidi o Conselho de Desenvolvimento da RMC.
Este hospital não será apenas um prédio; será o coração de um novo Quarteirão da Saúde no Parque Itália. Serão 400 novos leitos que servirão como um porto seguro para as 20 cidades da região, desafogando de vez a Unicamp e o Mário Gatti. Ao lado do AME e do Mário Gattinho, o Hospital Metropolitano será a resposta estrutural ao sofrimento de quem hoje espera horas por uma vaga.
A política só faz sentido quando humaniza a vida. A união entre a infraestrutura que estamos construindo (o Hospital Metropolitano) e o modelo de gestão que precisamos adotar (o Consórcio) é o caminho para que nenhum prefeito — e, principalmente, nenhum cidadão — precise novamente entrar em uma ambulância por falta de esperança local. A saúde na RMC precisa ser uma rede que ampara, não um labirinto que confunde. Seguimos ouvindo as ruas, transformando relatos em editais e esperança em leitos.
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Campinas
Campinas: Governo de SP investe em novas creches e amplia vagas para a primeira infância
A construção das unidades proporciona mais autonomia para as mães que podem trabalhar enquanto as crianças se desenvolvem; Em todo o Estado, o governo entregou 7.114 obras com aporte de R$ 3,3 bilhões
Em 40 meses de gestão, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) entregou dez unidades do Programa Creche Escola na região de Campinas. O investimento de R$ 24,6 milhões possibilitou a abertura de 1.180 vagas na educação infantil nas cidades de Americana, Campinas, Cordeirópolis, Itatiba, Jaguariúna, Nazaré Paulista, Pedreira, Serra Negra, Tuiuti e Vargem Grande do Sul.
Na região de Campinas, entre janeiro de 2023 e abril de 2026, foram destinados cerca de R$ 416,3 milhões para obras de infraestrutura de escolas. No período, 948 intervenções foram realizadas, impactando 513 prédios escolares de 77 municípios. Há, ainda, outras 133 obras em andamento na região.
Mais entregas
Para a primeira infância, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) entregou 92 unidades do Programa Creche Escola em todo o estado. O investimento de mais de R$ 255 milhões possibilitou a abertura de 12,3 mil vagas na educação infantil em 90 cidades paulistas.
Em 40 meses, 7.114 obras foram realizadas em escolas em toda a rede estadual de ensino, totalizando aporte superior a R$ 3,3 bilhões. As intervenções contemplaram 3.574 prédios escolares de 576 municípios. Outras 1.100 novas obras estão em andamento.
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Fabricio Moura Moreira, presidente da FDE, destaca o aporte em infraestrutura escolar na gestão do governador Tarcísio de Freitas. “Esses investimentos são muito importantes para garantir que o nosso estudante e o nosso professor tenham boas condições para que o processo de ensino e aprendizagem possa acontecer. A gente está muito focado em reformar e melhorar as condições das nossas escolas, investindo em todos os programas para garantir que as escolas estaduais estejam em plenas condições para receber os nossos estudantes”. Ele ressalta também o papel do estado na parceria com as prefeituras gerando vagas na educação infantil: “Foram destinados R$ 255 milhões para creches, investimento para que as crianças possam ter um bom acolhimento e se desenvolver desde pequenas. E os pais conseguem sair para trabalhar com tranquilidade, sabendo que seus filhos estão sendo bem cuidados”.
Os serviços incluem reformas de quadras esportivas, cozinhas, refeitórios e salas de aula que atendem estudantes do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, além da recuperação de fachadas e telhados, melhorias de acessibilidade e implantação de climatização nas unidades.
Três gerações na escola
Por incentivo da mãe, Quitéria Ana Barros de Almeida, Priscila de Almeida se tornou professora e leciona língua portuguesa na Escola Estadual Professora Mathilde Teixeira de Moraes, em Bragança Paulista. “Sou apaixonada pela minha profissão e devo tudo isso ao incentivo da minha mãe”, conta ela. A matriarca dedicou sua vida profissional como servente na Escola Municipal Professora Iracema Cunha Lima, em Tuiuti, e este ano foi homenageada ao dar o nome à nova Creche Municipal Quitéria Ana Barros de Almeida, no mesmo município.
“Sinto uma emoção profunda, misturada com gratidão e orgulho. Minha mãe sempre foi exemplo de força, cuidado e dedicação, valores que combinam perfeitamente com a Creche Escola, onde o carinho e a educação caminham juntos. Ver o nome dela eternizado ali é como ver a sua essência de continuar acolhendo, inspirando e protegendo tantas famílias e ela sempre foi uma ‘mãezona’, não somente minha, mas das minhas amigas e todos os alunos que passaram pelo caminho dela”, relata Priscila, que é mãe do Matheus, de 15 anos de idade, e de Helena, de 1 ano.
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Campinas
Ex-prefeito de Jaguariúna Gustavo Reis fala na série testemunhos da ADCE Campinas
Palestra acontece no dia 18 de maio
Prefeito de Jaguariúna (SP) por três mandatos (2009-2012, 2017-2020 e 2021-2024), o político Gustavo Reis (PSD) participa da série de testemunhos da Regional Campinas da Associação de Dirigentes Cristãos de Empresa (ADCE), no dia 18 de maio (segunda), às 19h30. Liderança regional, Reis presidiu o Conselho da RMC (Região Metropolitana de Campinas) por cinco vezes, foi vice-presidente de Telecomunicações da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e atualmente é vice-presidente da Associação Paulista de Municípios (APM). Nascido em Santos em 1º de novembro de 1971, ele é bacharel em Direito, pós-graduado em Direito do Trabalho e autor do livro Cooperativa de Trabalho: Problema ou Solução?
A palestra gratuita acontece no Centro Pastoral Monsenhor Fernando de Godoy Moreira, na Avenida Hermas Braga, 186 – próximo ao Santuário Santa Rita de Cássia, em Campinas. Participam também do evento, o diretor da ADCE Campinas, Paulo Roberto Toledo Corrêa e o reitor do Santuário de Santa Rita de Cássia, padre José Trasferetti. Toledo Corrêa afirmou que essa série de testemunhos pessoais de lideranças empresariais e políticas chega a marca de 25 palestrantes.
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A carreira política de Gustavo Reis, iniciada como vereador, é marcada por uma gestão executiva de alta performance e reconhecimento internacional. Sob sua gestão, Jaguariúna alcançou o histórico índice de mortalidade infantil zero, que rendeu o Prêmio “Americas Award” da ONU (2010), como reconhecimento de governos que implementam políticas públicas exemplares, em linha com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
Na Educação, o Prouni Municipal, garantiu acesso ao ensino superior, além de implantar o sistema apostilado na rede pública e zerar a evasão escolar. No campo social, destacou-se pela Tarifa Social de Ônibus e por amplos projetos habitacionais.
Na sua gestão, Jaguariúna investiu no seu polo tecnológico. O Centro de Operações e Inteligência (COI) e a criação da Patrulha Maria da Penha elevaram o padrão de segurança pública. A cidade foi eleita, por cinco vezes consecutivas (2019 a 2023), como a Cidade Mais Inteligente e Conectada do Brasil (até 50 mil hab.) pelo ranking Connected Smart Cities.
Perfil – Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresa (ADCE), sociedade civil de caráter cultural e educativo e sem fins lucrativos, foi fundada no Brasil em 1961, inspirada no movimento internacional de empresários cristãos, que surgiu na França em 1927 com o nome UNIAPAC (International Christian Union of Business Executives). A ideia era reunir líderes empresariais que compartilhassem os valores cristãos e que buscassem aplicá-los em suas empresas e na sociedade em geral. Foi também uma resposta de empresários católicos na Europa à grande crise econômica e social decorrente da primeira Guerra Mundial. Inscrições – https://www.sympla.com.br/evento/adce-testemunhos-empresariais-gustavo-reis/3413188
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