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Brasil

Mega da Virada pode pagar maior prêmio da história

Redação Gazeta Regional

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A Mega da Virada entra em sua 13ª edição com a possibilidade de pagar o maior prêmio da história das loterias novamente. Até o momento, a Caixa prevê o pagamento acima da casa dos R$300 milhões no sorteio que acontece na última noite de 2020 – vale lembrar que o prêmio não acumula, independentemente de existir um acertador para as seis dezenas ou não.

Até hoje, o recorde de premiação da Mega da Virada pertence à edição de 2017, que pagou R$306 milhões a 17 apostadores. No ano seguinte, a principal loteria da América Latina teve prêmio de R$302 milhões e registrou o maior número de acertadores: 52. Já em 2013, a Mega teve o maior prêmio individual já pago na história, quando apenas 3 apostas levaram o prêmio de R$244 milhões – R$81 milhões para cada.

Dos 15 maiores prêmios distribuídos pela Mega-Sena desde 1996, dez saíram da Mega da Virada, que soma mais de R$2,6 bilhões distribuídos a 107 ganhadores. Nas últimas três edições a loteria superou a casa dos R$300 milhões no prêmio máximo.

Com os R$300 milhões previstos na premiação deste ano, é possível comprar 12 mil carros populares, cerca de 200 mil celulares no valor de R$1.500, ou ainda desfrutar de um rendimento mensal de R$ 500 mil ao mês ao aplicar em títulos Tesouro Selic, modalidade mais conservadora.

Quem quiser concorrer aos R$ 300 milhões da Mega da Virada tem até às 17h desta quinta-feira, 31, para fazer suas apostas em casas lotéricas, pelo portal Loterias Online, pelo aplicativo Loterias Caixa para iOS e Android e pelo Internet Banking Caixa, que é apenas para correntistas do banco. A aposta mínima, de seis dezenas, custa R$ 4,50. Quanto mais números o apostador marcar, maior o preço e também as chances de faturar o prêmio mais cobiçado do País. O sorteio acontece a partir das 20h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo da TV Globo, SBT, Record, Band e RedeTV!, além das redes sociais das Loterias Caixa (Facebook e YouTube).

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Mais cinco minutos na cama ou exercício físico? Saiba quais os prejuízos em abandonar os treinos quando as baixas temperaturas chegam

Paula Partyka

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É preciso se adaptar para ganhar! Veja o que fazer para que treinar no inverno e garanta resultados ainda melhores para você

Quando as temperaturas começam a baixar, geralmente no fim de junho com a chegada do inverno, é comum ver que algumas pessoas abandonam as atividades físicas. As caminhadas ou corridas, principalmente quando ao ar livre, são substituídas por mais alguns minutos na cama. Nas academias, a frequência de treinamento também diminui.

Ao mudar a rotina de atividades durante este período o corpo tende a manifestar algumas mudanças que podem se tornar problemas para a saúde. O condicionamento físico, por exemplo, é afetado e o gasto calórico diminui em um período que a ingestão de calorias naturalmente é maior. “Não é por acaso que temos mais fome no frio. O corpo humano precisa se manter mais aquecido, então precisamos de mais gordura naturalmente”, explica o Consultor de Performance, James Melo.

Ou seja, a inatividade pode aumentar o peso corporal, as dores musculares e de coluna e você também corre o risco de ter os níveis de colesterol e açúcares sanguíneos alterados. Com isso, a sua imunidade pode baixar e, lidar com as surpresas do inverno, como as gripes e resfriados, pode ser mais difícil.

Manter a rotina de exercícios pode ser um desafio, mas é fundamental. “Estar ativo no frio mantém seu corpo com menor risco de lesões por inatividade ou sedentarismo”, afirma James.

Além disso, o Consultor de Performance acredita que a maior motivação para se manter ativo durante o frio é saber que as atividades físicas promovem muito mais vantagens para sua saúde, qualidade de vida profissional, pessoal e muitas vezes até financeira, do que aquela preguiça que só gera frustração física, mental e emocional no futuro. “A escolha é sua”, afirma.

Mantenha o ritmo!
Fazer atividade física no inverno mantém sua mente e físico oxigenados, diminuindo o risco de elevação de fadiga por stress e aumenta a chance de manutenção de uma rotina produtiva pessoal e profissional.

James sugere que para driblar o frio você troque os horários dos treinos, mais tarde pela manhã ou mais cedo antes da noite, enquanto o clima não está tão frio. “A academia do prédio ou aquela do bairro podem ser alternativas para atividades índoor, com temperatura e horários mais controlados, pelo menos durante o inverno”, finaliza.

James Melo – CREF 002890-G/SP

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Santander é o banco oficial do Comida Di Buteco 2021

Redação Gazeta Regional

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Patrocínio reforça posicionamento como Banco da Gastronomia, em apoio às inovações gastronômicas como expressões culturais e empreendedoras;

Santander, reconhecido pelo seu apoio e atuação junto à cadeia produtiva gastronômica e empreendedora, é o Banco Oficial do Comida di Buteco 2021, que chega à sua 21ª edição, em uma disputa que elegerá o melhor boteco do Brasil. Pela primeira vez em sua história o concurso será feito em formato presencial e delivery, gerando uma nova opção de faturamento aos estabelecimentos participantes.

Entre 30 de julho (sexta-feira) e 22 de agosto (domingo), os estabelecimentos colocarão seus petiscos à prova do público para tentar levar o disputado título. Com o tema “Raízes”, os estabelecimentos desenvolverão receitas exclusivas que passarão pelo crivo do público e de um corpo de jurados regional e nacional, que avaliarão o estabelecimento em quatro categorias: Petisco; Atendimento; Higiene e Temperatura da bebida. Pela primeira vez em sua história, o concurso permitirá o formato delivery. Outras 20 cidades das cinco regiões brasileiras participam do concurso.

Clientes Santander têm 10% de desconto nos petiscos em grande parte dos estabelecimentos participantes, que terão um preço fixo no valor de R$27. Além disso, a Getnet será o meio de pagamento oficial.

Mais informações: comidadibuteco.com.br

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As melhores universidades do Brasil, segundo ranking britânico

Redação Gazeta Regional

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O Brasil é o país com o maior número de universidades que compõem a edição 2021 do ranking latino-americano do Times Higher Education (THE), um dos principais indicadores de educação superior do mundo.

Divulgado nesta terça-feira (13/7), o ranking é liderado pela Pontifícia Universidade Católica do Chile, que manteve a mesma posição pelo terceiro ano consecutivo.

Mas sete das demais universidades do top 10 são brasileiras — a começar pelas paulistas USP e Unicamp —, junto a uma universidade mexicana. A maioria das universidades brasileiras listadas no topo do ranking é pública.

Eis a lista das universidades latino-americanas mais bem avaliadas pelo THE:

1 – Pontifícia Universidade Católica do Chile

2 – Universidade de São Paulo (USP)

3 – Universidade de Campinas (Unicamp)

4 – Instituto de Tecnologia de Monterrey (México)

5 – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

6 – Universidade do Chile

7- PUC-Rio

8 – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

9 – Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

10- Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

É o quarto ano consecutivo em que as universidades brasileiras predominam, em número, no top 10.

Os critérios usados pelo THE, tanto para o ranking global (liderado pelas universidades de Oxford, Stanford e Harvard) quanto para o latino-americano, são agrupados em cinco áreas: ensino (ambiente de aprendizado), pesquisas (em quantidade, investimentos e reputação), citações (ou seja, a influência dessas pesquisas no ambiente acadêmico em geral), perspectivas internacionais (de docentes, estudantes e pesquisas) e renda gerada com transferência de tecnologia produzida dentro da universidade.

Nesta edição, um recorde de 177 universidades de 13 países latino-americanos se classificaram para o ranking. O país mais representado na lista é o Brasil, com 67 universidades entre essas 177, seguido por Chile (28), Colômbia (24), México (23), Equador (11), Argentina (9) e Peru (8).

Levando-se em conta apenas as cem melhores, quase a metade (46) são brasileiras.

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