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Decoração Floral: confira quatro dicas para levar frescor primaveril para casa

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Alegre e festiva, a primavera inspira diversidade de cores e perfumes com a floração de várias espécies. Arquiteta do Grupo A.Yoshii selecionou as principais dicas para decorar e transformar o lar no período mais alegre do ano

Pintura artística floral e papel de parede – Primavera é a estação das cores e dos perfumes e nada mais interessante que recriar esse clima também dentro de casa. “Uma ideia de fácil aplicação e que repagina qualquer ambiente é o papel de parede. Para deixar cômodos mais aconchegantes e com o toque de cor que pede a primavera, sugiro os desenhos florais e tropicais, com folhagens e árvores floridas como flor de cerejeira e bougainvilles”, exemplifica a arquiteta do Grupo A.Yoshii, Lorena Santos.

Com ampla variedade de modelos, fácil aplicação e possibilidade de remodelar o cômodo quando desejar, o papel de parede vem chamando a atenção pelo potencial de mudar qualquer ambiente. Versátil, o item decorativo ainda pode harmonizar com revestimentos e decoração do ambiente, representando a personalidade do morador. “O papel de parede floral, colorido e alegre exprime brasilidade. Além das flores, abuse do verde e frutas na mesma sintonia. A protagonista da primavera é a cor!”, complementa a arquiteta.

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No apartamento decorado do empreendimento Prestige, localizado em Campinas, o uso da pintura feita exclusivamente por artistas campineiros deu um toque especial ao quarto da menina. “Aqui, a ideia é fugir das cores monocromáticas, comumente vistas nas paredes, e apostar nos desenhos. Nesse caso, a pintura deu charme ao cômodo, imprimindo um ar primaveril, romântico e trazendo essa sensação de bem-estar. Além de poder personalizar sua parede com essas pinturas, existem ainda diversos papéis de parede prontos e de fácil aplicação, que também é sempre uma boa opção”, diz.

Plantas ornamentais, escultóricas e pomares – As plantas escultóricas e ornamentais, como o bambu mossô, cycasphoenix, suculentas, lavandas, pacová, espada de São Jorge anã transformam o paisagismo de qualquer casa. O conceito tem sido revisitado e vem ganhando novos formatos, como pomares compartilhados nas áreas comuns de prédios ou nas varandas de apartamentos, gardens e coberturas.

“No Quintessence, que está sendo construído no bairro Batel, em Curitiba (PR), esse conjunto de espécies transforma a área comum da piscina em um verdadeiro jardim do campo. A presença da natureza, além de decorar, traz efeitos benéficos à saúde, remetendo a serenidade, tranquilidade e qualidade de vida”, assegura.

Além das plantas, outra tendência da estação são as árvores frutíferas que podem ser utilizadas para compor as áreas comuns. “Muitos projetos já contam, inclusive com área própria de pomar. Se antes, ter uma árvore frutífera em casa era algo complicado porque demandava um espaço ou local maior, agora, a realidade mudou. Diversas espécies, como amoreira, jabuticabeira, romã e pitanga, já podem ser cultivadas em varandas, dentro de vasos. Além de decorar e perfumar o ambiente, elas resgatam memórias afetivas e promovem uma experiência sensorial, já que essas espécies costumam atrair polinizadores como pássaros, borboletas e abelhas”, explica.

Uma dica importante é verificar a espécie de árvore frutífera que pode ser plantada em vaso, pois algumas têm raízes profundas e precisam de mais espaço para se desenvolver. “A posição do sol também é um fator que precisa ser considerada, então, antes de comprar a planta, procure se informar com o produtor, jardineiro ou paisagista sobre a quantidade de sol que ela necessita, para fazer a escolha certa do local onde ficará”, explica a arquiteta.

Parede verde e design biofílico – Por mais clichê que possa parecer, a decoração de primavera tem como principal característica o uso de folhagens, como os jardins verticais ou paredes de biofilia, que podem ser colocadas em diversos cômodos, desde a varanda gourmet até o banheiro. “No caso do decorado do Atmosphere, em Maringá (PR), a parede com samambaias, ao lado da banheira, compõe o ambiente com leveza e originalidade”, conta.

Essa é uma tendência que vem se destacando dentro dos projetos arquitetônicos de empreendimentos urbanos. O conceito tem sido revisitado e vem ganhando novos formatos tanto nas fachadas dos empreendimentos como na parte interna das casas e em ambientes que vão além das varandas. “Essa arquitetura biofílica pode ser composta por samambaias, orquídeas, lianas, bromélias. Elas inspiram calma, relaxamento e conforto emocional, conectando os moradores com a natureza. Hoje em dia, é possível encontrar no mercado soluções de irrigação automática ou ainda a solução do jardim vertical com folhagens preservadas, que garantem fácil manutenção, uma vez que não precisam de irrigação”, sugere.

De forma prática, o jardim vertical precisa de alguns cuidados antes da montagem. Inicialmente, escolha plantas de pequeno porte que não sejam muito pesadas. As espécies com raízes superficiais são as mais indicadas, devido ao espaço limitado. Ainda, opte por plantas com crescimento lento, para melhor organização e manutenção da parede verde. Por fim, a estrutura da parede vertical pode ser feita com madeiras, estruturas metálicas e prateleiras.

Objetos sustentáveis e naturais – Para garantir um ambiente aconchegante, sem sobrecarregar os espaços com muitas informações, outra aposta interessante é aplicar a tendência naturalista orgânica na decoração de casa, como no exemplo do decorado Lakeside, empreendimento já entregue pela construtora em Londrina (PR). Mobiliários feitos ou revestidos em madeira, em tons crus, claros, como o nude, areia, bege e até o branco ajudam a trazer leveza e tranquilidade ao ambiente.

“Itens em madeira ou feitos em fibras naturais como juta, vime ou linho, utilização de pedras brutas, objetos de decoração com cores vibrantes como almofadas ou quadros com temáticas de natureza são excelentes opções para ‘vestir’ itens da casa. Essas dicas criam uma atmosfera de proximidade com a natureza, transformando a casa em um refúgio natural, com originalidade e renovação típica da primavera”, conta.

Sobre a A.Yoshii
Desde 1965, a A.Yoshii atua na construção e incorporação de imóveis residenciais e comerciais de alto padrão. Localizados nos bairros nobres de Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas, os empreendimentos se tornaram cartões postais dessas cidades. Com pontualidade na entrega e excelente padrão de acabamento, a construtora executa suas obras com excelência e inovação, priorizando as demandas do mercado, os anseios dos compradores, a segurança do trabalhador e a conservação ambiental. Mais informações: www.ayoshii.com.br.

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Em Campinas, Ipem-SP realizará verificação de radares

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O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, e órgão delegado do Inmetro, que tem como objetivo promover a confiança nas relações de consumo, fará verificação metrológica na próxima segunda-feira, 24 de agosto, a partir das 9h, nos radares instalados nos seguintes endereços em Campinas, cidade localizada a 99 km da capital. Serão eles:

– Avenida Theodureto de Arruda Camargo, próximo ao nº 1.500, sentido centro;

– Avenida Theodureto de Arruda Camargo, próximo ao nº 1.499, sentido centro;

– Avenida das Amoreiras, próximo à rua Itapecerica da Serra, sentido bairro;

– Avenida Dermival Bernardes Siqueira, próximo ao Condomínio Lugano, sentido bairro.

Diariamente, o Ipem-SP realiza a verificação metrológica dos radares, instrumentos utilizados para medir e registrar velocidade destinados ao monitoramento do trânsito, em todo o Estado de São Paulo. Conforme a portaria Inmetro 158/2022, é obrigatória a verificação metrológica uma vez por ano ou toda vez que o equipamento passar por reparo.

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Os radares de velocidade têm o objetivo de reforçar a segurança viária através do monitoramento constante de vias e rodovias, prevenindo acidentes e contribuindo para a proteção do cidadão, fazendo com que os condutores respeitem o limite de velocidade permitido.

A verificação metrológica no radar leva de 20 minutos até uma hora. A ação envolve os fiscais do Ipem-SP e a equipe da empresa responsável pelo instrumento.

Em caso de chuva, a verificação é cancelada. O cancelamento também pode ocorrer poucas horas antes do agendado, conforme solicitação dos agentes de trânsito ou empresa responsável pelo equipamento.      

Caso o equipamento seja aprovado, recebe um certificado válido por um ano. Quando há reprovação a empresa fabricante é notificada a corrigir o erro.     

Em caso de excesso de velocidade, para aplicação de multas, o equipamento precisa estar verificado pelo Ipem-SP.       

A ação será realizada pela equipe de fiscalização da regional em Campinas.  

Em 2025, o Ipem-SP verificou 8.624 radares nos 645 municípios que compõem o Estado de São Paulo. 

Interessados em acompanhar a verificação dos radares devem acionar a Assessoria de Imprensa do instituto.    

A verificação metrológica     

O radar, expressão em inglês radio detection and rangig, é um aparelho que localiza objetos a longa distância utilizando ondas eletromagnéticas. Possui antena emissora/receptora de ondas de rádio que se propagam até atingirem o alvo, retornando ao radar. A diferença de tempo de ida e de volta da onda determina a distância ou a velocidade do objeto. Portanto, nem todos os medidores de velocidade que chamamos de “radar” são radares de fato. Veja:    

Medidor por radar propriamente dito: transmite e recebe ondas contínuas na faixa de micro-ondas, propiciando a medição da velocidade do veículo alvo através do efeito Doppler.      

Medidor óptico: projeta um feixe de luz (laser) no veículo alvo, e a medição é feita pelo processamento da energia por ele refletida.      

Medidor de sensores de superfície: utiliza sensores instalados na superfície da via que detectam a passagem do veículo. A medição é feita em função do tempo de passagem do veículo entre dois sensores cuja distância entre eles é fixa e conhecida.   

Em geral, os medidores são constituídos por:     

– Dispositivo de detecção, que identifica as distâncias necessárias para o cálculo da velocidade dos veículos.      

– Dispositivo de medição, constituído por micro processador e software que capta os dados do sistema de detecção e efetua o cálculo da velocidade.     

– Dispositivo de processamento, constituído por um processador e software dedicado ao controle do sistema.     

– Dispositivo de armazenamento, que registra e armazena os dados referente à medição.    

– Dispositivo de registro óptico, constituído por câmera fotográfica ou de vídeo capaz de identificar o veículo.    

Os medidores podem ser fixos, portáteis (tipo pistola), móveis (instalados em veículos em movimento) ou estáticos (sobre suporte que pode ser deslocado de um ponto para outro). No Estado de São Paulo é o Ipem-SP que fiscaliza todos esses instrumentos e verifica se apresentam medições corretas. A verificação dos instrumentos em operação é feita uma vez ao ano (verificação periódica), ou sempre que sofrem manutenção ou transferência de local de instalação (verificação eventual).     

As verificações metrológicas são realizadas com a utilização de uma viatura oficial, dotada de medidor de velocidade de alta precisão previamente calibrado (padrão). Os ensaios são realizados em cinco velocidades diferentes. Após a passagem da viatura pelo medidor, os resultados registrados pelo seu sistema fotográfico são confrontados com os resultados obtidos pelo padrão do Ipem-SP.     

Os medidores aprovados recebem um laudo técnico com validade para um ano. Se forem reprovados, a empresa responsável pelo medidor é autuada e o equipamento é interditado.    

Vale lembrar que para as multas emitidas em função dessas medições serem legítimas, o medidor de velocidade precisa ter sido verificado e aprovado pelo Ipem-SP, e estar dentro do prazo de validade. Para saber se o medidor de velocidade está dentro da validade, acesse o Portal de Serviços do Inmetro nos Estados (PSIE). Acesse https://servicos.rbmlq.gov.br

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Campinas

Prefeito de Morungaba participa de reunião da RMC que debate inovação e ações contra extremos climáticos

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O prefeito de Morungaba, Luis Fernando Miguel, juntamente ao diretor de Planejamento, Marcel Assis, participou, na terça-feira, 18, da reunião do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas (CDRMC), realizada no espaço Mescla, no Campus 1 da PUC-Campinas. O encontro reuniu prefeitos e representantes dos municípios da região para discutir propostas de integração regional nas áreas de tecnologia, inovação, meio ambiente e enfrentamento aos eventos climáticos extremos.

Um dos principais assuntos da reunião foi a proposta apresentada por Campinas para a criação de um hub regional de tecnologia e inovação, com o objetivo de integrar os municípios da RMC e fortalecer o ambiente de ciência, tecnologia, empreendedorismo e atração de novos investimentos.

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A proposta prevê que os municípios avaliem a adoção de legislações e iniciativas que favoreçam a instalação e o desenvolvimento de empresas de tecnologia e inovação. Campinas também se colocou à disposição para compartilhar experiências e modelos de legislação relacionados a incentivos e ambientes de inovação, como a chamada lei de sandbox.

Durante a reunião, o prefeito de Campinas e presidente do Conselho da RMC, Dário Saadi, destacou a importância da atuação conjunta dos municípios para consolidar a região como um polo de tecnologia e inovação.

Para o prefeito Luis Fernando Miguel, a participação de Morungaba nas discussões do Conselho da RMC reforça a importância da integração entre os municípios e do planejamento conjunto de ações que possam contribuir para o desenvolvimento regional.

Outro tema de destaque foi a prevenção e o enfrentamento dos extremos climáticos, especialmente diante da chegada do fenômeno El Niño. Especialistas apresentaram aos representantes dos municípios informações sobre os possíveis impactos do fenômeno, incluindo períodos de temperaturas elevadas, ondas de calor, riscos de incêndios e a possibilidade de ocorrência de temporais intensos.

A orientação apresentada durante o encontro foi para que os municípios fortaleçam seus protocolos de prevenção e resposta, ampliando a integração entre as equipes de Defesa Civil e demais setores envolvidos na gestão de riscos.

Entre as iniciativas discutidas está a ampliação da atuação conjunta dos municípios da RMC em situações de emergência, com estruturas móveis de apoio, Centros de Operações de Emergência (COEs), monitoramento meteorológico e protocolos integrados para o combate a incêndios.

Morungaba já integra ações de cooperação regional, como o protocolo conjunto entre Campinas, Itatiba e Morungaba na região do Pico das Cabras, voltado ao apoio às operações de combate a incêndios.

Também foi apresentado o funcionamento do radar meteorológico da Unicamp, em operação desde dezembro de 2025 e com cobertura de até 100 quilômetros, além da implantação, por Campinas, de uma rede de 21 estações meteorológicas, das quais cinco já estão em funcionamento.

A reunião reforçou a importância da cooperação entre os municípios da Região Metropolitana de Campinas para a construção de soluções conjuntas, tanto no estímulo ao desenvolvimento econômico e tecnológico quanto na prevenção e resposta aos desafios ambientais e climáticos que afetam a região.

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Campinas

Voluntariado empresarial ganha força e mobiliza colaboradores da CPFL em Campinas

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No ano declarado pela ONU como o Ano Internacional do Voluntariado, iniciativa reforça movimento de empresas que ampliam o engajamento de colaboradores em ações de impacto social

Agosto, mês do voluntariado, chama a atenção para um movimento que vem ganhando força também dentro das empresas. Em São Paulo, o crescimento do número de organizações que apoiam práticas voluntárias mostra como o engajamento dos colaboradores com as comunidades e o terceiro setor tem conquistado espaço no ambiente corporativo.

Em Campinas, a CPFL Energia é um dos exemplos desse movimento. Neste sábado (15), cerca de 100 voluntários estarão mobilizados no bairro Monte Cristo, de Campinas/SP, para mais uma edição do Dia de Semear. A ação acontece na AMIC (Associação dos Amigos da Criança) e terá atividades de revitalização e integração com a comunidade.

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A programação inclui pintura, jardinagem, melhorias na infraestrutura e oficinas lúdicas, além de brincadeiras para as crianças da AMIC. A ação conta ainda com a parceria da Hamburgada do Bem, organização que se soma ao esforço coletivo para ampliar o impacto da iniciativa, fortalecendo uma rede de solidariedade capaz de gerar transformação social duradoura.

Mobilização que gera impacto
O Programa Semear, responsável pela realização do evento, já reúne mais de 2 mil voluntários e atua em parceria com 69 instituições sociais. Somente em 2026, foram mais de 50 ações realizadas, beneficiando 4.800 pessoas em diferentes cidades.

Durante agosto, o Dia de Semear acontece em várias localidades, ampliando uma mobilização que transforma a disposição dos colaboradores em ações concretas nas comunidades.

Esse avanço acompanha uma tendência observada no ambiente corporativo. “Com base em Censos e estudos, notamos que vem crescendo o voluntariado empresarial no estado de São Paulo. Nos últimos anos, aumentou cerca de 30% o número de empresas

apoiando essas práticas voluntárias, entendendo a importância dessa conexão com a comunidade ou terceiro setor de maneira relevante”, explica Roberta Nunes Barbosa, gerente executiva da ABRH-SP.

Para Roberta, os benefícios também se refletem dentro das organizações. Pesquisas mostram que o voluntariado contribui para desenvolver competências profissionais, como liderança, comunicação, empatia e tolerância, além de fortalecer o sentimento de pertencimento e o orgulho de fazer parte da empresa. “É uma iniciativa que gera impacto social, mas também ajuda a fortalecer a cultura interna e a formar profissionais mais engajados e conscientes do seu papel na sociedade”, completa.

“O Dia de Semear é a expressão mais visível de um movimento que acontece ao longo de todo o ano. Mobilizamos colaboradores, familiares, parceiros e instituições em ações que fortalecem as comunidades e ampliam oportunidades para quem mais precisa. É uma iniciativa que transforma os territórios, mas que também transforma as pessoas que participam dela”, destaca Natalia Tadokoro, gerente de sustentabilidade da CPFL Energia.

Programa Semear: voluntariado que conecta e transforma
Integrado à estratégia ESG da CPFL Energia, o Programa Semear conecta colaboradores e parceiros para gerar valor compartilhado com as comunidades em sua área de concessão. Além de mobilizar milhares de voluntários, fortalece vínculos comunitários e contribui para o desenvolvimento de competências e relações que ampliam o impacto social da companhia.

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