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Fórmula Vee Brasil ganha nova gestão e sede em Piracicaba

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Modalidade passa a ser administrada pelos empresários João Pedro Morato e Gustavo Mattedi, que anunciam a recriação da categoria Super Fórmula Vee

A Fórmula Vee Brasil inicia uma nova fase em sua história. A categoria passa a ser administrada pelos empresários João Pedro Morato e Gustavo Mattedi, que assumem a gestão com o propósito de ampliar e fortalecer a modalidade no automobilismo brasileiro. A nova sede da Fórmula Vee foi inaugurada neste mês de setembro, em Piracicaba (SP), em evento que reuniu pilotos, familiares, patrocinadores e convidados.

Com anos de experiência ligados ao automobilismo, Morato e Mattedi chegam à Fórmula Vee com o objetivo de reforçar a categoria, com a proposta de criar uma estrutura que ofereça dois níveis diferentes de competição e permita ampliar as possibilidades de formação e desenvolvimento de pilotos.

Segundo a nova organização, os atuais carros da Fórmula Vee, com motores Volkswagen 1.6 e câmbio de cinco marchas, serão mantidos. Paralelamente, será criada uma segunda categoria mais potente – com os mesmos conjuntos mecânicos empregados na Fórmula 1600, de motores Ford Zetec Rocam 1.6 e câmbio de quatro marchas –, porém com nova estética visual. 

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Assim, uma nova categoria será resgatada dentro da modalidade: a Super Fórmula Vee, que  já produziu campeões décadas atrás. A ideia é reunir, dentro da mesma estrutura, duas propostas complementares: a Fórmula Vee tradicional, reconhecida por sua simplicidade mecânica e acessibilidade, e a Super Fórmula Vee, como uma opção de maior desempenho para pilotos que buscam avançar na carreira. 

A Fórmula 1600, por sua vez, continua como modalidade independente no Campeonato Paulista de Automobilismo, pois não possui gestão única, como no caso da FVee.

No evento de inauguração da nova sede da modalidade, João Pedro Morato reuniu os convidados presentes para falar de sua nova jornada na Fórmula Vee. O empresário já atua na organização da Fórmula 1600, no Campeonato Paulista de Automobilismo, e sua trajetória no esporte a motor agora se amplia com a responsabilidade de conduzir a FVee.

“É um orgulho e um desafio enorme representar uma marca como essa. Foi depois de tê-la adquirido que comecei a entender o tamanho da categoria, além do número expressivo e importância dos pilotos que já passaram por ela, e que através dela chegaram à Fórmula 1. É uma responsabilidade muito grande”, avalia.

Gustavo Mattedi também é empresário e iniciou sua trajetória no automobilismo no rental kart, antes de avançar para o kartismo profissional. Para ele, a nova etapa da Fórmula Vee representa, também, a oportunidade de contribuir para a formação de novos competidores.

“É um prazer enorme estar na Fórmula Vee. Eu tinha um sonho de correr de kart e demorei para realizar, porque eu não tinha recursos, jamais imaginei estar aqui, e claro que se o Morato não entrasse eu também não entraria. Foi uma evolução eu passar a andar de kart próprio. E hoje, ajudar a prover para vocês uma categoria de competição em autódromo, é um outro mundo. Conto com todos para ajudar a mantê-la não só como categoria de competição, mas como modalidade de entrada para novos pilotos que chegam”, afirma Mattedi.

Uma categoria com história importante no automobilismo brasileiro

A Fórmula Vee tem uma trajetória de quase seis décadas no Brasil e nasceu inspirada no sucesso que a modalidade já alcançava nos Estados Unidos e na Europa. A chegada ao país teve influência de Matthias Petrich, jornalista brasileiro de origem alemã e correspondente da revista Auto Esporte na Europa, durante os anos 1960. Segundo a imprensa especializada, foram publicações da revista que ajudaram a estimular pilotos e equipes brasileiras a construir seus próprios carros de Fórmula Vee no Brasil.

A primeira prova da modalidade no país foi disputada em 14 de maio de 1967, no Rio de Janeiro. Emerson Fittipaldi venceu as duas baterias pilotando o conhecido “Fitti-Vê”, construído por seu irmão, Wilson Fittipaldi Júnior.

Ao lado do pai, Wilson Fittipaldi, o “Barão”, e de nomes como José Carlos Pace, os irmãos Fittipaldi tiveram papel importante na consolidação da Fórmula Vee como uma das principais portas de entrada para o automobilismo brasileiro. Ao longo de sua história, a modalidade ainda se tornou parte importante da formação do automobilismo nacional, revelando talentos que posteriormente avançaram para categorias superiores e chegaram à Fórmula 1, como os próprios irmãos Fittipaldi, Pace e Nelson Piquet.

Para mais informações ou participar dos campeonatos, siga os canais oficiais da modalidade no Instagram, Facebook e TikTok pelo perfil @formulaveebrasil. O calendário de eventos e as informações sobre inscrições, cursos e treinos também estão disponíveis no site https://fvee.com.br/. 

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Com a chegada do final do ano, metas não cumpridas podem despertar ansiedade, culpa e frustração

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Psicanalista e terapeuta integrativa Karina Ferrari explica por que o período de balanço pessoal pode intensificar emoções e como reconhecer os sinais de sofrimento antes da chegada das festas

Com a aproximação do fim do ano, é comum fazer um balanço dos meses que passaram, rever planos e avaliar o que foi ou não realizado. Para algumas pessoas, porém, esse exercício vai além da reflexão e vem acompanhado de ansiedade, frustração, culpa e tristeza. Metas que ficaram pelo caminho, projetos adiados e a sensação de que o tempo passou rápido demais podem transformar esse período em uma fonte de sofrimento emocional.

Popularmente chamada de “síndrome de fim de ano” ou “dezembrite”, essa combinação de sentimentos não é um diagnóstico clínico, mas ajuda a descrever o desconforto que muitas pessoas experimentam diante do encerramento de um ciclo. A pressão para cumprir objetivos, as comparações com outras pessoas e a cobrança por resultados podem tornar ainda mais difícil lidar com aquilo que não saiu como o esperado.

Para a psicanalista e terapeuta integrativa Karina Ferrari, esse momento pode ser uma oportunidade de olhar para as próprias emoções com mais atenção, em vez de simplesmente tentar afastá-las ou se cobrar ainda mais.

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“Quando percebemos que algumas metas não serão cumpridas, podemos experimentar ansiedade, frustração e culpa. Mas é importante olhar para esses sentimentos e tentar compreender o que eles estão nos mostrando. Em vez de apenas nos cobrarmos pelo que não conseguimos realizar, podemos nos perguntar o que essa experiência revela sobre nós, nossos medos e nossas expectativas”, explica.

A relação com o tempo também merece atenção. A percepção de que os meses estão passando e de que determinados planos continuam sem sair do papel pode despertar questões mais profundas, relacionadas ao envelhecimento, ao medo de perder oportunidades e à dificuldade de viver plenamente as próprias experiências. Segundo Karina, nem sempre adiar uma realização está ligado apenas à falta de organização ou de disciplina. Em alguns casos, vale investigar o que dificulta a concretização de algo importante: quais são os receios envolvidos, o que impede a pessoa de avançar e quais expectativas ela estabeleceu para si mesma. “É importante entender o que existe por trás daquela dificuldade. Por que não estou conseguindo realizar algo que é importante para mim? O que me impede de me organizar para que isso aconteça? Essas perguntas podem abrir espaço para um processo de autoconhecimento e para uma relação mais consciente com as próprias escolhas”, afirma.

Acolher as emoções antes de chegar a dezembro

A especialista ressalta que não é necessário esperar a chegada das festas para perceber que algo não vai bem. Reconhecer os sentimentos, diminuir a autocobrança e estabelecer expectativas mais realistas para os últimos meses do ano são atitudes que podem ajudar a atravessar esse período com mais equilíbrio. Isso também significa compreender que nem todos os planos precisam ser concluídos até dezembro e que rever prioridades não representa necessariamente um fracasso. Em vez de tentar compensar o tempo que passou com uma lista ainda maior de tarefas, a proposta é identificar o que realmente faz sentido e respeitar os próprios limites.

Nesse processo, a terapia floral pode ser uma ferramenta complementar de autoconhecimento, de acordo com a abordagem utilizada por Karina. A prática parte da compreensão de que as emoções merecem ser observadas para além do desconforto imediato, buscando identificar questões que possam estar relacionadas à experiência vivida. “Na terapia floral, trabalhamos com a ideia de que o sintoma pode ser um mensageiro, algo que nos convida a olhar para o que precisamos compreender ou aprender sobre nós mesmos. A ansiedade ou a frustração, por exemplo, podem nos levar a refletir sobre nossas expectativas, nossos medos e a maneira como estamos conduzindo a vida. Os florais são utilizados nessa abordagem com o objetivo de favorecer o contato com qualidades internas que a pessoa busca desenvolver para lidar com esses desafios”, explica.

Karina destaca que o objetivo dessa perspectiva não é simplesmente silenciar o que incomoda, mas ampliar a compreensão das próprias emoções e favorecer uma relação mais consciente consigo mesmo.

A proximidade do fim do ano, portanto, não precisa ser encarada como uma corrida contra o relógio. Mais do que contabilizar conquistas e pendências, o período pode ser um convite para rever expectativas, acolher frustrações e reconhecer que cada trajetória tem seu próprio ritmo. Afinal, cuidar da saúde emocional não precisa entrar na lista de resoluções do próximo ano: pode começar agora.

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Superação em rede nacional: Morungabense relata cura do câncer de mama na TV Globo

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Maria Olívia compartilha história de cura do câncer de mama no programa Encontro com Patrícia Poeta

A manhã desta sexta-feira, 09, trouxe um momento de profunda emoção e orgulho para a população de Morungaba. A morungabense Maria Olívia participou ao vivo do programa Encontro com Patrícia Poeta, da TV Globo, para compartilhar sua trajetória no combate ao câncer de mama.

Nascida e criada em Morungaba, a assessora de investimentos Maria Olívia, hoje com 36 anos, reviveu sua jornada de superação: do diagnóstico recebido em 2023, passando pelas etapas de quimioterapia, radioterapia e cirurgia, até a conquista da tão sonhada remissão. Em uma edição dedicada à conscientização do “Outubro Rosa”, ela emocionou os telespectadores, reforçando a importância do diagnóstico precoce e do apoio comunitário no cuidado com a saúde da mulher.

“Diagnóstico não é sentença. O câncer nunca me definiu e, enquanto eu respirar, vou viver da melhor maneira que puder. Não deixe que o medo impeça você de se cuidar. Faça seus exames, conheça seu corpo e encontre tempo para viver”, ressaltou Maria Olívia.

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Inspirada por relatos de coragem como o de Maria Olívia, a Prefeitura da Estância Climática de Morungaba, por meio do Departamento de Saúde e com o apoio do Departamento de Esporte e Lazer, preparou uma programação especial para o próximo dia 17 de outubro. A iniciativa convida as moradoras do município a reservarem um momento para o autocuidado, com a oportunidade de atualizar exames e tirar dúvidas com profissionais da rede municipal de saúde.

Outubro Rosa em Morungaba
Durante a manhã do dia 17 de outubro, um sábado, a população feminina receberá ações voltadas ao bem-estar e à prevenção. No Centro de Saúde, será realizada a coleta do exame Papanicolau, além de pedidos de mamografia, conforme o protocolo de atendimento, e avaliações odontológicas com aplicação de flúor. O local também oferecerá práticas integrativas de bem-estar, como sessões de massagem, auriculoterapia e imposição de mãos, além de promover uma roda de conversa voltada para o intercâmbio de depoimentos e experiências sobre o enfrentamento do câncer de mama, com a participação especial de Maria Olívia.

A programação se estende à Praça João Pessoa, no Centro, onde serão promovidas aulas abertas de Ritmos e de Defesa Pessoal, estimulando a prática de atividades físicas. Paralelamente, o Centro de Especialidades sediará um mutirão de ultrassom voltado exclusivamente para pacientes que já estão na fila de espera e previamente agendadas, com contato prévio realizado pela equipe de saúde.

“Cuidar da saúde é uma prioridade coletiva. A Prefeitura reforça o convite para que as moradoras chamem amigas e familiares para participarem juntas dessa manhã dedicada à prevenção, ao cuidado e à qualidade de vida”, destaca a diretora do Departamento de Saúde, Taymara Dias.

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João Alécio encara novo desafio em Cascavel após estreia vitoriosa em Interlagos na Fórmula Vee

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Com apoio da Megapass, piloto de Paulínia parte para sua primeira experiência no lendário Autódromo Zilmar Beux em rodada dupla do Campeonato Paulista

Depois de começar sua trajetória no Campeonato Paulista de Fórmula Vee com uma vitória em sua primeira participação, em Interlagos, o piloto João Alécio (Megapass | Bolsa Esportiva de Paulínia | XRacing Team) se prepara para um novo desafio na temporada. Nos dias 16, 17 e 18 de outubro, ele estará no lendário Autódromo Zilmar Beux, em Cascavel (PR), para a rodada dupla que reúne as etapas 6 e 7 da competição.

A prova marcará mais uma estreia na carreira de Alécio. Conhecido por seu traçado veloz e desafiador, o circuito paranaense será uma novidade para o piloto, que terá pela frente a missão de adaptar rapidamente seu estilo de pilotagem às características da pista e ao acerto do carro da FVee.

A expectativa para a rodada dupla é ainda maior após o desempenho apresentado em Interlagos. Em sua estreia no Paulista, na quinta etapa do campeonato, o jovem piloto de Paulínia (SP) conquistou a vitória e a melhor volta na categoria Light e o segundo lugar na Geral, sendo um dos destaques da rodada.

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Agora, a meta é transformar a experiência adquirida na primeira corrida em aprendizado para enfrentar um circuito completamente novo.

“Correr pela primeira vez em Cascavel vai ser um desafio muito especial. É uma pista que exige bastante do piloto, então vou trabalhar para aprender rápido e buscar o melhor resultado possível. Tenho treinado muito no simulador e espero me adaptar rápido à pista. Meu objetivo é seguir evoluindo no automobilismo e sei que cada corrida é uma oportunidade de aprender, ganhar experiência e dar mais um passo. Também quero agradecer mais uma vez à Megapass pela confiança e por mais essa parceria dentro das pistas”, destaca João Alécio.

PARCERIA

A etapa de Cascavel também terá um significado especial por outro motivo. João Alécio dividirá a pista com André Crocci, sócio da Megapass e também piloto da Fórmula Vee. A presença de Crocci torna a rodada dupla uma oportunidade de compartilhar experiências dentro e fora das pistas, além de proporcionar uma disputa direta em um dos circuitos mais rápidos do calendário.

“É muito bacana poder dividir essa rodada dupla com o João, especialmente em uma pista tão desafiadora como Cascavel. Além da parceria com a Megapass, vamos ter a oportunidade de trocar experiências dentro e fora das pistas. Na hora da corrida, cada um vai buscar o seu melhor, mas certamente será uma experiência muito especial para nós dois”, afirma Crocci.

A participação em Cascavel representa a sequência de um início promissor de João Alécio na Fórmula Vee, proporcionado com o patrocínio da Megapass. O desafio será conciliar velocidade, adaptação e regularidade ao longo de uma programação extensa que contará com treinos, classificação e quatro corridas, que terão transmissão ao vivo pelo YouTube da Fórmula Vee.

Alécio iniciou neste ano a transição do kartismo para o automobilismo. Campeão da Copa Brasil de Kart, bicampeão paulista regional e Top 4 no Brasileiro de Kart, o jovem de 17 anos rapidamente se destacou nos monopostos ao vencer duas das três etapas disputadas no Desafio FVee e Open FVee, no Autódromo de Piracicaba, além da vitória em Interlagos.

João Alécio conta com o apoio de Megapass, Bolsa Esportiva de Paulínia (BEP), Kart Mini, Kartódromo Internacional San Marino, equipe XRacing Team, Corsa Racing, Kart Machine, 4Mind Preparação Psicológica e Práxis Mídia.

Redes sociais do piloto:

@joaoalecio95

Texto: Práxis Mídia

Foto: CleevStudio / Divulgação FVee

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