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Brasil

Coronel do Exército lança livro que conta história de família de imigrantes italianos com destino ao Brasil

Redação Gazeta Regional

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“Família Mangiavacchi: uma história!” é um livro escrito pelo Coronel do Exército brasileiro Adilson Mangiavacchi que conta a saga de seus antepassados italianos que deixaram o Velho Continente com destino ao Brasil há mais de 100 anos. Em suas 260 páginas o livro resgata momentos importantes de uma história muito rica em personagens e acontecimentos de uma família que superou a travessia do oceano atlântico para iniciar um novo ciclo de vida, repleto de desafios, superações e vitórias.

A obra contém inúmeras fotos e documentos daquela época e transborda informações relevantes e de interesse público que, segundo o autor, é uma singela contribuição que faz questão de compartilhar com as futuras gerações.

Cada página do livro foi escrita com muita paciência, disciplina e rigor na casa onde Adilson mora com sua família, no bairro Chapadão, em Campinas, depois de 10 anos de muitas pesquisas e viagens, inclusive para a Itália, onde foi acompanhado da jornalista e filha Lícia Mangiavacchi com o objetivo de garimpar o máximo possível de informações preciosas e inéditas.

Adilson lembra que durante o trabalho de pesquisa, enquanto não conseguia informações a respeito da família Mangiavacchi propriamente dita, passou a colecionar relatos e informações de outras famílias de imigrantes e foi compondo uma história que era mais ou menos comum às da maioria dos imigrantes.  “Quase cento e vinte anos passados desde o desembarque da família em solo brasileiro e com cinco gerações já nascidas aqui no Brasil, a família Mangiavacchi já soma mais de cento e cinquenta descendentes diretos. Hoje a minha intenção com este trabalho é a de deixar algo registrado para as gerações futuras e também para outros pesquisadores, para o caso de se interessarem, como eu, em saber de onde os italianos vieram”, destaca o autor. 

Sobre o autor
Neto de italianos, Adilson Mangiavacchi nasceu em 18 de março de 1954, em Monte Mor. Depois de concluir o ensino médio, foi aprovado na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), em Campinas e ingressou na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) onde se formou oficial do Exército Brasileiro ao qual serviu durante quase 40 anos.

Neste período morou em diversas cidades de diferentes regiões do Brasil. Entre tantas valiosas contribuições a serviço do Exército brasileiro está a honrosa missão de servir à Organização das Nações Unidas (ONU) por duas vezes. A primeira em 1992, quando trabalhou durante um ano em uma Missão de Paz em El Salvador. A segunda em 2005, quando foi o comandante da tropa brasileira no Haiti durante seis meses. 

Casado, Adilson tem três filhos e duas netas, é graduado e pós graduado em Ciências Militares (MMA). Apaixonado pela família, pelo Brasil e pela Itália, o autor é um homem incansável que nunca tinha se aventurado pelo fascinante e instigante universo literário. Mas soube de forma leve e primorosa registrar histórias e informações que certamente ficarão pra sempre marcadas na lembrança de cada membro da família Mangiavacchi, além de servirem de estudo para pesquisadores que buscarem por informações sobre a vinda dos europeus para o nosso País.

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O ano da Live Friday: venda por live é grande aposta do varejo para a Black Friday

Redação Gazeta Regional

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A previsão de especialistas é que haja incremento de ao menos de 300% na busca pelo live commerce para o período

Com o crescimento e popularização do live commerce no Brasil, sobretudo após o início da pandemia, a expectativa é que 2021 seja o ano da Live Friday no país. A data conhecida por apresentar descontos exclusivos por tempo limitado é um direcionador importante para trabalhar novas estratégias de vendas, pensando na escassez da oferta. Considerando que as lives têm dado ainda mais força para as compras por impulso e oferecem um senso de urgência para a tomada de decisão do consumidor, a tendência é que as marcas passem a associar o evento da Black Friday a essa estratégia do live commerce.

A iniciativa de vendas por transmissões ao vivo é um movimento que vai perdurar independente do calendário do varejo, mas a Black Friday já dá indícios da adesão de diferentes marcas, que ainda não haviam apostado na modalidade. “Estamos considerando um incremento de ao menos 300% para a Black Friday, uma vez que a movimentação dos clientes e novas marcas procurando conhecer mais sobre a nossa plataforma já está mais aquecida”, comenta Márcio Machado, CEO e fundador da StreamShop – startup pioneira em live commerce no Brasil.

Segundo o Emarketer, apenas na China as vendas do live commerce chegarão a US$ 131 bilhões em 2021 e serão responsáveis por 37,4% do total das vendas do social commerce no país. A transmissão ao vivo deve ser um grande impulsionador do crescimento das vendas na internet e, por isso, a estratégia é apontada como a grande promessa para os futuros negócios brasileiros. Além disso, essa nova modalidade está ganhando o coração dos consumidores por unir atendimento humanizado à conveniência e facilidade do e-commerce.

De acordo com Lyana Bittencourt, diretora de relações institucionais da StreamShop e CEO do Grupo BITTENCOURT, o formato tem conquistado muita relevância porque consegue levar para as vendas online a humanização que se vê nas lojas físicas. “As interações são reais, a construção de vínculo da marca com o consumidor é espontânea e as vendas acontecem ali mesmo, durante a transmissão na mesma plataforma. A transmissão ao vivo de vídeo fornece o elemento de viver o momento, o bate-papo cria a conexão entre o host e o espectador e também o envolvimento entre outros espectadores”, finaliza.

Sobre a StreamShop
Startup brasileira pioneira em live commerce no País com o case Dengo Chocolates, a StreamShop tem tecnologia multifuncional proprietária e traz em sua bagagem clientes de peso como Natura, L’oréal, Inter Shop, Vivo entre outras. A empresa conta com diversas possibilidades de integração ao modelo de negócios de cada marca, personalização da plataforma e da experiência do consumidor, oferecendo uma interação exclusiva em tempo real com a audiência, tanto para o mercado B2B quanto B2C. Site: https://streamshop.com.br

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Brasil conquista prêmio internacional em concurso de estudantes de arquitetura

Redação Gazeta Regional

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Alunos do Mackenzie – SP venceram o Concurso Alacero, superando países como Argentina, Chile, Equador e México

Estudantes de arquitetura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo, venceram o 14° Concurso ALACERO de Diseño en Acero para Estudiantes de Arquitectura 2021, superando estudantes de países como Argentina, Chile, México, Equador e República Dominicana. O concurso teve como objetivo promover a concepção de ideias arquitetônicas que utilizassem o aço como principal matéria-prima.

Os alunos da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Marcelo Marçal e Rafael Cirino, e os orientadores Cesar Iwamizu e Sasquia Obata, foram os brasileiros vencedores. O segundo lugar ficou com estudantes da Universidad Nacional de Córdoba, da Argentina e o terceiro colocado com alunos da Universidad de Santiago (USACH), do Chile. Os prêmios variam de US$6.000 a US$1.000. Os ganhadores já haviam vencido o 14° Concurso CBCA para Estudantes de Arquitetura 2021, realizado no Brasil, pelo Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA).

Projeto vencedor do Concurso Alacero: estação de pesquisas biológicas
O projeto premiado, chamado de Estação Uçaúna, transforma o antigo píer de acesso a Santa Cruz de Navegantes, bairro do Guarujá, litoral de São Paulo, em uma moderna estação de pesquisas de escala nacional. O Centro de Pesquisas, dividido em três volumes sombreados por uma única cobertura, é cortado transversalmente pela passarela que conecta a margem do bairro aos novos atracadouros de acesso.

A importância do aço no projeto Estação Uçaúna foi vista em vários momentos. “A industrialização total das peças estruturais viabiliza obras em terrenos de difícil acesso, como é o caso da Estação Uçaúna. Em uma obra pré-fabricada como a do projeto, a maior parte da mão de obra é na montagem das peças, não sendo necessário canteiro de obras como em construções convencionais”, explica Marcelo Marçal, um dos estudantes vencedores. A concepção da estrutura em aço também foi crucial devido aos grandes vãos, com destaque para a cobertura de sombreamento, inteiramente atirantada, seguindo a lógica das pontes estaiadas, vencendo vãos de 36 metros.

Ainda segundo a proposta vencedora, o uso do aço no projeto de Santa Cruz dos Navegantes garante a durabilidade da estrutura. “Por ser uma obra no mar, a implantação do projeto foi caracterizada com alta agressividade marinha (Categoria C5-M / ISO 9223). O processo de galvanização a quente, que consiste em aplicar camadas de zinco a superfícies de aço, prova a eficiência do aço em ambientes externos sujeitos a interferências climáticas extremas”.

Sobre a Alacero
Alacero – Associação Latino-Americana de Aço – é uma entidade civil sem fins lucrativos que reúne a cadeia de valor do aço da América Latina. As empresas associadas da Alacero desenvolvem suas atividades em 20 países e sua produção – cerca de 70 milhões de toneladas por ano – representa 95% do aço fabricado na América Latina.

Por meio da Alacero, a indústria siderúrgica latino-americana busca promover os valores de integração regional, inovação tecnológica, excelência em recursos humanos, responsabilidade empresarial e sustentabilidade socioambiental.

Sobre o CBCA
O Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA) é uma entidade de classe, criada em 2002, com o objetivo de ampliar a participação da construção industrializada em aço no mercado nacional, realizando ações para sua divulgação e apoiando o seu desenvolvimento tecnológico no Brasil.

O CBCA tem como gestor o Instituto Aço Brasil e não é uma entidade comercial. Para acessar os últimos dados divulgados pela entidade, acesse: www.cbca-acobrasil.org.br/site/estatisticas.

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Começa hoje prazo para universidades públicas aderirem ao Sisu

Redação Gazeta Regional

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Prazo termina na sexta-feira

Começa hoje e vai até sexta-feira, 12, o prazo de adesão das instituições de educação superior públicas à primeira edição de 2022 do Sistema de Seleção Unificado (Sisu). O programa do Ministério da Educação (MEC) dá acesso a cursos de graduação em universidades públicas do Brasil. As vagas são abertas duas vezes por ano.

De acordo com as regras, é de exclusiva responsabilidade da instituição participante do Sisu descrever, no documento de adesão, as condições específicas de concorrência às vagas por ela ofertadas.

De 15 a 19 de novembro, as instituições podem retificar, se for o caso, informações constantes nos documentos de adesão, que deverão ser assinados digitalmente, exclusivamente, por meio do sistema de gestão do Sisu.

Segundo o edital, as instituições de educação superior que aderirem ao Sisu devem divulgar, tanto em suas páginas na internet como em locais de grande circulação de estudantes, as condições específicas de concorrência às vagas ofertadas no âmbito do Sisu.

Candidatos
O processo seletivo do Sisu para o primeiro semestre de 2022 ainda não tem data marcada, mas está previsto para ocorrer entre janeiro e fevereiro do ano que vem. A seleção dos candidatos às vagas será feita com base na nota do estudante no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021.

O edital de adesão prevê que seja disponibilizado pelas instituições o acesso virtual para que os estudantes selecionados possam encaminhar a documentação exigida e efetuar a matrícula de forma remota, caso não possam fazer de forma presencial.

Após a divulgação da data do resultado do Enem 2021, o MEC publicará o edital com o prazo de inscrição e demais procedimentos referentes ao primeiro processo seletivo do Sisu do ano 2022. Na primeira edição de 2021, foram oferecidas 209.190 mil vagas em 110 instituições públicas de ensino superior em todo o país.

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