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A espera acabou: Outback chega a Mogi Guaçu na segunda-feira, 23, com layout inédito na região

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Sócia regional fala sobre as expectativas com a nova unidade e os diferenciais do restaurante de inspiração australiana

A espera acabou. Na próxima segunda-feira, 23, o Outback Steakhouse inaugura um restaurante na área externa do Shopping Boulevard Mogi Guaçu, trazendo para a cidade o famoso #MomentoOutback e estreando um projeto arquitetônico inédito na região. Nesta entrevista, a sócia regional da marca, Márcia Piellusch, que começou na empresa como garçonete, conta sobre sua carreira e fala sobre as expectativas com a nova unidade, que recebeu R$5 milhões em investimentos e gerou 80 empregos diretos. Ela ainda detalha os diferenciais do restaurante de inspiração australiana que desde 1997 vem conquistando os brasileiros.

Quais os motivos da escolha de Mogi Guaçu para a inauguração de um restaurante da marca?
Márcia Piellusch – Além do fato de ser uma cidade de grande relevância econômica e turística, que acreditamos ter muito potencial para o nosso negócio, a escolha de Mogi Guaçu atende a uma antiga demanda dos moradores da cidade e de municípios vizinhos, como Mogi Mirim, Itapira, São João da Boa Vista e Espírito Santo do Pinhal. Ao abrirmos as portas do Outback do Shopping Boulevard, na próxima segunda-feira, dia 23, ficaremos mais próximos e passaremos a fazer parte da rotina de um público que há anos nos pede um Outback, ampliando consideravelmente o raio de alcance da marca.

Quais são as expectativas com a unidade?
Márcia Piellusch – São as melhores possíveis. Conforme comentei acima, acreditamos muito no potencial de Mogi Guaçu e entorno, onde já possuímos inúmeros clientes que frequentam o Outback em outras localidades. Além disso, temos uma longa história de sucesso na região de Campinas, que agora passa a contar com nove Outbacks. Estamos reforçando nosso compromisso de longo prazo com a região, na qual iniciamos nossa trajetória há 25 anos, em setembro de 2000, com a abertura da unidade do Iguatemi Campinas, que foi o sexto Outback brasileiro e o primeiro fora de uma capital. Para você ter uma ideia da importância dessa região para nós, esta é a quinta inauguração em um período de apenas três anos, com um investimento total de cerca de R$25 milhões e mais de 400 empregos diretos gerados. Desde junho de 2022, abrimos duas novas casas em Campinas, uma em Limeira, uma em Santa Bárbara D´Oeste e agora em Mogi Guaçu. Enxergamos muito potencial na região como um todo e continuaremos com olhar atento a ela.

O restaurante de Mogi Guaçu integra um movimento atual de expansão da rede país e no interior paulista, certo?
Márcia Piellusch – Sim. Nos últimos anos temos feito um grande movimento de ampliação de nossa atuação, buscando chegar a novas praças. Além da unidade do Shopping Boulevard, outros quatro restaurantes devem ser abertos no país até o final do ano, totalizando 15 inaugurações em 2025. Falando especificamente do interior paulista, fora Mogi Guaçu, neste ano já abrimos unidades em Taubaté, Araraquara e Franca.

O restaurante do Shopping Boulevard possui algo diferente dos demais?
Márcia Piellusch – O restaurante de Mogi Guaçu é o primeiro da região a contar com nosso novo conceito arquitetônico, mais contemporâneo e descontraído, inspirado no Outback Casinha, primeira unidade da marca no país, aberta em 1997, que foi reinaugurada no no ano passado, totalmente reformulada. A intenção é trazer aos clientes uma imersão ainda maior na temática australiana. São várias novidades, como o bar, que remete a um jipe estacionado no deserto australiano. Outro detalhe interessante é que as luminárias contam com design inspirado na cebola do Outback — baseado na flor australiana Waratah. O restaurante de Mogi Guaçu também traz uma escultura gigante em formato de onda, feita com quilhas de pranchas de surf, e mais quadros, incluindo fotos produzidas com Inteligência Artificial de pessoas explorando a Austrália de hoje, além de animais australianos não muito convencionais, como a libélula gigante e o besouro gigante, que só existem lá. Dessa forma, passamos a trazer outras referências de imagens desse país tão rico, para além de coalas e cangurus, fugindo do lugar comum.

Você mencionou que o Outback está no Brasil desde 1997 e desde 2000 na região de Campinas. Qual o segredo para manterem a marca tão relevante até hoje?
Márcia Piellusch – Primeiramente, é importante reforçar que somos muito gratos pela receptividade do consumidor brasileiro desde o início da nossa trajetória e que temos muito orgulho de nossa história aqui. Mais do que boa comida, procuramos oferecer uma experiência memorável. Além de ser muito conectado com a marca por conta dos produtos, nosso público tem também muita confiança de que o Outback oferece sempre uma experiência de excelência, dentro de um alto padrão de qualidade, em qualquer unidade em que esteja. Isso faz que as pessoas busquem sempre estar conosco em momentos memoráveis, de celebração. Também somos muito conhecidos pela nossa hospitalidade e inovação, fazendo com que o cliente retorne constantemente aos nossos restaurantes, para conhecer as novidades, ou porque tem um vínculo grande com algum produto específico. Isso nos diferencia no mercado.

O Outback possui um sistema diferenciado de negócios. Pode explicar como funciona?
Márcia Piellusch – O modelo do Outback é de sociedade, não de franquia. Cada restaurante possui um sócio proprietário, que é cuidadosamente selecionado e treinado pela empresa. Atualmente, mais de 80% dos sócios-proprietários dos restaurantes Outback começaram sua jornada na cozinha, no salão ou como garçons, por exemplo. São pessoas que cresceram dentro da companhia e construíram suas carreiras com a marca. Tornar-se um líder dentro da organização requer bastante envolvimento e comprometimento com o negócio, bem como a demonstração de atitude positiva alinhada aos valores e princípios do Outback. O Leo Oliveira, sócio proprietário do Outback aqui de Mogi Guaçu, é um exemplo disso, ele começou na empresa há 21 anos como auxiliar de limpeza de salão e foi crescendo até, recentemente, ser convidado comandar seu próprio restaurante e ter o tão aguardado nome na porta, que é uma característica muito conhecida do Outback.

Você também é um exemplo desse crescimento na empresa?
Márcia Piellusch – Sou sim, com muito orgulho. Comecei no Outback em 2000, como Waitress (garçonete), no restaurante do Iguatemi Campinas, e em apenas três meses já passei a coordenadora de plantão. Um tempo depois assumi meu primeiro cargo de gerência, no qual fiquei por cinco anos. Em 2011, fui convidada a assumir a unidade Portal Morumbi em São Paulo como sócia, onde fiquei por quatro anos, e em 2015 tive a oportunidade de voltar para o Outback Iguatemi Campinas, dessa vez como sócia proprietária. Após dois anos e meio, fui convidada a assumir uma parte do mercado do interior da rede como sócia regional. Inicialmente, passei a cuidar de cinco restaurantes, depois o mercado foi aumentando. Atualmente, sou sócia de 19 restaurantes, tendo cerca de 1.700 Outbackers, como chamamos nossos colaboradores, sob minha gestão.

Serviço
Outback Shopping Boulevard Mogi Guaçu
Endereço: Av. Mogi Mirim, 210 – Centro, Mogi Guaçu
Abertura ao público: dia 23 de junho, segunda-feira, a partir das 11h30
Horários: de domingo a quinta-feira e feriados, das 11h30 às 22h; sexta-feira e sábado, das 11h30 às 22h30

Sobre o Outback Steakhouse
O Outback Steakhouse possui 184 restaurantes no Brasil e está presente em 86 cidades, 22 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback.

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Campinas

Em Campinas, Ipem-SP realizará verificação de radares

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O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, e órgão delegado do Inmetro, que tem como objetivo promover a confiança nas relações de consumo, fará verificação metrológica na próxima segunda-feira, 24 de agosto, a partir das 9h, nos radares instalados nos seguintes endereços em Campinas, cidade localizada a 99 km da capital. Serão eles:

– Avenida Theodureto de Arruda Camargo, próximo ao nº 1.500, sentido centro;

– Avenida Theodureto de Arruda Camargo, próximo ao nº 1.499, sentido centro;

– Avenida das Amoreiras, próximo à rua Itapecerica da Serra, sentido bairro;

– Avenida Dermival Bernardes Siqueira, próximo ao Condomínio Lugano, sentido bairro.

Diariamente, o Ipem-SP realiza a verificação metrológica dos radares, instrumentos utilizados para medir e registrar velocidade destinados ao monitoramento do trânsito, em todo o Estado de São Paulo. Conforme a portaria Inmetro 158/2022, é obrigatória a verificação metrológica uma vez por ano ou toda vez que o equipamento passar por reparo.

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Os radares de velocidade têm o objetivo de reforçar a segurança viária através do monitoramento constante de vias e rodovias, prevenindo acidentes e contribuindo para a proteção do cidadão, fazendo com que os condutores respeitem o limite de velocidade permitido.

A verificação metrológica no radar leva de 20 minutos até uma hora. A ação envolve os fiscais do Ipem-SP e a equipe da empresa responsável pelo instrumento.

Em caso de chuva, a verificação é cancelada. O cancelamento também pode ocorrer poucas horas antes do agendado, conforme solicitação dos agentes de trânsito ou empresa responsável pelo equipamento.      

Caso o equipamento seja aprovado, recebe um certificado válido por um ano. Quando há reprovação a empresa fabricante é notificada a corrigir o erro.     

Em caso de excesso de velocidade, para aplicação de multas, o equipamento precisa estar verificado pelo Ipem-SP.       

A ação será realizada pela equipe de fiscalização da regional em Campinas.  

Em 2025, o Ipem-SP verificou 8.624 radares nos 645 municípios que compõem o Estado de São Paulo. 

Interessados em acompanhar a verificação dos radares devem acionar a Assessoria de Imprensa do instituto.    

A verificação metrológica     

O radar, expressão em inglês radio detection and rangig, é um aparelho que localiza objetos a longa distância utilizando ondas eletromagnéticas. Possui antena emissora/receptora de ondas de rádio que se propagam até atingirem o alvo, retornando ao radar. A diferença de tempo de ida e de volta da onda determina a distância ou a velocidade do objeto. Portanto, nem todos os medidores de velocidade que chamamos de “radar” são radares de fato. Veja:    

Medidor por radar propriamente dito: transmite e recebe ondas contínuas na faixa de micro-ondas, propiciando a medição da velocidade do veículo alvo através do efeito Doppler.      

Medidor óptico: projeta um feixe de luz (laser) no veículo alvo, e a medição é feita pelo processamento da energia por ele refletida.      

Medidor de sensores de superfície: utiliza sensores instalados na superfície da via que detectam a passagem do veículo. A medição é feita em função do tempo de passagem do veículo entre dois sensores cuja distância entre eles é fixa e conhecida.   

Em geral, os medidores são constituídos por:     

– Dispositivo de detecção, que identifica as distâncias necessárias para o cálculo da velocidade dos veículos.      

– Dispositivo de medição, constituído por micro processador e software que capta os dados do sistema de detecção e efetua o cálculo da velocidade.     

– Dispositivo de processamento, constituído por um processador e software dedicado ao controle do sistema.     

– Dispositivo de armazenamento, que registra e armazena os dados referente à medição.    

– Dispositivo de registro óptico, constituído por câmera fotográfica ou de vídeo capaz de identificar o veículo.    

Os medidores podem ser fixos, portáteis (tipo pistola), móveis (instalados em veículos em movimento) ou estáticos (sobre suporte que pode ser deslocado de um ponto para outro). No Estado de São Paulo é o Ipem-SP que fiscaliza todos esses instrumentos e verifica se apresentam medições corretas. A verificação dos instrumentos em operação é feita uma vez ao ano (verificação periódica), ou sempre que sofrem manutenção ou transferência de local de instalação (verificação eventual).     

As verificações metrológicas são realizadas com a utilização de uma viatura oficial, dotada de medidor de velocidade de alta precisão previamente calibrado (padrão). Os ensaios são realizados em cinco velocidades diferentes. Após a passagem da viatura pelo medidor, os resultados registrados pelo seu sistema fotográfico são confrontados com os resultados obtidos pelo padrão do Ipem-SP.     

Os medidores aprovados recebem um laudo técnico com validade para um ano. Se forem reprovados, a empresa responsável pelo medidor é autuada e o equipamento é interditado.    

Vale lembrar que para as multas emitidas em função dessas medições serem legítimas, o medidor de velocidade precisa ter sido verificado e aprovado pelo Ipem-SP, e estar dentro do prazo de validade. Para saber se o medidor de velocidade está dentro da validade, acesse o Portal de Serviços do Inmetro nos Estados (PSIE). Acesse https://servicos.rbmlq.gov.br

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Campinas

Prefeito de Morungaba participa de reunião da RMC que debate inovação e ações contra extremos climáticos

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O prefeito de Morungaba, Luis Fernando Miguel, juntamente ao diretor de Planejamento, Marcel Assis, participou, na terça-feira, 18, da reunião do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas (CDRMC), realizada no espaço Mescla, no Campus 1 da PUC-Campinas. O encontro reuniu prefeitos e representantes dos municípios da região para discutir propostas de integração regional nas áreas de tecnologia, inovação, meio ambiente e enfrentamento aos eventos climáticos extremos.

Um dos principais assuntos da reunião foi a proposta apresentada por Campinas para a criação de um hub regional de tecnologia e inovação, com o objetivo de integrar os municípios da RMC e fortalecer o ambiente de ciência, tecnologia, empreendedorismo e atração de novos investimentos.

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A proposta prevê que os municípios avaliem a adoção de legislações e iniciativas que favoreçam a instalação e o desenvolvimento de empresas de tecnologia e inovação. Campinas também se colocou à disposição para compartilhar experiências e modelos de legislação relacionados a incentivos e ambientes de inovação, como a chamada lei de sandbox.

Durante a reunião, o prefeito de Campinas e presidente do Conselho da RMC, Dário Saadi, destacou a importância da atuação conjunta dos municípios para consolidar a região como um polo de tecnologia e inovação.

Para o prefeito Luis Fernando Miguel, a participação de Morungaba nas discussões do Conselho da RMC reforça a importância da integração entre os municípios e do planejamento conjunto de ações que possam contribuir para o desenvolvimento regional.

Outro tema de destaque foi a prevenção e o enfrentamento dos extremos climáticos, especialmente diante da chegada do fenômeno El Niño. Especialistas apresentaram aos representantes dos municípios informações sobre os possíveis impactos do fenômeno, incluindo períodos de temperaturas elevadas, ondas de calor, riscos de incêndios e a possibilidade de ocorrência de temporais intensos.

A orientação apresentada durante o encontro foi para que os municípios fortaleçam seus protocolos de prevenção e resposta, ampliando a integração entre as equipes de Defesa Civil e demais setores envolvidos na gestão de riscos.

Entre as iniciativas discutidas está a ampliação da atuação conjunta dos municípios da RMC em situações de emergência, com estruturas móveis de apoio, Centros de Operações de Emergência (COEs), monitoramento meteorológico e protocolos integrados para o combate a incêndios.

Morungaba já integra ações de cooperação regional, como o protocolo conjunto entre Campinas, Itatiba e Morungaba na região do Pico das Cabras, voltado ao apoio às operações de combate a incêndios.

Também foi apresentado o funcionamento do radar meteorológico da Unicamp, em operação desde dezembro de 2025 e com cobertura de até 100 quilômetros, além da implantação, por Campinas, de uma rede de 21 estações meteorológicas, das quais cinco já estão em funcionamento.

A reunião reforçou a importância da cooperação entre os municípios da Região Metropolitana de Campinas para a construção de soluções conjuntas, tanto no estímulo ao desenvolvimento econômico e tecnológico quanto na prevenção e resposta aos desafios ambientais e climáticos que afetam a região.

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Voluntariado empresarial ganha força e mobiliza colaboradores da CPFL em Campinas

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No ano declarado pela ONU como o Ano Internacional do Voluntariado, iniciativa reforça movimento de empresas que ampliam o engajamento de colaboradores em ações de impacto social

Agosto, mês do voluntariado, chama a atenção para um movimento que vem ganhando força também dentro das empresas. Em São Paulo, o crescimento do número de organizações que apoiam práticas voluntárias mostra como o engajamento dos colaboradores com as comunidades e o terceiro setor tem conquistado espaço no ambiente corporativo.

Em Campinas, a CPFL Energia é um dos exemplos desse movimento. Neste sábado (15), cerca de 100 voluntários estarão mobilizados no bairro Monte Cristo, de Campinas/SP, para mais uma edição do Dia de Semear. A ação acontece na AMIC (Associação dos Amigos da Criança) e terá atividades de revitalização e integração com a comunidade.

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A programação inclui pintura, jardinagem, melhorias na infraestrutura e oficinas lúdicas, além de brincadeiras para as crianças da AMIC. A ação conta ainda com a parceria da Hamburgada do Bem, organização que se soma ao esforço coletivo para ampliar o impacto da iniciativa, fortalecendo uma rede de solidariedade capaz de gerar transformação social duradoura.

Mobilização que gera impacto
O Programa Semear, responsável pela realização do evento, já reúne mais de 2 mil voluntários e atua em parceria com 69 instituições sociais. Somente em 2026, foram mais de 50 ações realizadas, beneficiando 4.800 pessoas em diferentes cidades.

Durante agosto, o Dia de Semear acontece em várias localidades, ampliando uma mobilização que transforma a disposição dos colaboradores em ações concretas nas comunidades.

Esse avanço acompanha uma tendência observada no ambiente corporativo. “Com base em Censos e estudos, notamos que vem crescendo o voluntariado empresarial no estado de São Paulo. Nos últimos anos, aumentou cerca de 30% o número de empresas

apoiando essas práticas voluntárias, entendendo a importância dessa conexão com a comunidade ou terceiro setor de maneira relevante”, explica Roberta Nunes Barbosa, gerente executiva da ABRH-SP.

Para Roberta, os benefícios também se refletem dentro das organizações. Pesquisas mostram que o voluntariado contribui para desenvolver competências profissionais, como liderança, comunicação, empatia e tolerância, além de fortalecer o sentimento de pertencimento e o orgulho de fazer parte da empresa. “É uma iniciativa que gera impacto social, mas também ajuda a fortalecer a cultura interna e a formar profissionais mais engajados e conscientes do seu papel na sociedade”, completa.

“O Dia de Semear é a expressão mais visível de um movimento que acontece ao longo de todo o ano. Mobilizamos colaboradores, familiares, parceiros e instituições em ações que fortalecem as comunidades e ampliam oportunidades para quem mais precisa. É uma iniciativa que transforma os territórios, mas que também transforma as pessoas que participam dela”, destaca Natalia Tadokoro, gerente de sustentabilidade da CPFL Energia.

Programa Semear: voluntariado que conecta e transforma
Integrado à estratégia ESG da CPFL Energia, o Programa Semear conecta colaboradores e parceiros para gerar valor compartilhado com as comunidades em sua área de concessão. Além de mobilizar milhares de voluntários, fortalece vínculos comunitários e contribui para o desenvolvimento de competências e relações que ampliam o impacto social da companhia.

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