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Campinas

Festejos juninos alegram Campinas, Ribeirão Preto e Bauru

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Em todo o estado, são aguardados 520 mil turistas entre os meses de junho e agosto, segundo estimativas do CIET, que considerou apenas as viagens com pernoite

Está aberta a temporada de festejos juninos em todo o estado. A cada ano, os municípios inovam e investem no que é um dos maiores eventos populares do calendário, mas sem deixar de lado a tradição e o simbolismo religioso. A Secretaria de Turismo e Viagens (Setur-SP) listou os eventos da Região Administrativa de Campinas, Ribeirão Preto e Bauru.

Região Administrativa de Campinas

Em Joanópolis, que completa 147 anos no dia de São João, 24 de junho, grandes festanças estão previstas para o mês. Este ano, a administração municipal está preparando programação imperdível e totalmente gratuita tendo como atração principal a dupla Pedro Paulo e Alex, na Praça Padre Domingos. Prometem deliciosos pratos da culinária caipira, como a carne de lata e a intrigante comida do lobisomem, típicos da região.

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A tradicional Quermesse de Santo Antônio está de volta em Americana, trazendo fé, cultura e muita diversão para toda a comunidade. O evento acontece durante o mês de junho, no pátio da Paróquia Santo Antônio, no bairro Jardim São Paulo, com entrada gratuita. Com barracas típicas, comidas juninas, binguinhos, quadrilhas e atrações musicais ao vivo, a quermesse é uma das festas mais esperadas da cidade.

Tem mais: a Quermesse de Carioba, também conhecida como Festa de São João Carioba, é uma tradicional festa popular que acontece anualmente no bairro Carioba, em Americana. Há barracas de comidas típicas, apresentações culturais, música ao vivo e atividades para toda a família. A Prefeitura informa que são esperados 65 mil visitantes em Americana e nove mil, em Carioba.

Águas de São Pedro comemora o 4º Festival de Quadrilhas Juninas para movimentar a cidade e atrair visitantes. Tudo acontece no período de 13 a 15 de junho, na Praça Dr. Octávio de Moura Andrade, para esta grande festa que envolve apresentação de quadrilhas, música ao vivo e praça de alimentação. A prefeitura aguarda um público de cinco mil pessoas.

Em Pedra Bela, a Festa Junina mais tradicional desta cidade acontece no Asilo Madre Paulina nos dias 6, 7 8 de junho, na rua do Salão Paroquial. Durante os três dias de evento está prevista boa programação musical e show de prêmios todos os dias.

Região Administrativa de Ribeirão Preto

Em São Simão, a São João Simonense, a festa do mês de junho, contará com apresentações musicais típicas, shows e barracas de comidas típicas. Tudo acontece na Praça da República a partir de dia 21 de junho.

O Arraiá do Esporte, em Santa Cruz da Esperança, é um evento que une tradição junina e práticas esportivas, promovendo momentos de lazer, competição e confraternização para toda a comunidade deste destino. Realizado na Praça Júlio Prestes, no dia 14 de junho, das 9 às 22 horas, o evento combina o espírito festivo das festas juninas com diversas modalidades esportivas, incentivando a participação de crianças, jovens e adultos em um ambiente animado e inclusivo. Haverá Quadrilha Esportiva – apresentação temática misturando dança junina e elementos esportivos; Barracas Típicas – comidas e bebidas tradicionais, como pipoca, quentão, milho verde e doces juninos e Shows Musicais e Apresentações Culturais – bandas e grupos locais animando o evento.

Região Administrativa de Bauru

A Festa de São João Batista, em Guaiçara, é a principal celebração junina desta cidade e tem uma longa tradição que remonta a 1924. Comemorada durante todo o mês de junho, aos finais de semana (sextas, sábados e domingos), o evento atrai milhares de visitantes de toda a região. Organizada em parceria entre a Prefeitura e a Igreja de São João Batista, a festividade é um dos maiores eventos juninos do interior paulista. Haverá apresentações culturais; comidas típicas; parque de diversões e shows com artistas regionais e renomados. Tudo acontece na Praça 13 de dezembro centro, Rua Antônio Buzinaro, 334.

Sobre as Festas Juninas

As Festas Juninas surgiram na Europa, em celebrações pagãs ligadas ao solstício de verão e à colheita, que ocorriam no mês de junho. Com o cristianismo, a Igreja Católica apropriou-se destas festividades, associando-as a santos como Santo Antônio (13 de junho), São João Batista (24 de junho) e São Pedro (29 de junho).

No Brasil, estas festas foram trazidas pelos portugueses no século XVI, incorporando elementos indígenas e africanos e tornando-se uma tradição popular. A quadrilha junina chegou em território brasileiro no final da década de 1820 e foi inicialmente dançada pela elite, especialmente na corte carioca. Com o tempo, a dança popularizou-se entre o povo, integrando-se às festas juninas, que são celebrações de raízes rurais e religiosas.

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Campinas

Em Campinas, Ipem-SP realizará verificação de radares

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O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, e órgão delegado do Inmetro, que tem como objetivo promover a confiança nas relações de consumo, fará verificação metrológica na próxima segunda-feira, 24 de agosto, a partir das 9h, nos radares instalados nos seguintes endereços em Campinas, cidade localizada a 99 km da capital. Serão eles:

– Avenida Theodureto de Arruda Camargo, próximo ao nº 1.500, sentido centro;

– Avenida Theodureto de Arruda Camargo, próximo ao nº 1.499, sentido centro;

– Avenida das Amoreiras, próximo à rua Itapecerica da Serra, sentido bairro;

– Avenida Dermival Bernardes Siqueira, próximo ao Condomínio Lugano, sentido bairro.

Diariamente, o Ipem-SP realiza a verificação metrológica dos radares, instrumentos utilizados para medir e registrar velocidade destinados ao monitoramento do trânsito, em todo o Estado de São Paulo. Conforme a portaria Inmetro 158/2022, é obrigatória a verificação metrológica uma vez por ano ou toda vez que o equipamento passar por reparo.

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Os radares de velocidade têm o objetivo de reforçar a segurança viária através do monitoramento constante de vias e rodovias, prevenindo acidentes e contribuindo para a proteção do cidadão, fazendo com que os condutores respeitem o limite de velocidade permitido.

A verificação metrológica no radar leva de 20 minutos até uma hora. A ação envolve os fiscais do Ipem-SP e a equipe da empresa responsável pelo instrumento.

Em caso de chuva, a verificação é cancelada. O cancelamento também pode ocorrer poucas horas antes do agendado, conforme solicitação dos agentes de trânsito ou empresa responsável pelo equipamento.      

Caso o equipamento seja aprovado, recebe um certificado válido por um ano. Quando há reprovação a empresa fabricante é notificada a corrigir o erro.     

Em caso de excesso de velocidade, para aplicação de multas, o equipamento precisa estar verificado pelo Ipem-SP.       

A ação será realizada pela equipe de fiscalização da regional em Campinas.  

Em 2025, o Ipem-SP verificou 8.624 radares nos 645 municípios que compõem o Estado de São Paulo. 

Interessados em acompanhar a verificação dos radares devem acionar a Assessoria de Imprensa do instituto.    

A verificação metrológica     

O radar, expressão em inglês radio detection and rangig, é um aparelho que localiza objetos a longa distância utilizando ondas eletromagnéticas. Possui antena emissora/receptora de ondas de rádio que se propagam até atingirem o alvo, retornando ao radar. A diferença de tempo de ida e de volta da onda determina a distância ou a velocidade do objeto. Portanto, nem todos os medidores de velocidade que chamamos de “radar” são radares de fato. Veja:    

Medidor por radar propriamente dito: transmite e recebe ondas contínuas na faixa de micro-ondas, propiciando a medição da velocidade do veículo alvo através do efeito Doppler.      

Medidor óptico: projeta um feixe de luz (laser) no veículo alvo, e a medição é feita pelo processamento da energia por ele refletida.      

Medidor de sensores de superfície: utiliza sensores instalados na superfície da via que detectam a passagem do veículo. A medição é feita em função do tempo de passagem do veículo entre dois sensores cuja distância entre eles é fixa e conhecida.   

Em geral, os medidores são constituídos por:     

– Dispositivo de detecção, que identifica as distâncias necessárias para o cálculo da velocidade dos veículos.      

– Dispositivo de medição, constituído por micro processador e software que capta os dados do sistema de detecção e efetua o cálculo da velocidade.     

– Dispositivo de processamento, constituído por um processador e software dedicado ao controle do sistema.     

– Dispositivo de armazenamento, que registra e armazena os dados referente à medição.    

– Dispositivo de registro óptico, constituído por câmera fotográfica ou de vídeo capaz de identificar o veículo.    

Os medidores podem ser fixos, portáteis (tipo pistola), móveis (instalados em veículos em movimento) ou estáticos (sobre suporte que pode ser deslocado de um ponto para outro). No Estado de São Paulo é o Ipem-SP que fiscaliza todos esses instrumentos e verifica se apresentam medições corretas. A verificação dos instrumentos em operação é feita uma vez ao ano (verificação periódica), ou sempre que sofrem manutenção ou transferência de local de instalação (verificação eventual).     

As verificações metrológicas são realizadas com a utilização de uma viatura oficial, dotada de medidor de velocidade de alta precisão previamente calibrado (padrão). Os ensaios são realizados em cinco velocidades diferentes. Após a passagem da viatura pelo medidor, os resultados registrados pelo seu sistema fotográfico são confrontados com os resultados obtidos pelo padrão do Ipem-SP.     

Os medidores aprovados recebem um laudo técnico com validade para um ano. Se forem reprovados, a empresa responsável pelo medidor é autuada e o equipamento é interditado.    

Vale lembrar que para as multas emitidas em função dessas medições serem legítimas, o medidor de velocidade precisa ter sido verificado e aprovado pelo Ipem-SP, e estar dentro do prazo de validade. Para saber se o medidor de velocidade está dentro da validade, acesse o Portal de Serviços do Inmetro nos Estados (PSIE). Acesse https://servicos.rbmlq.gov.br

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Campinas

Prefeito de Morungaba participa de reunião da RMC que debate inovação e ações contra extremos climáticos

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O prefeito de Morungaba, Luis Fernando Miguel, juntamente ao diretor de Planejamento, Marcel Assis, participou, na terça-feira, 18, da reunião do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas (CDRMC), realizada no espaço Mescla, no Campus 1 da PUC-Campinas. O encontro reuniu prefeitos e representantes dos municípios da região para discutir propostas de integração regional nas áreas de tecnologia, inovação, meio ambiente e enfrentamento aos eventos climáticos extremos.

Um dos principais assuntos da reunião foi a proposta apresentada por Campinas para a criação de um hub regional de tecnologia e inovação, com o objetivo de integrar os municípios da RMC e fortalecer o ambiente de ciência, tecnologia, empreendedorismo e atração de novos investimentos.

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A proposta prevê que os municípios avaliem a adoção de legislações e iniciativas que favoreçam a instalação e o desenvolvimento de empresas de tecnologia e inovação. Campinas também se colocou à disposição para compartilhar experiências e modelos de legislação relacionados a incentivos e ambientes de inovação, como a chamada lei de sandbox.

Durante a reunião, o prefeito de Campinas e presidente do Conselho da RMC, Dário Saadi, destacou a importância da atuação conjunta dos municípios para consolidar a região como um polo de tecnologia e inovação.

Para o prefeito Luis Fernando Miguel, a participação de Morungaba nas discussões do Conselho da RMC reforça a importância da integração entre os municípios e do planejamento conjunto de ações que possam contribuir para o desenvolvimento regional.

Outro tema de destaque foi a prevenção e o enfrentamento dos extremos climáticos, especialmente diante da chegada do fenômeno El Niño. Especialistas apresentaram aos representantes dos municípios informações sobre os possíveis impactos do fenômeno, incluindo períodos de temperaturas elevadas, ondas de calor, riscos de incêndios e a possibilidade de ocorrência de temporais intensos.

A orientação apresentada durante o encontro foi para que os municípios fortaleçam seus protocolos de prevenção e resposta, ampliando a integração entre as equipes de Defesa Civil e demais setores envolvidos na gestão de riscos.

Entre as iniciativas discutidas está a ampliação da atuação conjunta dos municípios da RMC em situações de emergência, com estruturas móveis de apoio, Centros de Operações de Emergência (COEs), monitoramento meteorológico e protocolos integrados para o combate a incêndios.

Morungaba já integra ações de cooperação regional, como o protocolo conjunto entre Campinas, Itatiba e Morungaba na região do Pico das Cabras, voltado ao apoio às operações de combate a incêndios.

Também foi apresentado o funcionamento do radar meteorológico da Unicamp, em operação desde dezembro de 2025 e com cobertura de até 100 quilômetros, além da implantação, por Campinas, de uma rede de 21 estações meteorológicas, das quais cinco já estão em funcionamento.

A reunião reforçou a importância da cooperação entre os municípios da Região Metropolitana de Campinas para a construção de soluções conjuntas, tanto no estímulo ao desenvolvimento econômico e tecnológico quanto na prevenção e resposta aos desafios ambientais e climáticos que afetam a região.

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Campinas

Voluntariado empresarial ganha força e mobiliza colaboradores da CPFL em Campinas

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No ano declarado pela ONU como o Ano Internacional do Voluntariado, iniciativa reforça movimento de empresas que ampliam o engajamento de colaboradores em ações de impacto social

Agosto, mês do voluntariado, chama a atenção para um movimento que vem ganhando força também dentro das empresas. Em São Paulo, o crescimento do número de organizações que apoiam práticas voluntárias mostra como o engajamento dos colaboradores com as comunidades e o terceiro setor tem conquistado espaço no ambiente corporativo.

Em Campinas, a CPFL Energia é um dos exemplos desse movimento. Neste sábado (15), cerca de 100 voluntários estarão mobilizados no bairro Monte Cristo, de Campinas/SP, para mais uma edição do Dia de Semear. A ação acontece na AMIC (Associação dos Amigos da Criança) e terá atividades de revitalização e integração com a comunidade.

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A programação inclui pintura, jardinagem, melhorias na infraestrutura e oficinas lúdicas, além de brincadeiras para as crianças da AMIC. A ação conta ainda com a parceria da Hamburgada do Bem, organização que se soma ao esforço coletivo para ampliar o impacto da iniciativa, fortalecendo uma rede de solidariedade capaz de gerar transformação social duradoura.

Mobilização que gera impacto
O Programa Semear, responsável pela realização do evento, já reúne mais de 2 mil voluntários e atua em parceria com 69 instituições sociais. Somente em 2026, foram mais de 50 ações realizadas, beneficiando 4.800 pessoas em diferentes cidades.

Durante agosto, o Dia de Semear acontece em várias localidades, ampliando uma mobilização que transforma a disposição dos colaboradores em ações concretas nas comunidades.

Esse avanço acompanha uma tendência observada no ambiente corporativo. “Com base em Censos e estudos, notamos que vem crescendo o voluntariado empresarial no estado de São Paulo. Nos últimos anos, aumentou cerca de 30% o número de empresas

apoiando essas práticas voluntárias, entendendo a importância dessa conexão com a comunidade ou terceiro setor de maneira relevante”, explica Roberta Nunes Barbosa, gerente executiva da ABRH-SP.

Para Roberta, os benefícios também se refletem dentro das organizações. Pesquisas mostram que o voluntariado contribui para desenvolver competências profissionais, como liderança, comunicação, empatia e tolerância, além de fortalecer o sentimento de pertencimento e o orgulho de fazer parte da empresa. “É uma iniciativa que gera impacto social, mas também ajuda a fortalecer a cultura interna e a formar profissionais mais engajados e conscientes do seu papel na sociedade”, completa.

“O Dia de Semear é a expressão mais visível de um movimento que acontece ao longo de todo o ano. Mobilizamos colaboradores, familiares, parceiros e instituições em ações que fortalecem as comunidades e ampliam oportunidades para quem mais precisa. É uma iniciativa que transforma os territórios, mas que também transforma as pessoas que participam dela”, destaca Natalia Tadokoro, gerente de sustentabilidade da CPFL Energia.

Programa Semear: voluntariado que conecta e transforma
Integrado à estratégia ESG da CPFL Energia, o Programa Semear conecta colaboradores e parceiros para gerar valor compartilhado com as comunidades em sua área de concessão. Além de mobilizar milhares de voluntários, fortalece vínculos comunitários e contribui para o desenvolvimento de competências e relações que ampliam o impacto social da companhia.

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