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Estudo Melhores Cidades para Negócios mostra que SP é uma das cidades que mais atraem investimentos na educação

Redação Gazeta Regional

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A Educação foi um dos setores mais afetados pela crise ocasionada pela pandemia, desde o ano passado. Milhões de alunos e profissionais da área foram prejudicados, de forma direta ou indireta. Embora algumas instituições tenham fechado as portas, geralmente por inadimplência ou cancelamento de matrículas, o setor também teve de se reinventar e muitas escolas criaram inovações, soluções mais práticas e até tiveram resultados melhores.

O estudo Melhores Cidades para Negócios (MCN), em parceria com a Urban Systems, mostrou que São Paulo é uma das melhores cidades para investir no segmento educacional. A cidade registrou um aumento de 4,2% no número de matrículas de educação básica privada. É importante lembrar também que São Paulo concentra cerca de 10,7% das matrículas nesse segmento.

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Kartódromo San Marino investe em produção de energia fotovoltaica

Redação Gazeta Regional

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O complexo, localizado em Paulínia, já é autossuficiente em produção de energia, praticamente zerou a conta de luz e ainda promove o plantio de espécies nativas

No atual momento, com a crise hídrica e a possibilidade de racionamento de energia, o Kartódromo Internacional San Marino, localizado em Paulínia, dá sua contribuição à região de Campinas e ao planeta implementando 196 painéis fotovoltaicos, que possibilitaram a criação de uma miniusina de energia interna. Com os painéis em funcionamento, o complexo já é autossuficiente em energia, produz excedente e reduziu em 92,5% a fatura mensal.

De acordo com Guilherme Henrique Marton, diretor da empresa que instalou os painéis fotovoltaicos no kartódromo, a administração despendia R$ 8.000 mensais com a fatura de energia, considerando todas as suas contas. A partir de agora, o complexo vai desembolsar apenas R$ 600 mensais.

“Uma economia fantástica, com a geração de 8.000 KWH de energia ao mês.  E o San Marino também implementou um sistema para aproveitamento da energia excedente produzida, que já está utilizando em seis contas de mesma titularidade”, ressalta Marton.

E, para além da economia financeira, o Kartódromo San Marino ajuda a minimizar o impacto ambiental decorrente do uso de energia pelo sistema convencional, na região de Campinas, segundo Guilherme Marton.

“Com a implantação do sistema, o San Marino está evitando mais de 68 mil emissões de carbono ao ano. Em 25 anos, serão evitadas mais de 1,7 milhão de emissões, o equivalente ao absorvido por mais de 9,7 mil árvores”, dimensiona o especialista.

A energia produzida atende a todos os setores do complexo: administração, restaurante, galpão que abriga a frota de karts de aluguel, vestiários, banheiros, boxes, pista e estacionamento.

O investimento coincide com as ações de responsabilidade ambiental colocadas em prática pela administração do Kartódromo San Marino, desde antes do início da implementação do centro esportivo, há quase 10 anos.

À época, foram removidas e replantadas 20 jabuticabeiras, que hoje dão seus frutos em torno das instalações do San Marino, e plantadas mais de 200 árvores ao redor de todo o complexo, além das preservadas durante as obras. Hoje, são 442 árvores no entorno.

A diretora do Kartódromo Internacional San Marino, Josilene Andrade, lembra da espécie de árvore copaíba, que se encontra no circuito, e ressalta que o investimento na produção de energia fotovoltaica reflete o envolvimento da administração com a preservação ambiental.

“Temos muito orgulho e muito carinho pela nossa árvore, que se encontra dentro do circuito e foi preservada durante a construção, com todos os requisitos de segurança para os pilotos. O projeto foi alterado para que não fosse derrubada. Quanto ao investimento na aquisição das placas fotovoltaicas, diz respeito ao nosso compromisso de contribuir não apenas no cuidado com o meio ambiente, como também de preservar a cidade e a região que escolhemos para implementar o kartódromo”, salienta.

Espécies nativas
Entre as árvores cultivadas no Kartódromo San Marino, em Paulínia, há diversas espécies, como mogno, sibipiruna, pau-brasil, ipê, cedro, jabuticabeira e outras. O plantio é constante, porque ocorrem perdas de algumas espécies anualmente, por conta das intempéries climáticas ou por doença. Desse modo, assim que alguma árvore morre, a equipe de manutenção da jardinagem já repõe uma nova muda no lugar.

O kartódromo ainda reaproveita os troncos de árvores perdidas para fazer mesas para o restaurante, concebidas pelo proprietário do San Marino, fechando o ciclo da reciclagem.

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Projeto de Lei: Alesp aprova iniciativa de apoio emocional às vítimas da Covid-19

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Iniciativa, que garante atendimento nos Caps, recebeu apoio do deputado Edmir Chedid (DEM)

O Poder Legislativo aprovou na terça-feira, 14, o Projeto de Lei 176/2021, que autoriza o governo estadual a criar um programa de saúde emocional às pessoas que perderam parentes e amigos para a Covid-19. A iniciativa, que recebeu apoio do deputado Edmir Chedid (DEM), beneficiará todo os que necessitam de suporte psicológico em razão da crise provocada pela pandemia.

Segundo o parlamentar, esta proposta garante os atendimentos presenciais por meio dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) ou de órgãos similares, bem como virtuais. “A intenção é garantir a atenção necessária aos que perderam parentes ou amigos nesta pandemia do coronavírus”, completa.

Edmir Chedid explicou que a iniciativa poderá contribuir com as atividades já desempenhadas por alguns municípios. “A preocupação de prefeitos e vice-prefeitos tem sido defendida junto ao governo estadual. Nos últimos meses, por exemplo, tenho reiterado a necessidade da ampliação de recursos para que os municípios possam desenvolver atividades parecidas”, garante.

O parlamentar é autor do Projeto de Lei 223/2020, que institui o Programa de Segurança Alimentar à população em situação de vulnerabilidade social durante o estado de calamidade pública decorrente da pandemia; e do Projeto de Lei 590/2020, que autoriza a suspensão do pagamento de dívidas dos municípios com o governo estadual e com empresas da administração pública.

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Avião cai em área de mata e sete pessoas morrem em Piracicaba; sócio da Raízen e família estão entre as vítimas

Redação Gazeta Regional

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Queda foi em uma área verde próximo à Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatec), no bairro Santa Rosa

Sete pessoas morreram após um avião cair em Piracicaba na manhã desta terça-feira, 14. A aeronave caiu em uma área de mata no bairro Santa Rosa e, com a explosão, um incêndio teve início no local.

Segundo o Corpo de Bombeiros, no avião bimotor estavam o sócio da Raízen Celso Silveira Mello Filho, 73 anos, sua esposa Maria Luiza Meneghel, 71 anos, e os 3 filhos do casal: Celso Meneghel Silveira Mello, 46 anos, Camila Meneghel Silveira Mello Zanforlin, 48 anos, e Fernando Meneghel Silveira Mello, 46 anos. Também morreu o piloto Celso Elias Carloni, 39 anos, e o copiloto Giovani Dedini Gulo, 24 anos.

As vítimas foram carbonizadas e morreram no local. O Corpo de Bombeiros já localizou os sete corpos, segundo a prefeitura.

Quem são os 7 mortos no acidente de avião em Piracicaba
Em nota, a empresa Raízen confirmou a morte do empresário Celso Silveira Mello Filho e família. “Celso era acionista e irmão do presidente do Conselho de Administração da companhia, Rubens Ometto Silveira Mello.”

Segundo a empresa, também estavam no avião a esposa de Celso, Maria Luiza Meneghel, seus três filhos, Celso, Fernando e Camila, o piloto Celso Elias Carloni e o copiloto Giovani Gulo.

Ainda de acordo com os bombeiros, o avião saiu do Aeroporto de Piracicaba com destino ao Pará e caiu logo depois, pouco antes das 9h, em uma área verde ao lado da Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatec).

Segundo a Prefeitura de Piracicaba, o avião modelo King Air B200 saiu do Aeroporto Municipal Pedro Morganti e a queda aconteceu cerca de 15 segundos após a decolagem, em uma plantação de eucaliptos.

O vídeo no início da reportagem mostra o momento que o avião cai ao fundo de um condomínio. Após atingir alguns eucaliptos durante a queda, a aeronave explodiu e teve início um incêndio na mata ao lado da Fatec. Os bombeiros tentam controlar as chamas. Equipes policiais e o Corpo de Bombeiros estão no local e a área foi isolada para a perícia.

A Prefeitura de Piracicaba informou ainda que montou uma força-tarefa reunindo várias secretarias municipais e Serviço Municipal de Água e Esgoto (Semae), para ajudar no resgate e para conter as chamas que se alastraram pela vegetação, após a explosão do avião.

Cerca de 100 pessoas estão no local para auxiliar na ocorrência, segundo a administração. O prefeito Luciano Almeida (DEM) foi até o local.

A área permanece isolada para perícia. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira (FAB), informou em nota que foi acionada e vai para o local para “ação inicial”.

Nessa ação os investigadores identificam indícios, fotografam cenas, retiram partes da aeronave para análise, ouvem relatos de testemunhas e reúnem documentos. O objetivo, segundo o órgão, é prevenir que novos acidentes com características semelhantes aconteçam.

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