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Campinas

Entre prédios e patrimônios: a disputa silenciosa pelo centro histórico de Campinas

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Especialistas apontam falta de gestão eficiente e pressão do mercado como causas para descaracterização de bairros históricos

  • Por Coletivo Spotlight*

A transformação urbana acelerada de Campinas vem trazendo à tona um dilema que se repete em cidades de médio e grande porte pelo Brasil: como equilibrar o avanço do setor imobiliário com a preservação do patrimônio histórico?

A metrópole foi uma das primeiras a criar o próprio Conselho de Patrimônio Histórico com uma lei em 1987 e regulamentado no ano seguinte. No entanto, apesar de reunir 765 bens tombados e outros 600 processos de estudo, o tombamento não é suficiente para garantir a preservação.

Apenas nos últimos 11 anos, entre 2015 e 2025, um levantamento realizado com base no registro do IPTU de Campinas mostra que a cidade teve um acréscimo de 45 mil novos apartamentos e 12 mil casas. Qual o impacto deste crescimento no patrimônio? “Tem vários prédios sendo demolidos. Demolidos assim, eles são deteriorados com o tempo por falta de preservação”, comenta Jucinaide, campineira e que possui uma barraquinha na Feira Hippie do Bairro Cambuí há 15 anos.

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Para entender o panorama do impacto da valorização imobiliária sobre o tecido histórico-cultural da cidade conversamos com João Verde, arquiteto e conselheiro do Condepacc, e Fernando Shigueo Nakandakare, também arquiteto e estudioso da dinâmica urbana.

Cidade abandonada
A situação dos bens tombados e áreas históricas de Campinas é, para João Verde, “extremamente precária”. Segundo ele, não há apoio suficiente para que proprietários consigam realizar reformas ou restauros que lhes permitam reocupar os imóveis antigos, o que leva ao abandono e à deterioração.

Verde reconhece a presença do mercado imobiliário sobre áreas centrais e bairros nobres no Centro expandido como Cambuí, Nova Campinas e Taquaral, onde antigos casarões e terrenos amplos tornam-se alvos para novos empreendimentos. Explica que as construtoras e os empreendedores procuram espaços onde haja demanda por habitações e empreendimentos e buscam imóveis que possam ser comprados e locais onde possam construir novos edifícios. “O mercado imobiliário é como qualquer outro, busca locais para empreender onde haja retorno. O que falta é projeto e planejamento urbano para conciliar essa expansão com a preservação”, diz.

Verde não concorda com o uso do termo especulação para explicar o fenômeno de expansão imobiliária no centro. Já Fernando Shigueo Nakandakare, não nega, mas os desenvolve, para ele, a especulação, consiste em deixar imóveis desocupados aguardando valorização sem se preocupar com a depreciação da cidade de forma a impedir o local de cumprir sua função social.

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No entanto, afirma que é preciso deixar claro que a especulação e o mercado não são sinônimos. O primeiro pode ser utilizado pelo segundo como estratégia de depreciação para futura valorização, mas que ganha espaço na ausência de ações eficazes de reconhecimento de patrimônios em uma dinâmica sustentável na cidade.

“Quando tratamos edifícios apenas como mercadoria, deixamos à mercê do mercado que busca apenas lucro”, alerta.

A demolição e a requalificação
Um caso simbólico dessa disputa em Campinas foi a antiga fábrica de chapéus, próxima ao Mercado Municipal. O local, segundo Nakandakare, tinha potencial para se tornar um centro cultural ou espaço multiuso, mas acabou sendo vendido para uma construtora que vai preservar apenas a fachada e erguer uma torre habitacional.

“Poderíamos ter tido algo como o Sesc Pompeia em São Paulo, mas não foi o caso”, lamenta.

Verde, por sua vez, cita experiências onde a pressão imobiliária resultou em requalificação, como no antigo sanatório Santa Isabel, hoje transformado no complexo Pátio Abolição. Ele defende a verticalização das áreas centrais como caminho para evitar o espraiamento urbano e promover o adensamento populacional com acesso à infraestrutura.

“Os novos empreendimentos podem ajudar a requalificar o patrimônio, ocupando imóveis abandonados e estimulando comércio e serviços no entorno”, afirma.

Outro exemplo de requalificação de patrimônio histórico citado por Verde é o edifício onde atualmente funciona a ESAMC que era um edifício fundado em 1909 como um colégio apenas para mulheres que teve a fachada mantida, mas “praticamente quase todo demolido na sua parte interna e parte traseira. Foi feito outro empreendimento com o hotel, salas comerciais e o espaço da universidade”.

“Claro, não há mais espaço para ter aquela escola feminina, a escola de freiras naquele lugar, mas há espaço para ter uma universidade funcionando lá com diversos cursos. Então, a cidade vai se reinventando. Há necessidade da cidade se reinventar”, diz.

Plano de gestão deficiente
Ambos os arquitetos concordam que Campinas sofre com a ausência de um plano de gestão do patrimônio que articule de forma eficiente o poder público, sociedade civil e mercado. Enquanto Verde critica a falta de um planejamento urbano consistente, Nakandakare defende a criação de um corpo técnico capacitado para construir soluções que não repitam o ciclo de abandono e descaracterização.

“Hoje, para muitos, patrimônio é sinônimo de prédio abandonado. Proteger é ocupar, dar função, memória. Não demolir não é preservar”, fala Nakandakare.

O arquiteto defende que o poder público precisa de instrumentos mais eficazes para gerir o patrimônio, integrando-o de forma sustentável à dinâmica social e econômica. “Proteger sem qualificar é adiar: se o mercado não demolir, o tempo o faz”, diz.

Em complemento, João Verde conta que em Campinas existe uma lei de tombamento, mas não de preservação. “Tombar não significa preservar e a preservação é muito cara”.

Ele explica que os mecanismos existentes na metrópole não são suficientes. Há, por exemplo, a isenção de IPTU para imóveis tombados, mas ela só se aplica se o proprietário está realizando um restauro ou reforma no local naquele ano. “Eu acho que é necessário que as pessoas tenham isenção de IPTU nesses imóveis tombados se o imóvel estiver sendo bem mantido, não adianta dar isenção para o imóvel que tá largado e abandonado”.

Outra ferramenta que considera importante é a Lei do Potencial Construtivo, ela só se aplica a imóveis tombados e tem potencial para trazer benefícios a médio e longo prazo. O arquiteto explica que ela abre a possibilidade do proprietário de um imóvel tombado vender o “potencial construtivo” a uma incorporadora que, ao comprar, “ganha” a capacidade de construir mais do que a metragem originalmente permitida no terreno.

Nakandakare explica que o valor do imóvel está conectado ao potencial construtivo que se estabelece para determinadas regiões junto ao plano diretor. Quanto maior o potencial construtivo de uma região com infraestrutura e boa localização, maior será a pressão sob os patrimônios existentes nessa localidade.

Desta forma, o dinheiro obtido com a venda só pode ser utilizado para a manutenção do imóvel que teve o potencial comercializado. E assim, Verde comenta que muitos imóveis abandonados passaram a ganhar projetos de restauro e requalificação. “O dinheiro tá vindo do que vocês chamam de especulação imobiliária. Eles, claro, tão ganhando quando vão pegar essas áreas construídas e aumentar seus prédios, sim, mas isso está gerando dinheiro, está movimentando o mercado. Inclusive criando o mercado para profissionais restauradores, especialistas em pintura, especialistas em taipa, em trabalhar com técnicas construtivas antigas”.

Ainda assim, aponta um problema na legislação, ao só pode ser vendido uma vez a ação de manutenção e restauro que é constante acaba ficando deficitária com o tempo. Assim, sugere que “a cada 10 anos ou 12 anos as pessoas possam vender esse potencial novamente”.

Incômodo e a perda da memória
A situação dos patrimônios e da própria cidade é um incômodo para os moradores de Campinas apesar de entenderem que invariavelmente o tempo vai promover mudanças na paisagem urbana. Cláudia, arquiteta e proprietária de uma barraquinha na Feira Hippie há 35 anos, fala sobre o apagamento da memória que a cidade vem sofrendo, este provocado pelo
abandono e a substituição de casas históricas por enormes edifícios.

Além disso, ressalta que o bairro do Cambuí deve ser preservado antes que seja completamente descaracterizado. “Tem uma casa de esquina aqui embaixo, tombada, mas tá ruindo. Então, eu acho que Campinas está esquecendo da memória.”, se referindo a uma casa tombada pelo Conselho de Patrimônio de Campinas na rua Antônio Cesarino que é de taipa e foi construída no fim do século XIX, mas que não recebe manutenção e precisa de restauro.

Já Júlio César, que mora na região dos estádios, direciona as críticas à gestão municipal atual. Ele considera que a prefeitura não promove investimentos suficientes para a cultura, sendo a preservação do patrimônio um dos elementos. “Eu acho que ainda é uma cidade muito carente pelo tamanho que tem, pelo tamanho da população, eu acho que ainda é uma cidade muito carente de atividades de cultura. A parte histórica é muito mal preservada, mal explorada. E também tem a questão dos prédios tombados que não deveriam ser derrubados. Eu acho que tem outras regiões da cidade que podem ser melhor aproveitados para erguer prédios e construir novos bairros”.

Maurício, dono de uma barraquinha de discos na Feira Hippie e morador do Cambuí desde o nascimento, também é bastante crítico à prefeitura. Ele afirma uma falta de fiscalização e um Plano Diretor coerente com a cidade, pois vê no bairro cada vez mais edifícios sendo construídos no lugar de antigas casas e “sufocando” o espaço.

“No Cambuí você vê que cada vez você está ficando mais apertado. Porque você tem o seu prédio, aí do lado lado tem outro prédio, atrás tem outro prédio (…) tinha casas bacanas, sendo demolidas e construindo o prédio. Eu sou contra, tá?” E lembra de casos como um antigo palacete localizado na Avenida Júlio de Mesquita que em apenas um fim de semana foi destruído e o terreno limpo para logo depois ter um edifício de hotel no local.

“Você passou que domingo à tarde, 6h da tarde, tava demolido um lugar histórico para construir um um flat ali, eu acho que um hotel. Eu acho que isso foi escandaloso”.

Situação que Jucinaide ressalta, ela diz acompanhar a demolição de muitos prédios em Campinas e não concorda com a destruição que vem ocorrendo. Para ela, isso descaracteriza a cidade e faz com que perca a identidade. Ela acredita que é um papel da prefeitura assumir a responsabilidade para evitar que isso ocorra.

E ressalta que muitas construções de Campinas nem precisam ser efetivamente demolidas, são apenas abandonadas e a falta de manutenção provoca a deterioração. “Não precisa nem demolir, porque ele vai destruindo com o próprio tempo mesmo”. “As pessoas vão para fora ver os prédios antigos, históricos, né? Sendo que aqui eles não mantêm, né? Então eu acho uma judiação isso. Eu acho que teria que preservar sim. Porque assim como o pessoal vai para fora para conhecer os prédios históricos e tudo, por que não preservar aqui também?”.

O que diz a Prefeitura?
A Prefeitura de Campinas, por meio da assessoria de imprensa, respondeu aos questionamentos encaminhados pela reportagem. A Gazeta reproduz, na íntegra, as
respostas da Administração Dário Saadi (veja abaixo).

Especialistas e moradores de Campinas apontam o abandono de imóveis históricos tombados que pertencem ao município. Qual é a posição da Prefeitura?
A Prefeitura de Campinas tem se empenhado para preservar os imóveis históricos tombados que estão sob sua responsabilidade. Entre as ações estão convênios com o governo federal, por meio do Iphan, para repasse de recursos; uso de verbas de Termos de Ajustamento de Conduta (TAC-EIV); além de recursos obtidos por editais, como o ProAC, e emendas parlamentares, todos voltados à recuperação e manutenção do patrimônio cultural.

Como o Plano Diretor e a Lei de Uso e Ocupação do Solo de Campinas consideram as áreas com patrimônio histórico e os riscos de descaracterização dessas regiões?
O Plano Diretor prevê em diversos artigos a necessidade de garantir e estimular a preservação e valorização do patrimônio histórico, cultural, natural e paisagístico. Há no artigo 23 a indicação de três áreas do município como polos estratégicos de desenvolvimento, sendo a área central uma delas. Neste caso uma das premissas fundamentais para este polo é “V – desenvolvimento de programa de preservação do patrimônio edificado, valorizando as referências históricas e estimulando a visitação, o turismo e a economia criativa”. Também no instrumento Transferência do Direito de Construir temos o § 1º que estabelece que para os casos de imóveis considerados de interesse histórico, social ou cultural, ficam mantidas as disposições da Lei Complementar nº 28, de 3 de setembro de 2009. Há ainda o instrumento Zonas Especiais de Preservação Cultural – ZEPECs, que visa identificar e fortalecer tanto as porções do território destinadas à preservação, valorização e salvaguarda dos bens e
atividades culturais, quanto os espaços e estruturas que dão suporte a esses bens e ao
patrimônio imaterial.

A prefeitura tem conhecimento da situação da casa tombada na rua Antônio Cesarino, mencionada na matéria? Há ações previstas para restauro ou proteção?
Sim, a Prefeitura tem conhecimento da situação. Trata-se de um imóvel privado, tombado conforme o Processo de Tombamento nº 06/05 e a Resolução de Tombamento nº 96/10. Diante da ineficácia das medidas administrativas adotadas para obrigar o proprietário a cumprir seu dever constitucional de conservar o bem, o Município ajuizou uma Ação Civil Pública contra o responsável, buscando, por meio judicial, assegurar a proteção adequada do imóvel tombado.

Como o município fiscaliza demolições em áreas com potencial valor histórico ou em imóveis listados para tombamento?
O Município, por meio do Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (Condepacc), é responsável pela tutela dos bens culturais tombados. Um dos instrumentos previstos na Constituição Federal de 1988 e na legislação infraconstitucional específica é a vigilância, conceito que se insere no exercício do poder de polícia da Administração Pública. Nesse contexto, tanto os conselheiros do Condepacc exercem a função de vigilância quanto a Administração Pública designa servidores em cargos específicos de fiscalização para essa finalidade. Desde a criação da Coordenadoria Departamental do Patrimônio Cultural (CDPC), órgão técnico de assessoramento do Condepacc, na década de 1990, não foram registradas demolições de bens tombados ou em processo de estudo para tombamento.

A Lei de Transferência de Potencial Construtivo está em vigor no município? Quantos imóveis já foram beneficiados por esse instrumento?
Sim, a Lei Complementar nº 28/2009, que regulamenta a Transferência do Direito de Construir no município de Campinas, está em vigor. Até o momento, 20 imóveis já foram beneficiados por esse instrumento.

Há possibilidade de revisar a lei para permitir a reutilização periódica do potencial construtivo por imóveis tombados?
Essa é uma demanda apresentada por proprietários e operadores do mercado, atualmente em análise pela equipe intersecretarial responsável pelo estudo de propostas de aprimoramento da legislação que regulamenta a aplicação da Transferência do Direito de Construir no município de Campinas.

Existem estudos para ampliar incentivos fiscais, como isenção de IPTU, aos imóveis que estejam conservados, mesmo fora de obras ativas?
Está em vigor desde 2022 a Lei Complementar 395 que trata dos incentivos urbanísticos e fiscais para reabilitação de edificações na Área Central de Campinas. Esta lei prevê incentivos urbanísticos e fiscais para reabilitação de edificações situadas no polígono prioritário de intervenção na Área Central de Campinas.

  • Spotlight é um coletivo de jornalismo universitário formado por estudantes de diferentes semestres do curso de Jornalismo da Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (ESAMC), em Campinas.

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Campinas

CIC Campinas recebe Feirão de Emprego do Mercado Livre com 480 vagas para auxiliar de logística

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A Secretaria da Justiça e Cidadania (SJC), por meio do Centro de Integração da Cidadania (CIC) Campinas, recebe, durante o mês de outubro, o Feirão de Emprego do Mercado Livre. A seleção será realizada nos dias 22 e 29 de outubro, com oportunidades para a função de auxiliar de logística.

São 480 vagas disponíveis para candidatos com mais de 18 anos, ensino fundamental completo e disponibilidade de horário. Não é necessário ter experiência profissional. O salário é de R$2.317, além de benefícios como vale-alimentação, refeição no local, convênios médico e odontológico, auxílio-creche, transporte fretado, seguro de vida, assistência psicológica e presente por nascimento.

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Os candidatos que participarem do processo seletivo e forem aprovados poderão realizar o exame médico no próprio local, com possibilidade de início imediato. O atendimento será realizado para todos que comparecerem à unidade até as 16h.

Serviço
Feirão de Emprego Mercado Livre
Datas: 22 e 29 de outubro de 2026
Horário: 9h às 16h
Endereço: Rua Odete Therezinha Santucci Octaviano, 92 – Vida Nova – Campinas

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Campinas

Escolas estaduais da região de Campinas receberão 31.818 novos tablets

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No estado, mais de 4.000 escolas serão contempladas com os equipamentos eletrônicos até o fim deste mês; na região de Campinas, são 711 escolas beneficiadas

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) vai distribuir 200 mil tablets, para apoiar alunos e professores de mais de 4.000 escolas estaduais na realização de aulas mais interativas e com recursos digitais. A aquisição conta com aporte de aproximadamente R$150 milhões. Desde julho de 2026, já foram entregues 95 mil dispositivos eletrônicos para escolas de 602 municípios. Até o final de outubro, a pasta concluirá a entrega dos demais 105 mil equipamentos. Na região de Campinas, 711 escolas receberão 31.818 novos tablets até o fim do mês.

De janeiro de 2023 a setembro de 2026, as escolas estaduais foram contempladas com cerca de 963,5 mil dispositivos eletrônicos, sendo: 467,6 mil notebooks, 458,9 mil tablets, 21,6 mil smartphones, 10,2 mil plataformas de recarga móvel e 7,7 mil kits tecnológicos, compostos de televisores de 75 polegadas e minicomputadores, chamados Educatrons.

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Na região de Campinas, foram 139.948 novos equipamentos eletrônicos distribuídos para 829 escolas desde o início da gestão.

Apenas em 2026, além destes novos 200 mil tablets e dos 7,7 mil Educatrons, foram adquiridos 4.300 notebooks. Ao todo, o aporte nesse período foi de aproximadamente R$200 milhões.

A distribuição integra uma série de ações da pasta, por meio da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), para ampliar a modernização das tecnologias presentes nas escolas estaduais, com foco no apoio às práticas pedagógicas e na melhoria da experiência em sala de aula.

Desde o início da gestão, o Governo do Estado investiu R$465,9 milhões na distribuição de novos notebooks, tablets, Educatrons e gabinetes de recarga.

O critério para a escolha das unidades que recebem os equipamentos visa atender a melhor distribuição pedagógica entre as atividades digitais previstas para os alunos do Ensino Fundamental, Ensino Final e Ensino Médio.

Conectividade
São Paulo alcançou a marca de 100% das escolas estaduais conectadas à internet. Atualmente, a rede opera majoritariamente com links de 100 Mb a 300 Mb por unidade escolar e, em regiões de difícil acesso geográfico, conta com conexão via satélite de baixa órbita.

A universalização do acesso à internet nas unidades escolares foi possível graças aos investimentos realizados pelo Governo do Estado na área de tecnologia e conectividade.

Desde janeiro de 2023, foram investidos R$240 milhões na ampliação, modernização e manutenção da infraestrutura lógica, R$250 milhões em equipamentos de conectividade das escolas estaduais, além de mais de R$ 100 milhões de custos recorrentes anuais com conectividade.

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Campinas

Parque Inflável Turma da Mônica chega a Campinas neste sábado, 24, após receber mais de 40 mil visitantes em SP

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Público poderá brincar no Parque Dom Pedro; com 1.200 m² e semicoberto, espaço é um dos maiores infláveis já montados no Brasil

Após a estreia de sucesso em São Paulo, com mais de 40 mil visitantes, o Parque Inflável Turma da Mônica, uma parceria entre a InHaus e a MSP Estúdios, chega a Campinas, no Parque Dom Pedro, no dia 24 de outubro. 

Instalado no estacionamento externo do shopping, o Parque Inflável Turma da Mônica oferece atividades como piscina de bolinhas, labirinto, parede de escalada e escorregador central. Opção de lazer para toda a família, o espaço convida crianças e adultos a brincar e se divertir em um ambiente seguro e inspirado nos personagens que encantam gerações há mais de 60 anos.

Com a opção de compra de ingresso antecipada, é possível participar de todas as brincadeiras sem precisar enfrentar filas. 

Além dos ingressos que permitem 30 minutos de brincadeira, há opções de acessos de três horas e de day use, com possibilidade de entrada e saída livre do parque no período. Os ingressos estão disponíveis pela Sympla e garantem a experiência sem filas e com horário marcado (veja mais informações abaixo).

Mais sobre o parque 
Em um formato inovador e com 1.200 m² de área total e semicoberto, o parque se destaca como um dos maiores infláveis já montados no Brasil. A temporada de estreia aconteceu em São Paulo, no Shopping Eldorado, zona oeste da cidade, entre 11 de julho e 12 de outubro, recebendo mais de 40 mil pessoas. 

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Com entrada independente e em espaço anexo ao parque funciona uma loja de souvenires onde são vendidos itens temáticos da Turma da Mônica, como meia antiderrapante (acessório obrigatório para entrada no parque; pode ser comprado no local ou trazido de casa), lápis, almofadas, livros, cadernos e bonecos de pelúcia, com valores entre R$ 5 e R$ 100. 

O Parque Inflável Turma da Mônica é o mais novo projeto fruto da parceria entre InHaus e MSP Estúdios, após eventos como Arraiá do Chico Bento, Festival Turma da Mônica e as turnês “Turma da Mônica – o Show” e “Chico Bento – Interiores do Brasil”. 

Sobre a InHaus
InHaus é um hub de entretenimento que cria, produz e amplifica experiências conectando marcas, cultura e público. Com quase duas décadas de atuação, a empresa se consolidou como uma das principais plataformas de entretenimento e live marketing de São Paulo, desenvolvendo projetos que integram experiência, conteúdo e comunidade. 

Entre seus principais eventos estão Farraial, Nômade Festival, Sons da Rua e o São João de São Paulo, além de projetos em parceria com artistas e propriedades como Bloco do Silva SP, Dominguinho SP, Ensaios da Anitta SP e o Festival Turma da Mônica. A InHaus também atua em brand experience, conteúdo, marketing de influência e projetos culturais e esportivos, conectando marcas a territórios relevantes de forma autêntica. Ao longo do ano, realiza mais de 200 ativações de marca e impacta mais de 800 mil pessoas em seus eventos.

SERVIÇO

CAMPINAS

24 DE OUTUBRO A 6 DE DEZEMBRO DE 2026

Estacionamento do Parque Dom Pedro

Av. Guilherme Campos, 500 – Jardim Santa Genebra, Campinas – SP (Entrada Águas)

Horários de funcionamento: Dias de semana e sábados: 10h às 20h | Domingos e feriados: 12h às 19h30 

Ingressos: online AQUI e na bilheteria no local. 

Escolas interessadas em levar grupos de alunos devem entrar em contato pelo email  [email protected].

Comemorações de aniversário: entrar em contato através do e-mail [email protected] ou pelo telefone (11) 92332-4630. 

Mais informações: https://www.inflavelturmadamonica.com.br/ 

Valores

FINAL DE SEMANA
DAY USE (inteira) = R$ 400,00 – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

DAY USE (meia) = R$ 200,00 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou adulto responsável acompanhante de criança até 1.10m) – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (inteira) – Das 10h às 13h = R$ 240,00 – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (meia) – Das 10h às 13h = R$ 120,00 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (inteira) – Das 13h às 16h = R$ 240,00 – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (meia) – Das 13h às 16h = R$ 120,00 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (inteira) – Das 17h às 20h = R$ 240,00 – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (meia) – Das 17h às 20h = R$ 120,00 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Sessão de meia hora (inteira) = R$ 95,00 

Sessão de meia hora (meia) = R$ 47,50 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) 

DIA DE SEMANA
DAY USE (inteira) = R$ 360,00 – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

DAY USE (meia) = R$ 180,00 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (inteira) – Das 10h às 13h = R$ 200,00 – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (meia) – Das 10h às 13h = R$ 100,00 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (inteira)  – Das 13h às 16h = R$ 200,00 – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (meia) – Das 13h às 16h = R$ 100,00 – (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (inteira) – Das 17h às 20h = R$ 200,00 – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (meia) – Das 17h às 20h = R$ 100,00 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Sessões de meia hora (inteira) = R$ 80,00 

Sessões de meia hora (meia)  = R$ 40,00 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) 

  • É preciso usar meias antiderrapantes, que podem ser trazidas de casa ou compradas na recepção.
  • Não é permitida a entrada de comida, bebida, balas ou chicletes na área interna do Parque Inflável.
  • Não são permitidos chaveiros ou objetos pontiagudos.
  • É possível alugar um espaço no guarda-volumes para armazenar objetos de valor. O custo é de R$ 15 reais pelo período
  • Não é permitido o acesso de qualquer pessoa portando gesso ou próteses em membros superiores e inferiores.
  • Pets podem acessar a área externa do brinquedo, sempre acompanhados de um tutor que se responsabilize. A entrada no inflável não é permitida.  

A atividade não é indicada para portadores de:

  • Deficiência física impeditiva;
  • Deficiência visual impeditiva;
  • Deficiência de coluna;
  • Deficiência intelectual impeditiva;
  • Displasia articular;
  • Epilepsia;
  • Gestantes

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