Brasil
Caso Hugo e Guilherme: contratante faz novas acusações. Entenda
Dupla sertaneja deixou de se apresentar na cidade de Marília, em São Paulo, afirmando descumprimeiro de contrato
Após a equipe da dupla Hugo e Guilherme emitir uma nota explicando o cancelamento de um show na cidade de Marília, em São Paulo, sob alegação de descumprimento de contrato e o não pagamento de cachê, o contratante do show e representante da Tripa Produções, Armando de Almeida Araújo, entrou em contato com a coluna LeoDias para dar a sua versão da história, após abrir um boletim de ocorrência (B.O) por estelionato.
O empresário acusa os sertanejos e sua equipe de deixarem a cidade antes do combinado e que mesmo que a compra do show de H&G tivesse sido feita por uma terceira empresa, pertencente a Thiago Nascimento, da Trem Bala Produções, tudo foi acordado legalmente, já que existe essa autorização para tal. Armando também afirma que a revolta com a baixa venda dos ingressos também foi um dos motivos para a atitude da dupla em cancelar a apresentação.
“Eles saíram da cidade e não notificaram ninguém, não informaram que estavam indo embora por causa de nenhum distrato, nem nada, eles simplesmente foram embora da cidade. Fui saber pela gerente do hotel no qual eles já estavam hospedados, com a recepção deles todos, conforme o acordo via WhatsApp, porque contrato, tanto eles não tem como nós também não. Foi feito via uma terceira empresa, que é Thiago Nascimento, do Trem Bala Produções, via WorkShow. Ele é um terceiro que vende as datas do artistas, tem várias datas, e no caso, ele tem autorização para vender as datas. Os depósitos feitos foram na conta do Thiago Nascimento”, explica Armando, que já atuou como produtor de artistas renomados e está no mercado de shows e eventos há mais 15 anos.
A coluna também teve acesso aos comprovantes de pagamento feitos pelo empresário a Thiago Nascimento, um total de R$ 95 mil reais. O show foi vendido por R$ 130 mil reais, e segundo Armando, o restante seria pago até às 16 horas desta sexta-feira (28/5), como combinado com a equipe da dupla. por outro lado, a equipe dos cantores afirmam que o pagamento era pra ter sido realizado até o dia anterior, e não foi feito.
“A nota de saída do hotel dos integrantes da equipe são a partir de 14h20, eles não esperaram nem o que eles acordaram […] eles ficaram nervosos com a baixa procura por ingressos, com a baixa venda, não souberam lidar com a rejeição do público”, expressou o empresário, que chegou abrir um boletim de ocorrências e solicitou reforço de policiamento no local do show para evitar tumulto e a revolta do público.
Equipe de Hugo e Guilherme se posiciona sobre acusações
Em contato com a equipe da dupla, fomos informados sobre a ordem de pagamento combinado entre as partes, que comprovadamente não foi quitado. O primeiro pagamento foi pago na data certa, já segundo e último pagamento, por sua vez, foi um valor dividido em três parcelas, porém, não existe um comprovante com o valor correto.
Armando, segundo consta, pagou a primeira parcela com um valor menor do que foi estipulado, além de ter feito fora da data. A segunda parcela não foi efetuada. Já a terceira parcela, também foi paga com valor menor e fora da data, poucas horas antes do evento. O boletim de ocorrência feito por Armando também foi invalidado pela polícia, pois a equipe de H&G já tinham uma notificação.
Brasil
Distribuidoras da CPFL têm o melhor fornecimento de energia elétrica do País
CPFL Santa Cruz, CPFL Piratininga e CPFL Paulista têm os três melhores DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) e FEC (Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora)
As distribuidoras da CPFL Energia no estado de São Paulo apresentaram o melhor fornecimento de energia elétrica do País, de acordo com o levantamento mais recente da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Pela quarta vez consecutiva, as três distribuidoras do Grupo – CPFL Piratininga (com 99,96% com energia), CPFL Santa Cruz (com 99,95% com energia) e CPFL Paulista (com 99,95% com energia) registraram o melhor DEC, indicador que mede o tempo médio que os consumidores ficam sem energia ao longo do ano.
As empresas também tiveram o melhor FEC do país, índice que avalia a frequência das interrupções. Os números da CPFL Santa Cruz (com 2,69 vezes), da CPFL Piratininga (com 2,77 vezes) e da CPFL Paulista (com 2,83 vezes) reforçam o ótimo desempenho do Grupo em relação às interrupções de energia.
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Luis Henrique Ferreira Pinto, vice-presidente de Operações Reguladas da CPFL Energia, avalia que os indicadores refletem uma trajetória consistente de investimentos, um robusto plano de contingência e planejamento a longo prazo. “A CPFL tem como compromisso garantir um fornecimento seguro e confiável. A modernização permanente das nossas redes e o uso de tecnologias de monitoramento e resposta permitem cada vez mais reduzir falhas e otimizar a atuação em campo, tornando as redes mais resilientes e melhorando os tempos de recomposição do sistema. São estratégias operacionais que reforçam a qualidade do serviço prestado aos nossos clientes e os indicadores regulatórios registram de forma objetiva esse desempenho”, comenta o executivo.
Somente em 2025, a CPFL Energia destinou cerca de R$ 5 bilhões nas suas quatro distribuidoras. Os recursos foram aplicados em obras de ampliação, manutenção, automação e reforço do sistema elétrico, acompanhando o crescimento do mercado e fortalecendo a infraestrutura de atendimento. Para o período entre 2026 e 2030, o Grupo prevê investir R$ 25,3 bilhões na CPFL Paulista, CPFL Piratininga, CPFL Santa Cruz e CPFL RGE.
Índice DGC
A CPFL Santa Cruz foi a primeira colocada entre as concessionárias com mais de 400 mil clientes no ranking DGC (Desempenho Global de Continuidade, comparando a empresa com seus limites regulatórios), divulgado pela ANEEL, mantendo a liderança pelo quarto ano consecutivo. Isso significa que, em relação aos limites regulatórios, a distribuidora teve a melhor relação de indicadores operacionais (DEC e FEC) do setor, o que reflete um desempenho com quedas de energia e velocidade de restabelecimento melhor do que qualquer outra grande distribuidora do país. A empresa alcançou um índice de desempenho de 0,54, o melhor entre todas as concessionárias do seu porte.
Reconhecimentos – Prêmio ANEEL de Satisfação do Consumidor 2025
A CPFL Santa Cruz foi eleita a melhor distribuidora de energia da região Sudeste, consolidando uma trajetória de excelência ao conquistar o reconhecimento pelo terceiro ano consecutivo. A CPFL RGE também foi eleita a melhor da região Sul no Prêmio ANEEL de Satisfação do Consumidor 2025. Ambas concorreram entre as distribuidoras com mais de 500 mil unidades consumidoras.
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Brasil
Desembaraço Aduaneiro no Brasil
Por Carolina Marmo Pepe – sócia-proprietária da Okahoma
Assessoria em Comércio exterior do Ok Coworking em Jaguariúna
O Brasil é conhecido por seu potencial econômico e sua posição estratégica no comércio internacional. No entanto, empresários estrangeiros frequentemente se deparam com desafios burocráticos ao tentar importar ou exportar mercadorias para o país. O desembaraço aduaneiro, etapa fundamental para a entrada e saída de produtos, pode ser um processo complexo para quem não está familiarizado com as regras e procedimentos locais.
Para facilitar a venda ao Brasil, é essencial compreender como funciona o sistema aduaneiro. O processo envolve a apresentação de documentos, como notas fiscais, faturas comerciais, certificados de origem e comprovantes de pagamento dos impostos devidos (como o Imposto de Importação e o ICMS). Além disso, o uso do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) é obrigatório para registrar operações, acompanhar o status das cargas e garantir o cumprimento das exigências legais.
Uma dica importante é contar com um despachante aduaneiro, profissional especializado que pode orientar sobre os procedimentos, evitar erros nos documentos e minimizar riscos de atrasos. Também é recomendável manter um bom relacionamento com transportadoras e operadores logísticos que já operam no Brasil com frquência, pois eles conhecem as particularidades dos portos e aeroportos brasileiros, contribuindo para uma movimentação mais eficiente das cargas.
A burocracia brasileira exige atenção constante às mudanças nas legislações, normas e tarifas. Investir em capacitação e informações atualizadas pode evitar surpresas desagradáveis e garantir que o processo de importação ou exportação ocorra de forma rápida e segura. Com o entendimento adequado dos trâmites, vender ao Brasil pode se tornar uma experiência mais simples e lucrativa para empresários estrangeiros.
Vamos pontuar alguns pontos de atenção que podem ajudar em operações de comércio exterior para o Brasil.
- As importações brasileiras exigem documentos como Fatura Comercial, Packing List, Conhecimento de Embarque e Certificado de Origem (em alguns casos). O que muitos exportadores não sabem é que:
- Tentar liberar uma carga com um Packing Slip (e não um Packing List) pode ocasionar uma multa por falta de documentação. Ainda que isto seja somente uma questão de nomenclatura.
- Nas declarações de importação, há campos específicos para nome completo e endereço do exportador e outros para nome completo e endereço do fabricante. Não declarar os dados completos do fabricante é considerada uma infração.
- O importador deve declarar de forma detalhada a mercadoria sendo importada. Por isso é importante que ele tenha o máximo possível de dados sobre o material que está nacionalizando. Literaturas ou fichas técnicas, catálogos, certificados de análise e outros documentos de apoio são muito importantes para elaboração das decarações de importação e, mais ainda, no caso de uma inspeção.
- Informações de madeira devem ser declaradas nos documentos de embarque. O Ministério da Agricultura no Brasil verifica as cargas de importação para evitar qualquer risco de pragas decorrentes de madeira bruta na entrada. Pallets, caixas ou material de apoio de madeira devem ser devidamente tratados, carimbados e cetificados e ter esta informação na documentação é essencial.
- 100% das caras de importação são pesadas pela aduana brasileira portanto declarar o peso correto nos documentos é muito importante.
- O importador brasileiro deve declarar o peso líquido de cada item importado, caso esta informação não seja fornecida pelo exportador, ele usará dados estimados, mas ainda assim precisará declarar.
Estas são apenas algumas informações que devem ser observadas na entrada de mercadorias no Brasil.
A aduana brasileira tem um dos melhores sistemas de gerenciamento de risco do mundo. Informações são cruzadas tanto no que diz respeito às informações da empresa importadora, quanto aos dados declarados por diversos importadores (quais classificações fiscais são usadas, descrições, dados técnicos, etc.).
Declarar informações precisas e detalhadas da forma certa é a melhor maneira de evitar problemas no desembaraço. Além disso, contar com apoio especializado e conhecer a legislação de importação é necessário para atuar com o comércio exterior no Brasil.
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Brasil
Engenharia transforma
Por Vinicius Marchese
A engenharia transforma. Transforma ideias em soluções, projetos em obras e desafios em oportunidades de desenvolvimento.
É por meio da engenharia que estradas conectam cidades, sistemas de saneamento levam saúde às comunidades, redes de energia impulsionam a economia e projetos urbanos melhoram a mobilidade e a qualidade de vida das pessoas.
No Brasil, os desafios são imensos. Somos um país continental, com profundas desigualdades regionais e demandas crescentes por infraestrutura e serviços públicos de qualidade. Nesse cenário, a engenharia tem um papel decisivo: transformar necessidades em soluções concretas capazes de melhorar a vida da população.
Na administração pública, a presença da engenharia qualificada desde o início dos processos é fundamental. Projetos bem estruturados, elaborados por profissionais tecnicamente preparados, são o primeiro passo para que obras e políticas públicas sejam executadas com eficiência, segurança e responsabilidade com os recursos públicos. Quando o planejamento falha, surgem atrasos, desperdícios e, muitas vezes, obras inacabadas que prejudicam diretamente a sociedade.
Quando a engenharia é valorizada, os resultados aparecem. Obras são concluídas no prazo, os investimentos são melhor aplicados e os benefícios chegam à população em forma de mobilidade, desenvolvimento econômico, qualidade ambiental e melhores condições de vida.
Nesse contexto, iniciativas voltadas ao diagnóstico e ao acompanhamento da infraestrutura nacional tornam-se ainda mais relevantes. Um exemplo é o InfraBR, uma plataforma criada para avaliar e monitorar a infraestrutura brasileira de forma ampla e transparente. A ferramenta reúne dados, indicadores e análises que ajudam a compreender a realidade do país e identificar prioridades para investimentos e melhorias.
Com informações organizadas e acessíveis, o InfraBR contribui para qualificar o debate público e apoiar gestores, profissionais e instituições na tomada de decisões mais estratégicas. Afinal, planejar bem é parte essencial do processo de transformação que o Brasil precisa.
Fortalecer a engenharia é fortalecer a capacidade de transformar o país. Significa investir em conhecimento técnico, valorizar profissionais qualificados e garantir que as grandes decisões sobre infraestrutura sejam baseadas em planejamento, responsabilidade e visão de longo prazo.
Porque quando a engenharia é valorizada, o Brasil avança. E quando o Brasil avança, a vida das pessoas se transforma.
Vinicius Marchese
Presidente licenciado do Confea – Conselho Federal de Engenharia e Agronomia
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