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Cancelamento da série ‘Anne With an E’ causa comoção entre fãs

Redação Gazeta Regional

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Seria série uma coisa séria? Para os apaixonados pela modalidade sim. Até hoje, os fãs não entenderam o motivo por trás do cancelamento de Anne with an E, uma das séries mais amadas da Netflix nos últimos anos.

Baseada no livro “Anne of Green Gables”, escrito por Lucy Maud Montgomery em 1908, a série canadense foi produzida pelo canal CBC em parceria com a Netflix e pela roteirista/produtora de Breaking Bad, Moira Walley-Beckett. Segundo rumores, há um impasse, sem final feliz.

Mas por que Anne with an E foi cancelada com apenas três temporadas? O ScreenRant falou sobre isso em um artigo.

Fim precoce na Netflix
No fim, o cancelamento de Anne with an E aconteceu por conta da falta de audiência.
Segundo a executiva Sally Catto, da CBC, os números de audiência da série não conseguiram atingir o público entre 25 e 54 anos da forma como o canal e a Netflix desejavam, o que acabou prejudicando a continuidade da série.
“Eles [números da audiência] infelizmente, não eram bons o suficiente… Eles não estavam atingindo o nosso público alvo específico”, disse a executiva em uma declaração oficial.
A Presidente da CBC, Catherine Tait, revelou também sua insatisfação com a Netflix em uma entrevista ao Financial Post.
“Vários países fizeram acordos, como esse que fizemos, com a Netflix… e ao longo do tempo, começamos a perceber que estávamos aumentando o crescimento da Netflix, ou da Amazon, ao invés de aumentar o nosso crescimento doméstico e nossa indústria”, criticou a executiva.
Com a campanha forte dos fãs de Anne with an E, que estão pedindo para que a série seja salva, é possível que ela retorne em outro canal e/ou serviço de streaming, mas no fim das contas, o cancelamento é justificado por questões financeiras.

Porém, os fãs podem continuar acompanhando Anne Shirley por meio dos livros que prosseguem com a saga da jovem. No Skeelo por exemplo, maior plataforma de e-books do país, estão disponíveis os três primeiros títulos, que vão muito além de onde parou a série:

Anne de Green Gables – Ord. 1 – Livro que deu origem a série apresenta a órfã Anne a sua nova família na cidade de Prince Edward Isaland, Canadá. Muito falante, inteligente e portadora de argumentos que normalmente uma criança de sua idade não tem, ela conquista o coração de seu tutor Mathew. A história se passa no século XIX, em uma fazenda, onde o trabalho braçal é crucial. Ótima oportunidade de conhecer todos os atributos de Anne e porque ela encanta a todos.

Anne de Avonlea – Ord. 2 – Aqui se tem o relato de Anne, a professora: o amor pelos livros e a descoberta do poder da verdadeira amizade. Anne Shirley assume o papel de professora da escola rural de sua região aos 17 anos. Muito conhecida e querida por todos, ela se torna uma referência naquele povoado. Suas ideias são claras, fortes e respeitadas, mesmo sendo à frente de seu tempo. Anne mantém suas raízes, o respeito à sua família e tradição, porém sua feminilidade aumenta por conta do seu amadurecimento. Sequência do verdadeiro clássico Anne de Green Gables, este segundo livro da série apresenta uma nova etapa da vida da protagonista. Suas ideias e a relação com novos personagens começam a tomar proporções maiores e, a partir de agora, suas decisões e posições passam a exigir muito mais sabedoria de sua parte, uma vez que não é mais uma criança, mas sim uma verdadeira formadora de opinião.

Anne da Ilha – Ord. 3 – Anne em um novo mundo de descobertas em Kingsport e a universidade. Aluna do Redmond College, encontra uma realidade totalmente diferente na agitada cidade de Kingsport. Seus amigos Priscilla Grant e Gilbert Blythe a ajudam a manter o controle e a paz ao enfrentar tantas mudanças. Neste novo cenário, Anne conhece pessoas diferentes, de lugares e realidades opostas e isso a faz pensar em tudo o que realmente vale a pena na vida. Agora, mais madura, ela e Gilbert terão uma nova oportunidade para dizerem o que sentem um pelo outro. Na contramão disto, a ruiva faz novos amigos, incluindo Philippa Gordon. Agora, Anne experimentará uma nova realidade social, com danças, jantares e jogos de futebol. Independente e atraente, a jovem conquistará muitos admiradores e receberá pedidos de casamento. Os anos de faculdade prometem novas emoções, dramas e aventuras. A personagem descobrirá a verdadeira importância de suas raízes, se confrontará ao ter que tomar decisões que definirão seu caráter, além de descobrir a importância do equilíbrio entre a razão e a emoção para definir seu caminho para a vida adulta.

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Genes BRCA: conheça a mutação que atinge a personagem de nova série da Netflix, e aumenta em 9 vezes a chance de desenvolver o câncer de mama

Redação Gazeta Regional

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A nova série da Netflix, The Bold Type, mal entrou na plataforma e já é sensação entre os jovens adultos, entrando no TOP 10 do streaming. Considerada a nova Gossip Girl, a série conta a história de três amigas que desejam conquistar o sucesso pessoal e profissional enquanto trabalham em uma revista de moda, em Nova York.

Mas não é só de relacionamentos e sexo que vive a série. Jane, uma das personagens principais, descobre possuir a mutação no gene BRCA1, que aumenta muito as chances de desenvolver câncer de mama e ovário, mesma doença que levou a mãe da personagem à morte. “Depois de comprovada a presença da mutação do gene é possível tomar medidas profiláticas como a quimioprevenção, a remoção das mamas ou a retirada dos ovários para evitar que a doença se desenvolva. “A escolha dessas medidas e do momento em que devem ser realizadas passa por ampla discussão entre médico e paciente”, afirma o professor e médico neurologista Pedro Schestasky.

No enredo, a personagem abalada pelo risco da doença escolhe fazer a dupla mastectomia. Mais uma vez é a ficção imitando a vida real. Essa história se parece com a da atriz Angelina Jolie, que fez uma dupla mastectomia e retirada do ovário, após descobrir ter uma alteração no mesmo gene. Com histórico familiar positiva, a atriz tinha 87% de chances de desenvolver um câncer de mama, e 50% de ovário. Segundo o Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos, em um grupo de 100 mulheres com a mutação BRCA1 ou BRCA2, a chance é de que 45 a 65 pessoas possam desenvolver a doença. Não significa que a mutação irá obrigatoriamente desenvolver um câncer, mas aumenta a chance em 9x, em comparação com mulheres que não têm.

Segundo o Dr. Pedro, por meio de uma revisão de dados clínicos e laboratoriais, o médico é capaz de predizer uma série de doenças importantes e assim motivando o paciente a ter atitudes preventivas. “Estas atitudes proativas têm uma tendência a aumentar no futuro próximo pois o genoma, que há dez anos custava cerca de milhões de dólares hoje já está na casa dos US$1.000. No SUS a análise genética somente é utilizada nos pacientes com doença instalada, o que já é um grande avanço”, completa o doutor.

A mutação genética
A mutação pode ser hereditária, quando ela é herdada do óvulo da mãe ou do espermatozoide do pai e está presente em todas as células durante toda a vida daquela pessoa. Ou então pode ser somática, quando a pessoa adquire essa mutação em algum momento da sua vida. Nesse caso, ela está presente em somente algumas células ou tecido do corpo.

No caso de hereditariedade, as mutações acontecem devido a erros genéticos transmitidos pelo pai ou pela mãe, enquanto que a somática, ou adquirida, é causada, principalmente, por fatores ambientais, como radiação. Caso o paciente esteja com a doença na fase inicial, é possível realizar a antecipação de um possível agravamento, ou seja, é a medicina atuando em um modelo que será cada vez mais vigente daqui para frente: preditiva, preventiva e proativa; não apenas reativa, como no modelo médico tradicional.

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Jota Quest faz show exclusivo em live aberta ao público

Redação Gazeta Regional

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O grupo Jota Quest realiza na sexta-feira, 30, às 20h, um show exclusivo, sem a presença de público, que será transmitido em tempo real no canal do YouTube: https://www.youtube.com/user/construtoraplaneta. O conjunto apresenta hits que marcaram época e também sucessos mais atuais, embalando os fãs que estiverem conectados.

A banda mineira segue como uma das mais queridas, ativas e populares do País. Com a mesma formação desde o início – Paulinho Fonseca (bateria), PJ (baixo), Marco Túlio Lara (guitarra), Marcio Buzelin (teclado) e Rogério Flausino (vocal) –, soma mais de sete milhões de cópias vendidas de seus nove álbuns e seis registros ao vivo, ultrapassando a marca de meio bilhão de views e plays no ambiente digital.

Com dois prêmios Grammy Latino na bagagem e muita história para contar, o grupo prepara turnê comemorativa de seus 25 anos de carreira, enquanto se aproxima da marca histórica de três mil shows, no Brasil e no exterior, incluindo quatro passagens pelo Palco Mundo do Rock in Rio.

A live da banda no dia 30 integra o evento de apresentação do Planeta Square Garden, complexo multiuso da Construtora Planeta, de Sorocaba.

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Narizinho, de Monteiro Lobato, faz 100 anos e ganha exposição virtual

Redação Gazeta Regional

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Biblioteca inaugura mostra gratuita com raro material do autor

A Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM), da Universidade de São Paulo, (USP) abre ao público, hoje, 22, em formato digital, a exposição Uma menina centenária – 100 anos de Narizinho Arrebitado, que marca o centenário da publicação do livro infantil A menina do narizinho arrebitado. No último domingo, foi comemorado o aniversário de Monteiro Lobato, nascido em 18 de abril de 1882.

A mostra tem curadoria das professoras e pesquisadoras Gabriela Pellegrino Soares (USP) e Patrícia Tavares Raffaini, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e do designer Magno Silveira. A abertura será nesta quinta-feira (22), às 14h, com uma mesa-redonda que reúne os curadores e a convidada Cilza Bignotto, escritora e professora de Literatura Brasileira e Teoria Literária na Universidade Federal de Ouro Preto. A mesa de abertura pode ser acessada pelo site da BBM, e a exposição pode ser vista no site.

A mostra apresenta, em imagens e textos, a trajetória do escritor, o nascimento da personagem Narizinho e outras informações e curiosidades.

O site é rico em fotos, cartas de crianças leitoras, ilustrações do cartunista Voltolino e imagens de livros que compõem a história pessoal e profissional de Monteiro Lobato. Uma seção específica é dedicada a discutir a respeito das acusações de racismo que o autor sofreu em tempos recentes.

A curadora Patricia Tavares Raffaini destaca a oportunidade de o visitante ter acesso a materiais muitas vezes desconhecidos e exemplifica: “Na exposição o público poderá verificar na íntegra, não só a primeira edição da obra, muito diferente das versões posteriores, como também o manuscrito que deu origem às aventuras de Narizinho e Pedrinho”.

Já a pesquisadora Gabriela Pellegrino Soares afirma que “a exposição recupera a história do livro A menina do narizinho arrebitado pelo prisma da biografia de Monteiro Lobato e do ambiente literário, artístico, educacional e político que envolveu as primeiras edições da obra, desde o seu lançamento em 1920.”

Fonte: Narizinho, de Monteiro Lobato, faz 100 anos e ganha exposição virtual | Agência Brasil (ebc.com.br)

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