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BuZum! apresenta em Jaguariúna e região espetáculo “Filhotes do Brasil”

Redação Gazeta Regional

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A companhia se apresenta entre os dias 29 de agosto a 4 de setembro, gratuitamente

BuZum! chega no interior de São Paulo, com teatro gratuito em praças e escolas públicas, a fim de incentivar a cultura por meio de espetáculos que trazem mensagens educativas, com conteúdo instrutivo e ao mesmo tempo alegre. Exatamente com esse intuito, a Cia. BuZum!, apresentada pelo Ministério da Cidadania, traz o encanto teatral para Jaguariúna, Santo Antônio de Posse e Mogi Mirim.
O diferencial do BuZum! é que ele não é um teatro convencional, no qual as pessoas precisam se deslocar para assistir um espetáculo. Nesse caso, é a companhia que vai à população, apresentando suas peças criadas especialmente ao público infanto-juvenil, mas que também são prestigiadas pela plateia espontânea, de todas as idades, que surge em cada município.
O espetáculo “Filhotes do Brasil” conta com o apoio da Renovias. A iniciativa integra as ações de sustentabilidade desenvolvidas pela concessionária, que administra as rodovias por do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo, conduzido pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP).
As apresentações acontecem em Mogi Mirim, nos dias 28, 29 e 30 de agosto (quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira), em Santo Antônio de Posse, no dia 2 de setembro (segunda-feira), em Jaguariúna, nos dias 3 e 4 de setembro (terça-feira e quarta-feira). São sete sessões diárias.
O BuZum! apresenta-se pela Secretaria Especial da Cultura – Ministério da Cidadania, por meio da Lei Rouanet. Já circulou mais de 350 mil quilômetros para realizar 10.000 apresentações para mais de meio milhão de espectadores, em 2.000 escolas públicas de 250 cidades nos nove estados brasileiros (São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Bahia, Minas Gerais, Maranhão, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul), além de Porto Suarez, na Bolívia.

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O Black é a coroa

Paula Partyka

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Há alguns dias ocorreu uma situação no Big Brother Brasil 2021, da Rede Globo, onde o participante Rodolfo comparou o cabelo do participante João com a peruca do monstro daquela semana, que era um homem das cavernas. Entristecido e enfurecido com a comparação, João falou sobre o assunto no jogo da discórdia da segunda-feira, 05.

O assunto repercutiu e muitos sentiram empatia por João, enquanto outros buscaram discursos para justificar a fala de Rodolfo. O fato é que, de qualquer maneira, a comparação é errada.

Esse tipo de reprodução racista é antigo, é ultrapassado e, qualquer pessoa com acesso a informação deveria saber disso. E, se ainda não sabe, deveria respeitar a pessoa que está ofendida, sem buscar justificativas. Quando você não entende, você pede desculpas e aprende.

Antes da eliminação desta terça-feira, 06, onde Caio, Rodolfo e Gilberto estavam na berlinda, o apresentador do reality conversou sobre o assunto diretamente com Rodolfo. “Não vejo maldade no que você fez, mas não deslegitimo a dor do João”, começou Tiago Leifert. “Nós, brancos, precisamos nos informar”, disse, citando ainda Babu Santana e dizendo que o cabelo deles é como uma coroa.

“Quando a gente faz um comentário sobre o cabelo do João, a gente não tá falando de penteado que é o que você achou que você tava fazendo. […] Você tá falando de um símbolo. Você tá falando do que o João é, do que o João sente, do que o João viveu na pele dele, da história do João, da ancestralidade do João. Tem muito ali”, acrescenta Leifert.

Depois deste discurso, Leifert anunciou o nono eliminado do programa. Com 50,48% dos votos, Rodolfo deixou a casa do BBB 2021.

Seguindo a agenda da emissora, o ex-participante tem se desculpado pelo comentário feito ao João, assim como fez antes de sair da casa mais vigiada do Brasil. Além disso, desculpou-se por outros comentários.

“Eu quero pedir novamente desculpas para toda a família do João, do Gil, do Fiuk e de todo mundo que ficou afetado de alguma forma com qualquer tipo de comentário e brincadeira que eu possa ter feito lá dentro”, declarou durante participação no Mais Você desta manhã. O cantor também disse que quer aprender mais e que quer contribuir para causas sociais como artista.

Rodolfo segue com a agenda cheia de compromissos com a emissora até domingo, quando participa do Domingão do Faustão.

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Consumo consciente na moda

Taiane Bahia

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Uma reflexão sobre hábitos de consumo e impacto na moda

Em 2020 uma pesquisa constatou que os consumidores estão mais dispostos a adotar medidas de consumo consciente. A moda consciente está relacionada a escolher produtos avaliando a real necessidade deles. É atentar-se não apenas nas questões ambientais mas também se preocupar no âmbito financeiro. Com isso o ramo de brechó e bazar cresceu absurdamente no último ano. Um ponto positivo para a população que está enxergando utilidade em coisas semi novas reutilizáveis. O segmento é muito forte na área da moda porém hoje você encontra diversos segmentos no mercado, inclusive móveis e decoração.

Falando em moda consciente o principal crescimento foi na modalidade virtual, onde diversos sites e redes sociais surgiram com a proposta. Aquele conceito antigo de não reaproveitar peças em bom estado já caiu por terra, estamos na era do reuse, reutilize, recicle. E qual o problema de vestir uma roupa em bom estado que outra pessoa já utilizou? Não tem! Uma boa lavagem já resolve qualquer preocupação. 

Pense bem!

Quando você compra de um brechó automaticamente reduz consumo de energia, água, economiza dinheiro e faz um bem enorme para o meio ambiente e a comunidade. Aqui vão algumas dicas de moda consciente:

• Conheça bem o seu guarda roupa e avalie exatamente qual peça esta necessitando.
• Escolha peças atemporais e duráveis com tecidos mais resistentes
• Antes de comprar pense: Essa peça vai fazer diferença no meu guarda-roupa?
• Essa roupa está de acordo com o tipo físico que pretendo manter?(engordar/emagrecer)
• 1 peça precisa combinar com pelo menos 3 looks diferentes para auxiliar as variações
• Em qual proporção vou poder repetir essa roupa? 
• Tenha peças básicas que são fáceis de combinar
• Essa peça é tendência e combina com eu estilo?
• Leve peças que não usa mais para vender ou doar aos brechós

E você, já comprou em brechó? Qual o seu favorito? Envie para mim: [email protected]

Foto Reprodução internet

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Relembrando prima Ica: Maria Dutra Santos

Tomaz de Aquino

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A maior riqueza de um município encontra-se em seus recursos humanos, pois neles estruturam-se seus autênticos pilares. Neles encerram-se tesouros que a ferrugem não consome, nem a traça corrói. São o exemplo para o homem sempre em formação. Hoje fazemos memória de doce prima conhecida como Ica. Seu nome era Maria Dutra. Nasceu no dia 02 de novembro de 1919. Lembro-me de ter freqüentado a casa de seus pais, quando idosos, moravam à beira do Rio Jaguari, na Chácara da Ilha, entre a Chácara de Pedrinho Hossri e a Pousada de Márcio Calvo de Godoy, saída para Pedreira. Era Local delicioso onde os primos Antônio e Teresa, pais de Ica, recebiam a todos com a maior cordialidade. Dona Teresa, prima irmã de minha mãe era da Família Bodini/Santini e com o Sr. Antônio Dutra, seu marido, após ter formado numerosa prole , ambos desfrutavam do descanso merecido da longevidade. Dez filhos: A mais velha é Hermelinda, conhecida como Tia Linda. Está hoje com 103 anos, esbanja simpatia, cantando canções de sua mocidade. Maria, isto é, Ica era a segunda filha. Depois vieram mais oito irmãos: Alice, Irene, Neide, José, Joaquim, João, Antônio e Nélson. Esta família unida comemorou cem anos da família Dutra. Assim como quase toda família imigrante ou de prole numerosa, a garra pelo trabalho fortalecia o corpo e a mente. A fé cristã trouxe sempre Esperança e Paz, cultivou União e Amor, Paciência nas tribulações, Resignação diante das provações, compreensão, perdão. Virtudes abrigadas na prima Ica, em sua família, que vinham dos doces antepassados. Ica de memória prodigiosa, na infância, chegou a cear com os patriarcas lombardos, seus bisavós maternos, rezando o terço após a refeição. Na adolescência, Ica fez dupla com sua irmã Irene e cantavam, com sucesso, em programa de calouros de Vicente Leporace, em São Paulo. Porém, seu Pai não admitiu sequência, porque, na época, cantores de rádio e artistas não eram bem conceituados. Na capital reencontrou-se com seu colega do Curso Primário de Conchal, Orlando Santos, nobre caráter, namorou. Casou-se com Ele, em 1943. O casal foi para Moji-Guaçu administrar fazenda da Família. Companheira fiel acompanhou-o em seus compromissos trabalhistas assumidos, era o braço de apoio de que um marido necessitava. Mudaram-se para São Paulo. Em 1951, seu Pai adquiriu hotel em Maringá e precisou da Filha e do Genro como chefes de cozinha do Hotel Brasil. Lá o Sr. Orlando tornou-se comerciante adquirindo um Bar que se tornou apreciado pelos salgados e petiscos de sua esposa Ica. Em 1956, os parentes chamam-nos, novamente, para administrar a Fazenda Sete Lagoas, em Mogi-Guaçu. Após a faina diária, rezavam o terço com os moradores, idealizaram a construção de uma capela. Ela assimilou o exemplo da bisavó materna lombarda e tornou-se catequista e alfabetizou. Em 1960 retorna com a família para sua cidade natal, agora com seis filhos. Compraram um pequeno sítio e com suas frutas atraia degustadores daqui e de Campinas para seus saborosos doces de goiaba, laranja, abóbora e leite. Lembro-me do bondoso Seu Orlando com seu Chevrolet 1928 e com seu vozeirão rezando e cantando com meu Pai na Matriz. Ele havia comprado o conhecido “Bar do Zequinha” e sempre a esposa primava pelas delícias ali vendidas. Posteriormente resolveu montar com o filho uma malharia. Foi um sucesso e recebeu o nome de “Ica Confecções.” Agora Ela estava na costura. Recriava seus objetivos a cada etapa da vida. Isto fortalecia sua longevidade, tornando-se exemplo para todos. Aos 80 anos estudou pintura e pintou vários quadros. Sempre ocupou sadiamente seus dias. Comprou um teclado e nele tirava de ouvido boas músicas. Já nonagenária escreveu, a pedido, memórias sobre a Fazenda Sete Lagoas e sua Capela, resgatando a história daquelas paragens. Gostava de flores e de ler. Tinha o dom da acolhida. Recebia a todos com sorriso, doçura, gentileza inigualável. Boa memorialista. Pedi-lhe que registrasse ou gravasse as memórias que me contava. Partiu para Deus aos 97 anos no 24 de abril de 2017, seu exemplo permanecerá.

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