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São Paulo

Associação das estâncias declara apoio a projeto encabeçado por Edmir Chedid

Redação Gazeta Regional

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Substitutivo ‘blinda’ recursos para cidades turísticas do Estado; atual modelo de partilha penaliza prefeituras, afirma parlamentar

A diretoria da Associação das Prefeituras das Cidades-Estâncias do Estado de São Paulo (Aprecesp) manifestou apoio nesta quinta-feira, 18, à criação de um novo mecanismo para a partilha de recursos do FUMTUR, fundo vinculado ao governo do Estado que custeia obras e programas em cidades turísticas. A proposta, encabeçada pelo deputado Edmir Chedid (DEM), está em discussão na Assembleia Legislativa.

Atualmente, 210 municípios paulistas – entre estâncias e municípios de interesse turístico (MITs) – recebem verbas dessa fonte, que tem um orçamento estimado em R$578,9 milhões para 2021. O atual modelo, no entanto, é considerado vulnerável pelas prefeituras. Isso porque o dinheiro que não é transferido para os municípios até o fim de cada ano (por questões burocráticas) volta para o caixa geral do Estado, podendo ser diluído em outras áreas a critério do governo.

A proposta em discussão na Alesp ‘blindaria’ esses recursos, fazendo com que permaneçam à disposição dos municípios em caráter permanente. Com a mudança, os recursos seriam repassados diretamente do FUMTUR para os fundos municipais de turismo, onde ficariam até serem usados.

Estâncias

A alteração nas regras do FUMTUR foi proposta por Edmir Chedid e outros dois deputados por meio de um substitutivo ao projeto de lei 06/2021, de autoria do governador João Doria (PSDB). O texto original do tucano reserva recursos do fundo para ações da Secretaria de Turismo voltadas à promoção e desenvolvimento do setor no Estado.

“A proposta do deputado é bastante completa. Ela contempla pontos que não foram tratados no projeto do governador”, diz o prefeito de Morungaba, Marquinho Oliveira (DEM), presidente da Aprecesp.

O substitutivo apresentado por Edmir Chedid é resultado de uma série de discussões feitas desde o fim do ano passado. O debate reuniu prefeituras, especialistas em turismo e deputados.

“Nesse novo modelo, não existirá mais a figura do convênio entre município e Estado. O FUMTUR repassará o dinheiro diretamente aos fundos municipais. Caberá ao conselho de turismo de cada cidade, formado por representantes da prefeitura e da sociedade civil, deliberar sobre os projetos que receberão os recursos. E o município deverá comprovar ao TCE [Tribunal de Contas do Estado] o uso correto desse dinheiro”, explica o deputado.

Adesão
Atualmente, o Estado de São Paulo tem 70 estâncias e 140 MITs. Essas cidades recebem tratamento diferenciado, com verbas ‘carimbadas’ para obras e programas ligados ao turismo. O substitutivo de Edmir Chedid prevê a criação de mais 25 MITs, que seriam definidos entre os mais de 140 projetos de lei com essa finalidade em tramitação na Assembleia – alguns deles, já instruídos com parecer favorável da Secretaria de Turismo.

A proposta encabeçada por Edmir Chedid também torna mais clara a divisão dos recursos do FUMTUR. Serão até 15% para a Secretaria de Turismo e 85% para as estâncias e MITs.

O projeto do governador não define limites, deixando aberta a possibilidade de percentuais ainda maiores para a pasta. “O substitutivo traz avanços em vários pontos. Ele está em sintonia com o que foi debatido com as entidades”, afirma o presidente da Aprecesp.

Próximas etapas
Durante a reunião desta quinta, ficou definido que o deputado Edmir Chedid levará o tema ao Colégio de Líderes da Assembleia, instância que define os projetos que serão votados pela Casa. Paralelamente, a Aprecesp deve buscar a formação de uma frente ampla com a Associação dos Municípios de Interesse Turístico do Estado (Amitesp) para sensibilizar outros deputados.

O substitutivo foi publicado no dia 09 no Diário Oficial. Ele será analisado, junto com o PL 06/2021, pelas comissões de Justiça, Atividades Econômicas e Finanças da Assembleia.

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São Paulo

Preço de produto da cesta básica pode variar até 180% em SP

Redação Gazeta Regional

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Sondagem do Sincovaga consultou 17 supermercados em quatro regiões; cesta de 16 itens pode ser até 40% mais cara, dependendo do estabelecimento

Um mesmo produto da cesta básica pode variar de preço até 180%, dependendo da região em que o supermercado se encontra, fazendo o consumidor perder até mesmo a noção de valores, segundo sondagem realizada pelo Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de São Paulo (Sincovaga) com 17 empresas de todas as regiões da capital, na primeira semana de outubro de 2021.

A cesta básica Sincovaga é composta por 16 itens:
– 2 unidades – açúcar extrafino União (1kg);
– 1 unidade – arroz tipo 1 Camil (5kg);
– 1 unidade – achocolatado Toddy 200g;
– 2 unidades – biscoito Bauducco recheado chocolate 140g;
– 2 unidades – biscoito cream cracker Adria 200g;
– 2 unidades – café em pó Pilão 500g;
– 5 unidades – extrato de tomate Elefante 140g;
– 1 unidade – farofa temperada Yoki 180g;
– 2 unidades – farinha de trigo Renata 1kg;
– 5 unidades – feijão carioca Kicaldo 1kg;
– 2 unidades – fubá Yoki 500g;
– 4 unidades – lata de sardinha em conserva em óleo Coqueiro 125g;
– 2 unidades – goiabada Predilecta 300g;
– 4 unidades – espaguete Renata nº 8 500g;
– 1 unidade – óleo de soja Liza 900ml;
– 1 unidade – sal refinado Cisne 1kg.

Os supermercados consultados foram: a) na zona leste – Rossi, Nagumo, D’Avó, Estrela Azul e Chama; b) na zona norte – Extra, Ourinhos, Andorinha e Violeta; c) na zona sul – DIA, Ayumi, Pão de Açúcar e Coqueiro; d) na zona oeste – Padrão, Mambo, Carrefour e Recanto.

Dos itens pesquisados, por exemplo, a goiabada Predilecta 300g foi a que apresentou maior variação de preço (183%), de R$3,15 a unidade no estabelecimento mais barato, para R$8,94 no mais caro. Já o açúcar União (1kg) teve a menor variação (35%), custando de R$3,79 a R$5,13.

Os dez produtos que tiveram a maior variação de preços, entre o estabelecimento mais barato e o mais caro, foram:

– Goiabada Predilecta 300g (183,8% de variação);
– Fubá Yoki 500g (112,3%);
– Sal refinado Cisne 1kg (94,6%);
– Farofa temperada Yoki 180g (79,7%);
– Extrato de tomate Elefante 140g (78,7%);
– Farinha de trigo Renata 1kg (70,7%);
– Arroz tipo 1 Camil (5kg) (65,2%);
– Feijão carioca Kicaldo 1kg (63,9%);
– Biscoito cream cracker Adria 200g (62,8%);
– Lata de sardinha em conserva em óleo Coqueiro 125g (57,6%).

Assim, dependendo do local escolhido, é possível adquirir a cesta de referência inteira por R$182,35 no supermercado mais em conta, ante R$254,87 no mais caro. Se fosse possível adquirir somente os itens com os melhores preços em cada supermercado consultado, a mesma cesta sairia por R$161,62.

Tendências – O levantamento do Sincovaga-SP também mostra que as mudanças de preço nas gôndolas estão mais velozes e complexas, o que faz o consumidor perder a noção de valores. “Com a diminuição do poder de compra e a inflação em crescimento, o cliente fica sem a referência de quanto o item custava há poucos dias, já que os aumentos se sucedem com mais frequência. Se a inflação é moderada, conseguimos lembrar dos preços desde a última compra”, exemplifica o presidente do Sincovaga, Alvaro Furtado.

Entretanto, não são apenas os consumidores que sofrem com os aumentos, visto que muitos deles são apenas repassados pelos estabelecimentos. Estes, por sua vez, dependem cada vez mais da negociação e proximidade com seus fornecedores, uma vez que itens básicos, como carne e grãos, sofrem a influência da alta do dólar, dos efeitos da pandemia e da instabilidade econômica e política. “O preço vai oscilar conforme o dia da compra e será um desafio adicional para o empresário manter-se competitivo. As tabelas estão mudando quase que semanalmente, ao contrário de quando a inflação está estável e controlada”, completa Furtado.

Sobre o Sincovaga
Com 90 anos de história, o Sincovaga (Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de São Paulo) representa mais de 40 mil empresas da categoria econômica do varejo de gêneros alimentícios, entre elas as que comercializam, predominantemente, alimentos, produtos de higiene pessoal e de limpeza doméstica no Estado de São Paulo.

Dentre os estabelecimentos representados estão hipermercados, supermercados, autosserviços, mercados, mercadinhos, lojas de conveniência, quitandas, mercearias, empórios, laticínios e sacolões.

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São Paulo

Caminho pro Interior retoma atividades e inaugura mais um trecho entre os Estados de São Paulo e Minas Gerais

Redação Gazeta Regional

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Comemorando o segundo aniversário o Caminho pro Interior inaugura mais 40 km de estradas sinalizadas com caminhada e passeio de bike

Desde outubro de 2020 o Caminho pro Interior não realizava caminhadas nem inaugurações de novos trechos. No entanto as organizadoras Kate Jeremias (Maria José Jeremias Guarizzo), Laura Umbelina Santi, Silvana Ismael Guarizzo e Viviana da Silveira Bueno, cumprindo todos os protocolos de prevenção à Covid-19, não ficaram paradas. Fizeram em parceria com as gestões públicas locais as sinalizações e inauguraram os Marcos Oficiais das cidades de Bueno Brandão e Munhoz em Minas Gerais e de Socorro e Jaguariúna em São Paulo. Outras cidades estão com a sinalização em andamento e serão muitas novidades até o final de 2021.

Chegar ao segundo ano de criação com a inauguração de um novo trecho do Caminho pro Interior, em que pese a Pandemia ainda não tenha sido declarada extinta, é motivo de júbilo e muita comemoração, quase um renascimento depois de tudo o que o Brasil e o mundo passaram.

O Secretário de Turismo, Cultura e Lazer da cidade de Águas de Lindóia, Lauro Franco, comenta “que está aguardando a inauguração do Marco e sinalização completa do Caminho pro Interior na cidade desde março de 2020, quando foi decretada a Pandemia e com isso tudo ficou em suspenso, aguardando dias melhores e a sinalização do trecho mineiro em Monte Sião. Agora vamos em frente!”

No próximo sábado, 23, às 8h, junto a Igreja Matriz Nova Cristo Rei (centro), será inaugurado o Marco Oficial do Caminho pro Interior em Águas de Lindóia e o trecho sinalizado entre esta cidade e Monte Sião/MG. A caminhada deste dia, com cerca de 20 km, termina no Santuário de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa. Os peregrinos inscritos terão a oportunidade de cruzar a divisa entre os dois Estados por cima da Serra da Mantiqueira, com paisagens lindas, ótimas oportunidades para fotos e a construção de novas amizades. Visitas ao Mirante da Santa e a Fábrica de Porcelana Monte Sião, a única que produz louça branca e azul artesanal no Brasil, além de um almoço self-service mineiro e transporte de retorno, estão incluídos no roteiro.

Já no dia 24 de outubro, domingo, às 08h, será inaugurado o Marco Oficial do Caminho pro Interior na cidade de Monte Sião, junto ao Santuário de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa. A caminhada, também de cerca de 20 km, cumprirá parte do trecho mineiro que liga esta cidade a Bueno Brandão, pois um total 43 km de estrada separam as duas cidades e não daria para ser concluído de uma única vez.

O lado mineiro do Caminho pro Interior é muito bonito também e nos permitirá conhecer a tão falada hospitalidade local, pois o Laticínio G. Feliz irá receber os participantes e servir aos inscritos um gostoso prato de “Lanche Mineiro do Peregrino” com produtos variados a guisa de um “almoço no campo”. O transporte de volta a Monte Sião também está previsto no roteiro.

Para José Pocai, Prefeito de Monte Sião/MG, “a cidade passou por muitas dificuldades durante a Pandemia, e agora o Turismo está voltando e as malharias, nosso forte atrativo, está revivendo. Com o Caminho pro Interior queremos ampliar o turismo rural no município e atrair mais turistas que possam ficar mais tempo na cidade”.

Kate Jeremias comenta que “sempre quis oferecer um Passeio de Bike Oficial do Caminho pro Interior e desta vez isso vai ser possível”. Os ciclistas farão o trecho de ida e volta entre o Santuário de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, localizado no centro da cidade de Monte Sião/MG, e o Laticínio G. Feliz. Totalizando cerca de 40 km de um autêntico pedal rural, mas com todo suporte das organizadoras do Caminho, que estarão a postos para dar apoio moral e servir água e frutas aos participantes. Claro que o lanche mineiro dos peregrinos também será servido aos ciclistas inscritos.   

PARA MAIS INFORMAÇÕES DO CAMINHO PRO INTERIOR

Consulte o site: www.caminhoprointerior.com.br 

As novidades sempre saem primeiro nos perfis no Facebook e no Instagram, por isso recomendamos que procurem e sigam o perfil @caminhoprointerior1

Para encaminhar dúvidas utilizem o e-mail: [email protected]

Ou faça contato pelo whatsapp com (19) 99205 9128 (Kate) ou (19) 99779 5154 (Silvana).

Para se inscrever nas Caminhadas de Inauguração e no Primeiro Passeio de Bike do Caminho pro Interior é só clicar nos links abaixo ou procurar na plataforma www.vzit.com.br

https://vzit.com.br/caminhada-de-inauguracao-trecho-3-cruzando-a-divisa-sp-mg-caminho-pro-interior-1512

https://vzit.com.br/primeiro-passeio-de-bike-do-caminho-pro-interior-ida-e-volta-40-km-11

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São Paulo

Kartódromo San Marino, em Paulínia, completa 10 anos

Redação Gazeta Regional

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O centro esportivo ajuda a difundir o kartismo na região metropolitana de Campinas, é celeiro de pilotos campeões e também é ponto turístico e opção de lazer local

O Kartódromo Internacional San Marino (KSM), localizado em Paulínia , completa 10 anos neste mês de outubro ajudando a difundir o kartismo na região de Campinas, se consolidando cada vez mais como celeiro de pilotos campeões da modalidade e mantendo uma clientela cativa de pilotos profissionais e amadores, recebendo cerca de 82 mil pessoas anualmente para treinar em karts próprios ou praticar o esporte em karts de aluguel.

O complexo ainda é ponto turístico e opção de lazer na região metropolitana, mantendo entrada gratuita para quem deseja assistir os campeonatos realizados no circuito.

O piloto e chefe da Scuderia Marcelino, Carlos Marcelino, sediada no Kartódromo San Marino há 10 anos, que testemunhou a extinção do Kartódromo Municipal do Parque Taquaral em Campinas, em 1992, ressalta que a implementação do complexo em Paulínia representou a retomada do esporte para muitos praticantes.

 “Quando abriu, todo mundo que estava ‘aguado’, sentindo falta do kartódromo de Campinas, passou a treinar e a usar o San Marino como a pista de todos os campineiros. E, daquele tempo para cá, nós conseguimos vários títulos.  O San Marino é um celeiro de campeões pela concentração de grandes equipes, o que gera ótimos pilotos e desenvolve uma competição interna, em primeiro lugar. Com a concorrência dentro de casa, o nível dos pilotos fica muito alto e isso se repete nos campeonatos oficiais, é um absurdo!”, atesta o piloto e chefe de equipe.

Até julho de 2021, são contabilizados 25 títulos de relevância nacional e internacional conquistados por pilotos que já treinaram, ainda treinam ou que hoje apenas atuam como treinadores no complexo, levando-se em conta campeonatos como o Brasileiro de Kart, a Copa Brasil de Kart e o Sul-Americano de Kart.

KSM ajuda a difundir o kartismo na região de Campinas
A difusão do kartismo é um dos principais atributos do Kartódromo Internacional San Marino, na opinião do gerente administrativo Bruno Contrucci, de 33 anos, praticante de kartismo amador e cliente do complexo.

“Sem dúvida, para mim, o aluguel (de karts) foi a porta de entrada para o esporte. Eu tinha muito problema de concentração e está sendo uma válvula de escape. Faz bem demais, é a clássica realização da criança em ser piloto”, revela.

Contrucci conta que começou a praticar o kartismo por meio do uso de kart de aluguel em 2020, mas que sua primeira experiência na modalidade ocorreu em 2019, no Kartódromo San Marino, numa confraternização. “A partir daí, a gente se envolveu cada vez mais no ambiente do kartismo e eu acabei influenciando meu irmão e meu pai também”, pontua.

Seu irmão, o estudante de 15 anos Matheus Contrucci, participa de três campeonatos de kart de aluguel e também corre com kart próprio na Copa F-Racers 2021, um dos campeonatos sediados no San Marino.

Ao todo, 43 competições têm o complexo como sede, algumas desde que o kartódromo foi inaugurado, em outubro de 2011, outras recém-chegadas.

Infraestrutura
O campeonato Fanatici Kart foi o primeiro a ser realizado e a manter competições mensais desde o início do funcionamento do Kartódromo Internacional San Marino, em Paulínia (SP), em outubro de 2011. A competição começou há 11 anos, em 2010, mas se consolidou no San Marino por meio de um grupo de amigos apaixonados pelo esporte, que utilizam karts próprios.

Um dos idealizadores do Fanatici, Gino Tincani, ressalta o apoio que os pilotos do campeonato tem recebido do complexo, desde o início, quando vieram apenas para conhecer a nova pista.

“Foram dez anos maravilhosos, logo no primeiro mês nós viemos para fazer uma etapa, para ver como funcionava, desde o início fomos super bem acolhidos, o grupo todo, e já vimos que aqui seria o nosso futuro, a nossa casa. Hoje nós temos um espaço maior, estamos com 30 karts, e nos sentimos em casa. ”

A pista é totalmente iluminada, permitindo a pilotagem noturna, e equipada com torre de cronometragem e placar eletrônico. Os pilotos ainda têm à disposição uma sala de equipamentos, recepção informatizada, sala de briefing multimídia e vestiários masculino e feminino com chuveiros.

Da estrutura interna ainda fazem parte uma varanda de 500 m², com vista panorâmica para a pista, e o restaurante Orion, com opções de almoço, lanches e aperitivos. O espaço tem capacidade para receber até 1.500 pessoas e também é preparado para sediar confraternizações, aniversários e outros eventos particulares.

Os visitantes ainda contam com um estacionamento para 200 veículos, gratuito, e, para os pilotos, há uma ambulância com socorrista à disposição durante todo o horário de funcionamento.

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