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Campinas

Ana Maria Carvalho traz para o público de Campinas o projeto Cantigas do Tempo e a cultura popular como referência para novos aprendizados

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O projeto vai circular com shows e oficinas gratuitos por sete cidades paulistas e chega a Campinas nos dias 26 e 27 de setembro. Núcleo Cupinzeiro é o convidado especial do projeto

São inúmeras as vivências de Ana Maria Carvalho construídas em 50 anos de carreira. É atriz, cantora, compositora, educadora, pesquisadora, costureira, bordadeira, brincante. Maranhense de Cururupu, terra do Bumba Boi, do Tambor de Crioula e do Cacuriá, Ana Maria acredita que a cultura popular é arte atemporal. É matéria-prima para uma formação educativa e cultural que valorize os saberes de mestres e mestras e a arte brincante.

Cantigas do Tempo traz músicas aprendidas na infância, composições próprias, poemas musicados, letras combinadas a gêneros e ritmos como sambas, bumba boi, forrós e cantigas tradicionais. E é com esse tesouro que o público vai entrar em contato através dos shows e oficinas de brincadeiras populares e danças brasileiras. Para Ana Maria, que fez dessa prática cultural sua própria história de vida, essa circulação pelo Estado de São Paulo é mais uma possibilidade de aproximar adultos e crianças das tradições populares brasileiras e do valor artístico e educativo que elas podem oferecer.

Campinas: Samba em ritmo de bumba boi
Em Campinas, o samba vai se transformar em bumba boi e os integrantes do Núcleo Cupinzeiro estão vibrando com a participação no show de Ana Maria Carvalho, no dia 27 no CEU Mestre Alceu. “Para nós do Núcleo Cupinzeiro será uma grande honra este encontro com Ana Maria Carvalho. Nossas tradições musicais populares nascem todas de um mesmo contexto e processo histórico. É a música do encontro, da roda, da sobrevivência, do bem viver e do cuidado coletivo. Estar perto de uma mestra é uma chance de conexão direta com essa ancestralidade”, afirmou Anabela Leandro, cantora, compositora e percussionista do grupo.

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Edu Guimarães, que também faz parte do Cupinzeiro e integra o show Cantigas do Tempo, adiantou que o samba Lamento Negro, gravado no primeiro álbum do grupo, será executado por Ana em ritmo de boi da ilha. “Anabela e Edu de Maria (também integrante  e fundador do Cupinzeiro), cantarão a composição de Ana Maria chamada Santos do Morro. Ana vai se juntar a nós para fazer esse boi, para fazer esse amálgama”, contou Edu.

O Cupinzeiro e Ana Maria também vão trazer para o show os chamados Sambas da Fazenda, pout pourri de sambas cantados por comunidades escravizadas da região de Barão Geraldo e que chegaram até os nossos dias através de partituras anotadas pela filha do Barão Geraldo. “O cupinzeiro gravou três desses sambas e eles estarão no repertório do show pra gente ter esse gosto de Ana Maria cantando samba com a gente”, completou Edu.

Sobre as oficinas e shows
Cantigas do Tempo é um show que estimula a arte do brincar. Os participantes das oficinas vão dançar o cacuriá, o bumba meu boi, e as cantigas de roda. De acordo com Ana, essas brincadeiras vão trazer ao público a importância das brincadeiras, do canto e da dança como uma prática que cria vínculos, estimula a criatividade e a liberdade.

“Eu espero que neste show as pessoas voltem para casa muito mais alegres do que chegaram. Dá leveza, felicidade, as crianças brincam. As crianças adoram brincar e estar juntas. Eu tenho 72 anos e o meu trabalho é movido pelas crianças”, disse Ana Maria.

O projeto Cantigas do Tempo foi aprovado no edital de Difusão Cultural da Lei Paulo Gustavo da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativa do Estado de São Paulo.

Depois de Campinas, o projeto segue para São Paulo, com apresentação na capital, no  Centro Cultural São Paulo, (28/09); em Ubatuba, (12/10), São Luís do Paraitinga (25/10) e São José dos Campos (17/11), entre outras cidades. O Cantigas do Tempo já fez uma apresentação em Cananéia, litoral sul do estado, nos dias 20 e 21 de setembro, abrindo a temporada de apresentações. Os espetáculos terão acessibilidade em libras e equipe de acolhimento para famílias neuro atípicas. Em São Paulo também haverá acessibilidade em audiodescrição.

“Não tem como viver sem arte”
Ana Maria se sente em casa no Estado de São Paulo. Há 20 anos é radicada em São José dos Campos onde, em 2022, recebeu o Prêmio de mestres e mestras do município. Vanguardista, Ana trouxe os brinquedos populares para o Teatro Vento Forte, onde foi atriz e figurinista por 20 anos. “Ao mesmo tempo, a gente trabalhava nas escolas, na capital e interior levando as brincadeiras brasileiras. Estamos há 40 anos nessa batalha. A cultura é vida, não tem como viver sem arte!”, ressaltou.

São dois os álbuns lançados por Ana Maria em sua carreira: Por mim e Pelo Meu Povo em 2012 (Por Do Som/Proac) e Memórias de Carvalho (Fomento às Culturas Negras da cidade de São Paulo).  Em 2018 foi contemplada pelo MinC com o Prêmio de Culturas Populares. É cofundadora, ao lado do irmão Tião Carvalho, da festa do boi no Morro do Querosene que existe há 40 anos e revive a cultura maranhense na cidade de São Paulo.

SERVIÇO:

Campinas (26 e 27 de setembro)
Oficina Cantigas do Tempo
26 de setembro
Horário: 10h30
Instituto Anelo
Rua Vicente de Marchi, 718
Acessível em Libras

Show Cantigas do Tempo
27 de setembro
Horário: 20h
Local: CEU Mestre Alceu – Florence I
R. Lasar Segal, 110 – Jardim Florence
Participação especial: Núcleo de Samba Cupinzeiro
Atividade gratuita
Acessível em libras
Classificação: Livre

Oficina Cantigas do Tempo
26 de setembro – Festival Transforma 2024 do Instituto Anelo – Campinas (INFORMAÇÃO ATUAL)
Local: Instituto Anelo
Rua Vicente de Marchi, 718 – Jardim Florence
Horário: Das 10h30 às 11h30 (INFORMAÇÃO ATUAL)
Acessível em libras
Livre
Atividade gratuita
vagas limitadas (distribuição de senhas por ordem de chegada)
Menores de 15 anos precisam estar acompanhados de adulto responsável.

São Paulo (28 de setembro)
Show Cantigas do Tempo
28 de setembro – Centro Cultural São Paulo
Horário: 19h
Local: Centro Cultural São Paulo – Sala Adoniran Barbosa
Rua Vergueiro, 1000 – Liberdade
Participação especial: Tião Carvalho
Atividade gratuita
Os ingressos podem ser reservados online pelo site do Centro Cultural São Paulo ou presencialmente na bilheteria.
Acessível em libras
Acessível em audiodescrição
Classificação: Livre

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Campinas

Em Campinas, Ipem-SP realizará verificação de radares

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O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, e órgão delegado do Inmetro, que tem como objetivo promover a confiança nas relações de consumo, fará verificação metrológica na próxima segunda-feira, 24 de agosto, a partir das 9h, nos radares instalados nos seguintes endereços em Campinas, cidade localizada a 99 km da capital. Serão eles:

– Avenida Theodureto de Arruda Camargo, próximo ao nº 1.500, sentido centro;

– Avenida Theodureto de Arruda Camargo, próximo ao nº 1.499, sentido centro;

– Avenida das Amoreiras, próximo à rua Itapecerica da Serra, sentido bairro;

– Avenida Dermival Bernardes Siqueira, próximo ao Condomínio Lugano, sentido bairro.

Diariamente, o Ipem-SP realiza a verificação metrológica dos radares, instrumentos utilizados para medir e registrar velocidade destinados ao monitoramento do trânsito, em todo o Estado de São Paulo. Conforme a portaria Inmetro 158/2022, é obrigatória a verificação metrológica uma vez por ano ou toda vez que o equipamento passar por reparo.

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Os radares de velocidade têm o objetivo de reforçar a segurança viária através do monitoramento constante de vias e rodovias, prevenindo acidentes e contribuindo para a proteção do cidadão, fazendo com que os condutores respeitem o limite de velocidade permitido.

A verificação metrológica no radar leva de 20 minutos até uma hora. A ação envolve os fiscais do Ipem-SP e a equipe da empresa responsável pelo instrumento.

Em caso de chuva, a verificação é cancelada. O cancelamento também pode ocorrer poucas horas antes do agendado, conforme solicitação dos agentes de trânsito ou empresa responsável pelo equipamento.      

Caso o equipamento seja aprovado, recebe um certificado válido por um ano. Quando há reprovação a empresa fabricante é notificada a corrigir o erro.     

Em caso de excesso de velocidade, para aplicação de multas, o equipamento precisa estar verificado pelo Ipem-SP.       

A ação será realizada pela equipe de fiscalização da regional em Campinas.  

Em 2025, o Ipem-SP verificou 8.624 radares nos 645 municípios que compõem o Estado de São Paulo. 

Interessados em acompanhar a verificação dos radares devem acionar a Assessoria de Imprensa do instituto.    

A verificação metrológica     

O radar, expressão em inglês radio detection and rangig, é um aparelho que localiza objetos a longa distância utilizando ondas eletromagnéticas. Possui antena emissora/receptora de ondas de rádio que se propagam até atingirem o alvo, retornando ao radar. A diferença de tempo de ida e de volta da onda determina a distância ou a velocidade do objeto. Portanto, nem todos os medidores de velocidade que chamamos de “radar” são radares de fato. Veja:    

Medidor por radar propriamente dito: transmite e recebe ondas contínuas na faixa de micro-ondas, propiciando a medição da velocidade do veículo alvo através do efeito Doppler.      

Medidor óptico: projeta um feixe de luz (laser) no veículo alvo, e a medição é feita pelo processamento da energia por ele refletida.      

Medidor de sensores de superfície: utiliza sensores instalados na superfície da via que detectam a passagem do veículo. A medição é feita em função do tempo de passagem do veículo entre dois sensores cuja distância entre eles é fixa e conhecida.   

Em geral, os medidores são constituídos por:     

– Dispositivo de detecção, que identifica as distâncias necessárias para o cálculo da velocidade dos veículos.      

– Dispositivo de medição, constituído por micro processador e software que capta os dados do sistema de detecção e efetua o cálculo da velocidade.     

– Dispositivo de processamento, constituído por um processador e software dedicado ao controle do sistema.     

– Dispositivo de armazenamento, que registra e armazena os dados referente à medição.    

– Dispositivo de registro óptico, constituído por câmera fotográfica ou de vídeo capaz de identificar o veículo.    

Os medidores podem ser fixos, portáteis (tipo pistola), móveis (instalados em veículos em movimento) ou estáticos (sobre suporte que pode ser deslocado de um ponto para outro). No Estado de São Paulo é o Ipem-SP que fiscaliza todos esses instrumentos e verifica se apresentam medições corretas. A verificação dos instrumentos em operação é feita uma vez ao ano (verificação periódica), ou sempre que sofrem manutenção ou transferência de local de instalação (verificação eventual).     

As verificações metrológicas são realizadas com a utilização de uma viatura oficial, dotada de medidor de velocidade de alta precisão previamente calibrado (padrão). Os ensaios são realizados em cinco velocidades diferentes. Após a passagem da viatura pelo medidor, os resultados registrados pelo seu sistema fotográfico são confrontados com os resultados obtidos pelo padrão do Ipem-SP.     

Os medidores aprovados recebem um laudo técnico com validade para um ano. Se forem reprovados, a empresa responsável pelo medidor é autuada e o equipamento é interditado.    

Vale lembrar que para as multas emitidas em função dessas medições serem legítimas, o medidor de velocidade precisa ter sido verificado e aprovado pelo Ipem-SP, e estar dentro do prazo de validade. Para saber se o medidor de velocidade está dentro da validade, acesse o Portal de Serviços do Inmetro nos Estados (PSIE). Acesse https://servicos.rbmlq.gov.br

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Campinas

Prefeito de Morungaba participa de reunião da RMC que debate inovação e ações contra extremos climáticos

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O prefeito de Morungaba, Luis Fernando Miguel, juntamente ao diretor de Planejamento, Marcel Assis, participou, na terça-feira, 18, da reunião do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas (CDRMC), realizada no espaço Mescla, no Campus 1 da PUC-Campinas. O encontro reuniu prefeitos e representantes dos municípios da região para discutir propostas de integração regional nas áreas de tecnologia, inovação, meio ambiente e enfrentamento aos eventos climáticos extremos.

Um dos principais assuntos da reunião foi a proposta apresentada por Campinas para a criação de um hub regional de tecnologia e inovação, com o objetivo de integrar os municípios da RMC e fortalecer o ambiente de ciência, tecnologia, empreendedorismo e atração de novos investimentos.

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A proposta prevê que os municípios avaliem a adoção de legislações e iniciativas que favoreçam a instalação e o desenvolvimento de empresas de tecnologia e inovação. Campinas também se colocou à disposição para compartilhar experiências e modelos de legislação relacionados a incentivos e ambientes de inovação, como a chamada lei de sandbox.

Durante a reunião, o prefeito de Campinas e presidente do Conselho da RMC, Dário Saadi, destacou a importância da atuação conjunta dos municípios para consolidar a região como um polo de tecnologia e inovação.

Para o prefeito Luis Fernando Miguel, a participação de Morungaba nas discussões do Conselho da RMC reforça a importância da integração entre os municípios e do planejamento conjunto de ações que possam contribuir para o desenvolvimento regional.

Outro tema de destaque foi a prevenção e o enfrentamento dos extremos climáticos, especialmente diante da chegada do fenômeno El Niño. Especialistas apresentaram aos representantes dos municípios informações sobre os possíveis impactos do fenômeno, incluindo períodos de temperaturas elevadas, ondas de calor, riscos de incêndios e a possibilidade de ocorrência de temporais intensos.

A orientação apresentada durante o encontro foi para que os municípios fortaleçam seus protocolos de prevenção e resposta, ampliando a integração entre as equipes de Defesa Civil e demais setores envolvidos na gestão de riscos.

Entre as iniciativas discutidas está a ampliação da atuação conjunta dos municípios da RMC em situações de emergência, com estruturas móveis de apoio, Centros de Operações de Emergência (COEs), monitoramento meteorológico e protocolos integrados para o combate a incêndios.

Morungaba já integra ações de cooperação regional, como o protocolo conjunto entre Campinas, Itatiba e Morungaba na região do Pico das Cabras, voltado ao apoio às operações de combate a incêndios.

Também foi apresentado o funcionamento do radar meteorológico da Unicamp, em operação desde dezembro de 2025 e com cobertura de até 100 quilômetros, além da implantação, por Campinas, de uma rede de 21 estações meteorológicas, das quais cinco já estão em funcionamento.

A reunião reforçou a importância da cooperação entre os municípios da Região Metropolitana de Campinas para a construção de soluções conjuntas, tanto no estímulo ao desenvolvimento econômico e tecnológico quanto na prevenção e resposta aos desafios ambientais e climáticos que afetam a região.

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Campinas

Voluntariado empresarial ganha força e mobiliza colaboradores da CPFL em Campinas

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No ano declarado pela ONU como o Ano Internacional do Voluntariado, iniciativa reforça movimento de empresas que ampliam o engajamento de colaboradores em ações de impacto social

Agosto, mês do voluntariado, chama a atenção para um movimento que vem ganhando força também dentro das empresas. Em São Paulo, o crescimento do número de organizações que apoiam práticas voluntárias mostra como o engajamento dos colaboradores com as comunidades e o terceiro setor tem conquistado espaço no ambiente corporativo.

Em Campinas, a CPFL Energia é um dos exemplos desse movimento. Neste sábado (15), cerca de 100 voluntários estarão mobilizados no bairro Monte Cristo, de Campinas/SP, para mais uma edição do Dia de Semear. A ação acontece na AMIC (Associação dos Amigos da Criança) e terá atividades de revitalização e integração com a comunidade.

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A programação inclui pintura, jardinagem, melhorias na infraestrutura e oficinas lúdicas, além de brincadeiras para as crianças da AMIC. A ação conta ainda com a parceria da Hamburgada do Bem, organização que se soma ao esforço coletivo para ampliar o impacto da iniciativa, fortalecendo uma rede de solidariedade capaz de gerar transformação social duradoura.

Mobilização que gera impacto
O Programa Semear, responsável pela realização do evento, já reúne mais de 2 mil voluntários e atua em parceria com 69 instituições sociais. Somente em 2026, foram mais de 50 ações realizadas, beneficiando 4.800 pessoas em diferentes cidades.

Durante agosto, o Dia de Semear acontece em várias localidades, ampliando uma mobilização que transforma a disposição dos colaboradores em ações concretas nas comunidades.

Esse avanço acompanha uma tendência observada no ambiente corporativo. “Com base em Censos e estudos, notamos que vem crescendo o voluntariado empresarial no estado de São Paulo. Nos últimos anos, aumentou cerca de 30% o número de empresas

apoiando essas práticas voluntárias, entendendo a importância dessa conexão com a comunidade ou terceiro setor de maneira relevante”, explica Roberta Nunes Barbosa, gerente executiva da ABRH-SP.

Para Roberta, os benefícios também se refletem dentro das organizações. Pesquisas mostram que o voluntariado contribui para desenvolver competências profissionais, como liderança, comunicação, empatia e tolerância, além de fortalecer o sentimento de pertencimento e o orgulho de fazer parte da empresa. “É uma iniciativa que gera impacto social, mas também ajuda a fortalecer a cultura interna e a formar profissionais mais engajados e conscientes do seu papel na sociedade”, completa.

“O Dia de Semear é a expressão mais visível de um movimento que acontece ao longo de todo o ano. Mobilizamos colaboradores, familiares, parceiros e instituições em ações que fortalecem as comunidades e ampliam oportunidades para quem mais precisa. É uma iniciativa que transforma os territórios, mas que também transforma as pessoas que participam dela”, destaca Natalia Tadokoro, gerente de sustentabilidade da CPFL Energia.

Programa Semear: voluntariado que conecta e transforma
Integrado à estratégia ESG da CPFL Energia, o Programa Semear conecta colaboradores e parceiros para gerar valor compartilhado com as comunidades em sua área de concessão. Além de mobilizar milhares de voluntários, fortalece vínculos comunitários e contribui para o desenvolvimento de competências e relações que ampliam o impacto social da companhia.

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