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Em Jaguariúna, fiéis celebram canonização de Irmã Dulce

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A canonização de Irmã Dulce é a terceira mais rápida da história (27 anos após seu falecimento), atrás apenas da santificação de Madre Teresa de Calcutá (19 anos após o falecimento da religiosa) e do Papa João Paulo II (9 anos após sua morte)

No domingo, 20, a comunidade jaguariunense celebrou, na presença do Bispo Dom Luiz Gonzaga e todos os Padres da cidade, a denominação da Paróquia Santa Dulce dos Pobres. Jaguariúna é a primeira Paróquia do Brasil a ter como padroeira Beata Irmã Dulce e passou-se a se chamar Santa Dulce dos Pobres.

Irmã Dulce, a primeira mulher nascida no Brasil que se tornou santa, foi canonizada no dia 13 de outubro de 2019, em uma celebração presidida pelo Papa Francisco, no Vaticano, em Roma. Além de Irmã Dulce, no mesmo dia, durante o Sínodo da Amazônia, foram canonizados outros quatro santos, segundo o Vaticano.

O Vaticano anunciou a canonização de Irmã Dulce em maio deste ano, quando um segundo milagre atribuído à religiosa, também conhecida como “O Anjo bom da Bahia”, foi reconhecido por meio de decreto. A pessoa agraciada pelo segundo milagre de Irmã Dulce reconhecido pelo Vaticano é um homem, que morava na Bahia e foi curado após passar 14 anos cego.

O milagre teria ocorrido após o homem pedir a Irmã Dulce para interceder por ele, por conta de uma conjuntivite, pouco antes de dormir. Quando acordou, no dia seguinte, o homem havia melhorado da doença e voltado a enxergar, segundo a Arquidiocese de Salvador.

O milagre intriga médicos, pois, mesmo após voltar a enxergar, os exames do homem apontam lesões que deveriam impedir que ele tivesse o sentido. Além desses dois milagres reconhecidos, mais de 10 mil outros relatos feitos por fiéis do mundo inteiro são armazenados pelas Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), em Salvador. Há depoimentos de cura de câncer, superação de vício em drogas, conquista de emprego, solução de dívidas e problemas familiares, sobrevivência a acidentes graves.


Jaguariúna

CPFL Santa Cruz reforça inteligência e fiscalização para coibir furto de cabos e equipamentos da rede elétrica

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Concessionária monitora ocorrências e atua em conjunto com forças de segurança; Mococa chama atenção com 16 registros entre janeiro e julho, com transformadores entre os principais alvos

O furto de cabos e equipamentos da rede elétrica tem chamado a atenção da CPFL Santa Cruz em sua área de concessão. Entre os casos acompanhados pela distribuidora estão ocorrências envolvendo transformadores, reguladores de tensão e outros componentes essenciais ao funcionamento do sistema elétrico, situação que, além dos prejuízos materiais, pode comprometer o fornecimento de energia e colocar em risco a segurança da população.

Dentro desse cenário, Mococa se destaca pelo número de registros. Entre janeiro e julho de 2026, foram contabilizadas 16 ocorrências no município, o maior volume entre as cidades atendidas pela CPFL Santa Cruz no período, com prejuízo estimado em cerca de R$ 390 mil. Caconde aparece na sequência, com cinco ocorrências. Considerando os registros contabilizados pela concessionária em sua área de atuação, o prejuízo chega a aproximadamente R$ 476 mil.

Os transformadores estão entre os principais alvos, especialmente pela presença de cobre em sua composição. Também são registrados furtos de reguladores de tensão, equipamentos fundamentais para a qualidade e a continuidade do fornecimento. Por isso, a CPFL Santa Cruz mantém o acompanhamento das ocorrências em toda a sua área de concessão, com monitoramento de pontos críticos, inspeções e atuação conjunta com órgãos de segurança.

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O cenário observado na área atendida pela companhia acompanha um movimento que preocupa o setor elétrico em todo o país. Segundo a ABRADE (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica), o volume de cabos furtados no Brasil passou de 300 toneladas em 2024 para 975 toneladas em 2025, com prejuízo estimado em cerca de R$ 90 milhões.

Levantamento da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) aponta ainda que as perdas totais na distribuição de energia, incluindo furtos, fraudes e ligações irregulares, somaram R$ 23,2 bilhões em 2025, equivalentes a 14,3% de toda a energia injetada no sistema.

Para Paulo Grazia, consultor de relacionamento da CPFL Santa Cruz, a distribuidora não para de investir. “Investimos constantemente nesses equipamentos porque eles são essenciais para garantir a qualidade e a continuidade do fornecimento de energia para toda a região. Por isso, seguimos reforçando a inteligência e a fiscalização para proteger a rede e a segurança de todos”, pontua.

“O furto desses ativos não representa apenas um prejuízo financeiro, mas interrompe o serviço essencial que leva energia a hospitais, escolas e milhares de residências”, conclui o consultor.

Prejuízo para a população

A CPFL alerta que, além do vultoso prejuízo financeiro, o furto de equipamentos compromete diretamente o fornecimento de energia para a população. Quando um transformador ou regulador de tensão é subtraído ou danificado, clientes residenciais, comerciais e rurais ficam sem luz, muitas vezes por horas, até que a equipe técnica consiga realizar a substituição do equipamento. O problema afeta severamente serviços essenciais como hospitais, escolas e sistemas de abastecimento de água, além de pessoas que dependem de equipamentos médicos em casa. A falta de energia também agrava a vulnerabilidade da população em áreas que ficam sem iluminação pública durante o período de reparo.

A empresa reforça que o furto de materiais elétricos oferece riscos altíssimos de morte ou graves acidentes para quem realiza a ação, devido ao contato direto com a rede energizada. Os criminosos, ao manusear cabos e equipamentos de alta tensão sem o devido treinamento ou proteção, colocam em risco a própria vida, a de terceiros e a segurança do sistema elétrico como um todo. Intervenções não autorizadas na rede podem causar curtos-circuitos, incêndios e danos permanentes à infraestrutura de distribuição de energia.

Lei mais rígida

Para coibir esses crimes, foi sancionada em 28 de julho de 2025 a Lei nº 15.181, que endurece as punições para furto, roubo e receptação de fios, cabos e equipamentos utilizados no fornecimento ou transmissão de energia elétrica. Pela nova lei, a pena para furto qualificado de materiais usados em serviços essenciais foi elevada para 2 a 8 anos de reclusão, além de multa. Em casos de roubo que comprometa serviços públicos essenciais, a pena passa a ser de 6 a 12 anos de reclusão e multa. Para o crime de receptação simples, a pena pode chegar a 4 anos. Já no caso de receptação qualificada, a pena é de até 8 anos, podendo ser dobrada se envolver bens ligados a serviços essenciais, chegando a até 16 anos de reclusão e multa.

A CPFL Santa Cruz informa que vem intensificando as ações de prevenção e combate aos furtos, com monitoramento constante de áreas críticas, inspeções de rotina em equipamentos de rede e estreita parceria com a Polícia Civil, Polícia Militar e Defesa Civil. Boletins de Ocorrência são registrados em todos os casos identificados, e a concessionária também atua em operações conjuntas em ferros-velhos e estabelecimentos de compra e venda de sucata, que são os principais destinos do material furtado. O objetivo é interromper a cadeia receptora desses materiais ilícitos.

Denuncie
A população pode contribuir ativamente denunciando suspeitas de furto ou vandalismo na rede elétrica. Os canais de atendimento da CPFL Santa Cruz estão disponíveis 24 horas por dia: WhatsApp (19) 99908-8888, SMS 27351, site cpfl.com.br e aplicativo CPFL Energia. Em caso de emergência ou avistamento de fios partidos, a orientação é ligar imediatamente para o Corpo de Bombeiros pelo número 193 e não se aproximar do local sob nenhuma circunstância.

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Jaguariúna

Laboratório Cristália apresenta estudo inicial de vacina antitabagismo

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O Laboratório Cristália, complexo industrial farmacêutico, farmoquímico e de biotecnologia 100% brasileiro, apresenta resultados iniciais de uma pesquisa inédita no Brasil para o desenvolvimento de uma vacina antitabagismo. O projeto está em fase de Early Discovery, etapa inicial voltada à seleção dos melhores protótipos e à demonstração de eficácia em modelos experimentais, e é conduzido por cientistas do Centro de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação da empresa. Diferentemente dos tratamento disponíveis, que atuam principalmente, sobre os sintomas da abstinência, a vacina tem como objetivo estimular o sistema imune a reconhecer e capturar a nicotina ainda na corrente sanguínea, impedindo que ela chegue ao cérebro e produza a sensação de prazer que sustenta o vício.

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A dependência químca está entre os maiores problemas de saúde pública da atualidade. As drogas alteram a química do cérebro – em especial o chamado sistema de recompensa –, aumentando o desejo de consumir mais e em maiores quantidades. Na ausência da substância, os níveis de neurotransmissores cem e surge a síndrome de abstinência, acompanhada de forte desejo de consumo para restaurar a sensação de prazer. No caso do tabaco, a dependência química ocorre principalmente pela ação da nicotina, substância psicoativa que chega ao cérebro poucos segundos após a inalação.

Como a vacina antitabagismo funciona
De acordo com o médico Ogari Pacheco, fundador, presidente do Conselho Diretivo do Laboratório e responsável pela concepção da ideia que gerou o desenvolvimento do projeto, o tratamento de de diversas doenças já se beneficia do uso do sistema imune do próprio paciente, capaz de reconhecer o que é estranho ao organismo e produzir anticorpos que capturam e eliminam esse invasor.

A vacina em desenvolvimento pelo Cristália resolve esse ponto: a molécula da droga – pequena demais para gerar resposta imonológica sozinha – é acoplada a uma estrutura reconhecida pelo sistema imune. Esse complexo desencadeia a produção de anticorpos neutralizantes capazes de se ligar especificamente à nicotina na corrente sanguínea.

Na prática, quando o paciente vacinado entra em contato com a substância, os anticorpos a capturam ainda no sangue. Assim, a nicotina não consegue chegar ao cérebro e, por não interagir com os receptores nicotínicos de acetilcolina nem desencadear a liberação de dopamina associada ao prazer, não produz o reforço que alimenta a dependência. “É importante frisar que a molécula modificada usada na formulação não tem efeito psicotrópico”, afirma o fundador do Cristália.

Os protótipos e antígenos sintéticos da vacina anti-nicotina estão sendo produzidos para fins de pesquisa com tecnologia do Crisália. A etapa relacionada ao Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) está sob responsabilidade da planta Farmoquímica Oncológica do Cristália, em itapira, enquanto a formulação e o envase, por se tratar de uma vacina, deverão ocorrer em uma das unidades farmacêuticas do laboratório, também no complexo industrial de Itapira.

Até o momento, a vacina em desenvolvimento foi testada apenas em animais. Os antígenos sintéticos produzidos pela Farmoquímica Oncológica mostraram-se eficazes em induzir a geração de anticorpos específicos e, em modelo experimental de desafio, a candidata vacinal anti-nicotina demonstrou capacidade de impedir a adicção nos animais. O desenvolvimento ainda depende da conclusão de estudos pré-clinicos de eficácia e segurança, desenvolvimento famacotécnico e analítcio, aumento de escola e estudos clínicos em humanos antes de um eventual pedido de registro à Anvisa.

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Jaguariúna

Prefeitura de Jaguariúna prorroga para 31 de outubro prazo para adesão ao Refis Municipal

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A Prefeitura de Jaguariúna prorrogou para o próximo dia 31 de outubro o prazo para os contribuintes aderirem ao Programa Especial de Recuperação Fiscal (Refis Municipal) 2026. O prazo original terminaria nesta segunda-feira, dia 31 de agosto.

A prorrogação foi definida pelo Decreto Municipal nº 5.060. Previsto na Lei Complementar nº 433, o nos Refis Municipal oferece condições facilitadas para que contribuintes regularizem débitos com o Município.

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O programa contempla pessoas físicas e jurídicas com dívidas tributárias e não tributárias inscritas na Dívida Ativa, em cobrança amigável, protestadas ou judicializadas, incluindo débitos junto ao Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Jaguariúna (SAAEJA).

O principal benefício é a redução de multas e juros. Quem optar pelo pagamento à vista terá 100% de desconto nesses encargos. Também será possível parcelar os débitos com descontos progressivos: 80% em até 12 parcelas; 70% em até 24 parcelas; 60% em até 36 parcelas; e 50% em até 84 parcelas.

A Secretaria de Finanças ressalta que os descontos incidem exclusivamente sobre multas e juros. O valor principal da dívida e sua atualização monetária permanecem integrais, conforme determina a legislação.

A adesão poderá ser feita presencialmente no Departamento de Tributos ou de forma remota, pelo site da Prefeitura e pelo e-mail [email protected], mediante autenticação e assinatura digital válidas. Débitos protestados exigirão atendimento presencial ou por e-mail.

As parcelas mínimas serão de R$ 50 para pessoas físicas e R$ 150 para pessoas jurídicas. A primeira parcela deverá ser paga em até cinco dias após a formalização do acordo.

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