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Brasil

5 perguntas e respostas para entender por que pessoas vacinadas também pegam Covid-19

Redação Gazeta Regional

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Fatores como idade, sedentarismo e comorbidades afetam a defesa do organismo, assim como isolamento social, uso de máscara e higiene

As vacinas são responsáveis por evitar de 4 a 5 milhões de mortes por ano, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Elas são uma das invenções mais importantes da saúde pública nos últimos séculos e nossa única proteção contra certas doenças. É assim com a Covid-19: até agora, a ciência ainda não descobriu um tratamento específico e eficaz contra a infecção pelo vírus SARS-CoV-2. Por enquanto, nosso melhor recurso para combater a doença é a vacina.

Mas os imunizantes contra a Covid-19 – assim como qualquer vacina, contra qualquer doença – não são 100% eficazes. O sistema imunológico de algumas pessoas responde à imunização melhor do que o de outras. Fatores como idade, sedentarismo e comorbidades afetam a defesa do organismo, assim como isolamento social, uso de máscara e higiene das mãos, que reduzem a chance de uma pessoa ser infectada.

Confira a seguir cinco questões para entender melhor a relação entre a eficácia das vacinas e os casos de Covid-19 entre pessoas imunizadas.

Faz duas semanas que tomei a segunda dose da vacina e segui o intervalo recomendado entre as duas doses. Posso pegar Covid-19?
Sim. Uma pessoa com o esquema vacinal completo, ou seja, que tomou as duas doses conforme a recomendação do fabricante (com intervalo de 21 a 28 dias no caso da CoronaVac, vacina do Butantan e da biofarmacêutica chinesa Sinovac) ainda pode pegar Covid-19 e transmiti-la a outras pessoas. A vacina protege da doença, não da infecção: na maioria dos casos, uma pessoa vacinada não vai ficar doente ou então vai desenvolver uma infecção assintomática ou leve.

Por que tem gente morrendo de Covid-19 mesmo estando vacinado?
A vacinação é um ato coletivo, de saúde pública: quanto maior o número de pessoas imunizadas, menos o vírus circula e menos gente morre por causa da doença. Até chegarmos nesse patamar, a Covid-19 continuará fazendo vítimas fatais – porém em pequeno número entre os vacinados. De acordo com um levantamento feito pela plataforma de monitoramento Info Tracker, desenvolvida por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), apenas 3,68% do total de mortes por Covid-19 entre fevereiro e julho deste ano aconteceram com pessoas imunizadas.

Qualquer pessoa vacinada pode desenvolver um caso grave de Covid-19?
Sim, mas há fatores que aumentam o risco. A ciência sabe há muitos anos, por exemplo, que qualquer vacina gera uma resposta imune menor em pessoas mais idosas. Isso não quer dizer que os mais velhos não estejam protegidos contra a doença, mas sim, que o organismo responde menos a um antígeno novo – uma característica que não se relaciona à vacina, em si, mas aos processos naturais do sistema imunológico. Além disso, pesquisadores da USP descobriram que manter um estilo de vida fisicamente ativo contribui para turbinar a resposta imune induzida pelas vacinas.

Se uma pessoa imunizada pegar Covid-19, significa que a vacina é ineficaz?
Não. Todas as vacinas aprovadas para uso no Brasil são eficazes e funcionam. O estudo de eficiência Projeto S, por meio do qual o Butantan vacinou com CoronaVac a população adulta da cidade de Serrana, no interior paulista, constatou que a imunização causou uma redução de 80% no número de casos sintomáticos de Covid-19, de 86% nas internações e de 95% nos óbitos. A pesquisa clínica também mostrou que a vacinação da população leva à imunização inclusive de quem não tomou a vacina, pois a pandemia foi controlada com 75% da população imunizada. Esse estudo é importante porque mostra a efetividade da vacina, ou seja, sua eficácia aplicada no mundo real. Vale notar que a vacina não zerou as mortes por Covid-19, mas reduziu drasticamente a ameaça representada pelo vírus.

O que mais posso fazer para me proteger da Covid-19 se já estou vacinado?
Enquanto o SARS-CoV-2 estiver presente nas nossas cidades, com novas variantes surgindo cada vez mais agressivas e transmissíveis, ele continuará sendo uma ameaça e causando óbitos. Esse é um indicador de que ainda estamos longe de vencer a pandemia, não porque as vacinas não funcionem, mas porque a circulação do vírus ainda é muito alta. Por isso, além de tomar as duas doses das vacinas respeitando o intervalo preconizado (em relação às vacinas com duas doses), é preciso continuar mantendo todas as recomendações sanitárias: manter o isolamento social, usar máscara e higienizar sempre as mãos com água e sabão ou álcool gel.

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Brasil

BYE BYE FRIZZ: Nova linha da Cadiveu Essentials garante 72h sem frizz

Redação Gazeta Regional

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Usando tecnologia exclusiva, os produtos da marca brasileira unem performance, eficiência e responsabilidade sócio-ambiental

O Grupo Cadiveu lança, nesta semana, sua nova linha de produtos da marca Cadiveu Essentials. Os produtos da Bye Bye Frizz garantem 72 horas sem frizz e possuem fórmula 100% vegana. Transformam cabelos lisos, alisados, cacheados crespos ou ondulados, que estejam indisciplinados e com frizz, em fios macios, disciplinados e brilhantes. Sua tecnologia Frizz Free Complex atua na fibra capilar, selando e nutrindo as cutículas dos cabelos. O resultado foi cientificamente comprovado pelo time de especialistas de Cadiveu, em estudos rigorosos que demonstraram o poder de memória anti-frizz do produto após sua aplicação.

A tecnologia Frizz Free Complex é composta, principalmente, por 3 ingredientes naturais: óleo de camélia, responsável pelo efeito memória, nutrindo e disciplinando os fios; óleo e extrato de germe de trigo, que ajuda a melhorar a aparência de cabelos secos e fecha a cutícula dos fios danificados; e, por fim, a manteiga de karité (matéria prima africana), rica em ácidos graxos saturados, ômega 9, ômega 6, ômega 3 e vitamina E, que garante cabelos hidratados e com toque aveludado.

Resultado cientificamente comprovado
A eficiência da linha foi cientificamente comprovada em laboratório, durante um ensaio em que duas mechas de cabelo foram expostas à umidade em uma câmara controlada, durante mais de três dias. Uma das mechas foi tratada com produtos comuns, enquanto, na outra, foi feito o tratamento com os produtos da linha Bye Bye Frizz.

Os resultados foram evidentes. Em 24 horas, a amostra tratada com produtos comuns já demonstrava um aspecto seco, com o dobro de volume e muito frizz. Ao mesmo tempo, a amostra tratada com Bye Bye Frizz apresentava aspecto hidratado, sem frizz, com muito brilho e volume controlado. Ao fim da experiência, após 72h de sucesso, a Cadiveu decidiu ampliar o teste por mais 4 horas de exposição das mechas e aumentar a umidade da câmara, com o intuito de desafiar ainda mais seu produto. Como resultado final, foi constatado que a amostra se manteve com aspecto de hidratado e sem frizz, ainda que indicasse certo aumento de volume.

A linha
A linha é composta por 5 produtos:
shampoo, condicionador, máscara, frizz killer (fórmula leve com proteção térmica sem silicone para controle do frizz) e selagem gradativa (fórmula de ação prolongada, garante um cabelo liso perfeito, com proteção térmica). Todos os itens são compostos em até 97% de origem natural, livre de testes em animais (selo PETA) e embalagem 100% feita de materiais reciclados.

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Shampoo Bye Bye Frizz: Promove uma experiência de limpeza única e eficiente. Sua textura cremosa e perolada purifica os fios na medida certa, promovendo uma espuma nutritiva e cremosa, que deixa os fios com toque sedoso após a aplicação. Funciona com cabelos lisos, alisados, cacheados, crespos ou ondulados.

Condicionador Bye Bye Frizz: Transforma o cabelo indisciplinado e com frizz em fios macios disciplinados e brilhantes. A tecnologia Frizz Complex atua na fibra capilar para nutrir e selar as cutículas dos cabelos, garantindo um efeito memória que elimina o frizz por tempo prolongado.

Máscara Bye Bye Frizz: Transforma o cabelo indisciplinado e com frizz em fios macios, disciplinados e brilhantes. Com fórmula altamente concentrada com a tecnologia Frizz Free Complex atua na fibra capilar para nutrir e selar as cutículas dos cabelos, garantindo um efeito memória que elimina o frizz por tempo prolongado, em todos os tipos de cabelos.

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Leave-In Frizz Killer Bye Bye Frizz: É um sistema anti-frizz de longa duração com proteção térmica sem silicone para um toque leve e natural. Controla o frizz por até 72 horas e disciplina os fios. Sua fórmula sela as cutículas e protege contra danos. Garante cachos com efeito memória e funciona para todos os tipos e texturas de cabelo.

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Selagem Gradativa Bye Bye Frizz: Com uma fórmula de ação prolongada, garante um cabelo liso, perfeito, protegido por 72 horas mesmo com umidade de até 70%, funciona para todos os tipos de cabelos e texturas.

Sobre o Grupo Cadiveu
O Grupo Cadiveu é uma empresa de cosméticos brasileira, com presença consolidada em mais de 80 países. É a terceira que mais exporta produtos de beleza do Brasil para outros mercados. E desenvolve cosméticos capilares de altíssima qualidade, com responsabilidade socioambiental, incluindo em sua linha de produção insumos naturais, embalagens recicladas e oferecendo educação focada na transformação de seus clientes.

O portfólio do grupo é subdividido em duas marcas. A Cadiveu Professional, voltada para profissionais de salões de beleza espalhados pelo mundo, que realiza mais de 27 mil serviços e busca empoderar as mulheres através de suas linhas de tratamento em reconstrução, reparação, reposição de massa capilar, brilho, cabelos cacheados, nutrição e saúde dos fios. Ao passo que a Cadiveu Essentials, voltada para o consumidor final, é composta pela linha Vegan Repair by Anitta, a linha Quartzo Shine by Boca Rosa e a novíssima Bye Bye Frizz, que oferecem soluções tecnológicas e eficientes para o tratamento diário do cabelo.

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Brasil

Cerrado é a savana brasileira e um bem desvalorizado pelo País

Redação Gazeta Regional

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Por Evandro Tokarski

Para os desavisados e menos informados, a aparência pode enganar. Afinal, o Cerrado brasileiro tem mais de uma cara. A área com árvores retorcidas, folhagens mais secas, pouca umidade, é Cerrado. Mas também é Cerrado a mata ciliar. Ou ainda a mata de galeria, onde as copas das árvores se encontram, formando túneis. Algo tão lindo de se ver quanto a floresta amazônica.

O Cerrado é o segundo maior bioma brasileiro, atrás apenas, justamente, da rica floresta tropical. Trata-se do bioma que cobre 25% do território brasileira, fundamental para nossa biodiversidade, e que altamente dinâmico e sensível às mudanças do clima, possuindo apenas duas estações bem definidas – a da seca e a da chuva. Isso faz com que diferentes paisagens sejam observadas em momentos do ano.

Por isso, ao conhecê-lo, é preciso não se deixar levar pelo que se vê de imediato. O Cerrado é uma aula de resiliência a céu aberto que a natureza nos dá, seja pela vegetação, pelos rios intermitentes e perenes ou pela riqueza da fauna.

Destaco ainda, como CEO de uma companhia que reconhece a importância dos recursos naturais para a nossa existência no planeta, que não tenho dúvidas da eficiência do Cerrado: aproveita de forma extremamente competente os recursos naturais disponíveis e nos oferece uma flora composta por mais de 12 mil espécies diferentes, segundo a Embrapa – centenas já tem seus valores econômicos identificados, seja para a produção de alimentos, medicamentos ou cosméticos, entre outros. Suas formas e cores, na época de chuva, ainda atraem polinizadores. Se não fosse pela ação do homem, seu funcionamento certamente seria perfeito.

É neste espaço imenso, que cobre 25% do nosso território, onde boa parte dos rios seca quando acaba a temporada de chuva, que nascem os rios São Francisco e Parnaíba. Entre outros fatores, já se sabe da importância desse ecossistema para a nossa geração de energia – isso significa que, para que os brasileiros tenham energia elétrica em casa, dependemos de quase 90% das águas que são oriundas do Cerrado.

E é claro que sabemos de tudo isso. Nos últimos anos, o Brasil vem explorando o Cerrado. A agropecuária, principalmente, mas não a única atividade desenvolvida na região. O valor do Cerrado, apesar de não completamente descoberto – ainda há muito a saber e estudar – já está mais do que comprovado. Apesar disso, pouco se faz para preservá-lo.  

Neste ano, o Cerrado registrou o maior número de focos de incêndio para esse período desde 2012. Foram 31.566 pontos de fogo entre 1º de janeiro até 31 de agosto, contra 40.567 no mesmo período em 2012, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Trata-se do reflexo de uma realidade triste que vem sendo observada nos últimos anos, em que a pressão pelo desmatamento sem critérios só aumentou. Sem uma política pública clara para sua proteção e exploração, o fato é que, se continuarmos neste caminho, em breve, perderemos essa fonte de biodiversidade – e a natureza ficará sem um bioma considerado a ligação entre diversos outros. O impacto será direto na manutenção das espécies, tanto vegetal como animal.

Também é preciso pensar em programas voltados para a população que vive nestas regiões e que sofrem com a seca e a falta de alimentos. É absurdo e triste pensar que, em um solo extremamente fértil, existem pessoas passando fome.

Mais do que ressaltar o valor do Cerrado, é preciso pensar em como cuidar dele e preservá-lo, para que outras gerações possam aproveitá-lo. Pelo Cerrado e por quem virá nas próximas estações, de chuva e de seca.

*Evandro Tokarski é presidente do Grupo Artesanal, líder no mercado de farmácias de manipulação no Centro-Oeste e em Minas Gerais

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Brasil recebe mais de 5 milhões de doses da vacina da Pfizer

Redação Gazeta Regional

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O Brasil recebeu neste domingo, 12, no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, 5.181.930 doses da vacina contra a Covid-19 da Pfizer. Os quatro lotes chegaram em voos separados.

Após o desembarque, as vacinas foram levadas para o depósito do Ministério da Saúde, em Guarulhos e, em seguida, foram enviadas aos mais de 38 mil postos de vacinação espalhados pelo País.

De acordo com a Pfizer, com as remessas de hoje, já são 72 milhões de doses do imunizante entregues ao país. No total, segundo a empresa, o Brasil receberá 200 milhões de doses da vacina até o fim de 2021, por meio de dois contratos de fornecimento da vacina.

O primeiro contrato, fechado em com o Ministério da Saúde em 19 de março, prevê a entrega de 100 milhões de doses até o fim de setembro. Já o segundo, assinado em 14 de maio, prevê mais 100 milhões entre outubro e dezembro.

Fonte: Agência Brasil

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